Psicóloga Talita de Oliveira Teixeira

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Psicóloga Talita de Oliveira Teixeira Psicóloga clínica. CRP 08/19792
Psicoterapia individual para jovens e adultos. Grupos terapêuticos. >Psicóloga clínica.

CRP 08/19792.
>Psicoterapia individual para crianças, jovens e adultos.
>Orientação profissional.
>Palestras. Endereço: Avenida dos Estados, 1265, loja 4, Água Verde, Curitiba PR.

Você atende homens que não são pais? 🤔Talvez você chegue por aqui, veja conteúdos sobre maternidade, parentalidade e fem...
26/08/2026

Você atende homens que não são pais? 🤔

Talvez você chegue por aqui, veja conteúdos sobre maternidade, parentalidade e feminismo, e pense:

“Acho que ela não atende homens que não são pais”.
Pois é, uma conclusão equivocada!

Antes de atuar no consultório, a minha atuação tinha como público mais recorrente homens, por estes serem a maioria na condição de estar em situação de rua e também por ser a maioria no CAPS álcool e outras dr**as.

Ao longo da construção dessa prática, passei a me debruçar sobre as masculinidades: do que elas são feitas, os sofrimentos que atravessam os homens e os desafios do “ser mulher” atendendo ao público masculino.

Ser uma psicóloga de orientação feminista e existencialista implica em analisar as relações
de gênero, pois não é possível isolar um gênero do outro. Somos seres em relação. A sociedade patriarcal adoece a todos, mas de formas distintas, gerando desigualdades, privilégios para alguns e cerceamento de outras(os) modos de existir.

Além disso, a parentalidade atravessa a todos: mesmo não sendo pai, esse homem tem ou teve um pai (pela presença ou pela ausência) e uma mãe, podendo ou não exercer papéis de cuidado ao longo da vida.

Então, sim! Atendo homens que não são pais. Inclusive, eles representam uma fatia expressiva da minha clínica hoje.
Acredito que, pelos meus estudos e posicionamentos sobre feminismo e relações de gênero, chegam até mim homens dispostos a questionar a construção da própria masculinidade, rever a relação que estabelece com as mulheres e aprender a reconhecer, nomear e acolher as suas próprias dores e sentimentos.

Talita Teixeira | Psicóloga (CRP 08/19792)

27/07/2026

O sentido da vida não está dado ele é construído.
O sentido nos aponta uma direção.
A direção nos convida a lidar com o lugar, a concretude, onde a gente se faz humano, feito de muitos Nós e também do que conseguimos imaginar.
A angústia do escolher e o peso da responsabilidade de ser aquela viverá.

O medo não se dissipa quando chegamos em um novo lugar, mas nele podemos construir jeitos de estar, permanecer ou sair. Às vezes não é tanto sobre onde chegar é mais sobre se experimentar sendo.

Na psicoterapia existencialista a biografia importa, pois o como estamos nos tornando revela o nosso saber, o nosso sentido e a força que o futuro tem.

Você se reconhece como uma pessoa em construção? Ou rígida em muitas definições, com pouco espaço para se experimentar?

Talita de Oliveira Teixeira
Psicóloga
CRP 08/19792

25/06/2026

4 ou 6 meses de licença maternidade e 5 dias de licença paternidade. A conta não fecha, né?

E quando os avós, familiares e amigos não estão por perto ou disponíveis, a mãe vira o único pilar. E isso é exaustivo.

Tornando a maternidade um lugar de vulnerabilidade e de riscos para saúde mental. Esse é um dos temas que emergem na psicoterapia: como maternar em uma sociedade na qual o cuidado não é valorizado e priorizado ?

Cuidar de si não deveria estar em último plano. E se você é parceiro(a), rede de apoio que tal ajudar essa mãe a ter tempo para si mesma?

E você, mãe: qual a maior dificuldade que você enfrenta para conseguir um tempo para si? Me conta aqui nos comentários. (Sua resposta me ajuda a trazer mais conteúdos assim!)

Talita Teixeira
Psicóloga
CRP 08/19792

18 de Maio - Dia Nacional da Luta Antimanicomial. Que possamos continuar construindo a assistência e a promoção da Saúde...
18/05/2026

18 de Maio - Dia Nacional da Luta Antimanicomial.

Que possamos continuar construindo a assistência e a promoção da Saúde Mental de modo coletivo, com respeito à dignidade humana, de forma emancipatória e alicerçada no chão da vida e território das pessoas.

Que possamos resistir e enfrentar a lógica manicomial que não opera somente nos hospitais psiquiátricos e nas comunidades terapêuticas, mas que infelizmente opera também no fazer humano relacional e institucional.

“Despatologizar, desmedicar, despsiquiatrizar para construir um novo amanhã para vidas que são diversas, diferentes, e que são fundamentais inclusive para a complexidade e diversidade em uma sociedade” (Paulo Amarante).

Talita Teixeira
Psicóloga
CRP 08/19792

“Faz três anos que nos encontramos. Estamos apenas na segunda obra.”Pode soar devagar para um mundo com pressa, mas essa...
12/12/2025

“Faz três anos que nos encontramos. Estamos apenas na segunda obra.”
Pode soar devagar para um mundo com pressa, mas essa é a nossa escolha. A proposta é desacelerar e dar valor ao que realmente importa: o sabor de cada discussão, a segurança de cada troca e os fios que costuram o texto ao nosso cotidiano.

Nessa roda, já sentamos lado a lado mães, psicólogas, estudantes e tantas outras mulheres corajosas, todas com um objetivo em comum: questionar as possibilidades de existir no mundo como mulher.

Mais do que um clube do livro, é uma jornada coletiva. O aprendizado que buscamos é aquele que nos torna, cada vez mais, autoras das nossas vidas.

E essa jornada continua!
Estamos de volta no dia 08/01/25, com encontros quinzenais e gratuitos, para lermos os próximos capítulos juntas.

Te esperamos aqui.
[Para participar chame no direct 😉]

Talita Teixeira
Psicóloga
CRP 08/19792

O grupo de leitura está de volta! Em abril de 2023 o grupo foi criado e a primeira obra escolhida foi o Mito do amor Mat...
22/01/2025

O grupo de leitura está de volta!

Em abril de 2023 o grupo foi criado e a primeira obra escolhida foi o Mito do amor Materno, da escritora e filósofa Elisabeth Badinter.
Lemos linha a linha juntas, compartilhamos experiências, criamos vínculos e aprendemos um tanto. Concluímos a leitura em novembro de 2024, com o desejo de continuarmos, agora com o livro da pesquisadora e psicóloga Valeska Zanello.
Depois do descortinar do mito do amor materno, percebemos que o livro da Zanello será uma boa continuidade do diálogo e assim seguimos debruçadas no tema da saúde mental e gênero.
Tem interesse em participar ?
O link se encontra na bio.
Retornaremos no dia 06/02, quinta-feira às 14h.
Via Google Meet, link disponibilizado para aqueles que se inscreverem.

Qualquer dúvida só chamar no direct.

Talita de Oliveira Teixeira
Psicóloga
CRP 08/19792

O Grupo de Pós Parto retorna em 2025 com atualizações como costuma ser na vida da gente, seja na fase do puerpério e par...
17/01/2025

O Grupo de Pós Parto retorna em 2025 com atualizações como costuma ser na vida da gente, seja na fase do puerpério e para as demais fases que a gente se projeta.

Pensando em seguirmos juntas (os bebês já estão maiores, muitas mulheres voltaram ao mercado de trabalho, inserção na escola e muito mais) optamos por ampliar o horizonte e o acompanhamento, o grupo se transforma em Grupo Materna.

Um espaço para as mães falarem de si e da maternidade.
Desde o puerpério até as fases seguintes da maternidade.
Com foco maior na mulher, na relação com os filhos e nas mudanças de cada fase.

Os encontros passam
a ocorrer nas quintas- feiras.
No nosso horário de sempre: 14h até 15h30.
No formato que facilita o acesso: online (disponibilizamos o link no nosso grupo do whats)
O grupo é aberto para novas participantes.
Interesse e dúvidas, chama no direct.

Talita Teixeira
Psicóloga
CRP 08/19792

Costumo encerrar um atendimento, seja online ou presencial, dizendo: “Se cuida…”.
Depois de uma sessão, a gente pega o q...
19/12/2024

Costumo encerrar um atendimento, seja online ou presencial, dizendo: “Se cuida…”.

Depois de uma sessão, a gente pega o que foi visto e sentido, volta para o nosso contexto diante de tanta coisa para viver, pensar e fazer, com o lembrete reforçado de nos cuidarmos.

Neste ano, pude ouvir pessoas com vivências tão diversas e com distâncias territoriais signif**ativas (quebrei a cabeça com fuso horário e também para compreender a realidade em outras cidades e países).

Acompanhei pessoas que ousaram mudar a rota da vida, que trouxeram uma nova vida ao mundo, que alinham e desalinham os passos, que sentem intensamente o que vivem, que estão em busca de se libertar de suas amarras, entre tantas outras complexidades.

Eu me importo, me vínculo, estudo o caso, compartilho dicas de leitura, filmes e podcasts, me entrego para esse encontro e relação. Tem risada, emoção, angústia e nó na garganta.

Fico na torcida e adoro receber notícias das boas novas ou me colocar à disposição para ser amparo diante das frustrações.

A empolgação tomou conta com a oportunidade de conhecer pessoalmente aqueles pacientes com os quais os atendimentos acontecem na modalidade online.
Um encontro simples e emocionante e quando no consultório foi como uma visita especial em casa, com direito a mudança na decoração.

E nesse laço que estamos construindo, diante de um recesso, a gente faz compromissos…
“Se cuida…” “Eu buscarei f**ar bem.”

O progresso na psicoterapia é quando a gente caminha a passos conscientes (tendo a angústia no bolso) em direção ao que faz sentido para a nossa existência.

Obrigada a cada pessoa atendida ao longo de 2024, por tudo o que me impulsionaram e pelo contorno que deram ao meu projeto de ser psicóloga.

Ainda não acabou o ano de trabalho por aqui. Mas, as afetações do recesso precisavam transbordar.

Talita Teixeira
Psicóloga
CRP 08/19792

Se sua reposta foi, Siiim!Como lidar com a insegurança na prática profissional?Essa foi uma questão levantada no primeir...
19/07/2024

Se sua reposta foi, Siiim!

Como lidar com a insegurança na prática profissional?

Essa foi uma questão levantada no primeiro encontro que tivemos no grupo de inter/supervisão.

Antes de responder sobre como lidar, você já se perguntou onde se sustenta para fazer o que faz?

Por aqui me amparo na pessoa que estou me tornando, na minha realidade de vida e condições de trabalho.

Desde a universidade, somos aconselhados sobre a importância da psicoterapia individual como um pilar de cuidado conosco e com aqueles que atendemos. Não consigo me ver atuando sem ter a minha Psi.

São cinco anos iniciais de formação, seguidos por cursos, especializações, mestrado, doutorado, supervisão... Aprendemos, nos transformamos, atualizamos nosso olhar e prática, e criamos laços com colegas de profissão.

Nas redes sociais, somos constantemente questionados sobre nossa prática, apontam nossas falhas e nos fazem duvidar de nosso entendimento. O apelo pelo aumento do faturamento é constante, muitas vezes de forma pejorativa. Promessas de cursos indispensáveis e soluções para nossas angústias nos bombardeiam.
O sonho de fazer a diferença na sociedade, ou pelo menos para as pessoas ao nosso redor, parece invalidado por quem diz que o que somos e sabemos não é suficiente.
Exigem títulos, seguidores, postagens... Ansiogênico, né? Às vezes parece que não chegaremos lá (e por que precisamos chegar?).
Como f**a nossa compreensão do nosso processo singular dentro de uma realidade coletiva?

Nossa relação com os pacientes é bonita, mas trabalhosa. O vínculo é complexo e leva tempo. Nem todas as sessões serão incríveis, algumas serão simples e repetitivas. A sessão de psicoterapia não acaba após os 50 minutos, as afetações seguem.

Reveja o prontuário, observe o percurso construído, converse com o paciente. Lembre se que o trabalho multi e transdisciplinar é essencial. Dialogue com outros profissionais e expanda-se.

Não sei se respondi, mas espero ter lançado pistas para que você, do outro lado, se conecte com seus saberes e crie uma nova síntese.

Se você se reconhece como homem e está lendo este post te convido a refletir.Você sofreu bullying na infância por não ag...
15/06/2024

Se você se reconhece como homem e está lendo este post te convido a refletir.

Você sofreu bullying na infância por não agir como os outros meninos?
Foi colocado como fraco / afeminado por não gostar de futebol ou por não ser o que gostava de brincar de “lutinha”?
Na sua educação lhe foi restringida a expressão dos sentimentos como tristeza, amor, frustração e valorizado a agressividade?
Quantas vezes você sentiu que poderia abraçar ou dar um beijo no rosto do seu pai?
Você teve um pai presente na sua criação?
Quantas vezes você foi estimulado a ter condutas arriscadas?
Quantas vezes lhe foi estimulado transgredir regras?
Você zoava com seus amigos uma menina pela aparência física dela?
Já compartilhou um nudes que você recebeu com seus amigos?
O que acontece no grupo do whats que só tem homens?
Quando foi a última vez que você viu um homem chorar?
Quantos homens você conhece que se suicidaram?

Você pode buscar romper essa construção e precisamos de vocês pra transformar essa realidade.

Texto 3/3.

Talita Teixeira
Psicóloga
CRP 08/19792

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