04/08/2026
Compartilhando com vocês minha vivência em um país onde senti que as crianças são respeitadas e valorizadas.
Onde não me senti incomodando por estar com uma criança, atenta, curiosa e falante.
Onde não olharam de cara feia para minha filha (nem para mim) quando ela não cumprimentou uma pessoa que ela não conhecia e ao contrario, escutei: ela está certíssima, sou uma pessoa estranha pra ela.
Onde a todo momento estavam atentos se ela precisava de algo, ou mesmo eu.
Onde não a deixavam ir no banheiro masculino com o pai porque ficavam preocupados com a segurança dela num ambiente com outros homens, e ofereciam fechar o banheiro feminino para meu marido a levar, ou eu mesma ia, para facilitar…
E poderia listar muito mais! Foram muitas vivências incríveis e que me mostraram que é muito possível um lugar ser verdadeiramente respeitoso e neurocompatível com as crianças!
Que sigamos avançando para alcançar essa realidade! Eu acredito e sigo aqui trazendo informação sobre como criarmos de forma mais respeitosa as crianças. E que todos lugares podem ser assim.
E você, já teve alguma vivência boa (ou não tão boa) conhecendo um novo lugar com sua criança? Conta pra mim nos comentários.
Com carinho, Tássia Lopes Muller
Mãe e psiquiatra de mães