Dra Tassia Lopes Muller Psiquiatria

Dra Tassia Lopes Muller Psiquiatria Atendimento psiquiátrico e psicoterápico, na linha cognitivo-comportamental para adultos. Sua saú

💛 Setembro Amarelo é um movimento de conscientização sobre a importância da saúde mental e da prevenção do suicídio. Mas...
02/09/2026

💛 Setembro Amarelo é um movimento de conscientização sobre a importância da saúde mental e da prevenção do suicídio. Mas talvez ele também possa nos lembrar de algo que deveria acontecer o ano inteiro: não precisamos esperar o sofrimento chegar ao limite para cuidar.

Nem sempre quem precisa de ajuda deixou de trabalhar, de sorrir ou de cuidar de todo mundo. Às vezes, é justamente quem continua “dando conta” que está precisando ser cuidado.

E, para tantas mães, essa mensagem é ainda mais necessária: você também importa. Você também merece colo, escuta e cuidado.

Que setembro nos ensine a olhar para nós e para o outro com um pouco mais de atenção e gentileza. 💛

Cuidar da mente também é cuidar da vida.

Com carinho, Tássia Lopes Muller
Mãe e psiquiatra de mães

26/08/2026

A segunda infância chega trazendo um mundo novo de descobertas. 🌱💜

É a fase em que a criança amplia suas relações, conquista mais autonomia, começa a compreender melhor as regras do mundo — e também vive novos desafios emocionais.

E, mesmo parecendo cada vez mais “crescida”, ela ainda precisa muito do nosso olhar, da nossa presença e do nosso acolhimento. 🤍

No vídeo de hoje, te conto um pouquinho sobre essa fase tão especial do desenvolvimento.

✨ Assista e me conta: você tem uma criança vivendo a segunda infância por aí?

17/08/2026

A primeira infância é uma fase de intensas conquistas — e também de muitos comportamentos que nós, adultos, nem sempre conseguimos compreender. 💜

Birras, impulsividade, emoções enormes, necessidade de colo… muito disso faz parte de um cérebro que ainda está aprendendo a lidar com o mundo.

✨ Entender o desenvolvimento infantil muda a forma como enxergamos — e acolhemos — nossas crianças.

Dê o play e vem entender um pouquinho mais sobre essa fase tão importante. ▶️

Com carinho, Tássia Lopes muller
Mãe e psiquiatra de mães

E hoje é dia do Psiquiatra, uma data que tenho muito orgulho em celebrar, porque para mim, mais que minha profissão, é m...
13/08/2026

E hoje é dia do Psiquiatra, uma data que tenho muito orgulho em celebrar, porque para mim, mais que minha profissão, é minha missão de vida, e mais ainda um privilégio em poder trabalhar com o que amo!

E sempre nesta data gosto de lembrar de todos que me ajudaram a me tornar a profissional que sou, Deus, minha família, meus mestres, meus colegas de profissão, outros profissionais da área da saúde com quem trabalho junto e especialmente meus pacientes, pois sem eles necessitando meu olhar e cuidado, eu não estaria aqui!

Gratidão é a melhor palavra para definir o que sinto hoje e todos os dias!

Com carinho, Tássia Lopes Muller
Mãe e psiquiatra de mães

❤️

Por que os noticiários, as pessoas no geral precisam sempre colocar a criança (ou sua família) como bode expiatório? Com...
12/08/2026

Por que os noticiários, as pessoas no geral precisam sempre colocar a criança (ou sua família) como bode expiatório? Como o culpado por todos os problemas?

Não vim falar exatamente sobre o caso do avião do Canadá que não decolou porque a criança não se sentou e não colocou o cinto. Tem muitos detalhes que precisamos saber a fundo para opinar sobre isso: era uma criança neurodivergente? Os pais estavam emocionalmente bem para acolher e ajudar? A criança estava mal, ansiosa, e crise? Era sua primeira viagem de avião? Enfim, muitos questionamentos!

Li comentários dizendo: os pais de hoje não colocam limites, tinha que pegar na força e por no cinto. Ok, me respondam: se fosse um adulto tendo uma crise de pânico, não conseguindo ficar no cinto, tinha que usar a força e colocar no cinto? Se pela logistica, devido à crise de pânico do adulto o voo fosse cancelado e remarcado, será que ele ou a família dele estariam recebendo comentários de ódio, como acontece com a criança e sua família?

Sério, fico muito triste vendo como as pessoas no geral julgam e criticam as crianças e suas famílias ao invés de terem um olhar de acolhimento ajuda. Como deveríamos ter diante de qualquer pessoa que não está bem, em determinada situação!

Mas mesmo vendo esses comentários horríveis julgando a criança e família dela, eu sigo aqui, fazendo meu trabalho de formiguinha, tentando trazer informação e conteúdo de qualidade, sobre criação respeitosa e neurocompatível, acreditando sim, que podemos ter um mundo que verdadeiramente respeita e acolhe os outros, principalmente sendo esses outros, quem mais precisa de cuidado, proteção e acolhimento: as crianças!

Qual sua opinião sobre esse assunto? Conta pra mim nos comentários!

Com carinho, Tássia Lopes Muller
Mãe e psiquiatra de mães

04/08/2026

Compartilhando com vocês minha vivência em um país onde senti que as crianças são respeitadas e valorizadas.

Onde não me senti incomodando por estar com uma criança, atenta, curiosa e falante.

Onde não olharam de cara feia para minha filha (nem para mim) quando ela não cumprimentou uma pessoa que ela não conhecia e ao contrario, escutei: ela está certíssima, sou uma pessoa estranha pra ela.

Onde a todo momento estavam atentos se ela precisava de algo, ou mesmo eu.

Onde não a deixavam ir no banheiro masculino com o pai porque ficavam preocupados com a segurança dela num ambiente com outros homens, e ofereciam fechar o banheiro feminino para meu marido a levar, ou eu mesma ia, para facilitar…

E poderia listar muito mais! Foram muitas vivências incríveis e que me mostraram que é muito possível um lugar ser verdadeiramente respeitoso e neurocompatível com as crianças!

Que sigamos avançando para alcançar essa realidade! Eu acredito e sigo aqui trazendo informação sobre como criarmos de forma mais respeitosa as crianças. E que todos lugares podem ser assim.

E você, já teve alguma vivência boa (ou não tão boa) conhecendo um novo lugar com sua criança? Conta pra mim nos comentários.

Com carinho, Tássia Lopes Muller
Mãe e psiquiatra de mães

Quem vê uma foto de uma família sorrindo em uma paisagem linda, de um passeio especial de férias, não imagina o quanto d...
30/07/2026

Quem vê uma foto de uma família sorrindo em uma paisagem linda, de um passeio especial de férias, não imagina o quanto de habilidades sócio emocionais que muitas vezes precisam ser desenvolvidas em uma viagem:

1) habilidade de lidar com frustrações: tivemos nosso roteiro de viagem todo bagunçado por conta de alterações climáticas no Chile (nevasca mais intensa da história nos últimos trinta anos, chuvas que alagarem rua s e fecharam pontos turísticos, até tremor de terras leve em alguns pontos teve, mas não sentimos! 🙏🏼)

2) flexibilização: por conta dessas alterações todos nossos passeios, roteiro foi mudado, e cada dia era uma incógnita e precisávamos estar abertos a novas possibilidades!

3) capacidade de regulação emocional: devido à constantes situações com potencial de desregulação, como privação de sono, dormir e acordar em horários muito diferentes, não consegui fazer as refeições na hora certa, precisávamos estar atentos às emoções de todos e buscar espaço de acolhimento e segurança emocional quando necessário.

4) paciência: para esperar nossas vez em filas, para entrar em atrações, passeios, muitas vezes estando cansados, com fome. Com alto potencial para desregulação emocional! 🫠

E no fim, eu amo viajar em família justamente por isso! Além de vir com o coração e a mente cheios de lembranças de momentos lindos e especiais, que minha filha lembrará quando for adulta, ainda conseguimos aprender muita coisa, evoluir e com certeza voltamos emocionalmente mais fortalecidos! (Ainda que fisicamente cansados! Rsrs). 😃

E você, gosta de fazer viagens em família, especialmente tendo crianças? Conta para mim nos comentários!

Com carinho, Tássia Lopes Muller
Mãe e psiquiatra de mães

Olá queridos! Chegou o tempo de pausar, descansar, desacelerar para depois retornar100% com as energias recarregadas par...
15/07/2026

Olá queridos! Chegou o tempo de pausar, descansar, desacelerar para depois retornar100% com as energias recarregadas para atender vocês com todo meu carinho e dedicação.

Sempre reforço aos meus pacientes a importância de se olhar com carinho, se cuidar e respeitar suas necessidades. Seria incoerência não fazer isso comigo né?

Senti que estava precisando de ferias, me desligar ao máximo e aproveitar momentos especiais em família!

Então, aqui vou eu, não sumir completamente daqui, mas reduzir muito minha presença digital, para estar presente integralmente aos meus, vivendo intensamente!

Com carinho,

Tássia Lopes Muller
Mãe e psiquiatra de mães

09/07/2026

Finalmente consegui trazer para vocês um pouquinho do meu olhar (e da minha filhota também👧🏻) sobre Toy Story 5.

Um filme lindo, com uma temática atual e que nos convida a refletir sobre uso da tecnologia entre as crianças.

Recomendo muito que quem ainda não assistiu, vá assistir junto com os filhos e conversem sobre o filme e as percepções sobre ele.

Eu garanto que poderá trazer muito reflexões sobre um tema tão sensível e importante para estar em todas as famílias hoje em dia: a tecnologia!

E você, que já assistiu, o que mais chamou sua atenção no filme? Conta pra mim aqui nos comentários! 🥰

Com carinho, Tássia Lopes Muller
Mãe e psiquiatra de mães

Nem sempre vamos ganhar. E tudo bem. 💛🇧🇷Ver o Brasil perder pode ser frustrante. E ver um filho triste por isso também.M...
06/07/2026

Nem sempre vamos ganhar. E tudo bem. 💛🇧🇷

Ver o Brasil perder pode ser frustrante. E ver um filho triste por isso também.

Mas, por mais que ninguém goste de perder, faz parte da vida. E talvez esses momentos sejam uma das maiores oportunidades que temos para ensinar sobre emoções.

Quando a criança chora, tente resistir à vontade de dizer:
“Não precisa chorar.”
“É só um jogo.”
“Isso passa.”

Porque, para ela, naquele momento, não é “só um jogo”. É uma decepção de verdade.

Em vez de diminuir a dor, experimente acolhê-la.

“Eu sei… você queria muito que o Brasil ganhasse.”
“Pode ficar triste.”
“Vem cá, eu estou com você.”

As crianças não precisam que a gente retire todas as frustrações do caminho. Elas precisam saber que existe um lugar seguro para voltar quando elas acontecem.

É assim que elas aprendem que sentir tristeza não é errado. Que chorar não é sinal de fraqueza. E que o amor continua ali, mesmo quando a vida não sai como elas imaginaram.

Porque perder faz parte do jogo. Mas crescer sabendo que existe um colo que acolhe… faz toda a diferença. 🤍

✨ E me conta: qual foi a frase que você mais ouviu quando ficava triste na infância? Ela acolhia ou diminuía o que você sentia?

Com carinho, Tássia Lopes Muller

Endereço

Rua Padre Anchieta, 2194, Sala 309
Curitiba, PR
80730000

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