Dra Tassia Lopes Muller Psiquiatria

Dra Tassia Lopes Muller Psiquiatria Atendimento psiquiátrico e psicoterápico, na linha cognitivo-comportamental para adultos. Sua saú

04/08/2026

Compartilhando com vocês minha vivência em um país onde senti que as crianças são respeitadas e valorizadas.

Onde não me senti incomodando por estar com uma criança, atenta, curiosa e falante.

Onde não olharam de cara feia para minha filha (nem para mim) quando ela não cumprimentou uma pessoa que ela não conhecia e ao contrario, escutei: ela está certíssima, sou uma pessoa estranha pra ela.

Onde a todo momento estavam atentos se ela precisava de algo, ou mesmo eu.

Onde não a deixavam ir no banheiro masculino com o pai porque ficavam preocupados com a segurança dela num ambiente com outros homens, e ofereciam fechar o banheiro feminino para meu marido a levar, ou eu mesma ia, para facilitar…

E poderia listar muito mais! Foram muitas vivências incríveis e que me mostraram que é muito possível um lugar ser verdadeiramente respeitoso e neurocompatível com as crianças!

Que sigamos avançando para alcançar essa realidade! Eu acredito e sigo aqui trazendo informação sobre como criarmos de forma mais respeitosa as crianças. E que todos lugares podem ser assim.

E você, já teve alguma vivência boa (ou não tão boa) conhecendo um novo lugar com sua criança? Conta pra mim nos comentários.

Com carinho, Tássia Lopes Muller
Mãe e psiquiatra de mães

Quem vê uma foto de uma família sorrindo em uma paisagem linda, de um passeio especial de férias, não imagina o quanto d...
30/07/2026

Quem vê uma foto de uma família sorrindo em uma paisagem linda, de um passeio especial de férias, não imagina o quanto de habilidades sócio emocionais que muitas vezes precisam ser desenvolvidas em uma viagem:

1) habilidade de lidar com frustrações: tivemos nosso roteiro de viagem todo bagunçado por conta de alterações climáticas no Chile (nevasca mais intensa da história nos últimos trinta anos, chuvas que alagarem rua s e fecharam pontos turísticos, até tremor de terras leve em alguns pontos teve, mas não sentimos! 🙏🏼)

2) flexibilização: por conta dessas alterações todos nossos passeios, roteiro foi mudado, e cada dia era uma incógnita e precisávamos estar abertos a novas possibilidades!

3) capacidade de regulação emocional: devido à constantes situações com potencial de desregulação, como privação de sono, dormir e acordar em horários muito diferentes, não consegui fazer as refeições na hora certa, precisávamos estar atentos às emoções de todos e buscar espaço de acolhimento e segurança emocional quando necessário.

4) paciência: para esperar nossas vez em filas, para entrar em atrações, passeios, muitas vezes estando cansados, com fome. Com alto potencial para desregulação emocional! 🫠

E no fim, eu amo viajar em família justamente por isso! Além de vir com o coração e a mente cheios de lembranças de momentos lindos e especiais, que minha filha lembrará quando for adulta, ainda conseguimos aprender muita coisa, evoluir e com certeza voltamos emocionalmente mais fortalecidos! (Ainda que fisicamente cansados! Rsrs). 😃

E você, gosta de fazer viagens em família, especialmente tendo crianças? Conta para mim nos comentários!

Com carinho, Tássia Lopes Muller
Mãe e psiquiatra de mães

Olá queridos! Chegou o tempo de pausar, descansar, desacelerar para depois retornar100% com as energias recarregadas par...
15/07/2026

Olá queridos! Chegou o tempo de pausar, descansar, desacelerar para depois retornar100% com as energias recarregadas para atender vocês com todo meu carinho e dedicação.

Sempre reforço aos meus pacientes a importância de se olhar com carinho, se cuidar e respeitar suas necessidades. Seria incoerência não fazer isso comigo né?

Senti que estava precisando de ferias, me desligar ao máximo e aproveitar momentos especiais em família!

Então, aqui vou eu, não sumir completamente daqui, mas reduzir muito minha presença digital, para estar presente integralmente aos meus, vivendo intensamente!

Com carinho,

Tássia Lopes Muller
Mãe e psiquiatra de mães

09/07/2026

Finalmente consegui trazer para vocês um pouquinho do meu olhar (e da minha filhota também👧🏻) sobre Toy Story 5.

Um filme lindo, com uma temática atual e que nos convida a refletir sobre uso da tecnologia entre as crianças.

Recomendo muito que quem ainda não assistiu, vá assistir junto com os filhos e conversem sobre o filme e as percepções sobre ele.

Eu garanto que poderá trazer muito reflexões sobre um tema tão sensível e importante para estar em todas as famílias hoje em dia: a tecnologia!

E você, que já assistiu, o que mais chamou sua atenção no filme? Conta pra mim aqui nos comentários! 🥰

Com carinho, Tássia Lopes Muller
Mãe e psiquiatra de mães

Nem sempre vamos ganhar. E tudo bem. 💛🇧🇷Ver o Brasil perder pode ser frustrante. E ver um filho triste por isso também.M...
06/07/2026

Nem sempre vamos ganhar. E tudo bem. 💛🇧🇷

Ver o Brasil perder pode ser frustrante. E ver um filho triste por isso também.

Mas, por mais que ninguém goste de perder, faz parte da vida. E talvez esses momentos sejam uma das maiores oportunidades que temos para ensinar sobre emoções.

Quando a criança chora, tente resistir à vontade de dizer:
“Não precisa chorar.”
“É só um jogo.”
“Isso passa.”

Porque, para ela, naquele momento, não é “só um jogo”. É uma decepção de verdade.

Em vez de diminuir a dor, experimente acolhê-la.

“Eu sei… você queria muito que o Brasil ganhasse.”
“Pode ficar triste.”
“Vem cá, eu estou com você.”

As crianças não precisam que a gente retire todas as frustrações do caminho. Elas precisam saber que existe um lugar seguro para voltar quando elas acontecem.

É assim que elas aprendem que sentir tristeza não é errado. Que chorar não é sinal de fraqueza. E que o amor continua ali, mesmo quando a vida não sai como elas imaginaram.

Porque perder faz parte do jogo. Mas crescer sabendo que existe um colo que acolhe… faz toda a diferença. 🤍

✨ E me conta: qual foi a frase que você mais ouviu quando ficava triste na infância? Ela acolhia ou diminuía o que você sentia?

Com carinho, Tássia Lopes Muller

Nem todo cansaço da maternidade é “normal” — mesmo quando todo mundo age como se fosse.Tem cansaços que vêm da sobrecarg...
25/06/2026

Nem todo cansaço da maternidade é “normal” — mesmo quando todo mundo age como se fosse.

Tem cansaços que vêm da sobrecarga, da falta de descanso, da divisão injusta de tarefas, de passar tempo demais sustentando tudo e esquecendo de si.

E tem momentos em que esse cansaço deixa de ser “só cansaço” e passa a ser um pedido de cuidado. Do corpo, da mente ou dos dois.

Escrevi esse post como um convite para essa reflexão: talvez você não precise se cobrar mais. Talvez precise se escutar melhor, se investigar e se acolher. 🤍

Essa leitura fez sentido para você?

Com carinho,

Tássia Lopes Muller

22/06/2026

Nem toda mãe que está sofrendo vai se perceber triste.
Às vezes, ela só se sente irritada, impaciente, no limite — e ainda por cima culpada por isso.

Mas irritabilidade também pode ser sinal de sobrecarga, exaustão e sofrimento emocional.
Nem sempre é “falta de paciência”. Muitas vezes, é uma mulher que está sustentando mais do que consegue.

Se a maternidade tem te deixado assim, talvez você não precise se cobrar mais. Talvez precise de acolhimento e ajuda. 🤍

Você já se sentiu mais irritada por estar no limite? Conta pra mim, nos comentários.

Com carinho, Tássia Lopes Muller
Mãe e psiquiatra de mães

A perimenopausa é uma fase de muitas transformações.E, muitas vezes, as mudanças mais difíceis não são as que aparecem n...
16/06/2026

A perimenopausa é uma fase de muitas transformações.

E, muitas vezes, as mudanças mais difíceis não são as que aparecem no corpo, mas aquelas que acontecem silenciosamente na mente e nas emoções.

Ansiedade, irritabilidade, insônia, oscilações de humor, sensação de não se reconhecer mais… tudo isso pode fazer parte dessa transição.

Mas quero que você se lembre de algo importante: você não precisa enfrentar isso sozinha.

Existe ajuda. Existe tratamento. Existe acolhimento.

Cuidar da sua saúde mental também é uma forma de cuidar de você, da sua história e da mulher que está se tornando nesta nova fase da vida. 💗

Se este conteúdo fez sentido para você, compartilhe com outra mulher que talvez esteja precisando ler isso hoje.

Com carinho, Tássia Lopes Muller
Mãe e psiquiatra de mães





12/06/2026

Uma pequena reflexão sobre o amor, relacionamento, e casamento, depois que os filhos chegam!

Será que o amor acaba? Eu não acredito nisso, mas muda e muito! E estarmos atentas a esta mudança e buscando não perder a conexão com nosso parceiro, pode ser muito bom para o relacionamento e também para saúde mental!

Agora me conte nos comentários, como ficou o casamento depois dos filhos?

Com carinho,

Tássia Lopes muller
Mãe e psiquiatra de mães

Endereço

Rua Padre Anchieta, 2194, Sala 309
Curitiba, PR
80730000

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