Dra Isadora Tudela

Dra Isadora Tudela Médica psiquiatra, professora e palestrante sobre Neuromodulação.

17/06/2026

Ansiedade não é fraqueza, exagero ou falta de força de vontade.

Quando falamos em transtorno de ansiedade, estamos falando de um cérebro em estado de hiperativação.

Estruturas como a amígdala podem f**ar mais sensíveis, aumentando a percepção de ameaça mesmo quando não existe perigo real naquele momento.

É por isso que a pessoa ansiosa muitas vezes sabe, racionalmente, que “não deveria” estar tão preocupada, mas ainda sente o corpo em alerta.

O corpo reage antes da razão conseguir organizar a resposta.
Entender esse mecanismo ajuda a reduzir culpa.

A ansiedade não é defeito moral, é uma resposta cerebral que pode ser compreendida e tratada.

O cuidado pode envolver psicoterapia, mudanças de rotina e, em alguns casos, medicação.

Se a ansiedade tem afetado sono, concentração, trabalho ou relações, vale buscar avaliação profissional.

Dra. Isadora Tudela Mylla | Médica Psiquiatra
CRM 44097 | RQE 34819

Cuidar da saúde mental não é um gesto de fragilidade, é um movimento de maturidade psíquica.Buscar avaliação, rever padr...
16/06/2026

Cuidar da saúde mental não é um gesto de fragilidade, é um movimento de maturidade psíquica.

Buscar avaliação, rever padrões, aceitar limites, reconhecer sofrimento e se abrir para tratamento são formas de assumir responsabilidade pela própria vida.

A saúde mental não é um detalhe periférico. Ela atravessa relações, produtividade, sono, autocuidado, presença e qualidade de existência.

Levar isso a sério não é excesso, é inteligência emocional com responsabilidade.

Em uma cultura que ainda valoriza tanto a resistência silenciosa, escolher cuidado é também uma forma de interromper ciclos de negligência consigo mesmo.

Dra. Isadora Tudela Mylla | Médica Psiquiatra
CRM 44097 | RQE 34819

Nem sempre existe um único momento dramático que define a hora de procurar ajuda. Muitas vezes, o sinal aparece na repet...
11/06/2026

Nem sempre existe um único momento dramático que define a hora de procurar ajuda. Muitas vezes, o sinal aparece na repetição:

• Sintomas que voltam
• Cansaço que não passa
• Irritação constante
• Perda de prazer
• Dificuldade de funcionar
• Sensação de estar sobrevivendo no automático

Perceber isso cedo é uma forma de proteção.

Não para transformar toda dor em diagnóstico, mas para não normalizar o que está pedindo atenção.

Buscar ajuda não signif**a que você chegou ao pior cenário.
Signif**a que sua saúde mental merece ser compreendida antes que o sofrimento se intensifique.

Cuidado também é prevenção.

Dra. Isadora Tudela Mylla | Médica Psiquiatra
CRM 44097 | RQE 34819

09/06/2026

Ansiedade não é fraqueza, exagero ou falta de força de vontade.

Quando falamos em transtorno de ansiedade, estamos falando de um cérebro em estado de hiperativação.

Estruturas como a amígdala podem f**ar mais sensíveis, aumentando a percepção de ameaça mesmo quando não existe perigo real naquele momento.

É por isso que a pessoa ansiosa muitas vezes sabe, racionalmente, que “não deveria” estar tão preocupada, mas ainda sente o corpo em alerta.

O corpo reage antes da razão conseguir organizar a resposta.
Entender esse mecanismo ajuda a reduzir culpa.

A ansiedade não é defeito moral.
É uma resposta cerebral que pode ser compreendida e tratada.

O cuidado pode envolver psicoterapia, mudanças de rotina e, em alguns casos, medicação.

Se a ansiedade tem afetado sono, concentração, trabalho ou relações, vale buscar avaliação profissional.

Dra. Isadora Tudela Mylla | Médica Psiquiatra
CRM 44097 | RQE 34819

Ainda existe a falsa ideia de que uma medicina mais humana seria menos técnica. Quando, na prática, costuma ser o contrá...
08/06/2026

Ainda existe a falsa ideia de que uma medicina mais humana seria menos técnica. Quando, na prática, costuma ser o contrário.

Quanto mais cuidadosa é a escuta, maior a chance de compreender nuances, evitar simplif**ações e construir condutas coerentes com a realidade de cada paciente.

Acolhimento não signif**a ausência de critério.
Rigor clínico não precisa vir acompanhado de frieza.

Na psiquiatria, ciência e humanidade não competem, elas precisam caminhar juntas.

Uma consulta pode ser tecnicamente precisa e, ao mesmo tempo, sensível.

Pode ser objetiva sem ser apressada. Pode ser acolhedora sem perder profundidade.

E esse equilíbrio é parte essencial de um cuidado responsável.

Dra. Isadora Tudela Mylla | Médica Psiquiatra
CRM 44097 | RQE 34819

06/06/2026

Seu cérebro não foi feito para receber estímulo digital o tempo inteiro.

O excesso de telas, notif**ações, vídeos curtos, mensagens e alternância constante de tarefas pode afetar atenção, sono, ansiedade, irritabilidade e desempenho cognitivo.

Não se trata de demonizar a tecnologia. A questão é entender que o cérebro precisa de intervalos para reorganizar informação, reduzir ativação e recuperar foco.

Quando todo momento de pausa é preenchido com tela, o cérebro continua trabalhando em alta demanda.

Por isso, pequenas interrupções conscientes fazem diferença.

Ler algumas páginas.
Fazer um alongamento.
Caminhar por alguns minutos.
Observar a luz do dia.
Ficar em silêncio sem buscar estímulo imediato.

Desacelerar não é improdutividade, é uma estratégia de cuidado com a sua saúde mental.

Dra. Isadora Tudela Mylla | Médica Psiquiatra
CRM 44097 | RQE 34819

02/06/2026

Sono não é apenas descanso.

É uma função essencial para regulação emocional, memória, concentração, metabolismo e resposta ao estresse.

Quando o sono está desorganizado, a saúde mental também sente.

Irritabilidade, ansiedade, dificuldade de concentração, piora do humor e sensação de exaustão podem estar relacionadas a noites mal dormidas.

Algumas medidas ajudam o cérebro a se preparar para dormir:

• Use a cama só para dormir
• Evite telas antes de deitar
• Crie um ritual mais relaxante à noite
• Evite cafeína e chocolate no fim da tarde
• Prefira exercícios intensos em horários mais distantes do sono
• Mantenha o quarto confortável, silencioso e escuro

Mas se, mesmo com mudanças de rotina, a dificuldade para iniciar ou manter o sono persiste, é importante investigar.

Insônia pode ter diferentes causas, e automedicação não deve ser o caminho.

Dra. Isadora Tudela Mylla | Médica Psiquiatra
CRM 44097 | RQE 34819

Uma consulta psiquiátrica não começa e termina nos sintomas.Ela envolve uma leitura mais ampla do funcionamento do pacie...
31/05/2026

Uma consulta psiquiátrica não começa e termina nos sintomas.

Ela envolve uma leitura mais ampla do funcionamento do paciente.

Isso signif**a entender como a pessoa dorme, se alimenta, trabalha, se relaciona, regula emoções, lida com frustrações e organiza a própria rotina.

Também é necessário considerar histórico familiar, antecedentes clínicos, uso de substâncias, eventos de vida, tratamentos anteriores e impacto funcional.

Dois pacientes podem chegar com queixas parecidas e, ainda assim, ter quadros completamente diferentes.

É por isso que a escuta clínica é tão importante.
Ela não serve apenas para acolher.

Serve para organizar informações, formular hipóteses, diferenciar diagnósticos e construir uma conduta coerente.

Psiquiatria responsável não reduz pessoas a rótulos.
Ela investiga, contextualiza e cuida.

Dra. Isadora Tudela Mylla | Médica Psiquiatra
CRM 44097 | RQE 34819

27/05/2026

Existe uma diferença entre o cansaço esperado da maternidade e sofrimento emocional.

Muitas mães chegam ao consultório acreditando que estão apenas “falhando em acompanhar o ritmo”.

Mas, na prática, estão vivendo privação extrema de sono, sobrecarga mental, culpa constante e um nível de exaustão que já ultrapassou o limite do saudável.

A depressão pós-parto nem sempre aparece como tristeza evidente.

Às vezes, ela surge como irritabilidade constante, sensação de desconexão, apatia, dificuldade de sentir prazer, choro frequente ou simplesmente a sensação de estar sobrevivendo aos dias no automático.

E quanto mais isso é romantizado ou minimizado, mais difícil f**a pedir ajuda.

Maternidade não deveria exigir adoecimento para ser validada.
Identif**ar sinais precocemente muda desfechos, reduz sofrimento e protege não só a mãe, mas toda a dinâmica emocional da família.

Buscar ajuda não signif**a fracasso.
Signif**a cuidado.

Dra. Isadora Tudela Mylla | Médica Psiquiatra
CRM 44097 | RQE 34819

Consultas: (41) 99215-9459

Nosso cérebro não vive isolado do ambiente.Mudanças de luz, temperatura e rotina podem impactar ritmo circadiano, dispos...
26/05/2026

Nosso cérebro não vive isolado do ambiente.

Mudanças de luz, temperatura e rotina podem impactar ritmo circadiano, disposição, energia e qualidade do sono.

Para algumas pessoas, essa transição é discreta.
Para outras, ela acentua vulnerabilidades emocionais já existentes.

Nem toda queda de energia no outono signif**a depressão.
Mas quando há desesperança persistente, perda de prazer, alteração importante no sono, redução signif**ativa de energia ou prejuízo funcional, é importante investigar.

Observar frequência, intensidade e repetição desse padrão ao longo dos anos ajuda a diferenciar adaptação sazonal de um quadro que exige cuidado.

A mudança de estação também pode ser um bom momento para rever hábitos, exposição à luz natural e perceber os sinais do seu corpo.

Dra. Isadora Tudela Mylla | Médica Psiquiatra
CRM 44097 | RQE 34819

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