Psi Cris Neves

Psi Cris Neves Atendimento online e presencial
Especialista em TCC, Gestalt e Relacionamentos

05/08/2026

A vida não vai perdendo o sentido só quando acaba. Muitas vezes, isso acontece quando a gente continua vivendo os mesmos padrões, aceitando as mesmas dores e repetindo escolhas que já sabemos onde vão dar. Mudar nem sempre é fácil, mas é quando a gente tem coragem de quebrar esses ciclos que a vida volta a fazer sentido.

02/08/2026

É um filme sensível e profundo, que mostra como nem sempre a pessoa que mais desperta emoções é a que consegue oferecer um relacionamento saudável. Para quem gosta de histórias psicológicas e de relacionamentos complexos, vale muito a pena.

02/07/2026

🧠 O cérebro não procura automaticamente a melhor explicação. Ele procura a mais familiar.

É por isso que tantas vezes repetimos os mesmos pensamentos, as mesmas interpretações e os mesmos sofrimentos.

A boa notícia? O cérebro aprende. E novos caminhos podem ser construídos.

08/06/2026

Muitas pessoas não ignoram a intuição porque não a escutam. Elas a ignoram porque escutá-la exigiria mudar uma realidade à qual ainda estão emocionalmente apegadas.

29/05/2026

Quem é você, neste momento da sua jornada?”

Enquanto a pessoa não compreende a si mesma, f**a presa diante da esfinge. Quando adquire consciência, pode seguir adiante.
Para o trabalho terapêutico, muitas vezes a esfinge aparece quando alguém está diante de uma separação, um luto, uma mudança de identidade ou uma crise. A pergunta deixa de ser “como faço essa dor passar?” e passa a ser:
* O que esta situação está me obrigando a aprender?
* Quem eu era antes disso?
* Quem estou me tornando agora?
A esfinge guarda a porta da transformação: ela não deixa ninguém passar sem antes enfrentar um enigma sobre si mesmo.

16/05/2026

No documentário Grizzly Man, Timothy Treadwell acreditava que era amado por ursos selvagens. Mas assim, como o urso não deixa de ser urso porque alguém acredita nele de forma diferente, o outro também não muda só porque é amado ou compreendido.
Muitas vezes, o que mais machuca não é apenas o que o outro faz, mas o quanto a gente insiste em ver a situação de um jeito mais leve do que ela realmente é, só para conseguir continuar ali.. E, muitas vezes, o sofrimento não vem só do que o outro faz, mas da insistência em sustentar uma versão da realidade que permite permanecer ali.
Em relacionamentos abusivos, acontece algo parecido:
ciúme vira amor, controle vira cuidado, agressividade vira “intensidade”.
A gente não vê menos perigo, a gente reinterpreta o perigo para conseguir f**ar.
E, às vezes, enxergar a realidade é o que finalmente protege.

13/05/2026

Essa frase - “Ao chegar na ilha, queimem seus barcos e afundem eles” carrega uma poderosa metáfora sobre comprometimento total e decisão sem volta. Ela remete à ideia de que, ao eliminar todas as rotas de fuga, a única opção que resta é seguir em frente e fazer dar certo.
Queimar os barcos é um ato simbólico de coragem. Signif**a que você está tão comprometido com um objetivo que não permitirá a si mesmo recuar. É abrir mão da segurança do “plano B” e mergulhar de cabeça no propósito que escolheu. Em vez de olhar para trás, você olha para frente com foco, determinação e criatividade porque agora, o sucesso não é uma escolha: é uma necessidade.
Na vida, muitas vezes hesitamos porque sabemos que podemos voltar. Mantemos os “barcos” ancorados: um emprego seguro que não nos satisfaz, uma relação morna, um sonho adiado.
Queimá-los não é uma atitude inconsequente, mas sim um chamado à ação: confie em si mesmo o suficiente para não precisar de uma rota de escape.
Pergunta que f**a: quais barcos você ainda mantém ancorados por medo de não dar certo?

07/05/2026

Se Buda pudesse te orientar sobre um término, talvez ele dissesse isso…ele provavelmente não falaria sobre “a outra pessoa”, mas sobre como você se relaciona com a experiência.

1. Tudo é impermanente:

Nada é fixo, nem sentimentos, nem relações. A dor que parece enorme agora também muda, se transforma, passa. O sofrimento aumenta quando tentamos fazer algo durar para sempre.

2. O apego é a raiz do sofrimento:

Buda ensinava que não é o amor em si que causa dor, mas o apego, a ideia de “preciso que isso continue para eu f**ar bem”. Amar com presença é diferente de precisar do outro para existir.

3. A dor é inevitável, o sofrimento é opcional

O término dói. Isso é humano. Mas o sofrimento prolongado vem das histórias que criamos:

“Nunca mais vou ser feliz”
“Perdi a pessoa da minha vida”
“Nada fez sentido”
Observe esses pensamentos como pensamentos, não como verdades.

Observe, não lute contra o que sente:

Buda incentivaria você a fazer algo simples e difícil ao mesmo tempo:

sentir a tristeza sem fugir
perceber a saudade sem se perder nela
deixar a emoção vir e ir
Resistir prolonga. Permitir transforma.

5. Volte para si:

O término, na visão budista, é também um convite:
Quem sou eu sem essa relação?
O que em mim se apoiava no outro?
Onde posso me reencontrar?
O caminho não é preencher o vazio, é conhecê-lo.

Se eu traduzisse Buda em uma frase pra você:

“Isso também passa. Observe sem se apegar, sinta sem se perder, e volte para dentro de si.”

05/05/2026

Não é amor… é um dreno emocional disfarçado de relacionamento. No começo você entra inteira, leve, animada. Aí, devagar começa a mágica inversa: você vai f**ando cansada, meio sem energia, se explicando mais do que deveria, engolindo coisa que antes você nem aceitaria. E não, não é que não tenha conflito… às vezes tem briga sim. Mas no final, é sempre você que cede, se ajusta, se molda pra caber. E, pouco a pouco, vai se apagando. Enquanto isso, a outra pessoa tá ótima. Plena. Hidratada emocionalmente. Coincidência? Acho que não 😌 E isso não é só sobre relacionamento amoroso, não. Pode ser família, amizade, trabalho… qualquer vínculo onde um vai se esvaziando pro outro continuar inteiro. Toda relação tem possibilidades de ter problema, discussão, tensão… normais q somos, certo? mas no fim, quem sempre se esgota é você. Quando você percebe, já tá aí: com menos paciência, menos brilho, menos você. Se tá sugando mais do que somando, não é amor não. É só alguém se abastecendo às suas custas mesmo.

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