Psi Cris Neves

Psi Cris Neves Atendimento online e presencial
Especialista em TCC, Gestalt e Relacionamentos

29/05/2026

Quem é você, neste momento da sua jornada?”

Enquanto a pessoa não compreende a si mesma, f**a presa diante da esfinge. Quando adquire consciência, pode seguir adiante.
Para o trabalho terapêutico, muitas vezes a esfinge aparece quando alguém está diante de uma separação, um luto, uma mudança de identidade ou uma crise. A pergunta deixa de ser “como faço essa dor passar?” e passa a ser:
* O que esta situação está me obrigando a aprender?
* Quem eu era antes disso?
* Quem estou me tornando agora?
A esfinge guarda a porta da transformação: ela não deixa ninguém passar sem antes enfrentar um enigma sobre si mesmo.

16/05/2026

No documentário Grizzly Man, Timothy Treadwell acreditava que era amado por ursos selvagens. Mas assim, como o urso não deixa de ser urso porque alguém acredita nele de forma diferente, o outro também não muda só porque é amado ou compreendido.
Muitas vezes, o que mais machuca não é apenas o que o outro faz, mas o quanto a gente insiste em ver a situação de um jeito mais leve do que ela realmente é, só para conseguir continuar ali.. E, muitas vezes, o sofrimento não vem só do que o outro faz, mas da insistência em sustentar uma versão da realidade que permite permanecer ali.
Em relacionamentos abusivos, acontece algo parecido:
ciúme vira amor, controle vira cuidado, agressividade vira “intensidade”.
A gente não vê menos perigo, a gente reinterpreta o perigo para conseguir f**ar.
E, às vezes, enxergar a realidade é o que finalmente protege.

13/05/2026

Essa frase - “Ao chegar na ilha, queimem seus barcos e afundem eles” carrega uma poderosa metáfora sobre comprometimento total e decisão sem volta. Ela remete à ideia de que, ao eliminar todas as rotas de fuga, a única opção que resta é seguir em frente e fazer dar certo.
Queimar os barcos é um ato simbólico de coragem. Signif**a que você está tão comprometido com um objetivo que não permitirá a si mesmo recuar. É abrir mão da segurança do “plano B” e mergulhar de cabeça no propósito que escolheu. Em vez de olhar para trás, você olha para frente com foco, determinação e criatividade porque agora, o sucesso não é uma escolha: é uma necessidade.
Na vida, muitas vezes hesitamos porque sabemos que podemos voltar. Mantemos os “barcos” ancorados: um emprego seguro que não nos satisfaz, uma relação morna, um sonho adiado.
Queimá-los não é uma atitude inconsequente, mas sim um chamado à ação: confie em si mesmo o suficiente para não precisar de uma rota de escape.
Pergunta que f**a: quais barcos você ainda mantém ancorados por medo de não dar certo?

07/05/2026

Se Buda pudesse te orientar sobre um término, talvez ele dissesse isso…ele provavelmente não falaria sobre “a outra pessoa”, mas sobre como você se relaciona com a experiência.

1. Tudo é impermanente:

Nada é fixo, nem sentimentos, nem relações. A dor que parece enorme agora também muda, se transforma, passa. O sofrimento aumenta quando tentamos fazer algo durar para sempre.

2. O apego é a raiz do sofrimento:

Buda ensinava que não é o amor em si que causa dor, mas o apego, a ideia de “preciso que isso continue para eu f**ar bem”. Amar com presença é diferente de precisar do outro para existir.

3. A dor é inevitável, o sofrimento é opcional

O término dói. Isso é humano. Mas o sofrimento prolongado vem das histórias que criamos:

“Nunca mais vou ser feliz”
“Perdi a pessoa da minha vida”
“Nada fez sentido”
Observe esses pensamentos como pensamentos, não como verdades.

Observe, não lute contra o que sente:

Buda incentivaria você a fazer algo simples e difícil ao mesmo tempo:

sentir a tristeza sem fugir
perceber a saudade sem se perder nela
deixar a emoção vir e ir
Resistir prolonga. Permitir transforma.

5. Volte para si:

O término, na visão budista, é também um convite:
Quem sou eu sem essa relação?
O que em mim se apoiava no outro?
Onde posso me reencontrar?
O caminho não é preencher o vazio, é conhecê-lo.

Se eu traduzisse Buda em uma frase pra você:

“Isso também passa. Observe sem se apegar, sinta sem se perder, e volte para dentro de si.”

05/05/2026

Não é amor… é um dreno emocional disfarçado de relacionamento. No começo você entra inteira, leve, animada. Aí, devagar começa a mágica inversa: você vai f**ando cansada, meio sem energia, se explicando mais do que deveria, engolindo coisa que antes você nem aceitaria. E não, não é que não tenha conflito… às vezes tem briga sim. Mas no final, é sempre você que cede, se ajusta, se molda pra caber. E, pouco a pouco, vai se apagando. Enquanto isso, a outra pessoa tá ótima. Plena. Hidratada emocionalmente. Coincidência? Acho que não 😌 E isso não é só sobre relacionamento amoroso, não. Pode ser família, amizade, trabalho… qualquer vínculo onde um vai se esvaziando pro outro continuar inteiro. Toda relação tem possibilidades de ter problema, discussão, tensão… normais q somos, certo? mas no fim, quem sempre se esgota é você. Quando você percebe, já tá aí: com menos paciência, menos brilho, menos você. Se tá sugando mais do que somando, não é amor não. É só alguém se abastecendo às suas custas mesmo.

05/05/2026

Não é amor… é um dreno emocional disfarçado de relacionamento. No começo você entra inteira, leve, animada. Aí, sem fazer barulho nenhum, começa a mágica inversa: você vai f**ando cansada, meio sem energia, se explicando mais do que deveria, engolindo coisa que antes você nem aceitaria. E não, não é que não tenha conflito… às vezes tem briga sim. Mas no final, é sempre você que cede, se ajusta, se molda pra caber. E, pouco a pouco, vai se apagando. Enquanto isso, a outra pessoa tá ótima. Plena. Hidratada emocionalmente. Coincidência? Acho que não 😌 E isso não é só sobre relacionamento amoroso, não. Pode ser família, amizade, trabalho… qualquer vínculo onde um vai se esvaziando pro outro continuar inteiro. Tem relação que até tem problema, discussão, tensão… mas no fim, quem sempre se esgota é você. Quando você percebe, já tá aí: com menos paciência, menos brilho, menos você. Mas calma… amor não funciona no esquema “canudinho energético”. Se tá sugando mais do que somando, não é amor não. É só alguém se abastecendo às suas custas mesmo.

28/04/2026

Eu vi isso no Direito… e não consegui não pensar nos relacionamentos. No relacionamento, justiça tardia também é injustiça.

Rui Barbosa já dizia:
“Justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualif**ada e manifesta. Ele falava do Direito.
Mas serve perfeitamente para o relacionamento.
Não adianta pedir desculpa depois de te ferir mil vezes.
Não adianta voltar quando você já se quebrou esperando.
Não adianta “melhorar” quando você já precisou se endurecer pra aguentar.
Amor não é sobre chegar tarde.
É sobre não precisar ir embora pra aprender.
Relacionamento não é lugar de provar valor.
É lugar de ser encontrado.

Se precisa esperar demais…
já tem resposta.

08/04/2026

Você aí querendo ser forte, firme, inabalável…
tipo uma rocha 🪨

rocha não sente, não muda, não vai pra lugar nenhum.

Enquanto isso o rio tá lá… vivendo, fluindo, chegando onde quer.

Na história da Alice, tudo começa quando ela vê um coelho branco correndo apressado com um relógio. Curiosa, ela resolve...
04/03/2026

Na história da Alice, tudo começa quando ela vê um coelho branco correndo apressado com um relógio. Curiosa, ela resolve segui-lo… e acaba caindo na toca do coelho, entrando em um mundo completamente diferente, cheio de coisas estranhas, perguntas sem resposta e novas formas de olhar a realidade. No fundo, essa parte da história é um convite para sair do lugar conhecido e explorar o que existe além do que já entendemos. Quando alguém decide seguir o “coelho branco”, está aceitando atravessar uma porta para novas percepções da realidade, questionar certezas e mergulhar em uma experiência de transformação e autoconhecimento. Às vezes a vida só está dizendo: vai lá ver o que acontece.

18/02/2026

Muitas vezes, o sofrimento dentro de um relacionamento não é visível para quem está de fora. Não há gritos, nem escândalos, nem cenas dramáticas. Existe apenas um desgaste lento e silencioso, que vai consumindo a energia emocional aos poucos. Em relacionamentos marcados por imaturidade emocional, o adoecimento não acontece por grandes explosões, mas por pequenas ausências repetidas: a dificuldade de conversar sobre o que importa, o desconforto diante de conflitos, a tendência a evitar responsabilidades emocionais.

No início, você tenta dialogar com calma. Busca palavras, explica sentimentos, procura caminhos. Com o tempo, começa a escolher melhor o que diz. Depois, passa a silenciar partes de si. Não porque deixou de sentir, mas porque percebe que falar nem sempre encontra escuta. Aos poucos, surge uma inversão sutil de papéis: você passa a sustentar conversas difíceis, a regular o clima da casa, a antecipar conflitos, a carregar o emocional do relacionamento. E, sem perceber, vai f**ando forte o tempo todo.

Mas ser forte o tempo inteiro tem um custo.

O corpo começa a sinalizar o que a mente tenta suportar: ansiedade constante, cansaço persistente, irritação sem motivo claro, sensação de peso no peito. Dorme-se, mas não se descansa. Sorri-se por fora, enquanto por dentro existe exaustão.

Não se trata de falta de amor. Muitas vezes, trata-se de excesso de carga emocional.

Viver em estado permanente de alerta cansa. Amar alguém emocionalmente imaturo pode signif**ar sentir que é preciso ser adulta o tempo todo, até nos momentos em que tudo o que se deseja é acolhimento.

Com o tempo, o maior impacto não é apenas o que acontece no relacionamento, mas o que vai se perdendo de si mesma para conseguir mantê-lo funcionando. E ninguém deveria precisar adoecer em silêncio para sustentar. É o primeiro passo para compreender, cuidar de si e reconstruir relações mais saudáveis e recíprocas.

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Avenida República Argentina 665 Conj. 1206
Curitiba, PR
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