Psicólogo Bruno Beraldo

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Psicólogo Bruno Beraldo Psicólogo Bruno Beraldo de Castro
𝗖𝗥𝗣-𝟬𝟴/𝟭𝟵𝟲𝟲𝟴
❤️ Relações saudáveis nutrem, não sufocam.
🛋️ Psicoterapia: Individual • Casal • Online
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Psicólogo Bruno Beraldo de Castro, CRP 08/19668, Realiza atendimentos clínicos pela abordagem da Gestalt terapia para crianças, adolescentes, adultos e idosos em consultório próprio, além de Avaliação Cognitiva para auxiliar no diagnóstico de déficits cognitivos (TDAH, problemas de memória, Demência, Alzheimer) Avaliação de Stress, depressão. Aconselhamento, dificuldades em relacionamentos. O que é a Gestalt terapia ? A Gestalt terapia é uma psicoterapia Dialógica , Humanista, Existencial-Fenomenológica, e tem como objetivo auxiliar o cliente a conscientizar-se e utilizar suas capacidades integrando todo o seu potencial frente a sua realidade. A Gestalt é focada no “aqui e agora”, no que está presente no momento para o cliente. Nesta abordagem a mudança acontece quando, “a pessoa passa a ser o que ela é, e não aquilo que ela não é”. A Gestalt terapia é holística, não direcionada, por tanto o terapeuta pode utilizar-se de técnicas que favoreçam a vivência do paciente.

Marque sua chama de apoio. 🕯️🔥😊Imagine um barco à vela em alto-mar.Quando o vento muda e a tempestade chega, não basta a...
03/10/2026

Marque sua chama de apoio. 🕯️🔥😊

Imagine um barco à vela em alto-mar.
Quando o vento muda e a tempestade chega, não basta apenas saber para onde ir. É preciso ter alguém ao lado que ajude a segurar o mastro, ajustar as velas e atravessar aquele momento com você.
Relacionamentos saudáveis também são assim.
Não significam fazer tudo juntos, nem depender do outro para seguir em frente. Significam saber que, nos momentos difíceis, existe alguém disposto a caminhar ao seu lado, e que você também pode ser esse alguém.
Como psicólogo, vejo o quanto esse apoio pode ser transformador. Às vezes, não precisamos que alguém resolva nossos problemas. Precisamos apenas sentir que não estamos enfrentando tudo sozinhos.
Uma palavra de incentivo.
Um gesto de carinho.
Uma conversa sem julgamento.
Uma presença que diz: “Eu estou aqui.”
Amar também é aprender a dar apoio sem controlar e a receber apoio sem sentir que isso nos torna fracos.
Porque uma relação saudável não é formada por duas pessoas que nunca enfrentam tempestades.
É formada por duas pessoas que aprendem a atravessá-las sem deixar que uma delas precise carregar o barco inteiro sozinha.

Se você tem alguém assim na sua vida, marque essa pessoa aqui. ❤️

Com carinho Psicólogo Bruno Beraldo

Ilustração: Karen Castilla

Marca aqui! 😊 Quem te ensina todos os dias que o amor também é feito de paciência e compreensão. 👇🏻A paciência talvez se...
01/10/2026

Marca aqui! 😊 Quem te ensina todos os dias que o amor também é feito de paciência e compreensão. 👇🏻

A paciência talvez seja o alicerce mais invisível do amor. No início, quando tudo é novidade e os gestos são grandiosos, sua presença passa despercebida. Mas, com o tempo, é ela que sustenta. Porque o amor, por si só, não é uma linha reta. É feito de esperas, de dias de silêncio, de momentos em que um está pronto e o outro ainda precisa de tempo. Sem paciência, tudo se transforma em cobrança, urgência, desgaste. Nos relacionamentos, a paciência aparece nos detalhes. Está na espera pelo momento certo de conversar quando o outro não está bem, no respeito ao tempo que alguém precisa para lidar com as próprias questões, na compreensão de que ninguém é perfeito e que o amor exige ajustes constantes. Está na construção da intimidade, que não acontece de um dia para o outro, e na aceitação de que as diferenças entre duas pessoas não precisam ser motivo de separação, mas sim de aprendizado. A paciência se faz presente quando um dos dois está passando por um momento difícil e não consegue demonstrar carinho da mesma forma. Ou quando há uma briga e o desejo imediato é de resolver tudo logo, mas o outro ainda precisa de um tempo para digerir as palavras. Amar também é dar espaço. É entender que, às vezes, a pessoa que você ama precisa se recolher, pensar, respirar antes de estar pronta para voltar.Mas é preciso lembrar: paciência não é passividade. Ter paciência no amor não significa esperar eternamente por algo que nunca muda. Não significa aceitar a falta de reciprocidade, o desinteresse ou a ausência de diálogo. Ser paciente é dar tempo ao que tem chance de crescer, mas também saber reconhecer quando a espera já não faz mais sentido. Quem ama com pressa, ama com medo: medo de perder, de não ser correspondido, de que o tempo leve embora o que ainda nem teve a chance de se firmar. Mas o amor possível e saudável não precisa de urgência; ele requer presença. Um olhar que compreende, um silêncio que acolhe, uma espera que não pesa. 😊

Com carinho Psic. Bruno Beraldo

♥️ ❤️

Não é o outro que precisa mudar. É você que precisa decidir não se perder mais. Porque enquanto você se apega à esperanç...
26/09/2026

Não é o outro que precisa mudar. É você que precisa decidir não se perder mais. Porque enquanto você se apega à esperança de transformação, a sua vida passa. A dor se repete, a autoestima se esfarela, a energia se gasta tentando consertar o que não foi você quem quebrou. A mudança começa no instante em que você entende que não é obrigado a continuar vivendo no campo minado que o outro criou. Sair não é desistir, é sobreviver. É perceber que continuar ali é a verdadeira desistência: de você, dos seus sonhos, da sua saúde emocional. Mas o mais difícil de aceitar é que não existe final bonito para uma história que te corrói todos os dias. Não adianta esperar que o veneno um dia se torne remédio. Não adianta torcer para que o espinho se transforme em flor. O ciclo não se rompe pelo arrependimento do outro, mas pela sua decisão de interrompê-lo. E essa decisão dói. Dói porque corta laços, quebra ilusões, rasga a fantasia de que “dessa vez vai ser diferente”. Só que essa dor é cura. É uma ferida que fecha. É o tipo de dor que abre espaço para o ar entrar, para a vida voltar a respirar. No fim, o que sustenta uma relação abusiva não é apenas o abuso de quem machuca, mas o silêncio de quem aguenta. A mudança só começa quando você se escolhe, mesmo tremendo, mesmo sangrando, mesmo sem saber o que vem depois. E lembre-se: você não precisa fazer isso sozinha(o). Busque ajuda, fale com amigos de confiança, procure uma rede de apoio, considere orientação profissional. Se houver risco, planeje sua saída com segurança: crie um plano de fuga, identifique quem pode te ajudar e caminhos seguros. Escolher a si mesma é o primeiro passo para florescer de novo. 🌻

21/09/2026

Esses dias, eu estava conversando com uma paciente sobre isso. Para preservar sua história, vou mudar alguns detalhes.
Ela me contou que estava incomodada com uma situação no relacionamento e decidiu mandar uma mensagem para o namorado.
Ela queria explicar como estava se sentindo, mas acabou escrevendo um texto longo. O namorado respondeu de forma curta. Ela leu aquela resposta como frieza e falta de interesse. Ele, por outro lado, entendeu a mensagem dela como uma cobrança.
A partir daí, os dois começaram a discutir pelo WhatsApp.
Ela tentava explicar melhor. Ele se defendia. Ela sentia que não estava sendo ouvida. Ele sentia que estava sendo acusado. E cada nova mensagem parecia aumentar ainda mais a distância entre os dois. Quando finalmente conversaram pessoalmente, perceberam que parte do conflito não estava apenas no que foi dito, mas na maneira como cada um interpretou aquilo que leu.
No WhatsApp, a gente não escuta o tom de voz, não vê a expressão do rosto e não percebe se o outro está nervoso, triste, cansado ou apenas tentando encontrar as palavras certas.
E, quando essas informações não estão disponíveis, a gente pode completar o que falta com os nossos próprios medos.
Quem tem medo de ser abandonado pode interpretar uma demora como rejeição. Quem teme ser controlado pode ler um pedido como cobrança. Quem já está magoado pode enxergar frieza até em uma resposta neutra. Isso não significa que casais não possam conversar por mensagem. O WhatsApp pode ajudar a combinar coisas, demonstrar carinho e até iniciar um assunto difícil. Mas algumas conversas precisam continuar pessoalmente.
Quando o assunto envolve mágoas, limites, inseguranças ou decisões importantes sobre a relação, talvez seja melhor ouvir a voz do outro, perceber suas reações e poder perguntar:
“Foi isso mesmo que você quis dizer?”
Porque existem mensagens que aproximam. Mas existem conversas que precisam de presença.

Com carinho Psic. Bruno Beraldo

Marque aquela pessoa que constrói uma relação real com você. ☺️Sabe, às vezes a gente cria uma ideia tão perfeita de com...
20/09/2026

Marque aquela pessoa que constrói uma relação real com você. ☺️

Sabe, às vezes a gente cria uma ideia tão perfeita de como uma relação deveria ser que acaba se frustrando quando a vida real aparece. A gente espera encontrar alguém que nunca erre, que sempre saiba o que dizer e que consiga entender tudo o que sentimos. Mas nenhuma relação acontece assim.
Quando duas pessoas se aproximam, elas também levam seus medos, inseguranças, diferenças e experiências. Em algum momento, vão existir desencontros e até algumas feridas. O que faz diferença é o que acontece depois: existe conversa, responsabilidade e vontade de reparar?
Um coração remendado não precisa representar uma relação fracassada. Pode representar duas pessoas que reconheceram seus erros, aprenderam com eles e encontraram uma maneira mais saudável de continuar.
Mas também precisamos ser honestos: nem toda relação precisa ser consertada. A frase “ninguém é perfeito” não pode servir para justificar mentiras, desrespeito ou situações que continuam nos machucando.
Talvez o plano não seja viver uma relação perfeita, mas construir uma relação possível: com afeto, diálogo, limites e espaço para que os dois continuem sendo quem são.

Com carinho Psic. Bruno Beraldo

Ilustração de: idrawSPB

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