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16/09/2026

Existe uma armadilha silenciosa em acreditar que, porque não começamos antes, já não vale mais a pena começar.

Mas o tempo não para para esperar que você se sinta pronta. Ele continua passando, enquanto você tenta, enquanto você adia, enquanto você recomeça.

Talvez você não possa voltar para o momento em que gostaria de ter começado. Mas ainda pode escolher o momento em que vai parar de adiar.

Não importa se são 20, 40, 60 ou 80. Enquanto houver tempo, ainda existe possibilidade de construir alguma coisa que você deseja viver.

O futuro vai chegar de qualquer maneira. A questão é: o que você gostaria de ter começado hoje quando chegar lá? ✨🦋

Amanhã tem mais uma edição da nossa LIVE Entre erros e acertos, a vida vai acontecendo. ✨Dessa vez, vou receber meu amig...
09/09/2026

Amanhã tem mais uma edição da nossa LIVE Entre erros e acertos, a vida vai acontecendo. ✨

Dessa vez, vou receber meu amigo Victor Bergamini, que conheci na EFTAS, para um bate-papo sobre vida, escolhas, aprendizados e tudo aquilo que acontece no caminho.

📍 Quinta-feira, 10/09
⏰ 21h
📲 Ao vivo, aqui no Instagram

Espero vocês!

Se você está na casa dos 30, 35, 40 anos e percebe que alguns padrões continuam se repetindo na sua vida, talvez seja ho...
07/09/2026

Se você está na casa dos 30, 35, 40 anos e percebe que alguns padrões continuam se repetindo na sua vida, talvez seja hora de olhar para a sua história.

Rejeição, traição,humilhação, abandono e injustiça são as cinco feridas emocionais que podem deixar marcas na forma como nos relacionamos, fazemos escolhas e enxergamos a nós mesmos.

Às vezes, aquilo que parece ser um problema do presente tem raízes muito mais antigas.

Entender a própria história é começar a compreender aquilo que você repete sem perceber.

A terapia pode ser um espaço para olhar para tudo isso com mais profundidade, compreender seus padrões e construir novas possibilidades para a sua vida.

Você não precisa continuar sendo conduzido pelo que um dia precisou aprender para sobreviver. Conhecer-se também é escolher diferente.

04/09/2026

Tem momentos em que você olha para a própria vida e percebe que algumas coisas não saíram como imaginava. Planos mudaram, escolhas perderam o sentido, algumas relações já não cabem da mesma forma e aquilo que antes parecia tão certo começa a ser questionado.

É fácil interpretar tudo isso como fracasso, atraso ou sinal de que alguma coisa deu errado. Mas talvez seja apenas a vida pedindo uma nova leitura. Nem tudo precisa voltar a ser como era. Algumas coisas precisam apenas encontrar um novo lugar.

O que hoje parece um ponto de interrogação pode ser justamente o começo de uma mudança que você ainda não consegue enxergar.

QUANDO A VIDA NOS CONDUZ A PARARTodo mundo tem algo para ensinar.É a partir dessa ideia que nasce essa série de conversa...
01/09/2026

QUANDO A VIDA NOS CONDUZ A PARAR

Todo mundo tem algo para ensinar.

É a partir dessa ideia que nasce essa série de conversas sobre a vida real, suas escolhas, experiências, perdas, mudanças e aprendizados.

Nesta primeira live, Hugo Zago da Silva traz o tema “Quando a vida nos conduz a parar”. Vamos conversar sobre aqueles momentos em que a vida nos faz interromper o caminho e olhar para quem nos tornamos, para as escolhas que fizemos e para aquilo que ainda faz sentido.

Uma conversa conduzida por perguntas, mas construída a partir da história e das experiências de quem está ali.

Porque talvez você não precise ser especialista para ter algo a ensinar. Você só precisa ter vivido.

📍 Quinta-feira, às 20h
🎙️ Maikelly Aponi e Hugo Zago da Silva

Depois de tudo o que você viveu, o que a sua vida te ensinou?

31/08/2026

Existe uma coisa que me interessa profundamente nessa fase da vida: o que acontece quando você já viveu o suficiente para perceber que algumas escolhas foram realmente suas… e outras foram apenas respostas ao que esperavam de você.

Por muito tempo, você pode ter vivido no automático: estudou, trabalhou, construiu uma família, sustentou relações, criou filhos, cuidou dos pais, cumpriu responsabilidades e foi seguindo.

Até que, em algum momento, alguma coisa muda.

Não necessariamente porque a sua vida está ruim. Às vezes, justamente porque ela parece boa por fora e, ainda assim, existe uma pergunta que não vai embora.

“E eu?”

É sobre esse lugar que eu quero conversar.

Não para romantizar recomeços, nem para dizer que você precisa jogar tudo para o alto. Muito menos para transformar a meia-idade em um problema que precisa ser resolvido.

Quero falar sobre as escolhas que fazemos, os papéis que assumimos, os desejos que foram ficando para depois, os relacionamentos que mudaram, os filhos que crescem, os pais que envelhecem, o corpo que muda, o tempo que passa e a consciência cada vez maior de que a vida é finita.

E, principalmente, sobre o que fazemos quando percebemos que ainda existe uma parte da nossa história que não foi vivida.

Talvez essa seja uma das fases mais honestas da vida.

Porque chega um momento em que já não dá para continuar vivendo apenas para corresponder.

E talvez a pergunta não seja “o que deu errado?”, mas:

“O que eu quero fazer com a vida que ainda tenho?”

14/08/2026

Nem tudo sai como combinado. Às vezes, é mais fácil pegar a enxada e resolver.

Mas existe uma diferença entre escolher fazer e acabar fazendo porque você sente que, se não fizer, ninguém vai fazer.

E é aí que a sobrecarga começa: você espera, lembra, cobra, se frustra… até que, de tanto esperar, acaba fazendo sozinha.

O problema nem sempre é a “enxada”. É quando fazer deixa de ser uma escolha e passa a ser uma obrigação.

No meu caso, não foi isso. Ontem abriu um sol depois de dias de chuva. Eu aproveitei e fiz. Porque escolher fazer é uma coisa. Ter que fazer porque o outro nunca faz é outra bem diferente.

E já que eu peguei a enxada mesmo… pelo menos rendeu conteúdo. 😂🪏🪴👩🏻‍🌾

04/08/2026

Há uma diferença enorme entre exercer autoridade com respeito e querer controlar uma criança. Mas também existe uma contradição que merece ser discutida.

Se um homem assume as responsabilidades do dia a dia, ajuda a sustentar, coloca comida na mesa, compra roupas, participa da rotina e está presente como referência, faz sentido dizer que ele não pode orientar ou corrigir apenas porque não é o pai biológico?

Educar não é apenas dar bronca. É ensinar limites, transmitir valores e participar da formação de uma criança. Quando alguém é tratado como pai apenas na hora das responsabilidades, mas é lembrado de que “não é o pai” sempre que tenta educar, cria-se uma relação confusa para todos os envolvidos, principalmente para a criança.

É claro que esse papel precisa ser construído com diálogo, respeito e acordo entre o casal. Mas autoridade e responsabilidade dificilmente caminham separadas por muito tempo.

E você, concorda com o posicionamento do vídeo ou pensa diferente? 🤔

04/08/2026

Existe uma ideia perigosa de que, quando uma mulher se torna mãe, tudo o que ela faz deixa de ser trabalho e passa a ser visto como obrigação.

Ela cozinha, limpa, administra a casa, cuida quando alguém adoece, organiza a rotina, educa, acolhe, resolve problemas e, muitas vezes, ainda trabalha fora. Quando essas mesmas funções são exercidas separadamente, todas recebem um nome e um salário. Quando são desempenhadas por uma mãe, recebem apenas a expectativa de que ela faça tudo com um sorriso no rosto.

Não me entenda mal. Eu amo ser mãe. Meu sonho era ter cinco filhos. A vida teve outros planos, e hoje tenho uma filha que vale por cinco. 🥰

… Mas amar a maternidade não significa romantizar a sobrecarga. Amor não paga a exaustão. Amor não substitui uma rede de apoio. Amor não elimina a necessidade de ajuda.

Mãe não precisa de pedestal. Precisa de parceria, de divisão de responsabilidades e de reconhecimento. Porque cuidar de uma família nunca foi uma tarefa pequena. Só nos acostumamos a fingir que era.

Agora eu quero saber de você: qual é a parte da maternidade que as pessoas mais romantizam, mas quase ninguém tem coragem de dizer em voz alta?

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