04/04/2026
Um Deus que decide se tornar humano, viver como ser humano, estar ao lado de pessoas, amá-las, se irritar com elas, confiar e ser traído, ser vulnerável, ter medo e morrer sob tortura e crueldade....é um Deus como não há qualquer outro exemplo e é um Deus que não busca veneração, submissão ao seu poder e autoridade. É um Deus que se fez humano em sua divindade para com os seres humanos fazer uma aliança. Um Deus que nos ensina uma nova fé que implica em uma ética em nosso comportamento e ações, uma fé de princípios e propósitos compartilhados entre Ele e nós. Um Deus que se alia a nós na construção histórica de um mundo melhor, não apenas num compromisso com uma outra vida, mas nesta, na vida de cada um e na trajetória da humanidade. E sua mensagem tem transformado este mundo e por mais que haja quem não queira ver a humanidade tem avançado e Sua obra tem se expandido e realizado. Progredimos em justiça, prosperidade, aceitação, respeito e universalização de direitos, sim, o mundo que o Cristo viu era muito mais cruel e injusto que o que temos construido desde sua vinda, ainda que o caminho esteja muito incompleto. O Deus que chegou a ser satirizado por morrer na cruz romana (e nenhuma indignidade o fez recuar) nos despertou para a busca de um Reino de Deus na terra, um reino de redenção, de tranformação e de amor universal como princípio, que nos acompanhará alem desta vida. A missão se faz aqui, por tal razão Ele veio. Hoje a lembrança de sua dor nos lembra a nossa própria, a mortalidade inexorável. Mas é também o paradoxo da redenção, da vitória do sublime princípio sobre toda fraqueza e insignifcancia da carnalidade. Um Deus que teve todo este amor e por nós nada recusou. Façamos nossa parte!