Celia R Niimoto - Psicóloga

Como chegar Site

Celia R Niimoto - Psicóloga Psicóloga | Psicologia Analítica
CRP 08/46603
Atendimento Online ● Adultos

13/10/2026

Será que, para se tornar adulto, você precisou deixar de lado partes importantes de quem é?

A curiosidade, a imaginação, a capacidade de se encantar…

Será que tudo isso ainda encontra espaço na sua vida?

E se amadurecer também fosse aprender a não perder essa forma de olhar o mundo?

Pare por alguns instantes e se pergunte: quando foi a última vez que você se permitiu experimentar algo novo? Ou simplesmente apreciar o momento, sem culpa, sem a necessidade de controlar tudo?

Na correria do cotidiano, podemos nos tornar tão presos às obrigações, às expectativas e à necessidade de dar conta de tudo que acabamos deixando pouco espaço para aquilo que nos nutre e nos faz sentir vivos.

Talvez a criança que vive em você tenha algo a lhe ensinar sobre como viver o presente sem precisar transformar cada instante em uma tarefa ou cada experiência em um resultado.

Afinal, amadurecer não precisa signif**ar perder a capacidade de se encantar com a vida.

Crescer nos ensina a assumir responsabilidades, fazer escolhas e lidar com os limites da realidade.Mas, nesse percurso, ...
12/10/2026

Crescer nos ensina a assumir responsabilidades, fazer escolhas e lidar com os limites da realidade.

Mas, nesse percurso, será que também aprendemos a deixar algumas partes de nós para trás?

A curiosidade que nos levava a fazer perguntas. A imaginação que abria caminhos antes mesmo de sabermos se eram possíveis. A capacidade de nos encantar com algo sem precisar transformá-lo em uma obrigação ou encontrar uma utilidade para ele.

Na Psicologia Analítica, a imagem da criança pode representar potencialidades que ainda buscam expressão e a possibilidade de renovação da vida psíquica.

Talvez amadurecer também seja aprender a reconhecer essas possibilidades e encontrar um lugar para elas na vida que construímos.

Não para fugir das responsabilidades, mas para que elas não ocupem todo o espaço.

E você, o que da criança que foi gostaria de reencontrar na vida que tem hoje?

Se essa reflexão tocou em algo importante para você, podemos conversar sobre isso.

#ᴀᴜᴛᴏᴄᴏɴʜᴇᴄɪᴍᴇɴᴛᴏ

06/10/2026

Você faz o seu melhor e, mesmo assim, algo diz que faltou.

Para muitas pessoas, parar nunca é simples: o dia só parece valer quando foi produtivo, e descansar traz a sensação de estar f**ando para trás. As conquistas passam rápido demais para serem sentidas. Não é falta de gratidão nem de reconhecimento dos outros. Muitas vezes, o que existe é uma voz interna que avalia tudo e raramente diz "foi suficiente".

Essa voz costuma ter uma história. Pode ter nascido de uma cobrança, de uma comparação, de um ambiente em que errar tinha um custo alto, ou de algo que só você sabe nomear. Por isso, não existe uma resposta única.

Muitas vezes, ela fala tão baixo e há tanto tempo que parece ser apenas "o seu jeito". Perceber que existe uma voz, e não só um fato, já é uma mudança de lugar: de quem obedece a ela para quem pode escutá-la com curiosidade.

Mais do que tentar silenciar essa voz, pode ser valioso se perguntar:

🔹 Quando foi que "bom" deixou de bastar?
🔹 Quanto do meu valor eu meço pelo que produzo?
🔹 O que eu sinto quando permito parar?

Se esse tema despertou alguma reflexão, fique à vontade para compartilhar nos comentários ou me escrever no direct. Será um prazer ler. 🤍

Cumprir a meta e, antes de comemorar, já pensar no que faltou.Para muitas pessoas, parar nunca é simples: o dia só parec...
05/10/2026

Cumprir a meta e, antes de comemorar, já pensar no que faltou.

Para muitas pessoas, parar nunca é simples: o dia só parece valer quando foi produtivo, e descansar traz a sensação de estar f**ando para trás. As conquistas passam rápido demais para serem sentidas. Não é falta de gratidão nem de reconhecimento dos outros. Muitas vezes, o que existe é uma voz interna que avalia tudo e raramente diz "foi suficiente".

Essa voz costuma ter uma história. Pode ter nascido de uma cobrança, de uma comparação, de um ambiente em que errar tinha um custo alto, ou de algo que só você sabe nomear. Por isso, não existe uma resposta única.

Ela fala tão baixo e há tanto tempo que muitas vezes parece ser apenas "o seu jeito". Perceber o que ela representa é olhar para essa voz como uma mensagem, e não como um fato.

Mais do que tentar silenciá-la, pode ser valioso se perguntar:

🔹 Quando foi que "bom" deixou de bastar?
🔹 Quanto do meu valor eu meço pelo que produzo?
🔹 O que eu sinto quando permito parar?

Na psicoterapia, é possível explorar como essa voz se desenvolveu e qual a finalidade de ela ser tão persistente e persuasiva, no seu tempo e sem julgamento.

Se esse tema fez sentido para você, será um prazer te acolher. Chame no direct ou acesse o link da bio.

03/10/2026

Dizer "não" parece simples, mas para muitas pessoas vem acompanhado de culpa, cansaço e a sensação de que ceder é mais seguro do que se posicionar.

Isso raramente é falta de firmeza. Muitas vezes, é uma forma que a pessoa encontrou, em algum momento da vida, de se adaptar, de manter vínculos e de evitar conflitos. O que fez sentido lá atrás pode continuar operando hoje, de forma automática.

Olhar para essa história com calma não signif**a "resolver" de uma vez. Signif**a ter mais clareza sobre o que move as suas escolhas e sobre o que você espera dos outros quando mostra o que deseja.

Dizer "NÃO" parece simples. Mas, para muitas pessoas, vem acompanhado de um desconforto que não é fácil de explicar: a c...
02/10/2026

Dizer "NÃO" parece simples. Mas, para muitas pessoas, vem acompanhado de um desconforto que não é fácil de explicar: a culpa que chega logo depois, o cansaço de estar sempre atendendo, a sensação de que ceder é mais seguro do que se posicionar.

Na clínica, é comum ouvir que isso é tratado como o meu jeito ou como falta de firmeza. Mas dificilmente uma dificuldade que se repete por anos é só uma questão de postura. Em geral, ela tem uma função: foi uma forma que a pessoa encontrou, em algum momento, de se adaptar ao ambiente em que vivia, de manter vínculos, de ser aceita, de evitar conflitos.

O que fez sentido lá atrás pode continuar operando hoje, de forma automática, mesmo quando já não serve mais. É como se existisse uma parte de você que responde pelo que os outros esperam, e outra que f**a em silêncio, esperando ser ouvida.

Por isso, mais do que aprender uma técnica para dizer não, pode ser valioso se perguntar:

🔹 Em que momentos da minha vida aprendi que era mais seguro concordar?
🔹 O que eu sinto no corpo quando quero recusar algo e não recuso?
🔹 O que eu imagino que aconteceria se eu me posicionasse?

Não há respostas certas nem rápidas. Cada pessoa tem a sua, e ela costuma estar ligada a histórias que merecem ser escutadas com cuidado.

A psicoterapia é um espaço para isso: sem pressa, sem julgamento e sem receitas prontas. Um lugar para você se conhecer melhor e compreender o que move as suas escolhas.

Se esse tema fez sentido para você, será um prazer te acolher. Chame no direct ou acesse o link da bio.

Talvez você não tenha desistido da atividade física.Talvez ainda não tenha encontrado uma forma de se movimentar que faç...
25/09/2026

Talvez você não tenha desistido da atividade física.

Talvez ainda não tenha encontrado uma forma de se movimentar que faça sentido para você.

É fácil transformar o exercício em mais uma cobrança: acordar cedo, cumprir a meta, não faltar, superar os limites, não desistir.

Mas cuidar do corpo não precisa ser uma disputa contra ele.

Existem dias de disposição e dias de cansaço. Dias em que o movimento faz bem e dias em que o descanso é necessário.

E talvez a constância não esteja em fazer tudo perfeitamente, mas em construir uma relação possível com o cuidado.

Mais do que perguntar:

“Como faço para não desistir?”

Talvez valha perguntar:

“Por que isso é importante para mim?”

Quando encontramos um sentido que é nosso, a atividade física deixa de ser apenas uma obrigação e passa a fazer parte de algo maior: a maneira como escolhemos cuidar de nós mesmos.

E o seu motivo pode ser muito diferente do motivo de outra pessoa.

Qual é o sentido da atividade física para você?

Compartilhe nos comentários. Seu motivo pode inspirar alguém a encontrar o próprio.

10/09/2026

Quando pensamos em conquistas, é comum olharmos para aquilo que conseguimos alcançar: uma profissão, uma casa, uma viagem, uma realização pessoal, um reconhecimento.

E tudo isso pode, sim, ter valor.

Mas existem conquistas que não aparecem nas fotografias e nem cabem em um currículo.

Há a conquista de aprender a dizer não.
De reconhecer os próprios limites.
De atravessar uma perda e continuar.
De compreender um padrão que se repetia.
De escolher diferente.
De fazer as pazes com uma parte de si.
De perceber que aquilo que antes parecia impossível hoje já não assusta da mesma maneira.

São conquistas da alma.

Na Psicologia Analítica, o desenvolvimento não está relacionado apenas ao que construímos no mundo externo, mas também ao movimento de nos tornarmos mais conscientes de quem somos e de integrarmos diferentes aspectos de nós mesmos.

Por isso, reconhecer o caminho percorrido não signif**a deixar de desejar novos caminhos.

Você pode olhar para tudo o que já conquistou com orgulho e, ao mesmo tempo, reconhecer que ainda existem partes suas esperando para serem descobertas.

Talvez a próxima conquista não seja ter mais.
Talvez seja tornar-se mais inteiro.

31/08/2026

A individuação é um processo contínuo de tornar-se quem se é!
Na psicologia analítica, isso acontece ao reconhecer e integrar todas as nossas partes, inclusive as que escondemos de nós mesmos.

Por muito tempo, a Psicologia esteve associada à ideia de que procurar terapia seria algo destinado apenas a quem aprese...
27/08/2026

Por muito tempo, a Psicologia esteve associada à ideia de que procurar terapia seria algo destinado apenas a quem apresenta um transtorno ou está enfrentando um sofrimento considerado “grave”.

De outro lado, também existe a ideia de que a terapia seria apenas um espaço para falar sobre problemas cotidianos, como se buscar ajuda fosse sinal de fragilidade ou de incapacidade para lidar com a própria vida.

Talvez essas duas visões tenham algo em comum: ambas reduzem a psicoterapia.

Quando Jung afirma que a essência da psicoterapia é o “tratamento da alma”, ele nos convida a pensar em algo que vai além da ausência de doença ou da resolução de um problema.

A psicoterapia pode ser um espaço para compreender aquilo que estamos vivendo, reconhecer padrões que se repetem, entrar em contato com aspectos de nós mesmos que ainda não compreendemos, elaborar experiências, ampliar possibilidades e construir novas formas de nos relacionarmos com nós mesmos e com a vida.

Não é preciso estar em uma crise para buscar esse processo.

Assim como também não é preciso ter todas as respostas antes de começar.

Às vezes, o que nos leva à terapia é justamente perceber que existe algo em nós que pede para ser compreendido.

E talvez cuidar da alma seja isso: dar espaço para escutar, compreender e transformar aquilo que nos constitui.

27 de agosto | Dia da(o) Psicóloga(o)

Que a Psicologia possa ser cada vez mais compreendida não apenas como um lugar para tratar o sofrimento, mas também como um espaço de cuidado, consciência e desenvolvimento humano.

Endereço

Curitiba
Curitiba, PR
81610-000

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Celia R Niimoto - Psicóloga publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar