Academia Nutrição e Autismo

Academia Nutrição e Autismo Nutrição Funcional e Seletividade Alimentar no Autismo.

A dieta sem glúten, caseína e soja, com restrição de açúcares, aditivos e conservantes pode melhorar o dia a dia no autista!

08/08/2026

Glúten no autismo não deveria ser uma discussão de extremos.

Nem “toda criança precisa retirar”.

Nem “se não tem doença celíaca, pode consumir sem qualquer investigação”.

A doença celíaca é uma condição específica, com critérios diagnósticos próprios. Mas ela não representa todas as possíveis respostas clínicas relacionadas ao trigo ou ao glúten.

Sensibilidade ao glúten não celíaca, alergia ao trigo, sintomas gastrointestinais e outras respostas individuais precisam ser consideradas dentro de uma avaliação clínica completa.

Por isso, uma sorologia negativa para doença celíaca responde a uma pergunta importante — mas não necessariamente responde a todas.

Da mesma forma, retirar glúten sem indicação, sem acompanhamento e sem substituição nutricional adequada também não é uma boa conduta. Maso fato é que muitos se beneficiarão por questões imunológicas.

O caminho não é defender dieta para todos.

É saber quem precisa ser investigado, por quê e como avaliar a resposta à intervenção.

É justamente esse raciocínio que eu defendo quando digo:

Autismo exige investigação clínica.

E investigação clínica não termina em um único exame.

Salve este conteúdo e envie para alguém que ainda acredita que falar sobre glúten significa, necessariamente, defender uma dieta sem glúten para todas as crianças com autismo.

"Foi um divisor de águas."Existem cursos que entregam conteúdo.E existem formações que mudam a forma como enxergamos nos...
07/08/2026

"Foi um divisor de águas."

Existem cursos que entregam conteúdo.

E existem formações que mudam a forma como enxergamos nossos pacientes.

O depoimento da Genilsa resume exatamente o propósito da nossa pós-graduação.

Mais do que aprender novas estratégias, ela passou a aplicar o conhecimento na prática, gerando resultados tanto com o próprio filho quanto com seus pacientes.

É por histórias como essa que acreditamos que a investigação clínica transforma a atuação profissional.

Obrigada, Genilsa, por compartilhar sua trajetória conosco. ❤️

Quer saber mais sobre sua próxima jornada conosco? Chame no direct

07/08/2026

Durante muitos anos, o TDAH foi explicado quase exclusivamente por alterações na dopamina.

Hoje sabemos que essa visão é insuficiente.

O cérebro funciona em constante comunicação com o restante do organismo. Sono, inflamação, microbiota intestinal, alimentação, estresse oxidativo, metabolismo e predisposição genética influenciam diretamente o funcionamento cerebral e podem modular a intensidade dos sintomas.

Isso não significa que a alimentação cure o TDAH.

Também não significa que exista uma dieta ou um suplemento capaz de substituir tratamentos comprovados.

Significa que uma criança com TDAH merece uma avaliação ampla, que considere não apenas o diagnóstico, mas também os fatores biológicos que podem estar contribuindo para pior atenção, impulsividade e dificuldades de aprendizagem.

É exatamente por isso que defendo a investigação clínica.

Antes de decidir o que suplementar, é preciso entender por que aquele organismo está funcionando daquela forma.

Quando compreendemos a biologia por trás dos sintomas, as intervenções deixam de ser protocolos genéricos e passam a ser estratégias individualizadas, fundamentadas em raciocínio clínico.

Essa é a Nutrição que eu acredito.

Comer não começa na mordida.Antes de aceitar um alimento, muitas crianças precisam conseguir tolerar sua presença, aprox...
06/08/2026

Comer não começa na mordida.

Antes de aceitar um alimento, muitas crianças precisam conseguir tolerar sua presença, aproximar-se, tocar, explorar, cheirar, provar — até que comer se torne possível.

Quando o profissional entende esse processo, deixa de medir o sucesso apenas pelo alimento ingerido e começa a enxergar a evolução que acontece antes dele.

E é justamente esse olhar mais amplo sobre as dificuldades alimentares no autismo que vamos aprofundar no nosso próximo encontro.

Simpósio Dificuldades Alimentares no Autismo

📅 08 de agosto | Online e ao vivo

Uma tarde inteira dedicada à avaliação e ao tratamento das dificuldades alimentares, reunindo diferentes perspectivas da prática clínica:

🔬 Adriana Siqueira
Investigação clínica e preparo biológico para a terapia alimentar
O que investigar antes de concluir que a dificuldade é apenas comportamental ou sensorial.

🧩 Bárbara Moura
Processamento sensorial e dificuldades alimentares
Como compreender as respostas sensoriais que interferem na relação da criança com os alimentos.

🍽️ Bárbara Daou
Terapia alimentar responsiva
Estratégias para favorecer aproximação, segurança e desenvolvimento da competência alimentar respeitando a criança.

🎓 Adriana Siqueira
Excelência na terapia alimentar
Como integrar avaliação, raciocínio clínico e estratégia para construir uma intervenção individualizada.

Não é apenas sobre fazer uma criança comer mais alimentos.
É sobre entender por que ela não consegue avançar e saber o que fazer a partir disso.

Inscrições abertas para o Simpósio. Link na bio.

05/08/2026

Muitas vezes, a família escuta que a criança está fazendo "manha" porque não aceita quando os alimentos se misturam no prato.

Mas a pergunta que eu faço é outra:

O que esse comportamento está tentando nos mostrar?

Em muitas crianças com autismo, a dificuldade pode estar relacionada ao processamento sensorial. Texturas, temperaturas, umidade e cheiros podem ser percebidos de forma muito mais intensa.

Por isso, insistir ou forçar a alimentação nem sempre resolve o problema.

E existe um ponto que considero fundamental: nem toda seletividade alimentar é apenas sensorial.

Dor abdominal, constipação, refluxo, alergias, inflamação intestinal e deficiências nutricionais também podem influenciar a aceitação dos alimentos.

É por isso que eu defendo que a seletividade alimentar não deve ser tratada apenas como um comportamento.

Ela merece uma investigação clínica cuidadosa.

Porque, antes de pensar em estratégias para fazer a criança comer, precisamos entender por que ela não está conseguindo comer.

Essa mudança de olhar faz toda a diferença no tratamento.

💙 Salve este conteúdo para consultar depois e compartilhe com quem convive com uma criança autista.

Irritabilidade.Alterações do sono.Seletividade alimentar.Agressividade.Déficit de atenção.Esses sinais costumam ser inte...
05/08/2026

Irritabilidade.
Alterações do sono.
Seletividade alimentar.
Agressividade.
Déficit de atenção.

Esses sinais costumam ser interpretados apenas como manifestações do autismo.

Mas, em muitos casos, eles também podem refletir alterações biológicas que merecem investigação.

Inflamação.
Dor gastrointestinal.
Deficiências nutricionais.
Disbiose.
Alterações imunológicas.

Nem todo comportamento nasce no cérebro.

Por isso, olhar além do comportamento faz parte da prática clínica.

Na minha prática, toda conduta começa com uma pergunta.
E toda boa pergunta começa com uma investigação clínica.

04/08/2026

Crianças com autismo frequentemente apresentam uma falha silenciosa na metilação do DNA.
Não é mutação genética.
É um processo epigenético que regula quais genes são ativados ou silenciados — e ele depende diretamente de nutrientes.
A ciência (com destaque para os estudos da Dra. Jill James) mostra que muitas dessas crianças têm:
• SAMe baixo
• Glutationa reduzida
• Maior estresse oxidativo
Três nutrientes são fundamentais nessa via:
→ Metilcobalamina (B12 ativa)
→ Ácido folínico
→ Piridoxal-5-fosfato (B6 ativa)
Investigar a metilação não é “medicina alternativa”.
É bioquímica clínica.
Exames como homocisteína, B12, folato eritrocitário e ácido metilmalônico ajudam a entender se essa via está comprometida.
A seletividade, o comportamento, o sono e a cognição de muitas crianças melhoram quando essa via é devidamente avaliada e suportada — sempre com acompanhamento multiprofissional.
Você já pede essa investigação de rotina nas crianças com TEA que atende?
Me conta nos comentários.

Você não precisa acreditar apenas na minha palavra.Prefiro que você conheça a opinião de quem viveu essa formação na prá...
03/08/2026

Você não precisa acreditar apenas na minha palavra.

Prefiro que você conheça a opinião de quem viveu essa formação na prática.

Cada depoimento deste carrossel representa um profissional que chegou ao CTA buscando aprender mais sobre Terapia Alimentar no Autismo e saiu conduzindo seus casos com muito mais clareza, segurança e raciocínio clínico.

O que mais me emociona não é ouvir que o curso é bom.

É ler frases como:
✔️ "Reestruturei completamente meus atendimentos."
✔️ "Hoje conduzo meus casos com muito mais segurança."
✔️ "Foi um divisor de águas na minha prática clínica."

Porque esse sempre foi o objetivo do CTA.
Não ensinar protocolos.
Mas formar profissionais capazes de pensar, investigar e tomar decisões clínicas com segurança.

Se você acredita que a Terapia Alimentar vai muito além de estratégias para fazer uma criança comer, acredito que este curso também pode transformar a sua prática.

Deslize o carrossel e conheça algumas dessas histórias. 💙🧡

Nem toda recusa alimentar significa que a criança “não gosta” daquele alimento.Para algumas crianças, textura, cheiro, t...
03/08/2026

Nem toda recusa alimentar significa que a criança “não gosta” daquele alimento.

Para algumas crianças, textura, cheiro, temperatura, aparência ou até o som da mastigação podem ser estímulos intensos o suficiente para provocar uma resposta real de recusa.

E quando entendemos a origem da dificuldade, a intervenção muda: saímos da insistência e começamos a construir estratégias mais individualizadas.

Dificuldade alimentar precisa ser investigada antes de ser tratada.

No dia 8 de agosto, vamos aprofundar esse olhar no Simpósio Dificuldades Alimentares no Autismo, falando sobre investigação clínica, processamento sensorial e estratégias para a prática profissional.

🎓 Para profissionais que querem compreender o que existe por trás da recusa alimentar — e conduzir esses casos com mais segurança.

Inscrições abertas. Link na bio.

Não aceita carnes🍔 Mini hambúrguer de frangoNem sempre a recusa é pela carne em si.Às vezes, o formato, a espessura ou a...
02/08/2026

Não aceita carnes

🍔 Mini hambúrguer de frango

Nem sempre a recusa é pela carne em si.

Às vezes, o formato, a espessura ou a textura fazem toda a diferença.

🍽 Receita
• 500 g de peito de frango moído
• 1 cenoura pequena ralada
• 3 colheres (sopa) de aveia
• Temperos naturais a gosto
Misture tudo, modele mini hambúrgueres e asse ou prepare na frigideira.

Outra opção é utilizar essa mesma mistura para preparar waffles salgados ricos em proteínas.

💡 Dica da Nutri
Mudar o formato pode ser o primeiro passo para aumentar a aceitação.

👉 Muitas vezes a recusa é do formato, não do alimento.

Endereço

Curitiba, PR

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