Pedro Estevão Psi

Pedro Estevão Psi Psicologia Clínica e Psicanálise

Atendimentos presenciais e onlines - Crianças, Adolescente e Adultos

Neste Dia Mundial do Acolhimento Familiar, celebramos as famílias que se dispõem a oferecer cuidado, proteção e afeto a ...
31/05/2026

Neste Dia Mundial do Acolhimento Familiar, celebramos as famílias que se dispõem a oferecer cuidado, proteção e afeto a crianças e adolescentes que atravessam momentos de vulnerabilidade.

O Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora é uma importante estratégia de garantia de direitos, permitindo que crianças e adolescentes vivenciem o cuidado em ambiente familiar enquanto sua situação é acompanhada pela rede de proteção.

Acolher não é adotar. É oferecer, por um tempo, um lugar seguro onde a infância possa continuar existindo, onde a palavra possa circular e onde novos horizontes possam ser construídos.

Hoje é dia de reconhecer e valorizar todas as famílias acolhedoras, profissionais e instituições que tornam possível essa política pública tão importante para a proteção integral de crianças e adolescentes.

Acolher é cuidar. Acolher é proteger. Acolher é garantir direitos. ❤️🏠

Registros do nosso Seminário “Cuidar de toda infância e adolescência: proteger para transformar”, que encerra nosso mês ...
29/05/2026

Registros do nosso Seminário “Cuidar de toda infância e adolescência: proteger para transformar”, que encerra nosso mês de maio e os trabalhos da campanha “Faça Bonito: proteja nossas crianças e adolescentes”.
Sempre acreditei que a universidade é mais que sala de aula, ela é metáfora do encontro, do despertar, de fazer poesia com as próprias mãos. A universidade é esse lugar de poder criar e recriar e descobrir que a gente pode ser!
Ontem descobrimos muita coisa, principalmente que o encontro é imprescindível. “É preciso uma aldeia inteira para criar uma criança”, é preciso que todo mundo se mobilize para proteger, cuidar e transformar o mundo!
Dos três impossíveis freudianos me arrisquei em dois, mas o que mais me instiga é o educar. Ser professor é não ter medo de sair marcado do encontro com o outro, sem jamais saber o efeito do que ensinamos, só podendo apostar.
F**a aqui meu agradecimento ao Curso de Psicologia da Faculdade Anhanguera .anhanguera.divinopolis por apostar conosco neste encontro. Ao e a que são minhas outras casas e que não medem esforços para proteger e levar proteção social aos quatro cantos de Divinópolis. Ao meu grande amigo .henrique.1 por dividir empreitadas e grandes encontros. A por dar espaço para a criatividade dessa turma toda e sustentar a possibilidade de fazer da universidade um lugar de bons encontros. Principalmente aos meus alunos do 1° e 2º períodos de Psicologia, pela aposta de que é possível um mundo onde a proteção a crianças e adolescentes sejam sempre prioridade absoluta! Vocês brilharam na condução do nosso seminário!
Virou textão, mas é isso! Sigo acreditando que é na potência do impossível que a gente pode se encontrar!

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18 de Maio – Dia Nacional da Luta Antimanicomial“Por uma sociedade sem manicômios.”A luta antimanicomial é, antes de tud...
18/05/2026

18 de Maio – Dia Nacional da Luta Antimanicomial

“Por uma sociedade sem manicômios.”

A luta antimanicomial é, antes de tudo, uma luta pela dignidade humana, pela liberdade e pelo direito ao cuidado em saúde mental com respeito, escuta e inclusão.

Durante muitos anos, pessoas em sofrimento psíquico foram afastadas do convívio social, privadas de direitos e submetidas ao isolamento. A partir da mobilização de trabalhadores, usuários, familiares e movimentos sociais, o Brasil passou a construir um novo modelo de cuidado, baseado na garantia de direitos e no cuidado em liberdade.

A Reforma Psiquiátrica brasileira reafirma que ninguém deve ser reduzido ao seu diagnóstico. Cuidar também é promover vínculos, autonomia, acolhimento e participação social.

Defender a luta antimanicomial é defender:
🧠 O cuidado humanizado
🤝 O respeito às diferenças
🏡 O fortalecimento da convivência comunitária
📢 A garantia de direitos
❤️ A vida em liberdade

“Todo cuidado começa quando enxergamos o outro como sujeito de direitos.”

“Cuidar de toda infância e adolescência: proteger para transformar” é um convite à reflexão, ao compromisso e à ação col...
13/05/2026

“Cuidar de toda infância e adolescência: proteger para transformar” é um convite à reflexão, ao compromisso e à ação coletiva. Em alusão ao Maio Laranja, nosso seminário propõe um espaço de diálogo sobre a proteção integral de crianças e adolescentes, reafirmando que cuidar é mais do que um gesto, é um posicionamento ético, social e humano. Diante das violências, dos silêncios e das vulnerabilidades que atravessam tantas trajetórias, proteger se torna um ato de responsabilidade compartilhada e transformação social. O curso de Psicologia da Faculdade Anhanguera Divinopolis convida para este encontro convida estudantes, profissionais e comunidade a pensar caminhos de escuta, defesa de direitos e construção de um futuro onde toda infância e adolescência possam florescer com dignidade, segurança e esperança. O seminário é o organizado em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. O link de inscrição está na bio.

“Se amar é trabalho, trabalhar também deveria ser possibilidade de vida.”Neste 1º de Maio, talvez caiba uma pergunta que...
01/05/2026

“Se amar é trabalho, trabalhar também deveria ser possibilidade de vida.”

Neste 1º de Maio, talvez caiba uma pergunta que a Psicologia Social insiste em não esquecer:
que tipo de trabalho temos sustentado e o que ele tem sustentado em nós?

Porque se amar exige cuidado, presença e construção cotidiana, talvez o trabalho também devesse preservar aquilo que nos faz sujeitos. Mas, para muitos, trabalhar tem significado apenas sobreviver ao cansaço, à precarização e ao apagamento de si.

Entre jornadas exaustivas, desigualdades e silêncios, seguimos lembrando: nenhuma lógica de produção deveria valer mais que a dignidade humana. Que o trabalho não nos roube por inteiro.
Que produzir não custe a saúde mental. Que existir não seja reduzido à produtividade.

Se amar é trabalho, talvez transformar o mundo do trabalho em espaço de dignidade também seja. Escutar os ecos que o trabalho produz ao nosso redor e operar com a palavra que circula nos espaços em que estamos seja a possibilidade de transformar realidades. Fazer do descanso potência e a possibilidade de rexistir. Amar é um ato político, bem como trabalhar, não há como produzir espaços de mudança com escalas de trabalho desumanas e que não permitam que amar, descansar e viver sejam possíveis.

Hoje, mais do que celebrar, é tempo de refletir: sobre cuidado, justiça social e sobre a urgência de construir formas de viver e trabalhar que não nos afastem de nós mesmos e da vida ao nosso redor.

Você não precisa dar conta de tudo sozinho.A terapia pode ser um espaço seguro para falar, pensar e se escutar de outra ...
24/04/2026

Você não precisa dar conta de tudo sozinho.
A terapia pode ser um espaço seguro para falar, pensar e se escutar de outra forma.

Como psicólogo clínico, acompanho processos que envolvem sofrimento, dúvidas, mudanças e tudo aquilo que atravessa a experiência de ser quem se é.

Se fizer sentido pra você, esse espaço também pode ser seu.

📩 Me chama para saber mais

Hoje, 19 de abril, não é apenas uma data comemorativa é um convite ético, político e histórico à escuta.O chamado “Dia d...
19/04/2026

Hoje, 19 de abril, não é apenas uma data comemorativa é um convite ético, político e histórico à escuta.

O chamado “Dia dos Povos Indígenas” nos convoca a deslocar o olhar: sair de uma lógica folclorizante e reconhecer a potência viva, diversa e resistente dos povos originários, que seguem produzindo modos de existir, cuidar e se relacionar com o mundo.

Para a Psicologia Social, esse não é um tema periférico. É central.

Falar dos povos originários é falar de território, de identidade, de memória e de violência histórica. É reconhecer os efeitos do colonialismo que ainda operam nas políticas públicas, nos discursos e nas formas de subjetivação. Mas também é reconhecer saberes outros, epistemologias que desafiam a lógica individualizante e nos ensinam sobre coletividade, pertencimento e cuidado.

Nosso compromisso, enquanto psicólogas(os), não pode ser o de falar sobre, mas o de sustentar espaços de escuta, de diálogo e de defesa de direitos. Isso implica tensionar práticas que invisibilizam, patologizam ou silenciam modos de vida que não cabem na norma dominante.

Mais do que uma data, que seja um posicionamento.

Que a Psicologia esteja ao lado dos povos originários na luta por território, dignidade e existência.

Esperançar, como nos ensina Paulo Freire, é verbo de movimento.Não é esperar passivamente é agir, construir, transformar...
11/04/2026

Esperançar, como nos ensina Paulo Freire, é verbo de movimento.
Não é esperar passivamente é agir, construir, transformar.

No cotidiano do SUAS, essa esperança ganha corpo nas mãos de quem acolhe, escuta, acompanha e luta pela garantia de direitos.
E na Psicologia Social, ela se traduz no compromisso ético com os sujeitos em seus territórios, reconhecendo que cuidar também é enfrentar desigualdades.

Esperançar é seguir acreditando que o cuidado coletivo transforma realidades.

O SUAS transforma vidas, mas isso não acontece por acaso.Existe trabalho, existe política pública, existe investimento. ...
04/04/2026

O SUAS transforma vidas, mas isso não acontece por acaso.

Existe trabalho, existe política pública, existe investimento. Existe gente todos os dias sustentando, no território, aquilo que garante proteção social, vínculo e dignidade.

A PEC 383/2017 propõe a vinculação de recursos para a assistência social. Na prática, isso significa dar estabilidade ao financiamento do SUAS, evitando descontinuidades, cortes e fragilizações que impactam diretamente quem mais precisa.

Sem financiamento adequado, não há política pública possível.
Há sobrecarga, precarização e ausência.

A aprovação da PEC 383/2017 é um passo fundamental para fortalecer o SUAS e garantir que ele continue existindo como direito e não como ação pontual, não como favor.

Se você atua, utiliza ou defende a assistência social: é hora de se posicionar. Mobilize seu deputado federal pela aprovação da PEC 383/2017.

Informar também é um ato político.
Mobilizar é sustentar o que não pode retroceder.

A assistência social não é favor. É direito. É política pública. É compromisso ético com a vida que insiste, mesmo quand...
02/04/2026

A assistência social não é favor. É direito. É política pública. É compromisso ético com a vida que insiste, mesmo quando tudo falta. É a poesia materializada em trabalho!

Em cada CRAS, em cada CREAS, em cada território onde o Estado se faz presença, há trabalhadores e usuários sustentando, no cotidiano, aquilo que a Constituição já afirmou: dignidade não se negocia.

A PEC 383/2017 não é apenas um texto legislativo.
É a possibilidade de garantir estabilidade, financiamento e continuidade para o SUAS esse sistema que acolhe, escuta, intervém e, sobretudo, reconhece sujeitos onde antes só havia abandono.

Defender a assistência social é defender a vida concreta das pessoas. É sustentar que o cuidado também é uma responsabilidade coletiva.

Não há psicologia que não seja social. E não há compromisso ético possível sem a defesa intransigente das políticas públicas.

Aprovar a PEC 383/2017 é escolher que o Estado permaneça onde historicamente faltou.
É escolher não recuar.

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