Alexandre Dor

Alexandre Dor Dr. Alexandre Alonso
• Tratamento da dor sem cirurgia
• Resultados reais e duradouros
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04/09/2026

O que é o tratamento da artrose com células-tronco?

Se você sofre com artrose, provavelmente já ouviu falar em tratamentos regenerativos. Mas afinal, o que é esse procedimento?

No Nanofat, utilizamos uma pequena quantidade de tecido adiposo do próprio paciente, que passa por um processamento específico para obter uma preparação rica em componentes celulares e fatores que podem participar dos processos de reparo e modulação do ambiente tecidual.

A proposta não é simplesmente “colocar células-tronco dentro da articulação”.

O objetivo é utilizar o potencial biológico do próprio tecido para modular o ambiente articular e buscar melhora da dor e da função em pacientes selecionados.

Mas existe um ponto importante:

A indicação precisa ser individualizada, considerando o grau da artrose, sintomas, função, características do paciente e tratamentos já realizados.

A medicina regenerativa é uma área promissora, mas precisa ser feita com indicação correta, técnica adequada e expectativas realistas.

Se você tem artrose e quer entender se esse tipo de tratamento pode fazer sentido para o seu caso, FALE CONOSCO pelo link da bio.

03/09/2026

é normal da idade.”
Essa frase parece inofensiva, mas pode fazer muita gente acreditar que não há nada a fazer.

É verdade que o risco de artrose aumenta com o envelhecimento. Mas artrose não é simplesmente uma consequência inevitável de ficar mais velho.

A artrose é uma doença multifatorial. Além da idade, podem estar envolvidos:

• excesso de peso
• lesões articulares anteriores
• predisposição genética
• perda de força muscular
• sedentarismo
• alterações metabólicas

E aqui existe um ponto que ainda é pouco conhecido: obesidade e alterações metabólicas, incluindo resistência à insulina, estão associadas à artrose e podem participar dos mecanismos envolvidos na doença.

Isso significa que cuidar da artrose não deveria ser apenas olhar para a radiografia ou tomar algo para aliviar a dor.

Movimento, força muscular, composição corporal e saúde metabólica também importam.

Artrose não é simplesmente “desgaste”. E ter artrose não significa que você precisa aceitar a dor como parte inevitável do envelhecimento.

Você achava que artrose era simplesmente coisa da idade?

obesidade longevidade medicinadador

30/08/2026

controla sua glicemia apenas para evitar o diabetes? Talvez esteja olhando para uma parte pequena da história.

Alterações no metabolismo da glicose podem estar relacionadas a processos inflamatórios e, no contexto da dor crônica, a saúde metabólica é mais um fator que merece ser considerado.

Isso não significa que a glicemia seja a causa de toda dor crônica.

Significa que o paciente com dor persistente não deve ser avaliado apenas pelo local onde sente dor.

Sono, composição corporal, atividade física, alimentação e saúde metabólica também podem fazer parte dessa avaliação.

É essa visão mais ampla que eu considero importante na abordagem do paciente com dor crônica.

Dor crônica não é apenas sobre onde dói. É sobre entender o paciente como um todo.

Salve este vídeo e compartilhe com alguém que convive com dor persistente.

Você já tinha relacionado saúde metabólica com dor crônica?

27/08/2026

Sua artrose pode ter mais relação com seu metabolismo do que você imagina.

Quando falamos em artrose, é comum pensar apenas em “desgaste da articulação”.

Mas a história pode ser muito mais ampla.

A obesidade aumenta a sobrecarga mecânica sobre articulações como joelhos e quadris. Porém, o tecido adiposo também está relacionado a alterações metabólicas e inflamatórias que podem influenciar a saúde articular.

E o controle glicêmico também merece atenção dentro desse contexto metabólico.

Por isso, tratar um paciente com artrose não deveria significar olhar somente para o local onde dói.

É importante avaliar o paciente como um todo:
• composição corporal
• controle metabólico
• força muscular
• alimentação
• atividade física
• sono
• e características da própria dor.

Artrose não é apenas uma questão de “desgaste”.

Quanto melhor entendemos o paciente, mais possibilidades temos de construir uma estratégia de tratamento individualizada.

Você já tinha ouvido falar na relação entre metabolismo e artrose?

22/08/2026

Tem artrose? Talvez você esteja evitando justamente o que seu joelho precisa.

Muita gente recebe o diagnóstico de artrose e passa a evitar exercícios por medo de “desgastar ainda mais” a articulação.

Mas artrose não significa que você precisa parar de se movimentar.

O treinamento de força, quando bem orientado e adaptado à condição de cada paciente, pode ajudar a melhorar força, função e dor.

Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em 2025 no Research in Sports Medicine encontrou benefícios do treinamento resistido em pacientes com artrose de joelho, incluindo melhora de dor, rigidez e função.

O objetivo não é simplesmente “forçar o joelho”.

É fortalecer o corpo para recuperar capacidade e manter autonomia.

Artrose não precisa significar menos movimento. Pode significar movimento melhor orientado.

Salve este vídeo e envie para alguém que tem artrose e ainda tem medo de fazer musculação.

19/08/2026

Você está tratando a dor, mas ela continua voltando?

Talvez exista um detalhe importante que esteja passando despercebido.

Quando existe excesso de peso, não estamos falando apenas da sobrecarga mecânica sobre articulações e músculos.

O tecido adiposo também participa de processos inflamatórios que podem influenciar a percepção e a manutenção da dor.

Por isso, em quem sofre com dor crônica, olhar apenas para o local onde dói pode ser insuficiente.

Peso, sono, alimentação, atividade física, metabolismo e outros fatores podem fazer parte de uma estratégia mais completa de cuidado.

Dor crônica precisa ser avaliada de forma individualizada.

Se você vive com dor e sente que já tentou várias coisas sem conseguir melhorar, talvez esteja na hora de olhar além do local da dor.

Salve este vídeo para rever depois e compartilhe com alguém que convive com dor crônica.

qualidadedevida medicinadador

14/08/2026

Você trata a dor, ela melhora por um tempo… mas depois volta.

E talvez o problema não seja simplesmente onde dói.

Na dor crônica, é comum existir uma combinação de fatores mantendo o problema: alterações estruturais, sensibilidade do sistema nervoso, sono ruim, perda de força muscular, sedentarismo, estresse, alterações metabólicas, inflamação e até o uso prolongado de alguns medicamentos.

Por isso, tirar a dor não é necessariamente o mesmo que tratar a dor.

O primeiro passo é entender:

O que iniciou essa dor?
O que está mantendo essa dor?
E o que está impedindo você de voltar a viver normalmente?

É a partir dessas respostas que podemos construir um tratamento realmente individualizado.

Se você sente dor há meses ou anos, talvez esteja na hora de olhar além do lugar que dói.

Salve este post para lembrar disso.

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