Nutricionista Júlia Machado

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20/08/2026

Momentos como esse é que me fazem amar o que faço. Quando uma mãe reconhece que foi aqui que ela ouviu o que precisava: que seletividade alimentar é real, é válida, e merece ser cuidada. Quando você consegue ser aquele olhar que acolhe a criança e abraça a família inteira… acontece magia. Ver famílias respirando, crianças evoluindo, e saber que virei porto seguro de vocês. Essa é a terapia que eu acredito. 💙

Nem toda recusa signif**a que seu filho não gosta daquele alimento. 💚Na alimentação infantil, comer também é um processo...
19/08/2026

Nem toda recusa signif**a que seu filho não gosta daquele alimento. 💚

Na alimentação infantil, comer também é um processo de aprendizagem. Um alimento pode ser recusado hoje, aceito em outra apresentação amanhã e, com o tempo, passar a fazer parte da rotina.

Por isso, aquele “não comeu” não precisa ser visto como um fracasso. 👀✨

A exposição repetida, sem pressão e respeitando o tempo da criança, ajuda a construir familiaridade, segurança e confiança com os alimentos.

🍌 Hoje recusou? Tudo bem.
🥣 Comeu só um pouquinho? Isso também conta.
💚 Aceitou depois de várias tentativas? Uma conquista!

Na alimentação, cada pequena aproximação importa.

Salve este post para lembrar: nem todo “não” é um “nunca”. 💗

“Mas a nutri só manda a criança fazer?” 👀Não! Aqui, a nutri também coloca a mão na massa. 👩🏻‍🍳💛Na terapia alimentar, pre...
17/08/2026

“Mas a nutri só manda a criança fazer?” 👀

Não! Aqui, a nutri também coloca a mão na massa. 👩🏻‍🍳💛

Na terapia alimentar, preparar o alimento também faz parte do processo: a criança participa, observa, toca, conhece os ingredientes e vai construindo uma relação mais positiva com a comida. 🍓🥭

Seu filho não gostar de um alimento não signif**a, necessariamente, que ele seja seletivo. 👀🍽️Uma criança pode simplesme...
12/08/2026

Seu filho não gostar de um alimento não signif**a, necessariamente, que ele seja seletivo. 👀🍽️
Uma criança pode simplesmente ter preferências alimentares. O alerta começa quando a recusa deixa de ser pontual e passa a limitar de forma importante o repertório alimentar e a rotina da criança.
🔎 Observe se ela: • aceita pouquíssimos alimentos;
• recusa alimentos por textura, cheiro, cor ou temperatura;
• não tolera mudanças na marca, apresentação ou preparo;
• apresenta ânsia, choro, nojo ou grande desconforto diante de alguns alimentos;
• evita experimentar alimentos novos;
• deixa de comer em determinados ambientes ou situações.
A diferença não está apenas em “gostar ou não gostar”. Está no impacto que essa recusa tem na alimentação.
Por isso, antes de chamar de “manha” ou simplesmente “fase”, vale observar o comportamento alimentar como um todo. ❤️
👉 Seu filho apenas não gosta de alguns alimentos ou apresenta vários desses sinais?
Me conta nos comentários.

🧩 “Se meu filho é autista, ele é seletivo?”Não, essa associação automática pode fazer com que comportamentos diferentes ...
10/08/2026

🧩 “Se meu filho é autista, ele é seletivo?”

Não, essa associação automática pode fazer com que comportamentos diferentes sejam interpretados de forma equivocada.

A seletividade alimentar é relativamente frequente em pessoas autistas, mas não é um critério diagnóstico e não está presente em todas as crianças. Quando aparece, também não deve ser entendida apenas como uma preferência por “comer poucas coisas”.

A recusa alimentar pode envolver aspectos sensoriais, como hipersensibilidade a texturas, temperaturas, cheiros, sabores, cores e características visuais dos alimentos. Mas também pode estar relacionada à previsibilidade, à dificuldade diante de mudanças, às experiências anteriores com determinados alimentos, às demandas do momento da refeição ou a outros fatores que precisam ser investigados individualmente.

Por isso, dizer simplesmente “ele é autista, então é seletivo” reduz uma questão complexa a uma característica do diagnóstico.

E existe uma diferença importante entre uma criança que simplesmente prefere determinados alimentos e uma criança cuja relação com a alimentação está sendo signif**ativamente afetada pela restrição alimentar.

O olhar precisa sair do “por que ele não come?” e caminhar para “o que está tornando esse alimento difícil para ele?”.

Compreender a função do comportamento, observar os padrões alimentares e considerar o perfil individual da criança é muito mais útil do que tentar encaixá-la em uma regra.

🍽️ Nem toda criança autista é seletiva.
🧩 E toda seletividade merece ser compreendida para além do rótulo.

07/08/2026

Quanto mais a refeição parece uma batalha, mais difícil f**a pra criança comer.

E sem perceber, a gente cai em ciladas: a promessa da sobremesa, a insistência, a chantagem carinhosa. Tudo com a melhor intenção mas que no fundo aumenta a ansiedade e a resistência.

A criança não precisa de troca. Ela precisa de um ambiente seguro pra conseguir comer.

Se toda refeição na sua casa tem virado motivo de choro, me segue. Tem muito mais por aqui.

A terapia alimentar é muito mais do que ensinar uma criança a gostar de um alimento.Ela busca entender o que existe por ...
05/08/2026

A terapia alimentar é muito mais do que ensinar uma criança a gostar de um alimento.

Ela busca entender o que existe por trás da dificuldade para comer. Nem sempre é "frescura" ou falta de vontade. Muitas vezes, a textura, o cheiro, a mastigação ou questões sensoriais podem transformar a refeição em um grande desafio.

Por isso, o objetivo não é apenas ampliar o repertório alimentar, mas ajudar a criança a construir uma relação mais segura e tranquila com a comida, respeitando seu ritmo e suas necessidades.

Quando olhamos além do prato, percebemos que alimentar uma criança também é compreender, orientar e dar ferramentas para que esse processo aconteça de forma mais leve para toda a família. 💚

🌱 Cada degrau importa. E cada criança tem o seu tempo. Na seletividade alimentar, o objetivo não é fazer a criança comer...
04/08/2026

🌱 Cada degrau importa. E cada criança tem o seu tempo.
Na seletividade alimentar, o objetivo não é fazer a criança comer de qualquer jeito, mas construir uma relação positiva com os alimentos.
Antes de comer, ela pode precisar: Observar, explorar cheirar, provar e aos poucos, incluir aquele alimento na rotina.
Forçar, insistir ou transformar a refeição em uma batalha pode aumentar ainda mais a rejeição. O caminho é feito com acolhimento, repetição, paciência e estratégias adequadas. ✨
Respeitar o ritmo da criança não signif**a deixar de incentivar. Signif**a entender que pequenas conquistas também são grandes avanços.
Cada degrau vencido merece ser comemorado! 💚🍐
💬 Seu filho já passou por alguma dessas etapas? Conta aqui nos comentários!

31/07/2026

Fase seletiva todo mundo tem. Mas quando a refeição virou o momento mais difícil do dia, algo precisa mudar.

O sofrimento na hora de comer não precisa ser a rotina da sua família. E quanto antes a gente entende o que está acontecendo, mais fácil f**a o caminho.

Se você conhece uma mãe que está nessa luta, manda esse vídeo pra ela. 💚

Endereço

Duque De Caxias, RJ

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