Neuropsicóloga Camilla Lorena Rodrigues

Neuropsicóloga Camilla Lorena Rodrigues 🎓 Neuropsicóloga, formada em Terapia Cognitivo Comportamental (CRP 03/14876)
☎ (73) 3261-6191

24/08/2026

Dizer “não” nem sempre é fácil.

Às vezes, por medo de decepcionar o outro, você ultrapassa os seus próprios limites.

Mas dizer “não” também é cuidado.
É reconhecer o que cabe — e o que já pesa demais.

Você não precisa estar disponível para tudo e para todos.

Às vezes, um “não” para o outro é um “sim” para você. 🤍

21/08/2026

Talvez você tenha se acostumado a ser a pessoa que resolve tudo.

Cuida de todo mundo.
Organiza tudo.
Segura tudo.

E, quando perguntam se você está bem, a resposta quase sempre é: “Estou.”

Mesmo quando não está.

Você não precisa esperar chegar ao seu limite para pedir ajuda.

Dividir o peso também é cuidado. Permitir que alguém esteja ao seu lado também é força. E reconhecer que algumas coisas precisam de acompanhamento profissional também faz parte desse processo.

A terapia pode ser esse espaço onde, por um momento, você não precisa dar conta de ninguém além de você.

Se você sente que está carregando mais do que consegue sustentar, talvez seja hora de se permitir ser cuidada também.

Entre em contato e agende sua sessão. 🤍

O desenvolvimento de uma criança não cabe em uma agenda cheia ele acontece na vida que existe entre um compromisso e out...
20/08/2026

O desenvolvimento de uma criança não cabe em uma agenda cheia ele acontece na vida que existe entre um compromisso e outro.

Ao longo de tantas avaliações, uma coisa se torna cada vez mais evidente: desenvolvimento infantil não é sinônimo de oferecer mais. Muitas vezes, é sobre estar mais.

Uma conversa durante o almoço. Uma brincadeira sem objetivo pedagógico. Uma pergunta que os pais param para ouvir de verdade. O tédio que vira imaginação. A segurança de poder errar e tentar novamente.

São experiências aparentemente simples, mas que participam da construção de habilidades cognitivas, emocionais e sociais importantes.

Isso não significa que brinquedos, atividades extracurriculares ou bons recursos educacionais não tenham valor. Significa apenas que eles não substituem vínculo, interação, segurança emocional e oportunidades reais de explorar o mundo.

Antes de pensar somente no que ainda falta oferecer ao seu filho, talvez valha fazer outra pergunta:

Como têm sido as experiências que estamos vivendo juntos?

Porque infância não precisa ser uma corrida para desenvolver mais rápido. Precisa ser um ambiente onde exista espaço para crescer. 🤎

E na sua casa: qual experiência simples você percebe que mais contribui para o desenvolvimento do seu filho? Me conta nos comentários.

18/08/2026

Seu filho pode ter a melhor escola e os melhores profissionais. Ainda assim, existe uma parte que ninguém pode fazer por você.

É comum acreditar que a escola vai corrigir determinados comportamentos, que a psicóloga vai resolver as dificuldades emocionais ou que uma terapia, sozinha, será responsável por mudar aquilo que preocupa a família.

Mas nenhum profissional ocupa o lugar dos pais.

A criança passa algumas horas na escola. Encontra o psicólogo em momentos específicos. Depois, ela volta para o ambiente onde grande parte do seu desenvolvimento acontece: a própria casa.

É ali que ela observa como os adultos lidam com frustrações, aprende sobre limites, recebe afeto, desenvolve autonomia e entende quais comportamentos são ou não aceitáveis.

A escola educa. A terapia acompanha. Os profissionais orientam.

Mas esse trabalho precisa continuar dentro de casa.

E isso também significa estar disposto a olhar para a própria forma de educar, rever comportamentos e participar ativamente do processo. Afinal, algumas mudanças que esperamos dos nossos filhos também exigem mudanças de nós.

Criar uma criança é uma responsabilidade que pode ser compartilhada, mas nunca completamente terceirizada.

Agora quero saber a sua opinião: você acredita que os pais estão terceirizando cada vez mais a educação dos filhos? Comenta aqui. 👇

25/07/2026

“Afinal, o Messi tem autismo?” ⚽🧩

Essa é uma discussão que aparece com frequência na internet. Muitas pessoas observam alguns comportamentos do jogador e levantam a hipótese de que ele possa estar dentro do Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Mas existe um ponto muito importante: ter algumas características semelhantes às do autismo não significa, automaticamente, ter autismo.

O TEA é um transtorno do neurodesenvolvimento e seu diagnóstico não é feito com base em vídeos, entrevistas, reportagens ou observações isoladas. Ele exige uma investigação clínica criteriosa, realizada por profissionais qualificados.

Além disso, o autismo é um espectro. Isso significa que cada pessoa pode apresentar características, necessidades e níveis de suporte diferentes. Não existe uma única forma de ser autista, e comparar uma pessoa com outra pode gerar conclusões equivocadas.

É por isso que a Avaliação Neuropsicológica é tão importante. Ela permite compreender o funcionamento cognitivo, comportamental e emocional do paciente, auxiliando na investigação diagnóstica e diferenciando o TEA de outras condições que podem apresentar sinais semelhantes.

Mais do que colocar um rótulo, o objetivo é entender cada pessoa de forma individual para oferecer o melhor direcionamento possível.

💬 E você, já viu alguém receber um “diagnóstico” apenas porque as pessoas compararam seus comportamentos com os de outra pessoa? Compartilhe sua opinião nos comentários.

25/07/2026

E se o verdadeiro vilão da infância não fosse um brinquedo… mas uma tela? 📱🧸

O novo Toy Story 5 promete trazer uma reflexão muito atual: agora, os brinquedos precisam disputar a atenção das crianças com as telas.

E, embora seja uma animação, essa discussão faz parte da realidade de muitas famílias.

O uso excessivo de telas na infância pode interferir no desenvolvimento da linguagem, da atenção, das habilidades sociais, da criatividade, da qualidade do sono e até da regulação emocional. Isso não significa que toda criança que usa telas terá prejuízos, mas é um sinal de alerta quando elas passam a substituir brincadeiras, interações e experiências essenciais para o desenvolvimento.

Cada fase da infância precisa de estímulos diferentes. Brincar, explorar o ambiente, conviver com outras pessoas e aprender a lidar com frustrações são experiências que nenhuma tela consegue substituir.

Se você percebe mudanças no comportamento, dificuldade de atenção, atraso no desenvolvimento ou outras dúvidas sobre o desenvolvimento do seu filho, uma Avaliação Neuropsicológica pode ajudar a compreender o que está acontecendo e indicar o melhor caminho.

💬 E você, o que acha dessa proposta do novo Toy Story 5? As telas estão ocupando um espaço maior do que deveriam na infância? Vamos conversar nos comentários.

25/07/2026

Uma pessoa com autismo pode perder o diagnóstico?

Essa é uma dúvida muito comum. E a resposta é: não.

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento, ou seja, faz parte da forma como o cérebro se desenvolve e funciona. Isso significa que o autismo não “desaparece” com o tempo.

O que pode acontecer é que, com um diagnóstico precoce, intervenções adequadas e acompanhamento profissional, a pessoa desenvolva habilidades, aprenda estratégias e apresente uma remissão significativa de alguns sintomas, melhorando sua comunicação, autonomia, interação social e qualidade de vida.

Por isso, a Avaliação Neuropsicológica é tão importante. Ela auxilia na investigação e no diagnóstico do TEA, identificando potencialidades, dificuldades e necessidades individuais. A partir desse entendimento, é possível construir um plano de acompanhamento mais assertivo e personalizado.

Mais do que dar um nome ao diagnóstico, o objetivo é oferecer direcionamento para que cada pessoa alcance o seu melhor desenvolvimento.

📲 Ficou com dúvidas ou suspeita de TEA em você ou em alguém da sua família? Agende uma Avaliação Neuropsicológica e receba um acompanhamento baseado em evidências científicas.

25/07/2026

Lilo é apenas uma criança agressiva… ou existe algo por trás desse comportamento?

Quando uma criança apresenta explosões de raiva, bate, morde, grita ou reage de forma intensa às frustrações, é comum que ela seja vista como “mal-educada”, “difícil” ou “sem limites”.

Mas a verdade é que comportamentos agressivos na infância são um sinal de que algo precisa ser compreendido, não apenas corrigido.

Assim como vemos em Lilo & Stitch, por trás da agressividade pode existir dificuldade para lidar com emoções, mudanças, perdas, desafios no neurodesenvolvimento ou outras condições que merecem uma investigação cuidadosa.

É justamente nesse momento que a Avaliação Neuropsicológica faz toda a diferença. Ela permite compreender como a criança está funcionando cognitivamente, emocionalmente e comportamentalmente, auxiliando na investigação de condições como TDAH, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras dificuldades do desenvolvimento.

Depois desse entendimento, a psicoterapia oferece um espaço seguro para que a criança desenvolva habilidades emocionais, aprenda novas formas de expressar seus sentimentos e fortaleça seu desenvolvimento de maneira saudável.

Cada comportamento tem uma história. E toda criança merece ser compreendida antes de ser julgada.

📲 Se você percebe esses sinais no seu filho ou tem dúvidas sobre o desenvolvimento dele, agende uma avaliação. O primeiro passo para ajudar é entender o que realmente está acontecendo.

10/07/2026

Nem sempre os primeiros sinais de autismo são claros dentro de casa.
Muitas vezes, eles aparecem primeiro na escola: na dificuldade de interação, no desconforto com a roda, na resistência às mudanças, no sofrimento diante de quebras de rotina e nas sensibilidades com texturas, sons ou alimentos.

E esse sofrimento é real.
Por isso, quando a escola observa e a família escuta, a criança ganha algo decisivo: a chance de ser compreendida mais cedo.

Observar é cuidar. 💛

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