Psicóloga Kelly Vetorazzi Borges CRP 07/23958

Psicóloga Kelly Vetorazzi Borges CRP 07/23958 Psicóloga Formada pela FSG, Especialista em Psicologia Hospitalar. Especializanda em Neuropsicologia e em Terapia Cognitivo Comportamental.

Atendimento infantil e adulto
Avaliação psicológica
Orientação vocacional Psicóloga Especialista em Psicologia Hospitalar. Atendimento a crianças, adultos e idosos e atendimento domiciliar.

Quando o ciúme entre irmãos deixa de ser esperado? 🧠Na prática clínica, é comum recebermos famílias preocupadas com o ci...
09/07/2026

Quando o ciúme entre irmãos deixa de ser esperado? 🧠

Na prática clínica, é comum recebermos famílias preocupadas com o ciúme entre irmãos, e é importante que, como profissionais, saibamos diferenciar o que é parte do desenvolvimento do que pode indicar algo que merece uma investigação mais cuidadosa.

Alguns pontos de atenção para a nossa escuta clínica:

🔹 Intensidade e frequência - episódios pontuais de rivalidade fazem parte da dinâmica fraterna; o que chama atenção é a persistência e a intensidade desproporcional ao contexto

🔹 Funcionalidade - o ciúme está comprometendo o funcionamento da criança em outras áreas (sono, alimentação, desempenho escolar, relações fora de casa)?

🔹 Regressões - retorno a comportamentos já superados (enurese, fala infantilizada, apego excessivo) pode sinalizar que a criança não está conseguindo elaborar a mudança na dinâmica familiar

🔹 Agressividade dirigida - hostilidade física ou verbal recorrente e direcionada ao irmão, difícil de ser contida pelos pais

🔹 Contexto familiar - vale sempre investigar o que mudou no sistema: nascimento de um irmão, mudança na atenção parental, comparações frequentes entre os filhos.

Nosso papel como psicólogos(as) é ajudar a família a enxergar a diferença entre uma fase esperada do desenvolvimento e um sinal que pede uma escuta mais aprofundada , sem patologizar o comum, mas também sem minimizar o que pede cuidado.

E você, como tem conduzido essa investigação na sua clínica? Conta aqui nos comentários. 👇

Distração sempre é falta de atenção na criança? 🤔Nem sempre. E essa é uma confusão super comum.Quando uma criança "viaja...
08/07/2026

Distração sempre é falta de atenção na criança? 🤔

Nem sempre. E essa é uma confusão super comum.
Quando uma criança "viaja", não termina as tarefas ou parece estar "no mundo da lua", rapidamente rotulamos como desatenção. Mas existem várias razões por trás desse comportamento, e olhar só pela superfície pode nos fazer perder o que realmente importa:
🔹 Pode ser ansiedade - a mente ocupada demais processando preocupações
🔹 Pode ser sobrecarga sensorial - o ambiente com estímulos demais para processar
🔹 Pode ser sono insuficiente - o cérebro cansado não sustenta o foco
🔹 Pode ser desinteresse pontual pela atividade, e não um padrão
🔹 Pode ser, sim, um sinal de TDAH - mas isso só uma avaliação pode confirmar.

A questão não é ignorar os sinais, é não pular direto para uma conclusão.

Cada criança tem uma história, um contexto e um cérebro único. Entender a causa por trás do comportamento é o que permite ajudar de verdade - ao invés de só cobrar mais atenção de quem talvez esteja pedindo outro tipo de cuidado.

Se você observa esses sinais no seu filho ou na sua rotina com crianças, uma avaliação neuropsicológica pode trazer clareza sobre o que está por trás - sem rótulos precipitados. 💙

👉 link na bio

Perceber cedo faz diferença. 💙Muitos pais e cuidadores sentem que algo é diferente no desenvolvimento do filho, mas hesi...
07/07/2026

Perceber cedo faz diferença. 💙

Muitos pais e cuidadores sentem que algo é diferente no desenvolvimento do filho, mas hesitam em buscar ajuda. Vem o medo de "estar exagerando", de rotular, ou até a esperança de que "vai passar com o tempo".

Mas observar não é exagerar. É cuidado.

A avaliação neuropsicológica infantil não existe para colocar rótulos, ela existe para entender como aquela criança única aprende, sente e se relaciona com o mundo. É um mapa que ajuda a família, a escola e os profissionais a caminharem juntos, na mesma direção.
Quanto antes entendemos as necessidades de uma criança, antes conseguimos oferecer o suporte certo. E isso muda trajetórias.

Se você percebe sinais e tem dúvidas sobre os próximos passos, comece com uma conversa. Perguntar não custa nada, e pode ser o primeiro passo para uma jornada mais leve. 🌱

No brincar a criança conta o que ainda não sabe dizer em palavras. 🧸 É ali que a gente escuta de verdade. Salva e manda ...
06/07/2026

No brincar a criança conta o que ainda não sabe dizer em palavras. 🧸 É ali que a gente escuta de verdade. Salva e manda pra uma família ou colega. 💙

02/07/2026

A divulgação ética atrai pacientes, mesmo para iniciantes. Crie um ecossistema, tenha uma estética coerente e uma linguagem que educa. Isso faz os pais confiarem em você antes mesmo da primeira sessão.

Ficar frustrada com comentários diminuindo o brincar terapeutico não resolve o problema.  E a culpa também é sua. É prec...
01/07/2026

Ficar frustrada com comentários diminuindo o brincar terapeutico não resolve o problema. E a culpa também é sua. É preciso traduzir o conteúdo técnico em uma linguagem simples que educa a família. Pais não compram brincadeiras, compram segurança e resultados. Como está a sua segurança para conduzir a devolutiva e explicar o seu trabalho? Deixa a sua opinião nos comentários.

Isso aqui me custou caro e pode te custar também.Quando eu comecei a prática clinica eu deixava o paciente decidir quant...
30/06/2026

Isso aqui me custou caro e pode te custar também.

Quando eu comecei a prática clinica eu deixava o paciente decidir quanto poderia me pagar.

E por isso eu perdi mais de 50 mil reais. Exatamente! Em seis meses eu fechei meu consultório dos sonhos com uma divida de mais de 50 mil.

O que eu aprendi e que você deveria aprender é saber o quanto cobrar pela sua sessão. Acredite isso pode ser a diferença entre uma clinica lucrativa ou uma clínica que vai fechar.

Como você precifica sua sessão? Me conta aqui nos comentários….

30/06/2026

A culpa pela desvalorização do trabalho lúdico geralmente é da comunicação. Você precisa transformar o conteúdo técnico em linguagem acessível.
Saber quando usar a atividade e conectá-la ao plano terapêutico separa a amadora da profissional.

29/06/2026

Reduzir o preço não te traz pacientes fiéis, traz dor de cabeça. Quando assumi meu valor, minha realidade mudou:

1️⃣ Fim das desmarcações fúteis: Pacientes que pagam o preço justo não trocam a sessão por um passeio no shopping.

2️⃣ Comprometimento dos pais: A família passa a seguir a orientação parental com rigor.

3️⃣ Faturamento sólido: Saí do desespero para um faturamento consistente acima de 10 mil reais por mês.

4️⃣ Rotina estratégica: Trabalhar menos horas e ter mais previsibilidade na agenda.

5️⃣ Estabilidade emocional: O fim da ansiedade de não saber como pagar os boletos do consultório.

A autoridade é o que faz o paciente confiar antes mesmo de te conhecer.

Salve este post para ler toda vez que tiver medo de passar o seu preço.

Nem todo mundo quer ter filhos.E isso é legítimo.O que não é legítimoé fingir que crianças não existem.Criança fala alto...
29/06/2026

Nem todo mundo quer ter filhos.
E isso é legítimo.

O que não é legítimo
é fingir que crianças não existem.

Criança fala alto.
Criança se mexe.
Criança testa limites porque o cérebro ainda está em construção.

Mas o mundo adulto olha e traduz isso como falta de educação,
como descontrole,
como erro.

Só que desenvolvimento não é silêncio.
Desenvolvimento é barulho, tentativa, excesso, repetição.

Quando um adulto se irrita com uma criança,
na maioria das vezes
não é sobre a criança.

É sobre um mundo que exige comportamento adulto
de um sistema nervoso que ainda está amadurecendo.

A gente não vive numa sociedade anti-pais.
A gente vive numa sociedade anti-infância.

Uma sociedade que tolera crianças
desde que elas não apareçam,
não incomodem
e não lembrem os adultos
de que ninguém nasce pronto.

E a criança que cresce ouvindo que atrapalha
aprende cedo a diminuir o próprio tamanho.
Aprende a pedir menos,
sentir menos,
existir menos.

Vira um adulto funcional, educado, eficiente…
e profundamente ansioso por dentro.

Não querer filhos é uma escolha.

Viver em sociedade é responsabilidade.

Crianças fazem parte do mundo.
E o mundo precisa ser emocionalmente maduro o suficiente
para conviver com elas
sem tentar silenciá-las.

Criança não precisa ser suportada.
Precisa ser respeitada.

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