Juliana Fritzen - Terapeuta EFT

Juliana Fritzen - Terapeuta EFT Especialista em Desenvolvimento Pessoal e Profissional com aplicação da Técnica EFT.

E se o que você chama de “pior coisa”…for, na verdade, o evento que reorganizou o seu cérebro pra você nunca mais aceita...
23/04/2026

E se o que você chama de “pior coisa”…
for, na verdade, o evento que reorganizou o seu cérebro pra você nunca mais aceitar menos?

Isso não signif**a que não doeu.
Nem que foi “bom”.

Mas a forma como você interpreta o que viveu
é o que define o que o seu cérebro vai fazer com essa experiência.

A neurociência já mostra que o cérebro não responde aos fatos, ele responde ao signif**ado que você dá a eles.

E é aí que muita gente f**a presa.

Revive a dor.
Reforça a mesma narrativa.
E sem perceber treina o cérebro pra continuar reagindo do mesmo jeito.

Agora pensa comigo:
E se essa experiência não foi o fim de algo…
mas o início de um limite que você nunca teve?

E se foi isso que te ensinou a se posicionar?
A enxergar o que antes você ignorava?
A não aceitar mais o que te diminuía?

Talvez não tenha sido só perda.
Talvez tenha sido reorganização. 🧠

Você pode até ter se afastado…Mas se ainda dói, ainda ativa, ainda se repete…  você não saiu. Você só mudou a forma.Padr...
15/04/2026

Você pode até ter se afastado…

Mas se ainda dói, ainda ativa, ainda se repete…
você não saiu. Você só mudou a forma.

Padrões não se quebram com força.
Se transformam com consciência.

Se você está cansada de viver a repetição de padrões e sentir a sua vida limitada, acesse agora o combo destrave relacionamentos.

Comente “destrave” para receber mais informações.

08/04/2026

A autossabotagem paralisa e bloqueia. Você julga como preguiça, mas procrastinar tem camadas emocionais ocultas.
E quanto mais você se cobra e se critica, mais se sabota.

A procrastinação enterra muitos sonhos e planos.
E um tempo que nunca mais vai voltar.

Esse vídeo é pra destravar isso agora.

Faz comigo até o final.
Depois me conta o que mudou.

E se você quer ir mais fundo, eu deixei um ebook gratuito no link da bio, acesse para saber mais sobre essa técnica revolucionária de libertação emocional e aprenda a parar de se sabotar de vez.

08/04/2026

A autosabotagem trava e paralisa. Você julga que é preguiça, mas procrastinar tem muitas camadas emocionais ocultas.
E quanto mais você se critica e se cobra, mais se sabota.

Esse ciclo silencioso enterra muitos sonhos e planos. E um tempo que nunca mais vai voltar.

Esse vídeo é pra destravar isso agora.

Faz comigo até o final.
Depois me conta o que mudou.

E se você quer ir mais fundo, eu deixei um ebook gratuito no link da bio, aprenda essa Técnica revolucionária de libertação emocional para parar isso de vez.

Se você se sente bloqueado para ir atrás de algo porque está com medo, inseguro ou duvidando de si mesmo…Pare um segundo...
27/03/2026

Se você se sente bloqueado para ir atrás de algo porque está com medo, inseguro ou duvidando de si mesmo…Pare um segundo para pensar na outra opção: f**ar exatamente onde você está.

Ficar na mesma rotina. As mesmas desculpas. A mesma voz na sua cabeça que diz que você não pode ou não deveria.

Às vezes, o verdadeiro risco não é tentar… é passar mais um ano, mais uma semana, mais um dia desejando que tivesse tentado. Considere isso como o seu lembrete para dar o próximo passo ❤️

Inspirado em Let Them Theory.

Aqui no off, vivendo o amor mais transformador, forte, intenso e apaixonante. Sofia chegou transbordando nossos corações...
17/03/2026

Aqui no off, vivendo o amor mais transformador, forte, intenso e apaixonante. Sofia chegou transbordando nossos corações. Cada dia é único..e passa tão rápido.

A melhor parte tem sido dividir essa nova temporada ao lado do meu parceiro de vida. O marido e pai mais incrível que eu poderia ter escolhido, que cuida de nós duas com tanto amor.

Não foi acaso.
Chegar até aqui foi reforma interna e entrega.
E valeu a pena.

A vida é boa demais de ser vivida com vocês🌷🤍.

A exigência de perfeição não é um padrão elevado. É um modo de defesa.Por trás do perfeccionismo, quase sempre existe um...
29/01/2026

A exigência de perfeição não é um padrão elevado.
É um modo de defesa.

Por trás do perfeccionismo, quase sempre existe uma ferida: a de não ter sido acolhido sendo quem era. Então a mente aprende que talvez..se for perfeita..
nunca mais será rejeitada, criticada, envergonhada.

Mas o custo é alto. A espontaneidade vira tensão, o erro vira vergonha e a leveza cede espaço ao controle.

Não existe crescimento saudável onde há medo constante de falhar. O desenvolvimento real acontece quando o sujeito se autoriza a existir por inteiro, sendo imperfeito, vivo.

Seja lá o papel que a perfeição ocupe na sua vida, lembra disso: não é sobre parecer impecável. É sobre estar presente e ser gentil consigo mesmo, mesmo quando não sabe exatamente como vai ser.

Isso… é humano.

11/01/2026

Talvez você nunca tenha parado para perceber,
mas muitas escolhas que você chamou de “amor”
nasceram do medo de não ser escolhida.

Você se adapta.
Reduz suas necessidades.
Tolera o que machuca.
Aceita migalhas e ainda se pergunta se está exigindo demais.

Não porque você é fraca.
Mas porque, em algum ponto da sua história,
o amor pareceu instável demais
para ser um lugar confiável.

A ferida da rejeição não grita.
Ela ensina você a se moldar
para não perder o vínculo.

E isso vai corroendo a autoestima.
Porque toda vez que você precisa se abandonar
para ser aceita,
o recado interno se repete:
“eu não sou suficiente”.

Curar essa ferida não é se fechar,
nem se tornar fria ou distante emocionalmente.

É aprender a se amparar por dentro,
a se organizar emocionalmente,
para nunca mais precisar diminuir quem você é
para caber na vida de alguém.

É isso que muda, de verdade,
a forma como você se relaciona
consigo e com o outro.

🔹Na próxima semana, vou abrir as vagas
para algo inédito, que nunca lancei antes:
o Desafio de 21 dias: Autoestima Blindada.

Um processo estruturado para desenvolver
os recursos internos necessários
para trabalhar a ferida da rejeição
e outros temas profundos que impactam
sua autoestima e seus relacionamentos.

09/01/2026

Tem pessoas que não sofrem por amar demais.
Sofrem porque não sabem existir fora da intensidade.

Elas chamam de paixão.
Mas o corpo chama de ansiedade.

Chamam de amor.
Mas o sistema nervoso chama de alerta.

E passam a vida tentando sustentar vínculos
que só funcionam quando estão no limite.

Quando tudo f**a calmo, algo falta.
Quando tudo f**a estável, algo incomoda.

Isso não é escolha consciente.
É um padrão emocional aprendido.

E enquanto esse padrão não é olhado,
a pessoa continua acreditando
que o problema está sempre no outro…
ou nela, como defeito.

Não está.

Está na forma como a autoestima foi construída
e nunca estabilizada.

Mas chega um momento em que a intensidade cansa. E a pessoa entende que precisa de algo mais sólido do que picos emocionais.

Autoestima se constrói.
E na próxima semana,
vou conduzir esse processo
no Desafio Autoestima Blindada 🔐

08/01/2026

Não é que você goste de relações difíceis.
É que, quando a autoestima é frágil,
constância parece pouco e validação parece amor.

O problema é que esse padrão
não aparece só nos relacionamentos.

Ele se repete no corpo,
na comida, nas promessas que você faz pra si
e não consegue sustentar.
A baixa autoestima faz você aceitar menos.
Tentando provar mais.

06/01/2026

Algumas pessoas aprendem a viver. Outras aprendem a sobreviver antes mesmo de saber o que isso signif**a.

Com 5 anos, eu vi minha mãe desistir da própria vida diante de mim.
Não como conceito.
Não como metáfora.
Mas como uma ruptura definitiva do mundo.

A infância acabou ali.

O corpo continuou pequeno,
mas a vida passou a exigir de mim
um tamanho que nenhuma criança deveria ter.

Enquanto outras crianças brincavam,
eu aprendi a sustentar.. em meio ao caos, o preço de ter crescido em um ambiente completamente disfuncional.

Sustentar o silêncio.
Sustentar a dor.
Sustentar decisões grandes demais.

Não apenas por mim.
Mas por outra criança, que da noite pro dia se tornou minha responsabilidade também.

Não havia escolha.
Havia necessidade.

Vieram audiências, conflitos, tensões que não se diziam em voz alta. Famílias emprestadas. Medos e inseguranças constantes. Vieram olhares que esperavam força. Vieram dias em que chorar não era uma opção.

Eu aprendi cedo a não dar trabalho.
A engolir o choro.
A existir em estado de alerta.

Cresci com a ferida do abandono aberta.
Com a rejeição não dita, mas profundamente sentida no corpo.

Com a sensação constante de que, se eu falhasse, tudo desmoronaria.

Houve adoecimento mental severo.
Houve depressão profunda.
Houve períodos de risco à própria vida.

Não conto isso para chocar.
Conto porque esse tipo de dor
não se aprende em livros.

Em algum momento, eu poderia ter f**ado ali. Poderia ter desaparecido junto com tudo aquilo.
Mas algo em mim escolheu f**ar.

Não foi força.
Não foi superação.
Foi sobrevivência.

A travessia não me transformou em alguém “forte”. Me transformou em alguém precisa.

Hoje, quando alguém se senta à minha frente carregando culpa, hiperresponsabilidade, ansiedade, medo de rejeição ou a sensação de que precisa sustentar tudo sozinho…
eu não escuto apenas a história.

Eu reconheço o lugar.

Reconheço porque já estive ali. Reconheço porque atravessei sem romantizar. Reconheço porque fiz da dor uma ponte — não um palco.

Eu não trabalho com processos que conheço só pela teoria.
Eu caminho com pessoas que aprenderam cedo demais a sobreviver e agora precisam, com segurança, aprender a viver.

Emily em Paris não é sobre romance.É sobre mulheres que aprenderam que precisam dar conta.Dar conta do trabalho.Do clima...
03/01/2026

Emily em Paris não é sobre romance.
É sobre mulheres que aprenderam que precisam dar conta.

Dar conta do trabalho.
Do clima.
Do outro.
Do vínculo.

Na abordagem sistêmica, isso não é personalidade. É adaptação aprendida.

Quando uma mulher cresce achando que amor exige esforço constante, ela confunde pertencimento com desempenho
e presença com entrega excessiva.

O corpo sente antes da consciência:
cansaço, ansiedade, confusão emocional.

Não é fraqueza.
É um padrão antigo pedindo atualização.

Amadurecer não é fazer tudo dar certo.
É parar de se perder tentando sustentar histórias que não dependem só de você.

Se isso te atravessou, salva.
Alguns conteúdos não confortam — organizam.

Endereço

Florianópolis, SC

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