Marcelo Lopez de Abreu

Marcelo Lopez de Abreu Terapeuta Integrativo | Alquimista
Conecte-se a uma frequência que vai além do corpo e descubra uma cura profunda e transformadora.

23/08/2026

Tudo aquilo que você alimenta dentro de você começa, de alguma forma, a ganhar espaço fora.

Um pensamento repetido se transforma em crença.
Uma crença influencia suas emoções.

Suas emoções mudam a forma como você age.
E suas ações constroem caminhos.

Por isso, cuidar do que acontece na sua mente não é detalhe. É direção.

Se você passa o tempo inteiro imaginando que não vai dar certo, que não consegue, que não merece ou que alguma coisa ruim está para acontecer, seu corpo e suas escolhas começam a responder a esse estado.

Mas quando você muda a consciência, começa a enxergar outras possibilidades.

Não significa simplesmente “pensar positivo” e esperar que tudo aconteça sozinho.

Significa pensar, sentir e agir na direção daquilo que você deseja construir.

A mente cria possibilidades.
A consciência escolhe o caminho.
E a ação transforma possibilidade em realidade.

Então observe com atenção:
O que você tem criado todos os dias através daquilo que pensa?

21/08/2026

A mudança começa quando você percebe em qual degrau da sua postura você está vivendo.

No primeiro degrau, você reclama.
Tudo parece culpa das circunstâncias, das pessoas, da vida.

No segundo, você justifica.
Você já percebe o problema, mas encontra razões para continuar exatamente no mesmo lugar.

Depois, começa a assumir responsabilidade.
Você entende que talvez não controle tudo o que acontece, mas pode escolher como responder ao que acontece.

E então vem o degrau que realmente transforma: a ação.
Porque consciência sem movimento pode virar apenas mais uma explicação bonita.

A pergunta não é apenas:
“Por que isso está acontecendo comigo?”
Talvez a pergunta mais poderosa seja:
“O que eu posso fazer com isso a partir de agora?”

A escada da postura não fala sobre nunca reclamar ou nunca se justificar. Fala sobre não construir moradia nesses degraus.

Quanto mais você sobe, menos entrega seu poder para fora e mais participa ativamente da transformação da própria vida.

Em qual degrau você percebe que está hoje?

A respiração acontece o tempo todo. Mas poucas pessoas aprenderam a perceber o que ela está dizendo sobre o próprio corp...
19/08/2026

A respiração acontece o tempo todo. Mas poucas pessoas aprenderam a perceber o que ela está dizendo sobre o próprio corpo.

Ela muda quando estamos em alerta.
Muda quando sentimos medo.
Muda quando tentamos manter o controle.

E também muda quando o corpo começa a recuperar segurança e equilíbrio.

Por isso, observar a respiração não é apenas observar se o ar entra e sai.

É perceber ritmo, profundidade, pausas, tensão e a maneira como o sistema nervoso está respondendo naquele momento.

Muitas vezes, o corpo começa a mostrar sinais antes que o esgotamento, a ansiedade ou a sobrecarga se tornem evidentes.

E quanto mais você aprende a reconhecer esses sinais, mais cedo consegue intervir.

Na terapia, a respiração também pode ser utilizada como uma ferramenta para favorecer regulação, presença e uma resposta corporal mais equilibrada.

Antes de esperar o corpo gritar, aprenda a escutar os sinais que ele já está dando.

Agende sua sessão e entenda como trabalhar essa regulação de forma mais consciente.

14/08/2026

Ouvir a Manu compartilhando tudo o que viveu e sentiu durante esse processo foi realmente emocionante.

E talvez, para quem olha de fora, algumas transformações possam até parecer um milagre.

Mas eu posso dizer: não é um milagre, Manu. É cura. É processo. É acesso.

É o resultado de olhar para lugares que, muitas vezes, passamos uma vida inteira evitando. De acessar dores, emoções, memórias e bloqueios que estavam ali, silenciosamente influenciando a forma de sentir, pensar e viver.

Quando utilizamos as terapias e as ferramentas certas, conseguimos acessar camadas profundas e abrir espaço para novos caminhos.

Cada pessoa tem seu tempo, sua história e seu próprio processo. Mas acompanhar alguém percebendo mudanças tão significativas é uma das partes mais especiais do meu trabalho.

Manu, obrigado pela confiança, pela entrega e, principalmente, pela coragem de compartilhar sua experiência.

Porque quando uma pessoa conta a própria transformação, ela também pode mostrar para outra que existe um caminho possível.

Manu Tzelikis | Viagens anu

07/08/2026

Você já reparou que, diante de algo desconhecido, uma criança costuma olhar para o rosto dos pais antes de reagir?
Ela faz isso porque ainda está aprendendo a interpretar o mundo ao seu redor.

Embora o cérebro humano já nasça com mecanismos de proteção e identificação de ameaças, muitos medos também são construídos por meio da observação.

Quando os adultos demonstram medo intenso, ansiedade ou preocupação diante de determinada situação, a criança pode compreender aquela reação como um aviso:
“Isso não é seguro.”

Esse mecanismo é conhecido como referenciamento social.
Por meio das expressões faciais, do tom de voz e do comportamento de quem cuida dela, a criança busca pistas para entender se deve se aproximar, se afastar, se acalmar ou entrar em alerta.

Isso não quer dizer que os pais sejam responsáveis por todos os medos dos filhos. Sentir medo é humano e faz parte da vida.

O ponto principal está na maneira como lidamos com aquilo que sentimos.

Quando um adulto consegue dizer:
“Eu também estou com medo, mas podemos enfrentar isso juntos.”

Ele não está apenas demonstrando coragem. Está ensinando regulação emocional, segurança e confiança.

As crianças aprendem muito menos com discursos e muito mais com aquilo que observam diariamente.

Elas percebem como reagimos aos problemas, como enfrentamos o inesperado e como nos reorganizamos depois de momentos difíceis.

De certa forma, o cérebro infantil está sempre buscando uma resposta:
“Se a pessoa que cuida de mim está segura, talvez eu também possa ficar.”

É assim que a segurança emocional começa a ser construída: na presença, no exemplo e na forma como atravessamos os desafios.

E você, reconhece algum medo que pode ter aprendido na infância ao observar as reações dos adultos ao seu redor?

05/08/2026

Por que nos sentimos tão cansados, mesmo quando aparentemente não fizemos tanto?

Talvez porque o corpo esteja parado, mas a mente nunca esteja.

Vivemos acelerados, pensando no que passou, antecipando o que ainda nem aconteceu e tentando controlar tudo ao nosso redor. Aos poucos, perdemos o contato com o presente, com o corpo e até com a nossa própria energia.
Já não pisamos no chão com consciência.
Não respiramos profundamente.

Não silenciamos.
Não aterramos.

E quando não estamos presentes no corpo, a energia se dispersa.

Às vezes, não estamos apenas cansados. Estamos desconectados, sobrecarregados e gastando energia em preocupações, pensamentos repetitivos, ambientes e situações que nos mantêm constantemente em estado de alerta.

Aterramento é voltar para si.

É sentir os pés no chão, perceber a respiração, diminuir o ritmo, entrar em contato com a natureza e permitir que o corpo entenda que, naquele momento, ele está seguro.
Nem todo cansaço precisa de mais produtividade.

Alguns precisam de pausa.
Outros, de silêncio.
E muitos precisam de presença.

Antes de exigir mais de você, pergunte:
“O que está consumindo a minha energia?”

Talvez você não precise fazer mais.
Talvez precise voltar para o seu centro.

Essa abordagem funciona melhor do que afirmar que todo cansaço vem da falta de aterramento, porque preserva a mensagem espiritual sem ignorar fatores físicos, emocionais ou médicos.

03/08/2026

Às vezes, uma queda não vem apenas para te derrubar. Ela vem para revelar algo que você ainda não estava conseguindo enxergar.

Quando você entende o que aquela dor, aquele fracasso ou aquele momento de desorganização está tentando te mostrar, a queda pode deixar de ser o fim e se transformar no maior trampolim da sua vida.

Mas não basta apenas querer sair do buraco.

É preciso compreender por que você caiu, identificar quais padrões te trouxeram até ali e escolher, com clareza, quais ferramentas serão usadas para reconstruir sua estrutura emocional. Caso contrário, você até consegue se levantar, mas continua vulnerável a cair novamente no mesmo lugar.

E existem buracos que ninguém consegue ver.

O buraco da mente pode ser um dos mais profundos, porque ele afeta a maneira como você enxerga a si mesmo, suas possibilidades e até a própria vida. Por fora, tudo pode parecer normal. Por dentro, você pode estar lutando diariamente para não desaparecer dentro dos próprios pensamentos.

Por isso, uma verdadeira transformação não acontece apenas quando você sai da crise, mas quando aprende a reconhecer os sinais, fortalece sua base emocional e cria recursos para não retornar ao mesmo padrão.

A queda pode ter sido dolorosa, mas ela não precisa ser desperdiçada.

Com consciência, estrutura e as ferramentas certas, aquilo que quase te destruiu pode se tornar exatamente o ponto de partida para uma nova vida.

31/07/2026

Muitas vezes, não nos aproximamos de alguém apenas por afinidade. Também nos conectamos por aquilo que ainda dói dentro de nós.

Sem perceber, podemos reconhecer no outro feridas parecidas com as nossas, medos semelhantes e histórias emocionais que conversam entre si. É assim que algumas relações ganham intensidade tão rápido: não porque necessariamente exista compatibilidade, mas porque algo antigo foi tocado.

Por isso, determinadas conexões parecem tão profundas. Elas despertam partes que ainda não foram compreendidas, acolhidas ou curadas.

E então a história se repete.

Mudam os rostos, os nomes, os lugares e os detalhes… mas a sensação continua a mesma. A pessoa é outra, porém o padrão permanece. A ferida tenta criar um novo enredo, mas quase sempre conduz ao mesmo desfecho.

Até que você percebe: não é apenas sobre quem chega à sua vida. É também sobre aquilo que, dentro de você, continua escolhendo, aceitando e sustentando as mesmas dinâmicas.

Nada se transforma de verdade enquanto nós permanecemos iguais.

O que acontece do lado de fora, muitas vezes, revela aquilo que ainda precisa ser visto do lado de dentro. Não como castigo, mas como um chamado à consciência.

A mudança começa quando você decide, com verdade:
“Eu não quero mais repetir essa história.”

Quando você entende que não precisa viver outra decepção para aprender a mesma lição. Que não precisa permitir que uma ferida antiga continue escolhendo por você.

Ao cuidar do seu mundo interno, suas relações também começam a mudar. A forma como você se posiciona muda. Seus limites mudam. Suas escolhas mudam. E aquilo que antes parecia inevitável deixa de ter espaço.

É nesse momento que o seu futuro deixa de ser conduzido pelas dores do passado e passa a ser construído por decisões conscientes.

A vida pode até continuar a mesma por fora por algum tempo. Mas, por dentro, existe uma nova pessoa escolhendo como deseja vivê-la.

30/07/2026

Instabilidades emocionais precisam ser levadas a sério.

Cada pessoa sente, reage e expressa suas dores de uma maneira diferente. O que para alguém pode parecer pequeno, para outra pessoa pode representar um peso enorme, difícil até de explicar.

Por isso, no meu trabalho, não existe julgamento, comparação ou uma única forma de cuidar.

Eu acolho cada história com atenção, carinho, respeito e presença. Procuro compreender não apenas aquilo que a pessoa consegue dizer, mas também o que aparece nos silêncios, nos comportamentos, nos padrões e nas emoções que ela ainda não consegue nomear.

Meu compromisso é olhar para o ser humano de forma ampla, considerando suas experiências, suas dores, seus relacionamentos e tudo aquilo que pode estar influenciando seu equilíbrio emocional.

A partir desse olhar, utilizo as técnicas e os conhecimentos que construí ao longo da minha trajetória para ajudar cada pessoa a compreender o que está vivendo, acessar as raízes do sofrimento e encontrar caminhos mais conscientes para a transformação.

Você não precisa esperar chegar ao limite para buscar ajuda.
O que você sente merece atenção, acolhimento e cuidado.

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