17/04/2025
Durante uma separação, é natural existirem dores, ajustes e inseguranças, mas nada disso deve ser transferido para a criança.
Qualquer feriado vira batalha de agendas.
Presentes viram compensações.
A presença vira disputa.
E quem perde, no fim, é ela.
Não porque está com um ou com outro.
Mas por que deixou de estar inteira em si.
A criança precisa de previsibilidade, afeto e proteção emocional, especialmente em períodos delicados como o divórcio.
Que esta Páscoa seja menos sobre quem “ganha” o direito de estar com a criança, e mais sobre quem tem a responsabilidade de garantir que ela continue sendo criança, apesar de tudo.