Pagu Psicologia

Pagu Psicologia Mudando o mundo, uma mulher por vez! Psicologia acessível para mulheres. Pagu psicologia: Mayhumi Kitagawa - CRP: 04/49366

Uma avaliação neuropsicológica não serve para encaixar pessoas em rótulos. Ela pode ser uma ferramenta para compreender ...
03/07/2026

Uma avaliação neuropsicológica não serve para encaixar pessoas em rótulos. Ela pode ser uma ferramenta para compreender melhor sua trajetória, seu funcionamento cognitivo, emocional e relacional, produzindo caminhos mais consistentes de cuidado.

Se você tem dúvidas sobre possíveis características neurodivergentes ou deseja compreender melhor sua história, a NeuroAvaliação da SouPagu pode ajudar nesse processo.

Clique no link da bio para saber mais.

Às vezes, não é amor.É expectativa. É se apaixonar pela promessa,pela possibilidade,pela versão dele, que existe muito m...
13/06/2026

Às vezes, não é amor.
É expectativa.
 
É se apaixonar pela promessa,
pela possibilidade,
pela versão dele, que existe muito mais na sua imaginação do que na realidade.
 
Muitas mulheres foram ensinadas a amar homens pelo potencial.
Esperar mudança.
Esperar maturidade.
Esperar cuidado.
Esperar reciprocidade.
 
Mas existe uma diferença dolorosa entre amar alguém
e amar a expectativa de quem essa pessoa talvez pudesse ser.

A misoginia não se manifesta apenas em episódios isolados de violência.Ela atravessa discursos, instituições, relações e...
11/06/2026

A misoginia não se manifesta apenas em episódios isolados de violência.

Ela atravessa discursos, instituições, relações e formas de organização social.

No próximo Aulão SouPagu, vamos discutir os crimes de ódio, a misoginia como fenômeno estrutural e os impactos da sua criminalização no Brasil.

Uma conversa fundamental para psicólogas, estudantes, profissionais do direito e todas as pessoas interessadas em compreender as múltiplas formas que a violência de gênero assume na contemporaneidade.

📅 24/06/2026
🕖 19h
🎟 Evento aberto
Inscrições pelo link da bio.

A comparação feminina não é um hábito individual.Ela também é um projeto social.Porque uma mulher ocupada tentando alcan...
10/06/2026

A comparação feminina não é um hábito individual.
Ela também é um projeto social.

Porque uma mulher ocupada tentando alcançar um ideal impossível quase nunca consegue perceber que a própria régua já foi construída para que elas nunca se sintam suficientes.

A comparação constante não aproxima mulheres de um ideal.
Só as afasta de si mesmas.

02 de Junho, Dia da Conscientização de Transtornos Alimentares.Tem mulheres que aprenderam a sentir culpa antes mesmo de...
02/06/2026

02 de Junho, Dia da Conscientização de Transtornos Alimentares.

Tem mulheres que aprenderam a sentir culpa antes mesmo de aprender a sentir fome.

Porque durante muito tempo ensinaram que o corpo feminino precisava:
ser controlado,
reduzido,
corrigido,
vigiado.

Tem mulheres que passam a vida inteira tentando entender quem são, sem perceber que aprenderam a se enxergar a partir do...
01/06/2026

Tem mulheres que passam a vida inteira tentando entender quem são, sem perceber que aprenderam a se enxergar a partir do desejo do outro.

Ser bonita o suficiente.
Desejada o suficiente.
Amada o suficiente.

Fomos ensinadas que nossa existência precisava de um selo de validação que só o amor romântico poderia conceder.

Então, desde muito cedo, ser escolhida deixou de ser apenas desejo.

Virou confirmação de valor.

Existe uma violência silenciosa em precisar provar constantemente a própria experiência para ser levada a sério.Principa...
29/05/2026

Existe uma violência silenciosa em precisar provar constantemente a própria experiência para ser levada a sério.

Principalmente quando falamos de mulheres neurodivergentes.

Porque o imaginário social sobre o autismo ainda é extremamente limitado, masculino e estereotipado. E tudo que foge desse roteiro costuma ser tratado como exagero, frescura, ansiedade, sensibilidade demais ou “coisa da personalidade”.

Muitas mulheres chegam à vida adulta exaustas sem entender por quê.

Exaustas de socializar.
Exaustas de performar funcionalidade.
Exaustas de tentar corresponder ao que esperam delas o tempo inteiro.

Mas como conseguem trabalhar, conversar, sorrir e parecer “adaptadas”, raramente são vistas como pessoas que precisam de acolhimento ou investigação clínica.

Nem toda neurodivergência é visível.
Nem todo sofrimento é barulhento.

E nem toda pessoa autista vai corresponder à imagem estereotipada que construíram sobre o autismo.

E talvez esteja na hora de entender que “parecer normal” muitas vezes foi só uma estratégia de sobrevivência.

Por muito tempo, a medicina tratou emoções femininas como doença.Mulheres foram institucionalizadas, medicadas e invalid...
27/05/2026

Por muito tempo, a medicina tratou emoções femininas como doença.

Mulheres foram institucionalizadas, medicadas e invalidadas simplesmente por expressarem dor, raiva ou sofrimento.

A chamada “histeria feminina” serviu durante séculos como ferramenta de controle social.

Porque uma mulher emocionalmente consciente sempre foi mais perigosa do que uma mulher silenciosa.

E talvez a parte mais violenta disso tudo seja perceber que esse discurso nunca desapareceu completamente.

Ele só mudou de nome.

Hoje ela é chamada de:
“emocionada”,
“difícil”,
“maluca”,
“instável”.

Mas a lógica continua parecida:
descredibilizar mulheres para preservar estruturas.

Endereço

Florianópolis, SC

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Pagu Psicologia posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar