29/07/2026
Quando falamos em câncer de pele da face e do pescoço, muitas pessoas acreditam que o tratamento se resume à retirada do tumor.
Na realidade, a reconstrução da área operada frequentemente faz parte do planejamento cirúrgico desde o início.
Isso acontece porque a remoção adequada do câncer deve priorizar o controle oncológico, respeitando margens cirúrgicas seguras.
Dependendo do tamanho, profundidade e localização da lesão, pode resultar em casos que necessitam de reconstrução especializada.
Em regiões como nariz, pálpebras, lábios, orelhas e face, a reconstrução não possui apenas finalidade estética.
Ela é importante para preservar funções essenciais, proteger estruturas nobres, favorecer a cicatrização e contribuir para uma reabilitação adequada do paciente.
A técnica reconstrutiva é individualizada e pode variar desde um fechamento simples até procedimentos mais complexos utilizando retalhos locais, enxertos ou técnicas avançadas de reconstrução.
Por esse motivo, em cirurgia oncológica da cabeça e pescoço, a reconstrução não deve ser vista como uma etapa secundária. Ela faz parte do tratamento e influencia diretamente os resultados funcionais e estéticos obtidos após a retirada do tumor.
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