Arco Íris Clínica Pediátrica

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Seu filho reclama de dor de barriga com frequência, mas os exames não mostram nenhuma alteração importante?Em algumas cr...
26/08/2026

Seu filho reclama de dor de barriga com frequência, mas os exames não mostram nenhuma alteração importante?

Em algumas crianças e adolescentes, a dor abdominal recorrente pode estar relacionada aos chamados distúrbios da interação intestino-cérebro, que incluem condições como síndrome do intestino irritável, dispepsia funcional e dor abdominal funcional.

Uma revisão recente avaliou o uso de probióticos nesses casos e encontrou resultados interessantes.

De modo geral, os probióticos estiveram associados a uma redução modesta da intensidade da dor, além de apresentarem boa tolerabilidade. Algumas cepas, como o Lactobacillus rhamnosus GG, mostraram resultados mais consistentes em determinados estudos.

Mas isso não significa que qualquer probiótico funcione da mesma forma.

Existem diferenças importantes entre cepas, doses, formulações e tempo de tratamento, e os próprios pesquisadores destacam que ainda não é possível definir uma estratégia única para todas as crianças.

Além disso, antes de atribuir uma dor abdominal recorrente a uma condição funcional, é fundamental que a criança seja avaliada pelo pediatra para investigar possíveis causas e sinais de alerta.

Probióticos podem fazer parte do tratamento em situações específicas, mas não devem ser usados como uma solução automática para toda dor de barriga.

Se as queixas são frequentes ou estão interferindo na alimentação, no sono, na escola ou nas atividades da criança, converse com o pediatra.

💙 Na Arco-Íris, acompanhamos cada fase do desenvolvimento com atenção e cuidado.

O retorno ao trabalho é um momento de grandes mudanças para muitas famílias e pode trazer dúvidas sobre como continuar o...
21/08/2026

O retorno ao trabalho é um momento de grandes mudanças para muitas famílias e pode trazer dúvidas sobre como continuar oferecendo leite materno ao bebê.

Quando possível, o planejamento pode começar antes do fim da licença. Aprender a fazer a ordenha, organizar uma pequena reserva de leite e combinar a rotina com quem ficará responsável pelo bebê tornam a transição mais tranquila.

Durante o período de trabalho, a mãe precisa de um ambiente limpo, reservado e confortável para retirar o leite. O armazenamento deve ser feito em recipientes adequadamente higienizados, identificados com a data e o horário da coleta e mantidos sob refrigeração ou congelamento.

No transporte, o leite deve permanecer em recipiente térmico com gelo reutilizável. Para oferecê-lo ao bebê, o descongelamento e o aquecimento precisam seguir orientações seguras: o leite não deve ser fervido nem aquecido diretamente no micro-ondas.

Manter a amamentação após a volta ao trabalho não deve depender apenas do esforço da mãe. Apoio da família, dos cuidadores, dos profissionais de saúde e do ambiente profissional faz toda a diferença.

Embora possa existir alguma sensibilidade nos primeiros dias, sentir dor intensa ou persistente durante as ma**das não d...
19/08/2026

Embora possa existir alguma sensibilidade nos primeiros dias, sentir dor intensa ou persistente durante as ma**das não deve ser considerado uma parte obrigatória da amamentação.

Uma das causas mais frequentes é a pega inadequada. Na pega correta, o bebê mantém a boca bem aberta, os lábios voltados para fora e abocanha não apenas o mamilo, mas também boa parte da aréola. A ma**da tende a ser confortável, com sucção ritmada e deglutição perceptível.

Posicionamento inadequado, mamas muito cheias, fissuras, alterações no frênulo da língua e algumas infecções também podem provocar dor. Por isso, apenas tentar “aguentar” ou aplicar produtos por conta própria pode atrasar a identificação da causa.

Quando a dificuldade é corrigida precocemente, é possível proteger os mamilos, favorecer a retirada adequada do leite e tornar a experiência mais confortável para a mãe e para o bebê.

Se houver dor forte, feridas, sangramento, febre, vermelhidão na mama ou dificuldade do bebê para mamar e ganhar peso, procure orientação profissional. A amamentação precisa de acolhimento, cuidado e suporte.

O leite materno se adapta às necessidades do bebê e oferece, na medida certa, água, gorduras, proteínas, vitaminas e out...
13/08/2026

O leite materno se adapta às necessidades do bebê e oferece, na medida certa, água, gorduras, proteínas, vitaminas e outros nutrientes importantes para o crescimento e o desenvolvimento.

Mas seus benefícios vão além da nutrição. Seus anticorpos e componentes imunológicos ajudam a proteger o bebê contra diarreias, infecções respiratórias e outras doenças comuns na infância. A amamentação também favorece o desenvolvimento da face, da mastigação, da fala e da respiração.

Em longo prazo, está associada a menores riscos de obesidade e diabetes, além de contribuir para o desenvolvimento cognitivo.

A recomendação é que, sempre que possível, o bebê receba exclusivamente leite materno até os seis meses, sem necessidade de água, chás ou outros alimentos. Depois disso, a amamentação pode continuar junto à alimentação complementar até os dois anos ou mais.

Cada história de amamentação é única. Por isso, mães e famílias precisam receber orientação, acolhimento e apoio desde os primeiros dias.

Neste Agosto Dourado, protegemos a amamentação quando cuidamos de toda a rede que a torna possível.


Quando um bebê é amamentado, a mãe também recebe importantes benefícios.Durante as ma**das, o organismo libera ocitocina...
11/08/2026

Quando um bebê é amamentado, a mãe também recebe importantes benefícios.

Durante as ma**das, o organismo libera ocitocina, hormônio que favorece a contração do útero e ajuda a diminuir o sangramento no período pós-parto. A amamentação também está associada a uma redução do risco de câncer de mama, câncer de ovário e diabetes tipo 2.

Os momentos de proximidade e contato podem ainda favorecer a construção do vínculo entre mãe e bebê. Mas é importante lembrar que a amamentação nem sempre acontece de forma simples ou intuitiva. Dor persistente, fissuras, dificuldades na pega e insegurança sobre a produção de leite precisam ser acolhidas e avaliadas.

Amamentar não deve ser uma experiência solitária, nem uma medida do amor ou da capacidade de uma mãe. Informação, acompanhamento profissional e apoio da família fazem parte desse cuidado.

Neste Agosto Dourado, além de incentivar a amamentação, precisamos cuidar de quem amamenta.


09/08/2026

Agosto chegou trazendo uma campanha muito especial: o Agosto Dourado, mês dedicado à conscientização, à promoção e ao in...
05/08/2026

Agosto chegou trazendo uma campanha muito especial: o Agosto Dourado, mês dedicado à conscientização, à promoção e ao incentivo ao aleitamento materno. 💛

A cor dourada representa o padrão-ouro de qualidade do leite materno, um alimento completo, seguro e desenvolvido especialmente para atender às necessidades do bebê. Além de fornecer nutrientes essenciais para o crescimento e o desenvolvimento, a amamentação ajuda a fortalecer o sistema imunológico, contribui para a proteção contra infecções e favorece o vínculo afetivo entre a mãe e a criança.

Os benefícios também se estendem à saúde materna, mas é importante lembrar que a amamentação nem sempre acontece de forma simples ou imediata. Dor, dificuldades na pega, insegurança, cansaço, baixa produção de leite e falta de apoio podem tornar esse período desafiador. Por isso, orientação profissional, acolhimento e uma rede de apoio presente fazem toda a diferença.

Falar sobre aleitamento materno também significa respeitar as diferentes histórias, possibilidades e necessidades de cada família, sem julgamentos ou cobranças. Cada experiência é única e merece ser acompanhada com sensibilidade, informação de qualidade e cuidado.

Ao longo deste mês, a Clínica Arco-Íris compartilhará conteúdos importantes sobre amamentação, seus benefícios, os principais desafios e as formas de tornar esse processo mais seguro e acolhedor para mães, bebês e famílias.

Apoiar a amamentação é promover saúde desde os primeiros dias de vida. 💛

É normal que mães, pais e responsáveis tenham dúvidas sobre a vacinação das crianças. Afinal, estamos falando de uma das...
30/07/2026

É normal que mães, pais e responsáveis tenham dúvidas sobre a vacinação das crianças. Afinal, estamos falando de uma das decisões mais importantes para a proteção da saúde infantil.

As vacinas passam por te**es rigorosos antes de serem aprovadas e continuam sendo monitoradas após o início de sua utilização.

Embora possam provocar reações como dor no local da aplicação, vermelhidão ou febre, esses efeitos geralmente são leves e não impedem a continuidade do calendário vacinal.

Algumas dúvidas muito comuns:

➡️ A criança está resfriada. Pode vacinar?

Em casos leves, com coriza, espirros, tosse discreta e sem febre alta, normalmente não é necessário adiar.

➡️ Está tomando antibiótico. Precisa esperar?

O uso de antibiótico, por si só, não contraindica a vacinação, desde que a criança esteja bem.

➡️ Teve febre após uma dose. Deve interromper as vacinas?

Não. A febre pode ser uma reação esperada após algumas vacinas e, geralmente, não impede as próximas doses.

➡️ Muitas vacinas sobrecarregam a imunidade?

Não. O sistema imunológico infantil tem capacidade para responder aos estímulos das vacinas recomendadas.

➡️ Vacinas causam autismo?

Não. Essa associação já foi amplamente investigada e não é sustentada pelas evidências científicas.

Manter a caderneta atualizada protege a criança e também ajuda a impedir que doenças graves voltem a circular. Em caso de febre alta, doença importante, uso prolongado de corticoides ou outra condição específica, converse com o pediatra antes da vacinação.

Vacinar é um gesto de cuidado individual e coletivo.

Hoje celebramos os profissionais que escolheram dedicar suas vidas ao cuidado das crianças.Ser pediatra é acompanhar cad...
27/07/2026

Hoje celebramos os profissionais que escolheram dedicar suas vidas ao cuidado das crianças.

Ser pediatra é acompanhar cada fase do crescimento, acolher as dúvidas das famílias, orientar com responsabilidade e oferecer carinho e segurança nos momentos mais delicados.

A Arco-Íris agradece e parabeniza todos os pediatras que exercem essa profissão com tanto amor, conhecimento e dedicação. Feliz Dia do Pediatra!

Durante muito tempo, muitas famílias ouviram que o ovo deveria ser oferecido apenas mais tarde, por medo de alergias. Ho...
24/07/2026

Durante muito tempo, muitas famílias ouviram que o ovo deveria ser oferecido apenas mais tarde, por medo de alergias. Hoje, as evidências caminham em outra direção.

Estudos mais recentes mostram que a introdução do ovo por volta dos 6 meses, dentro do período da introdução alimentar, pode estar associada a uma redução da alergia ao ovo, especialmente em alguns grupos de maior risco, como os bebês com eczema precoce.

Um estudo australiano que comparou duas grandes populações de lactentes antes e depois da mudança das diretrizes observou justamente isso: com a introdução mais precoce, houve redução na prevalência de alergia ao ovo.

Isso reforça uma mensagem importante para a prática pediátrica: adiar alimentos alergênicos sem indicação não parece ser a melhor estratégia para prevenir alergias alimentares.

Mas isso não significa oferecer de qualquer jeito. A introdução do ovo deve acontecer de forma segura, respeitando a fase do bebê, sua aceitação alimentar e a orientação do pediatra. Em geral:

✅ a introdução alimentar costuma começar por volta dos 6 meses;
✅ o ovo pode ser incluído nesse processo;
✅ ele deve ser oferecido bem cozido;
✅ a introdução deve ser gradual;
✅ bebês com eczema importante ou histórico familiar de alergia podem precisar de uma orientação ainda mais individualizada.

Outro ponto importante: oferecer cedo não quer dizer oferecer em excesso. O mais importante é fazer uma introdução adequada, cuidadosa e dentro de uma rotina alimentar equilibrada.

A introdução alimentar é uma fase cheia de descobertas ... e também de dúvidas. Por isso, contar com acompanhamento pediátrico ajuda a tornar esse processo mais tranquilo, seguro e alinhado às melhores evidências.

Se você está nessa fase com o seu bebê, converse com o pediatra antes de excluir ou adiar alimentos por conta própria.

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Rua Rui Barbosa, 154
Florianópolis, SC
88025300

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