Isabel Caminha Psicóloga - Espaço EMDR

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ocê já se afastou de alguém sem explicar nada… só para a pessoa “aprender”? 💬Ou já sentiu na pele quando alguém fez isso...
28/05/2026

ocê já se afastou de alguém sem explicar nada… só para a pessoa “aprender”? 💬
Ou já sentiu na pele quando alguém fez isso com você? Nem todo silêncio é cuidado emocional.
Às vezes, ele vira uma forma de punição silenciosa: a pessoa some, ignora, responde friamente, corta contato… não para se proteger, mas para te fazer sentir culpado(a), com medo de perder ou sempre devendo alguma coisa. ❄️
Limites saudáveis são diferentes:
✔️comunicam o que você sente e suporta
✔️deixam claro o que você não aceita
✔️protegem sua saúde emocional
✔️não têm o objetivo de ferir ou controlar o outro
Já a punição silenciosa costuma vir com:
⚠️vontade de “dar uma lição”
⚠️expectativa de que o outro adivinhe o que você sente
⚠️jogos emocionais, culpa e insegurança
Aprender a diferenciar uma coisa da outra é parte importante da responsabilidade emocional. Porque relações mais maduras não usam o silêncio como arma, mas como pausa consciente quando necessário, explicada, combinada, respeitosa.
Na terapia, você pode olhar para esses padrões, entender de onde eles vêm e construir formas mais honestas e cuidadosas de se relacionar. 💜
Se esse conteúdo fez sentido, salva para lembrar depois e compartilha com alguém que confunde limite com “castigo emocional”. ✨

20/05/2026

Você já parou para pensar que aquela dor de cabeça constante, a tensão nos ombros, o estômago sempre embrulhado… podem ser mais do que algo “físico”? 💭
Muitas pessoas cresceram aprendendo a ser fortes o tempo todo. Engoliram choro, deixaram pra depois o que sentiam, carregaram responsabilidades demais.
O corpo foi se acostumando a viver em alerta… como se estivesse sempre pronto para se defender. ⚠️
Com o tempo, aquilo que não foi sentido ou nomeado lá atrás começa a aparecer como:
✨dores frequentes
✨cansaço extremo
✨gastrite, enxaquecas, tensão
✨dificuldade para relaxar e dormir
Não é “fraqueza”. Não é “frescura”. É o seu corpo pedindo para você olhar com mais cuidado para a sua história. 💜
Na terapia, inclusive com o EMDR, é possível trabalhar memórias e experiências que f**aram mal processadas, ajudando o cérebro e o corpo a saírem desse estado de alerta constante.
Não é sobre apagar o que aconteceu, mas sobre deixar de reviver aquela dor o tempo todo.
Se você sente que o corpo está falando mais alto do que a mente, talvez seja o momento de acolher esse sinal.
Você não precisa carregar isso sozinha.
Se esse conteúdo fez sentido, salva pra lembrar depois e compartilha com alguém que vive dizendo “é só uma dorzinha”, mas que talvez esteja precisando ser escutado de verdade.

Você também sente que, por mais que se esforce, está sempre em falta? Muitas mulheres vivem em um malabarismo diário: tr...
13/05/2026

Você também sente que, por mais que se esforce, está sempre em falta?
Muitas mulheres vivem em um malabarismo diário: trabalho, casa, filhos, relacionamento, pais, corpo, aparência… e, no fim do dia, a sensação é de que nunca fizeram o suficiente.
Essa culpa não começa na vida adulta.
Ela costuma nascer lá atrás, quando você aprende que precisa ser “boazinha”, responsável, dedicada, disponível… mesmo cansada. Com o tempo, esse padrão vira uma voz interna que cobra, compara e critica o tempo todo.
O resultado?
✨autoexigência exagerada
✨dificuldade de descansar sem se sentir culpada
✨comparação constante com outras mulheres
✨sensação de falha, mesmo quando você está fazendo o seu melhor
Não é que você faça pouco.
É que a régua que você usa para se medir está alta demais e, muitas vezes, nem foi você que criou essa régua.
Na terapia, é possível entender de onde vem essa cobrança, trabalhar essas expectativas e construir um olhar mais real e amoroso sobre quem você é e o que você faz.

💜 Você não precisa ser perfeita para ser suficiente. Talvez o próximo passo não seja “fazer mais”, e sim aprender a reconhecer tudo o que você já faz.
Se esse conteúdo fez sentido pra você, salva para reler depois e compartilha com alguma mulher incrível que vive se achando “menos do que é”. ✨

Hoje é um dia sensível para muitas mulheres. 💐 Para algumas é dia de celebração e encontros. Para outras é dia de saudad...
10/05/2026

Hoje é um dia sensível para muitas mulheres. 💐
Para algumas é dia de celebração e encontros.
Para outras é dia de saudade, de lembranças, de perguntas, de silêncio.
Em nome da Psicóloga Isabel Caminha, f**a aqui um abraço simbólico:
🫶 para quem é mãe e se cobra demais
🫶 para quem sente falta da mãe
🫶 para quem teve uma relação difícil com a maternidade
🫶 para quem gostaria de ser e ainda não conseguiu
🫶 para quem decidiu não ser e, mesmo assim, sente olhares e julgamentos
Que hoje você se permita sentir do seu jeito, sem obrigação de “dar conta” de um dia perfeito.
Que possa reconhecer sua história, seus esforços e, também, seus limites, com mais gentileza. 💜
Feliz Dia das Mães, com respeito a todas as formas de maternar, e a todas as mulheres que existem por trás desse papel. 🌷

06/05/2026

No Dia das Mães, é comum elogiar a força, a dedicação e a capacidade de “dar conta de tudo”.
O que quase não se fala é do peso emocional que muitas mulheres carregam em silêncio: a exaustão, a culpa por precisar de tempo para si, o medo de não ser uma “boa mãe” se colocar limites.
Grande parte desse sofrimento vem de uma história aprendida lá atrás: de que uma mãe que se cuida é egoísta, de que pedir ajuda é sinal de fraqueza, de que o amor pelos filhos justif**a se anular completamente. Mas a saúde emocional de uma mãe não é detalhe. Ela impacta diretamente na forma como se relaciona com os filhos, com o parceiro e consigo mesma.

Uma mãe que se permite descansar, sentir, pedir ajuda e dizer “agora eu preciso de mim” também está ensinando aos filhos sobre limites, respeito e amor-próprio.
Se você é mãe e se reconhece nesse lugar de sobrecarga e culpa, saiba que você não precisa sustentar tudo sozinha.
A terapia pode ser um espaço seguro para olhar para essas expectativas, histórias antigas e cobranças internas, e construir uma forma de maternar que também acolha a mulher que você é.
➡️ Se esse conteúdo fez sentido, compartilhe com alguma mãe que você admira e que também merece ser cuidada.

Ser seletiva vai muito além dos relacionamentos. Está nas pequenas escolhas do dia a dia.-Nas pessoas com quem você conv...
30/04/2026

Ser seletiva vai muito além dos relacionamentos. Está nas pequenas escolhas do dia a dia.
-Nas pessoas com quem você convive.
-Nos ambientes que frequenta.
-No tipo de conversa que você alimenta.
-Até na forma como você cuida de si.
Tudo isso impacta diretamente na sua saúde emocional. Quando você não filtra o que entra na sua vida, seu corpo sente.
-Vem o cansaço.
-A sobrecarga.
-A ansiedade que parece não ter explicação.
E muitas vezes não é uma coisa só. É o acúmulo.
Ser seletiva é um exercício de consciência. É começar a perceber o que te faz bem e o que te desgasta. E aos poucos, fazer escolhas mais alinhadas com você.

Na terapia, esse processo ajuda a organizar esses padrões e trazer mais clareza para o dia a dia.
No meu site você encontra conteúdos sobre ansiedade, autoestima e bem-estar emocional.
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Será que você tem traços narcisistas e nem percebe?Hoje em dia, a palavra “narcisismo” é usada com muita facilidade. Mas...
23/04/2026

Será que você tem traços narcisistas e nem percebe?
Hoje em dia, a palavra “narcisismo” é usada com muita facilidade. Mas, na prática, ela não se resume a um rótulo simples.
O que existem são traços, que podem aparecer em diferentes níveis.
Entre eles, por exemplo:
➡️ a necessidade constante de validação,
➡️ dificuldade em lidar com críticas,
➡️ sensação de ser especial ou diferente dos outros,
➡️ e, em alguns momentos, dificuldade em reconhecer o ponto de vista do outro.

Também pode existir uma oscilação na autoestima entre sentir-se muito confiante e, em outros momentos, bastante inseguro.
Esses traços não surgem do nada. Muitas vezes, são formas de lidar com experiências emocionais ao longo da vida.
Ter alguns desses traços não signif**a um diagnóstico. Mas observar esses padrões pode ser um passo importante. Porque é na consciência, e não no rótulo, que a mudança começa.

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16/04/2026

Esse é um tema delicado… mas necessário. Porque, sim, existem situações em que você foi ferida, desrespeitada, machucada.
Mas também existem momentos em que, mesmo percebendo isso, você continua.
➡️ Continua insistindo.
➡️ Continua esperando que o outro mude.
➡️ Continua se colocando no mesmo lugar.
E sem perceber, vai se mantendo em uma posição que te prende.

Assumir a própria responsabilidade não é se culpar por tudo. É olhar com mais honestidade para as suas escolhas. Para os padrões que se repetem. Para o que você aceita, mesmo doendo. E esse movimento, apesar de desconfortável, é o que abre espaço para mudança de verdade.
Na terapia, esse é um passo importante: sair da repetição e começar a se posicionar de forma diferente.
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Muita gente acha que só situações extremas geram trauma. Mas, na prática clínica, o que mais aparece são histórias silen...
10/04/2026

Muita gente acha que só situações extremas geram trauma. Mas, na prática clínica, o que mais aparece são histórias silenciosas.
Histórias de quem precisou crescer rápido demais…
-de quem não teve espaço para sentir…
-de quem aprendeu a se adaptar para ser aceito.
E isso marca.
Marca na forma como você se relaciona. Na dificuldade de confiar. Na sensação de estar sempre em alerta.
Quando a infância não oferece segurança emocional, o corpo aprende a viver em defesa. E na vida adulta, isso pode aparecer como ansiedade, insegurança e padrões que se repetem.
É nesse ponto que abordagens como o EMDR podem ajudar. De forma cuidadosa, o EMDR trabalha memórias que f**aram mal processadas, ajudando o cérebro a reorganizar essas
experiências e diminuir a carga emocional associada a elas.
Não é sobre apagar o que aconteceu. É sobre conseguir olhar para isso sem que continue doendo da mesma forma.
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03/04/2026

A ideia de mudar alguém pode até parecer um ato de cuidado… mas, na prática, quase sempre vira desgaste.
Você insiste. Explica. Tenta de novo.

E a outra pessoa se fecha, se irrita ou simplesmente não muda. Isso acontece porque mudanças reais não vêm de fora. Elas só acontecem quando a própria pessoa percebe, sente e decide.

E, enquanto isso não acontece… quem vai se desgastando é você.
Muitas mulheres chegam na terapia exaustas, tentando sustentar relações sozinhas. E o processo começa justamente por esse olhar mais honesto sobre o que você está vivendo e aceitando, até mesmo percebendo que a mudança precisa ser sua também.

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26/03/2026

Muitas vezes, o medo e a insegurança no trabalho não aparecem do nada.
💼 Eles podem estar ligados a experiências passadas ou traumas da infância, momentos em que aprendemos que errar era perigoso ou que nossas ideias não seriam valorizadas. Esses padrões nos acompanham e podem nos fazer f**ar acomodados, sentir incômodo com o sucesso dos colegas e se comparar constantemente, gerando frustração, ansiedade e infelicidade.
A boa notícia é que é possível superar esses medos e resgatar a autoconfiança. Algumas dicas que podem ajudar:
1. Reconheça seus medos – Identif**ar quando você está evitando arriscar ou se comparando é o primeiro passo.
2. Pequenos passos – Experimente tomar decisões graduais, saindo da zona de conforto aos poucos.
3. Autocompaixão – Permita-se errar sem se julgar; cada tentativa é aprendizado.
4. Terapia EMDR – Uma abordagem cientif**amente comprovada que ajuda a trabalhar traumas e memórias que alimentam insegurança, promovendo desbloqueio emocional e maior confiança.
Lembre-se: não é fraqueza sentir medo, mas sim não enfrentá-lo. Com apoio profissional e estratégias adequadas, você pode retomar o controle da sua carreira, agir com mais segurança e transformar oportunidades em conquistas reais.
🌐 Para saber mais e iniciar seu processo de autoconfiança, acesse isabelcaminhapsicologa.com.br

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