25/04/2026
Nos ensinaram a amar o outro — o próximo, os pais, o marido, os filhos, o trabalho, os animais. Mas pouco se fala sobre o essencial: amar a si mesma.
Se amar.
Certa vez, minha avó disse que a vida, do lado de dentro da casa dela, era mais segura. Bastou abrir a primeira revista Claudia da vida dela, para descobrir 10 problemas que nem sabia que tinha. O que ela diria hoje, vivendo na era do Instagram?
Inspirações são bem-vindas — desde que não “fragilizem” nossas emoções.
Hoje, o exercício do autoamor carrega desafios a mais. É se olhar e amar a partir de quem somos, e não a partir de alguém que nos chega em um recorte perfeitamente “instagramável”.
É se acolher e amar entendendo que os detalhes que tanto criticamos em nós talvez nem sejam tão importantes assim. Porque somos feitas também de caos, de sombras, de vulnerabilidades e até de pequenas futilidades. E nada disso significa mais do que nossos talentos, nossa coragem e nossa audácia quando tudo desaba.
Amar é mais do que um verbo. É uma urgência. Uma urgência para mulheres que desejam viver com menos teoria e mais atitude; com menos comparação e mais inspiração — nascidas dos próprios sonhos.
Cris da Luz
❤️