Psicóloga Joice Feliciano

Às vezes, a gente aprende tão cedo a “dar conta de tudo” que pedir ajuda passa a parecer um sinal de fraqueza.Então, qua...
17/08/2026

Às vezes, a gente aprende tão cedo a “dar conta de tudo” que pedir ajuda passa a parecer um sinal de fraqueza.

Então, quando surge uma dificuldade, a primeira reação pode ser tentar resolver tudo sozinho(a). E, quando finalmente pede apoio, vem aquela sensação de culpa: “Eu deveria conseguir lidar com isso sozinho(a).”

Mas precisar de alguém não significa ser incapaz.

Nossas experiências ao longo da vida influenciam a maneira como lidamos com nossas necessidades, nossos limites e até com a possibilidade de confiar nos outros. Por isso, aprender a pedir ajuda também pode ser um processo de se permitir receber cuidado sem sentir que você está incomodando ou sendo um peso.

Você não precisa esperar chegar ao seu limite para pedir ajuda. 🤍

Se você sente que está difícil carregar tudo sozinho(a), agende uma consulta.

📍 Atendimento psicológico para adultos, presencial em Florianópolis ou online.

Joice Feliciano - Psicóloga Clínica

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Cuidado com o hábito de reclamar de tudo.Reclamar constantemente faz com que a mente fique cada vez mais focada no que f...
11/08/2026

Cuidado com o hábito de reclamar de tudo.

Reclamar constantemente faz com que a mente fique cada vez mais focada no que falta, no que incomoda e no que deu errado.

E quando você se acostuma a olhar apenas para os problemas, pode deixar de enxergar tudo aquilo que já conquistou.

A gratidão não significa ignorar as dificuldades. Significa também treinar a mente para reconhecer o que existe de bom.

Sua saúde.
Suas conquistas.
As pessoas que ama.
Tudo o que construiu.
Tudo o que já superou.

Nem tudo precisa estar perfeito para que você reconheça que muita coisa deu certo.

Cuidar da saúde mental também é aprender a perceber o que está funcionando, e não apenas aquilo que precisa ser mudado.

Joice Feliciano - Psicóloga Clínica

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Reconhecer a própria vulnerabilidade não é fraqueza. É maturidade emocional.Vivemos em uma sociedade que frequentemente ...
30/07/2026

Reconhecer a própria vulnerabilidade não é fraqueza. É maturidade emocional.

Vivemos em uma sociedade que frequentemente associa força à capacidade de suportar tudo: produzir, resolver, cuidar, seguir em frente e demonstrar que está tudo bem.

Mas ninguém consegue ser forte o tempo inteiro.

Existem momentos em que sentimos medo, tristeza, insegurança, cansaço e precisamos admitir que algumas experiências nos atravessam profundamente. Negar essas emoções não faz com que elas desapareçam.

Acolher o que sentimos não significa se entregar ao sofrimento. Significa reconhecer que aquela emoção existe, compreender o que ela comunica e encontrar maneiras mais saudáveis de lidar com ela.

Muitas vezes, tentamos seguir em frente rapidamente porque acreditamos que sentir é sinal de fraqueza. Mas elaborar uma experiência exige tempo. Nem toda dor precisa ser silenciada, escondida ou superada imediatamente.

Vulnerabilidade também é permitir-se não ter todas as respostas. É pedir ajuda quando necessário. É reconhecer limites. É entender que ser humano também significa atravessar dias difíceis.

Cuidar da saúde emocional não é viver sem sofrimento. É desenvolver recursos para lidar com ele sem precisar abandonar a si mesmo no processo.

Se você sente que tem carregado mais do que consegue sustentar sozinho, a psicoterapia pode ser um espaço para compreender suas emoções, seus padrões e construir novas formas de se relacionar consigo e com a própria história.

Psicóloga Joice Feliciano
Joice Feliciano - Psicóloga Clínica

QUANDO VOCÊ DEIXA DE SER ÚTIL, QUEM PERMANECE?Existem relações que parecem profundas enquanto você tem algo a oferecer.I...
30/07/2026

QUANDO VOCÊ DEIXA DE SER ÚTIL, QUEM PERMANECE?

Existem relações que parecem profundas enquanto você tem algo a oferecer.

Isso pode acontecer em um relacionamento amoroso, em uma amizade, dentro da família ou em qualquer outro vínculo.

Enquanto você ajuda, resolve, acolhe, cede, está disponível, sustenta emocionalmente ou facilita a vida do outro, sua presença parece importante.

Mas o que acontece quando você começa a dizer “não”?

Quando coloca limites.
Quando para de resolver tudo.
Quando não consegue estar disponível.
Quando também precisa ser cuidado.
Quando deixa de ocupar o papel que sempre esperaram de você.

É nesses momentos que algumas relações revelam o que realmente as sustentava.

Vínculos saudáveis não deveriam existir apenas pelo que uma pessoa oferece, faz ou proporciona.

Seja no amor, na amizade ou na família, relações emocionalmente saudáveis envolvem reciprocidade, respeito, consideração e reconhecimento do outro para além da função que ele desempenha em nossa vida.

Para algumas pessoas, porém, ser útil tornou-se uma forma de se sentir importante.

Elas aprenderam a cuidar, agradar, resolver, ceder e se sacrificar para manter vínculos e podem acabar confundindo ser necessário com ser amado.

Por isso, colocar limites também revela relações.

Algumas pessoas vão respeitar sua mudança.
Outras podem se afastar quando você deixa de oferecer aquilo que esperavam receber.

E talvez uma pergunta importante seja:

As pessoas se relacionam com você pelo que você é ou apenas pelo que você oferece?

Seu valor não deveria depender da sua disponibilidade, daquilo que você resolve ou do quanto você consegue fazer pelos outros.

Você não precisa ser útil o tempo todo para ser importante na vida de alguém. Agende sua consulta.
Psicóloga Joice Feliciano
Joice Feliciano - Psicóloga Clínica

Nem toda conversa precisa ser um espaço constante de reclamação.  Relacionamentos saudáveis sejam amorosos, familiares o...
22/05/2026

Nem toda conversa precisa ser um espaço constante de reclamação.

Relacionamentos saudáveis sejam amorosos, familiares ou amizades também precisam de leveza, troca e equilíbrio emocional.

Quando alguém despeja frustrações, críticas e reclamações o tempo todo no outro, a convivência pode se tornar emocionalmente desgastante.
Isso porque emoções são contagiosas, e ambientes constantemente negativos acabam intoxicando as relações.

Desabafar é saudável.
Mas transformar o outro em depósito emocional pode gerar cansaço, afastamento e sobrecarga afetiva.

Maturidade emocional também é perceber:
✨ o momento de falar
✨ o limite do outro
✨ a forma como comunicamos nossas dores
✨ e a responsabilidade pelas próprias emoções

Relacionamentos saudáveis não são feitos apenas de problemas compartilhados, mas também de acolhimento, leveza e conexão. 🤍



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Você não precisa deixar de ser você para amar alguém.  Estar em um relacionamento saudável não significa abandonar a sua...
22/05/2026

Você não precisa deixar de ser você para amar alguém.

Estar em um relacionamento saudável não significa abandonar a sua essência, os seus gostos, amizades, sonhos ou a sua individualidade.

Muitas vezes, sem perceber, a pessoa vai se moldando tanto ao outro que começa a perder partes importantes da própria identidade.
E quando isso acontece, o amor deixa de ser encontro… e passa a ser anulação emocional.

Relacionamentos saudáveis permitem:
✨ espaço individual
✨ opiniões diferentes
✨ autonomia
✨ crescimento pessoal
✨ identidade preservada

Amar alguém não deve custar a sua própria identidade.
Você pode construir uma vida a dois sem deixar de existir como indivíduo. 🤍



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Interromper uma gestação nunca é apenas um fato físico.Seja de forma natural  ou por questões gestacionais,  existe uma ...
04/05/2026

Interromper uma gestação nunca é apenas um fato físico.

Seja de forma natural
ou por questões gestacionais,

existe uma perda.

E onde há perda,
há luto.

Um luto muitas vezes silencioso,
invisível para o mundo,
mas profundamente sentido por quem vive.

A mãe sofre.
A família sente.

E esse sofrimento precisa ser respeitado —
sem julgamentos,
sem comparações,
sem pressa.

Cada história carrega
amor, expectativa e vínculo.

E tudo isso merece acolhimento.

Luto não se mede.
Luto se respeita.



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Viver o básico não é falta é presença.Em um mundo que incentiva o excesso, o desempenho e a comparação, existe algo prof...
30/04/2026

Viver o básico não é falta é presença.

Em um mundo que incentiva o excesso, o desempenho e a comparação, existe algo profundamente regulador em voltar para o simples: um café quente, uma conversa tranquila, um silêncio que não precisa ser preenchido.

Nem tudo precisa ser extraordinário para ser suficiente.
Às vezes, o que a gente precisa é do que é cotidiano, acessível, possível.

Não é sobre a melhor cafeteria,
é sobre saborear o café.
Não é sobre ter tudo,
é sobre conseguir estar no que já existe.

Quando desaceleramos, algo importante acontece:
a mente se organiza, o corpo descansa e a vida volta a fazer sentido no que é real.

O simples sustenta.
O básico acolhe.
O natural equilibra.

Nem tudo precisa de muito brilho ou produção.
Às vezes, viver bem é só isso: estar presente
e reconhecer o que já é suficiente.

Endereço

Koerich Empresarial/Avenida Pref. Osmar Cunha, 416/Centro, Florianópolis/
Florianópolis, SC
88015-100

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