Clínica REAB

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Tem um momento em que a fisioterapia começa a mudar de função. No início, ela organiza a dor. Depois, recupera movimento...
31/07/2026

Tem um momento em que a fisioterapia começa a mudar de função.

No início, ela organiza a dor. Depois, recupera movimento. Mais adiante, reconstrói força, controle e confiança.

Até que chega uma nova pergunta: "Como esse corpo volta para a vida fora da clínica?" É aí que a alta começa a ser construída. Não como um último dia isolado, mas como uma transição planejada.

O corpo vai ganhando autonomia para sustentar mais rotina, mais carga, mais treino, mais movimento, com menos necessidade de proteção.

Alta boa tem critério. Mostra o que já foi recuperado, o que ainda precisa ser mantido e qual é o próximo passo: treino, Pilates clínico, musculação terapêutica, corrida, esporte, orientação em casa ou encerramento do ciclo.

Na REAB, a alta não é só parar de vir. É sair sabendo para onde ir. Porque o objetivo da reabilitação nunca foi te manter em tratamento. Foi devolver você para a sua vida.

A dor costuma ser o aviso que finalmente recebe atenção. Mas quase nunca é o primeiro. Antes dela, o corpo costuma falar...
29/07/2026

A dor costuma ser o aviso que finalmente recebe atenção. Mas quase nunca é o primeiro.

Antes dela, o corpo costuma falar mais baixo: uma rigidez que aparece sempre no mesmo horário, um lado que cansa antes do outro, um incômodo no fim do treino, uma perda pequena de confiança, um movimento que você começa a evitar sem perceber.

Como ainda dá para trabalhar, treinar, correr ou jogar, a gente segue. Até que o corpo aumenta o volume.

Quando a dor chega forte, muita coisa já vinha mudando em silêncio: força, mobilidade, controle, recuperação entre treinos, tolerância à carga.

É por isso que prevenção não é exagero. É timing. Não é fazer fisioterapia para sempre. É avaliar antes que o corpo precise parar você. Entender onde a sobrecarga está se acumulando. Ajustar o que está começando a sair do lugar. Criar margem para continuar fazendo o que você gosta.

Na REAB, a avaliação também serve para isso. Não só para tirar você da dor. Mas para evitar que a dor precise tirar você da rotina.

27/07/2026

Depois da queda de um pai ou de uma mãe, todo filho sente o mesmo impulso: proteger. "F**a sentada, deixa que eu pego." É amor — e é, sem querer, o início do maior risco dos próximos meses.

O período que segue uma queda costuma ser de movimento reduzido: medo de cair de novo, família em alerta, idoso mais tempo no sofá. E o corpo responde rápido a essa pausa. A massa muscular cai, o equilíbrio piora, a confiança encolhe — e cada um desses fatores aumenta a chance da próxima queda. O tombo machucou o punho; é o medo que ameaça a autonomia.

Quebrar esse ciclo exige o caminho oposto da superproteção: movimento com segurança e critério. É para isso que existe a Avaliação Geriátrica Funcional. Ela mede força, velocidade de marcha, tempo de reação e equilíbrio, identif**a exatamente onde está a fragilidade e transforma isso em um programa semanal de reconstrução — força, equilíbrio e mobilidade, na dose certa para quem está recomeçando.

Tirar os tapetes da sala ajuda. Devolver a força de quem você ama resolve.

📲 Agende a Avaliação Geriátrica Funcional: (48) 99955-0171

Um laudo pode mostrar exatamente onde está a lesão. Mas ele não mostra como você desce uma escada. Não mostra se uma per...
24/07/2026

Um laudo pode mostrar exatamente onde está a lesão. Mas ele não mostra como você desce uma escada. Não mostra se uma perna assume mais carga que a outra. Não mostra se o joelho perde controle quando você cansa. Não mostra o medo antes de agachar. Não mostra a diferença entre conseguir fazer um movimento uma vez e sustentar esse movimento na rotina.

É por isso que duas pessoas podem chegar com o mesmo diagnóstico e precisar de planos completamente diferentes.

Uma corre. Outra trabalha sentada. Uma está no pós-operatório. Outra sente dor há anos. Uma tem força, mas não tem confiança. Outra tem mobilidade, mas não tem controle.

O exame mostra a estrutura. A avaliação mostra como aquela estrutura funciona na sua vida. Na REAB, uma coisa não substitui a outra. Elas se completam. O tratamento começa quando o que aparece no exame encontra o que aparece no movimento.

Existe uma fase da recuperação em que os números começam a melhorar, a dor diminui, o movimento volta, mas a cabeça aind...
22/07/2026

Existe uma fase da recuperação em que os números começam a melhorar, a dor diminui, o movimento volta, mas a cabeça ainda não acompanha.

Você já consegue fazer. Mas ainda faz com cuidado demais.

Sobe a escada pensando no joelho. Agacha esperando a dor aparecer. Caminha melhor, mas ainda evita certos movimentos. O corpo está mais preparado do que antes, mas a confiança ainda está alguns passos atrás.

Isso é comum.

Confiança não volta no susto. Volta por repetição segura. Volta quando você faz o movimento, percebe que deu certo, entende por que deu certo e repete com um pouco mais de autonomia.

É por isso que reabilitação não é só tirar dor. É devolver segurança.

Na REAB, a gente mede força, movimento e função. Mas também observa uma coisa que não aparece no laudo: o momento em que você para de se proteger o tempo inteiro e começa a usar o corpo de novo.

Você não precisa confiar de uma vez.

Precisa construir essa confiança com critério, fase por fase.

20/07/2026

Quando o corredor amador desenvolve dor no joelho, a recomendação mais comum que ele recebe é direta: para de correr. Para quem corre como rotina, como hábito identitário, como válvula de equilíbrio mental, essa frase soa como sentença.

Na maioria dos casos de tendinopatia patelar, ela não precisa ser.

A tendinopatia patelar — antigamente chamada de "joelho do saltador" — não é uma inflamação aguda. A ciência atual entende a condição como uma falência adaptativa do tendão. O tendão deixou de suportar a carga que vinha recebendo, mas continua sendo um tecido vivo, capaz de se reorganizar quando recebe o estímulo certo.

Esse é o ponto que muda o tratamento. Tendão não se recupera com repouso prolongado — pelo contrário, retirar carga totalmente enfraquece a estrutura e atrasa a recuperação. O tendão precisa de carga dosada, progressiva, ajustada à sua tolerância atual. É isso que permite a reorganização da fibra colágena e a recuperação da capacidade de suportar esforço.

Na prática, o plano combina três frentes: redução temporária do que está agravando (tiros, subidas longas, terrenos muito duros), introdução de fortalecimento progressivo de quadríceps, glúteo e core, e trabalho específico de tolerância à carga do próprio tendão. O corredor segue correndo, em volume e intensidade reorganizados, enquanto a estrutura responde.

Para que isso funcione, é preciso saber duas coisas: qual carga o tendão tolera hoje, e como progredir de forma segura. Essas duas respostas vêm da avaliação clínica e biomecânica — não da sensação do corredor, não do palpite do treinador.

Na REAB, esse processo faz parte do raciocínio para corredor com lesão.

📲 (48) 99955-0171

O exercício certo não é simplesmente "forte" ou "leve".É dosado.Pouca carga pode ser confortável, mas não cria adaptação...
17/07/2026

O exercício certo não é simplesmente "forte" ou "leve".

É dosado.

Pouca carga pode ser confortável, mas não cria adaptação. Carga demais pode irritar tecido, aumentar medo, piorar a resposta do corpo ou fazer você compensar sem perceber. Entre esses dois extremos existe a parte mais importante da reabilitação: encontrar a dose que desafia sem atropelar.

Por isso o mesmo exercício pode ser ótimo para uma pessoa e ruim para outra.

Depende da fase do tratamento, do histórico, da dor, da força disponível, da tolerância à carga, do sono, da rotina e do objetivo. Um agachamento não é só um agachamento. Ele pode ser regressão, progressão, teste, treino de confiança ou excesso.

Na REAB, exercício não entra no plano porque "é bom para joelho", "é bom para coluna" ou "todo mundo faz".

Entra porque faz sentido para aquele corpo, naquele momento, com aquela meta.

O tratamento não está só no movimento.

Está na dose.

Quando a dor melhora, muita gente pensa que o tratamento chegou ao fim.Às vezes, chegou mesmo.Outras vezes, ele só mudou...
15/07/2026

Quando a dor melhora, muita gente pensa que o tratamento chegou ao fim.

Às vezes, chegou mesmo.
Outras vezes, ele só mudou de fase.

Antes, a pergunta principal era: "como aliviar?"
Depois, ela passa a ser: "para o que você quer voltar?"

Voltar a caminhar sem medo.
Voltar a correr.
Voltar à academia.
Voltar a trabalhar sem travar no fim do dia.
Voltar a subir escada, carregar peso, jogar, viajar, viver sem f**ar se protegendo.

Cada resposta exige um corpo diferente.

Por isso, quando a dor some, a REAB não olha para você procurando motivo para continuar. Olha para entender qual é o próximo passo com segurança: alta, transição para treino, Pilates clínico, fortalecimento, orientação ou mais uma fase de reabilitação.

O objetivo nunca é prolongar o tratamento.
É te devolver direção.

Sem dor é uma ótima notícia.
Agora a pergunta é: voltar para onde?

13/07/2026

Se você convive com dor há meses ou anos, provavelmente já ouviu — ou já pensou — que é exagero, estresse, coisa da cabeça. Não é. E essa talvez seja a informação mais importante deste vídeo: a sua dor é real, tem mecanismo biológico conhecido e tem nome na ciência.

O que acontece é o seguinte: o corpo tem um sistema de alarme que dispara quando algo ameaça o tecido. Na dor crônica, a lesão que iniciou tudo já cicatrizou — mas o sistema nervoso permaneceu em estado de alerta. O alarme ficou sensível demais: dispara com o movimento de sentar, de abaixar, de virar na cama. Não porque exista um novo dano, mas porque o volume do sistema ficou alto.

Isso explica por que os exames vêm normais e a dor continua. O problema não está mais onde a imagem consegue enxergar.

E explica também por que o tratamento muda de natureza: não se trata de procurar o próximo defeito, e sim de recalibrar o sistema — com movimento progressivo, educação sobre o próprio mecanismo da dor e um plano que respeita sua tolerância de hoje para expandi-la amanhã. A ciência chama de dessensibilização. A gente chama de rota de saída.

Dor crônica não é sentença. Existe caminho, e ele começa por entender.

📲 Agende sua avaliação: (48) 99955-0171

A sessão mostra uma parte do tratamento. A semana mostra outra.Entre uma consulta e outra, o corpo dá informações import...
13/07/2026

A sessão mostra uma parte do tratamento. A semana mostra outra.

Entre uma consulta e outra, o corpo dá informações importantes: como reage ao exercício, quanto tempo leva para recuperar, quais movimentos f**aram mais fáceis, quais ainda geram medo, se a dor mudou, se o sono piorou, se a rotina pesou.

Nada disso serve para você se vigiar com ansiedade.

Serve para orientar melhor o plano.

Um incômodo leve depois de um exercício novo pode ser uma resposta esperada. Uma piora que cresce dia após dia precisa ser entendida. Uma escada que parecia impossível e agora sai com menos medo é evolução. Uma dor que diminuiu, mas deixou insegurança, também entra no tratamento.

Na REAB, cada ajuste depende dessa conversa entre o que medimos na clínica e o que você vive fora dela.

Por isso, observe. Anote se precisar. Traga para a sessão.

O tratamento f**a mais preciso quando você aprende a ler o próprio corpo sem medo.

Endereço

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Florianópolis, SC
88020-302

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