Psicóloga Maria Luiza Zapelini

Psicóloga Maria Luiza Zapelini Atendimento Psicoterapêutico Individual para Adultos e Adolescentes. Personal Sefl Coach
Mentora de Mulheres Coach pelo IBC

Mentora pelo ITA.

Psicóloga
Especialista em Saúde Mental;
Especialista em Dependência Química;
Gestora do SUS pela instituição FIOCRUZ.

31/07/2026

Existe uma ideia perigosa de que quem sofre emocionalmente precisa demonstrar isso o tempo todo.

Mas a verdade é que muitas pessoas continuam trabalhando, sorrindo, cuidando da família e cumprindo todas as suas responsabilidades... enquanto travam uma batalha silenciosa por dentro.

O sofrimento emocional nem sempre é visível.

Por isso, antes de julgar alguém como “fraco” ou dizer que é “frescura”, lembre-se: saúde mental não escolhe profissão, idade ou sucesso.

Ela faz parte da experiência humana.

Pedir ajuda não é sinal de fraqueza.

É reconhecer que você também merece ser cuidada.

Cuidar da sua saúde mental não é um luxo.

É uma forma de continuar vivendo, e não apenas sobrevivendo.

Você já sentiu que precisava parecer forte, mesmo quando não estava bem?

Compartilhe sua reflexão nos comentários.

30/07/2026

Histórias difíceis despertam emoções intensas. E talvez seja exatamente por isso que elas nos façam querer encontrar um único culpado ou uma única vítima.

Mas compreender o contexto de uma pessoa não significa justificar um crime.

Ao mesmo tempo, condenar um crime não exige apagar a história de sofrimento que veio antes dele.

Na psicologia, essas duas ideias podem coexistir.

Quando transformamos casos complexos em narrativas simplistas, corremos o risco de perder aquilo que realmente importa: a capacidade de analisar o comportamento humano com responsabilidade, sem romantizar a violência e sem reduzir uma pessoa a um único episódio da sua história.

Nem toda explicação é uma justificativa.

E essa diferença faz toda a diferença.

Na sua opinião, por que temos tanta dificuldade em separar explicar um comportamento de justificá-lo?





30/07/2026

Casos como esse costumam despertar emoções intensas. E, quando isso acontece, existe um risco: transformar uma história complexa em uma narrativa simples.

É possível reconhecer que uma pessoa tenha vivido experiências traumáticas sem transformar esse passado em justificativa para um crime.

Da mesma forma, condenar um ato violento não exige ignorar a história que veio antes dele.

Na psicologia, compreender um comportamento não significa inocentá-lo.

Explicar não é justificar.

Talvez essa seja uma das maiores dificuldades quando discutimos crimes que envolvem relacionamentos: a necessidade de escolher um lado acaba impedindo uma análise mais cuidadosa do comportamento humano.

Nem romantizar. Nem simplificar.

Você acha que, nas redes sociais, as pessoas confundem compreender um comportamento com justificar uma atitude





29/07/2026

Nem todo comportamento alimentar pode ser explicado apenas pela força de vontade. E nem toda obesidade tem uma única causa.

A relação com a comida pode, sim, estar ligada às emoções. Em alguns casos, ela funciona como uma forma de aliviar ansiedade, tristeza, solidão ou estresse. Mas reduzir toda obesidade a “dor emocional” é simplificar uma realidade muito mais complexa.

Na psicologia, evitamos respostas absolutas. Cada pessoa tem uma história, um contexto e diferentes fatores que influenciam sua saúde física e emocional.

Antes de procurar uma única explicação, talvez a pergunta mais importante seja: o que esse comportamento está tentando comunicar?

Você acredita que ainda simplificamos demais quando falamos sobre obesidade e saúde mental?





29/07/2026

A discussão sobre a Xuxa ultrapassa um figurino.

Ela nos convida a refletir sobre as expectativas que ainda recaem sobre as mulheres.

Durante décadas, muitas lutaram para conquistar autonomia, visibilidade e o direito de fazer escolhas sobre a própria vida.

Ainda assim, quando uma mulher madura ocupa esse espaço com liberdade, sua aparência, seu corpo e suas escolhas continuam sendo alvo de julgamento.

Mais do que discutir uma pessoa, talvez seja o momento de observar as crenças que sustentam esses julgamentos.

Afinal, quem definiu que existe uma forma “correta” de ser mulher depois dos 50 ou 60 anos?

O que essa discussão despertou em você: estamos falando sobre um figurino ou sobre as expectativas que a sociedade ainda coloca sobre as mulheres?





28/07/2026

Tem coisas que a gente faz sem aplauso.

Sem que ninguém veja, sem que ninguém valide.

A terapia é uma delas.

Ninguém vai te dar parabéns por ter ido à sessão, por ter chorado, por ter enfrentado o que dói.

Mas você vai sentir a diferença — no seu corpo, nas suas escolhas, nas suas relações.

Algumas das maiores transformações que acompanhei em 16 anos de consultório aconteceram em silêncio.

Sem post, sem celebração.

Só a pessoa — com ela mesma.

Se você está nesse processo silencioso agora — ou sentindo que precisava estar — me chama no WhatsApp. Link na bio.

ansiedade

28/07/2026

Ninguém vai te dar parabéns por ter marcado a sessão.

Por ter ido mesmo sem vontade.
Por ter chorado o que ficou guardado por anos.

Mas seu corpo sabe. Suas escolhas mostram. Suas relações sentem.

O processo silencioso é o mais transformador de todos.

Se algo aqui tocou em você — não ignore esse sinal. Ele veio por algum motivo. Me chama no WhatsApp, o link está na bio. Vamos conversar.

psicologia

27/07/2026

Amor não se resume ao que sentimos. Ele também aparece na forma como escolhemos nos relacionar.

Na clínica, percebo que muitas pessoas confundem amor com intensidade. Mas um vínculo saudável costuma ser reconhecido por outros sinais: respeito, cuidado, interesse genuíno e disposição para compreender o outro.

Isso não significa concordar com tudo ou não existir conflito. Significa que, mesmo diante das diferenças, existe espaço para o diálogo, para o acolhimento e para o reconhecimento da individualidade de cada um.

O amor não elimina os desafios de uma relação. Mas cria um ambiente em que ambos podem se sentir seguros para ser quem são, sem que precisem esconder partes importantes de si por medo de rejeição ou julgamento.

Relacionamentos saudáveis não são construídos pela ausência de imperfeições. Eles são construídos pela forma como duas pessoas escolhem cuidar do vínculo todos os dias.

Porque, no fim, amar não é encontrar alguém perfeito.

É construir uma relação em que respeito, cuidado e reciprocidade se tornam escolhas constantes.

E eu deixo uma reflexão: você sente que pode ser quem realmente é dentro da sua relação ou precisa esconder partes de si para manter esse vínculo?

27/07/2026

Terapia é para louco? Terapia é fraqueza? Terapia demora anos?

Vou te dizer o que ninguém te contou sobre isso.

Terapia não é para quem está no fundo do poço — é para quem não quer chegar lá.

Buscar ajuda não é fraqueza. É a decisão mais corajosa que você pode tomar por si mesma.

E você não precisa estar quebrada para merecer cuidado. Você só precisa querer mais para a sua vida.

Se você está lendo isso, talvez já seja a hora. 👇

Dá o primeiro passo — o link do meu questionário de diagnóstico está na bio. É gratuito, sigiloso, e só eu tenho acesso às suas respostas.

24/07/2026

O medo da terapia, muitas vezes, não é sobre a terapia. É sobre olhar para aquilo que foi evitado por tanto tempo.

É natural sentir insegurança antes de começar. Afinal, abrir espaço para falar sobre a própria história exige coragem.

Mas a psicoterapia não é um lugar de julgamentos, nem um espaço onde você precisa ter todas as respostas.

Na Terapia Cognitivo-Comportamental, caminhamos um passo de cada vez.

Respeitando o seu tempo, compreendendo o que causa sofrimento hoje e construindo estratégias para que você possa viver de forma mais leve e consciente.

Você não precisa chegar sabendo por onde começar. Esse caminho é construído juntos.

♥️ Às vezes, o primeiro passo não é deixar de sentir medo. É decidir que ele não vai mais impedir você de cuidar de si.

Se este conteúdo fez sentido para você, compartilhe com alguém que talvez esteja adiando esse cuidado há tempo demais.

E, se ficou com alguma dúvida sobre como funciona a terapia, deixe sua pergunta nos comentários.

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