Dr. Fernando Giordano

Dr. Fernando Giordano Cardiologia do Esporte | Arritmologista | Pós graduando Medicina Esportiva CRM 7793- RQE 3655/ 5359
Ergoespirometria🫀🫁

Essa história não é sobre a linha de chegada. É sobre tudo o que foi construído até aqui.Sair da zona de conforto te dei...
29/08/2026

Essa história não é sobre a linha de chegada. É sobre tudo o que foi construído até aqui.

Sair da zona de conforto te deixa mais forte.

Amanhã chegou o dia. 42,195 km.

Mas, independentemente do tempo no relógio ou do que acontecer durante a prova, eu já me sinto vitorioso por ter vivido esse ciclo.

Foram meses de treinos, longões, disciplina, renúncias, cansaço, dúvidas e superação. Dias bons e dias difíceis. E, em cada um deles, um pouco mais foi sendo construído.

A maratona é amanhã, mas a transformação aconteceu durante o caminho.

No final, talvez seja exatamente isso que a maratona ensina: a linha de chegada dura alguns segundos, mas tudo o que você precisou se tornar para chegar até ela f**a para sempre.

Amanhã é dia de viver os 42,195 km.

Mas essa história nunca foi apenas sobre chegar.
Foi sobre quem eu me tornei no caminho. 🏃🏻‍♂️

26/08/2026

A ergoespirometria (teste cardiopulmonar de exercício — CPET) não é um exame exclusivo para atletas de alta performance.

Ela pode ser útil desde o sedentário e o paciente cardiopata até o atleta recreativo, amador ou de elite. O que muda é o objetivo da avaliação.

Durante o exercício, conseguimos avaliar de forma integrada coração, pulmões e metabolismo, trazendo informações que vão muito além do pace, da potência ou da frequência cardíaca mostrada pelo relógio.

Entre os principais dados avaliados estão:

• VO₂ máximo/pico e capacidade cardiorrespiratória
• VT1 e VT2, permitindo individualizar melhor as zonas de treinamento
• Eficiência ventilatória e resposta metabólica ao exercício
• Comportamento da frequência cardíaca e da pressão arterial
• ECG durante o esforço, podendo identif**ar arritmias e alterações relacionadas ao exercício
• Dados que ajudam a entender melhor performance, intensidade e evolução do treinamento

Para quem treina, não se trata apenas de descobrir o VO₂ máximo. É entender como o organismo responde ao exercício e sustenta aquela performance.

E existe outro ponto fundamental: segurança.

Ser ativo, correr maratonas ou ter excelente condicionamento não signif**a estar livre de alterações cardiovasculares.

Por isso, quando bem indicada, a ergoespirometria pode unir dois objetivos fundamentais:

treinar melhor e treinar com mais segurança.

Do sedentário ao cardiopata.
Do atleta recreativo ao atleta de elite.

Cada pessoa tem um objetivo diferente — e o teste cardiopulmonar pode fornecer informações valiosas para individualizar exercício, saúde e performance.

Dr. Fernando Monteiro de Aguiar Giordano
Cardiologista | Arritmologista | Pós-graduado em Medicina Esportiva
CRM-PI 7793 | CRM-SP 150702 | RQE 3655-5359

📚 Referência: Guazzi M, et al. 2016 Focused Update: Clinical Recommendations for Cardiopulmonary Exercise Testing Data Assessment in Specific Patient Populations. Circulation. 2016;133:e694-e711.

25/08/2026

Envelhecer não precisa ser sinônimo de desacelerar.

O conceito NOLT (New Older Living Trend) representa uma geração 60+ que rejeita o estereótipo do idoso sedentário. Pessoas que treinam, trabalham, viajam, fazem planos e continuam construindo projetos para os próximos anos.

E a ciência mostra que não é preciso virar atleta para começar a colher benefícios.

Estudos indicam que algo em torno de 2.300 passos por dia já está associado a menor risco de mortalidade cardiovascular. E, à medida que o número de passos aumenta, os benefícios tendem a crescer. Ou seja: movimentar-se mais importa, em qualquer idade.

O mesmo acontece com a capacidade cardiorrespiratória. Quanto melhor o condicionamento, menor tende a ser o risco de mortalidade. VO₂ máximo, força muscular e quantidade de movimento diário dizem muito sobre como estamos envelhecendo — às vezes mais do que a idade escrita no RG.

E nunca é tarde para começar. Mesmo pessoas acima dos 60 anos que passaram grande parte da vida sedentárias ainda conseguem responder ao treinamento, ganhar força e preservar massa muscular.

Mas existe outro ponto importante nessa história: a mentalidade.

Quem continua fazendo planos, estabelecendo objetivos e criando projetos para os próximos anos tende a enxergar a própria saúde de outra forma. Você não se cuida apenas para tratar uma doença hoje — você se cuida porque ainda tem muito o que fazer amanhã.

Talvez essa seja uma das grandes ideias por trás da mentalidade NOLT:

não pensar “já estou velho para isso”, mas “como quero estar daqui a 10 anos?”

Longevidade não é simplesmente acrescentar anos à vida.

É chegar aos 60, 70, 80 anos com força, capacidade cardiovascular, autonomia, projetos e vontade de continuar vivendo bem.

A idade está no RG.
Mas a maneira como você envelhece também é construída todos os dias.

E você: que idade seu corpo diz que você tem?

Dr Fernando Giordano CRM 7793 - SP 150702/ RQE 3655-5359

📚Referências:
Banach M, et al. Eur J Prev Cardiol. 2023;30:1975–1985.
Kokkinos P, et al. JAMA Netw Open. 2022;5:e2216449.

23/08/2026

POR QUE FAZER UMA ERGOESPIROMETRIA NO CICLO DE MARATONA? 🏃‍♂️

Correr uma maratona não é só acumular quilômetros. É entender como o seu corpo responde a cada intensidade de exercício.

A ergoespirometria avalia parâmetros cardiovasculares, ventilatórios e metabólicos que, quando cruzados com os dados dos meus treinos, ajudam a mim e ao meu treinador a entender com muito mais precisão como meu corpo está funcionando durante a corrida.

Com ela, conseguimos avaliar:

• VO₂ pico/máximo e capacidade aeróbica
• VT1 e VT2, os limiares ventilatórios que ajudam a individualizar as zonas de treino
• Resposta da frequência cardíaca e da pressão arterial ao esforço
• Comportamento do ECG durante o exercício
• Presença de arritmias ou alterações relacionadas ao esforço
• Eficiência ventilatória e resposta metabólica ao exercício

E tem outro ponto fundamental: segurança.

Antes de exigir do corpo durante 42,195 km, quero saber não apenas quanto consigo correr, mas como meu coração e meu metabolismo respondem quando a intensidade aumenta.

No final, a ergoespirometria não substitui a planilha nem a experiência do treinador.

Ela acrescenta informação. E quanto melhores os dados, mais individualizado pode ser o treino.

🏃‍♂️🫀 Treinar melhor não é apenas correr mais. É conhecer melhor o corpo que vai correr.

Dr Fernando Giordano CRM SP 150702/ PI 7793
Cardiologista / Arritmologista RQE 3655/5359
Pós graduado Medicina Esportiva

20/08/2026

💉 Mounjaro e Ozempic fazem mal para o coração?

Na verdade, quando bem indicados e acompanhados, as evidências mostram justamente o contrário: essas medicações podem trazer benefícios cardiovasculares e metabólicos importantes.

Semaglutida (princípio ativo do Ozempic) e tirzepatida (Mounjaro) atuam muito além da balança. Entre seus efeitos, podemos observar:

📍 Redução de peso e gordura visceral
📍 Melhora da resistência à insulina e do controle glicêmico
📍 Redução de alguns marcadores de risco cardiometabólico
📍 Melhora da pressão arterial em muitos pacientes
📍 Impacto favorável sobre o risco cardiovascular em populações específ**as

E já temos evidências robustas de desfechos cardiovasculares.

No estudo SELECT, com mais de 17 mil pessoas com sobrepeso/obesidade e doença cardiovascular estabelecida, mas sem diabetes, a semaglutida 2,4 mg reduziu em 20% o risco relativo de morte cardiovascular, infarto ou AVC em comparação ao placebo. (New England Journal of Medicine)

Com a tirzepatida, o estudo SUMMIT mostrou redução de eventos de piora da insuficiência cardíaca ou morte cardiovascular em pacientes com obesidade e insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada, além de melhora dos sintomas e da qualidade de vida. (New England Journal of Medicine)

Além disso, no SURPASS-CVOT, a tirzepatida demonstrou segurança cardiovascular, sendo não inferior à dulaglutida para eventos cardiovasculares maiores em pacientes com diabetes tipo 2 e doença cardiovascular aterosclerótica. (New England Journal of Medicine)

⚠️ Isso não signif**a que sejam medicamentos para todo mundo ou que estejam livres de efeitos adversos.

Indicação correta, dose adequada, acompanhamento médico, alimentação e atividade física continuam sendo fundamentais.

Quando tratamos obesidade e alterações metabólicas adequadamente, não estamos cuidando apenas do peso. Estamos tratando fatores que aumentam diretamente o risco cardiovascular. ❤️

Referências:
Lincoff AM et al. N Engl J Med. 2023;389:2221-2232. SELECT Trial.
Packer M et al. N Engl J Med. 2025;392:427-437. SUMMIT Trial.

Dr Fernando Giordano CRM 7793/

Por que incluir treino intervalado na sua rotina? 🏃‍♂️⚡Treino intervalado é a alternância entre períodos de maior intens...
20/08/2026

Por que incluir treino intervalado na sua rotina? 🏃‍♂️⚡

Treino intervalado é a alternância entre períodos de maior intensidade e períodos de recuperação. Quando bem prescrito, ele gera adaptações que correr sempre no mesmo ritmo dificilmente consegue produzir.

Entre os principais benefícios:

🏃 Aumenta o VO₂máx — melhora a capacidade de captar, transportar e utilizar oxigênio durante o exercício.

❤️ Eleva o débito cardíaco máximo — o sistema cardiovascular se adapta para entregar mais sangue e oxigênio aos músculos quando a intensidade aumenta.

🫁 Melhora a eficiência cardiorrespiratória — especialmente quando associado a uma boa construção de base aeróbica.

⚡ Aumenta velocidade e potência aeróbica — você passa a sustentar ritmos mais altos com melhor eficiência.

🔥 Melhora a capacidade de trabalhar próximo ao limiar — ajudando a tolerar intensidades elevadas por mais tempo.

🧬 Estimula adaptações mitocondriais e metabólicas — aumentando a capacidade muscular de produzir energia.

📈 Melhora a economia de corrida e a performance quando integrado adequadamente ao treinamento de força e aos treinos de baixa intensidade.

Mas existe um ponto importante: intervalado não substitui Z1 e Z2.

A base aeróbica permite acumular volume e desenvolver resistência.
O intervalado acrescenta intensidade e aumenta o teto da performance.

Não é sobre treinar forte todos os dias. É sobre saber quando treinar forte.

Para quem busca saúde e performance, o melhor resultado geralmente vem da combinação entre volume, intensidade e recuperação — cada estímulo cumprindo sua função.

📚Referência científ**a:
Milanović Z, Sporiš G, Weston M. Effectiveness of High-Intensity Interval Training (HIT) and Continuous Endurance Training for VO₂max Improvements: A Systematic Review and Meta-Analysis of Controlled Trials. Sports Med. 2015;45:1469–1481.

Dr. Fernando Giordano
Cardiologista e Arritmologista
Pós-graduação em Medicina do Esporte
CRM-PI 7793 - SP 150702 | RQE 3655-5359

Por que incluir treino intervalado na sua rotina? 🏃‍♂️⚡Treino intervalado é a alternância entre períodos de maior intens...
20/08/2026

Por que incluir treino intervalado na sua rotina? 🏃‍♂️⚡

Treino intervalado é a alternância entre períodos de maior intensidade e períodos de recuperação. Quando bem prescrito, ele gera adaptações que correr sempre no mesmo ritmo dificilmente consegue produzir.

Entre os principais benefícios:

🏃 Aumenta o VO₂máx — melhora a capacidade de captar, transportar e utilizar oxigênio durante o exercício.

❤️ Eleva o débito cardíaco máximo — o sistema cardiovascular se adapta para entregar mais sangue e oxigênio aos músculos quando a intensidade aumenta.

🫁 Melhora a eficiência cardiorrespiratória — especialmente quando associado a uma boa construção de base aeróbica.

⚡ Aumenta velocidade e potência aeróbica — você passa a sustentar ritmos mais altos com melhor eficiência.

🔥 Melhora a capacidade de trabalhar próximo ao limiar — ajudando a tolerar intensidades elevadas por mais tempo.

🧬 Estimula adaptações mitocondriais e metabólicas — aumentando a capacidade muscular de produzir energia.

📈 Melhora a economia de corrida e a performance quando integrado adequadamente ao treinamento de força e aos treinos de baixa intensidade.

Mas existe um ponto importante: intervalado não substitui Z1 e Z2.

A base aeróbica permite acumular volume e desenvolver resistência.
O intervalado acrescenta intensidade e aumenta o teto da performance.

Não é sobre treinar forte todos os dias. É sobre saber quando treinar forte.

Para quem busca saúde e performance, o melhor resultado geralmente vem da combinação entre volume, intensidade e recuperação — cada estímulo cumprindo sua função.

Ao longo de um ciclo, o corpo passa por adaptações progressivas: melhora da capacidade aeróbica, eficiência cardiovascul...
18/08/2026

Ao longo de um ciclo, o corpo passa por adaptações progressivas: melhora da capacidade aeróbica, eficiência cardiovascular, economia de corrida, utilização de substratos energéticos e resistência muscular.

Mas existe uma adaptação que não aparece no relógio: a mental.

São semanas aprendendo a lidar com cansaço, desconforto, frustração, mudança de planos e dias em que a motivação simplesmente não aparece.

E talvez esse seja um dos maiores aprendizados desse ciclo: disciplina não é fazer apenas quando você está motivado.

Também aprendi que evolução não signif**a treinar cada vez mais. A recuperação faz parte da adaptação. É durante os períodos de descanso que o organismo assimila o estímulo e se prepara para suportar cargas maiores.

Foram longões ocupando boa parte da manhã, mudanças na rotina, algumas renúncias e, principalmente, muito apoio da família.

No começo, eu nem gostava de correr distâncias acima de 21 km. Com o tempo, aprendi a gostar — inclusive do processo.

Faltando pouco para a prova, percebo que a maratona é apenas o último dia de uma história construída durante meses.

Independentemente do tempo no relógio ou do resultado no dia, uma coisa eu já sei:

não são os 42 km que te transformam.
É tudo o que você precisou fazer para chegar até eles. 🏁

18/08/2026

Sua frequência cardíaca sobe muito durante a corrida?

Muita gente interpreta isso como falta de condicionamento ou acha que precisa simplesmente forçar mais para o coração “acostumar”. Mas a construção da eficiência cardiovascular acontece principalmente com consistência e volume adequado de treinamento aeróbico.

E é aí que Z1 e Z2 têm um papel fundamental. 🫀🏃‍♂️

📍 O coração passa a bombear mais sangue por batimento

Com o treinamento de endurance, ocorre aumento do volume plasmático, melhora do enchimento ventricular e adaptações que favorecem um maior volume sistólico.

Na prática, cada batimento consegue entregar mais sangue e oxigênio aos músculos. Para uma mesma intensidade de exercício, o coração passa a precisar de menos batimentos para manter o débito cardíaco.

📍 O sistema nervoso autônomo também se adapta

O treinamento aeróbico melhora a modulação autonômica, com maior influência parassimpática/vagal.

Com o condicionamento, é comum observar menor FC de repouso, menor FC para uma mesma carga submáxima e recuperação mais rápida da FC após o exercício.

📍 E o músculo também f**a mais eficiente

Aumenta a capacidade oxidativa e melhora a utilização do oxigênio e dos substratos energéticos. Ou seja: você passa a produzir energia de forma mais eficiente durante esforços prolongados.

É por isso que, depois de semanas ou meses de treinamento consistente, algo começa a mudar:

➡️ o mesmo pace passa a exigir uma FC menor;
ou
➡️ você consegue correr mais rápido mantendo a mesma FC.

Isso é adaptação cardiovascular e metabólica.

E não acontece de um treino para o outro. Algumas respostas aparecem nas primeiras semanas, mas adaptações mais consistentes são construídas ao longo de semanas a meses.

Por isso, Z1/Z2 não é “treino fraco”.

É onde você consegue acumular volume com menor estresse fisiológico e construir boa parte da base necessária para correr mais e melhor.

A velocidade vem depois. Primeiro você constrói o motor. 🫀

Dr Fernando Giordano CRM SP 150702/ PI 7793 / RQE 3655-5359

Referência:
Seiler S. What is best practice for training int

16/08/2026

😴 Quanto mais você dorme, melhor você recupera?

Até certo ponto, sim — principalmente no esporte.

6 horas de sono podem ser restauradoras para algumas pessoas. Mas quando falamos de recuperação muscular, mental e performance, aumentar o tempo de sono pode trazer benefícios importantes.

Estudos com atletas mostram que estender o sono, chegando próximo de 8–10 horas de oportunidade de sono, pode melhorar aspectos como:

💪 recuperação física
⚡ tempo de reação
🧠 atenção e função cognitiva
🏃 desempenho esportivo
😴 sensação de fadiga e sonolência
😊 humor

Isso acontece porque o sono não é simplesmente um período em que o corpo “desliga”.

Durante o sono ocorrem processos fundamentais para reparo muscular, síntese proteica, recuperação do sistema nervoso, regulação hormonal e consolidação do aprendizado motor.

E existe outro ponto importante:

Dormir menos de 6 horas de forma habitual não deveria ser normalizado.

A restrição crônica do sono está associada a prejuízos metabólicos, cardiovasculares, cognitivos e de recuperação.

Portanto, para quem treina:

6h podem ser suficientes para alguns.
7–9h é uma ótima referência.
E, em períodos de treinamento intenso, aumentar ainda mais a oportunidade de sono pode favorecer a recuperação e a performance.

Você controla treino, pace, carga, alimentação e suplementação.

Talvez esteja esquecendo de controlar uma das variáveis mais importantes:

O SONO.

Dr. Fernando Giordano
Cardiologista | Arritmologista | Medicina do Esporte
CRM-PI 7793 | CRM-SP 150702
RQE Cardiologia 3655 | RQE Arritmologia 5359

📚 Referência: Walsh NP et al. Sleep and the athlete: narrative review and 2021 expert consensus recommendations. British Journal of Sports Medicine. 2021;55:356–368.

RecuperaçãoMuscular Corrida Esporte
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