12/07/2026
Aos 61 anos, eu me lembro das palavras de Jesus: “Ninguém põe vinho novo em odres velhos.” O novo de Deus sempre pede um coração capaz de se expandir, de continuar aprendendo e de receber o que Ele ainda quer fazer.
Nasci em 1965. No mundo dos vinhos, algumas safras desse período são lembradas pela sua excelência. Um grande vinho não se torna precioso apenas porque nasceu em um determinado ano, mas porque foi bem guardado, atravessou o tempo e amadureceu sem perder sua essência.
Assim também é a vida. O tempo não diminui o valor de quem permanece sendo transformado por Deus; ele revela a riqueza que só a maturidade pode produzir.
Hoje, aos 61 anos, não sou um vinho preso ao passado. Sou fruto de uma jornada em que Deus continua derramando vinho novo sobre a minha vida. E, para receber esse novo, Ele continua renovando os “odres” do meu coração, ampliando minha visão, fortalecendo minha fé e preparando-me para uma nova estação.
Se 1965 pode ser lembrado como uma safra de excelência, eu escolho crer que minha melhor colheita não ficou para trás. Ela continua sendo produzida a cada dia em Cristo.
Gratidão aos meus queridos filhos espirituais,
Aurelio Santana
Ana Flora Fernandes Santana