17/05/2026
Fiz 33 anos em abril. E como é incrível que a década dos 30 é realmente especial. Esses dias estava numa ligação com uma amiga e juntas relembramos os nossos 20 e olhamos para os nossos 30 e, em uníssono, afirmamos: eu não trocaria o agora pelo ontem. Não me arrependo do que fiz e vivi nos 20, nem guardo mágoas ou rancor, na verdade, eu realmente precisei deles para chegar aqui. Eu sei que isso é um clichê que a gente ouve por aí, mas já parou para pensar que clichê existe porque se fundamenta em várias experiências que se repetem? Então tem um sentido nisso. Mesmo assim, eu, que sempre amei comemorar o meu aniversário em todas as décadas anteriores, neste ano quis não comemorar. Só que aí algumas pessoas muito especiais vieram me perguntar o que eu ia fazer, sugeriam coisas, se colocaram à disposição e todas, separadamente, me falaram: só não deixa de comemorar, porque você ama isso. E esse é mais um fator dos 30: as pessoas que ocupam a sua vida são realmente especiais e “as suas pessoas”. Cheguei aos 33 feliz com meu aqui-e-agora e muito disposta a correr o risco de desagradar, não ser amada e nem a mais querida. Entendi que, por mais paradoxal que seja, é exatamente assim que você me sentir amada. 🤍