25/08/2026
A avaliação de um paciente com DTM vai muito além de olhar para a articulação temporomandibular.
É preciso entender como a mandíbula se movimenta, avaliar a musculatura da face e do pescoço, observar a cervical e investigar hábitos e fatores que podem estar relacionados aos sintomas.
Isso porque uma mesma queixa pode ter diferentes fatores envolvidos ,e o tratamento precisa fazer sentido para aquela pessoa.
Por isso, antes de escolher uma técnica ou iniciar um tratamento, é preciso entender o quadro.
Avaliar bem é o primeiro passo para tratar melhor.