Acolher Psicoterapia

Acolher Psicoterapia Psicologia Medicina e Saúde

07/08/2026

Está chegando o primeiro encontro do NeuroPsi em Construção, um grupo de supervisão presencial voltado para profissionais e estudantes que desejam aprofundar o raciocínio clínico na avaliação neuropsicológica.

Os encontros serão conduzidos pelas neuropsicólogas Cristiane Capibaribe e Germana Sousa, em um espaço de troca de experiências, discussão de casos e fortalecimento da prática profissional.

📅 Início: 14 de agosto
🕘 Encontros quinzenais, das 9h às 11h
📍 Via Clinic – Rua Visconde de Mauá, 2600, próximo à Praça da Imprensa.

As vagas são limitadas. Para mais informações, entre em contato pelo WhatsApp: (85) 98881-6515 / (85) 98807-0315.

06/08/2026

Responder mensagens fora do expediente, revisar mentalmente tudo o que aconteceu durante o dia ou sentir culpa por descansar pode parecer normal, mas, quando isso se torna constante, o corpo e a mente têm dificuldade para recuperar as energias.

🎥 No vídeo, o psicólogo Márico Acselrad reflete sobre por que tantas pessoas têm dificuldade de se desligar do trabalho e quais são os impactos desse hábito na vida pessoal. Confira.

Orientação do psicólogo Márcio Acselrad - CRP 11-936 - Marcio Acselrad

Um relacionamento emocionalmente saudável não é aquele em que nunca há conflitos, mas aquele em que existe segurança par...
05/08/2026

Um relacionamento emocionalmente saudável não é aquele em que nunca há conflitos, mas aquele em que existe segurança para enfrentá-los com respeito e diálogo. Nele, você pode expressar o que sente sem medo de ser ridicularizado, tem seus limites respeitados e não precisa abrir mão da própria identidade para ser aceito.

Também há espaço para a individualidade. Cada pessoa mantém seus interesses, amizades e projetos, sem que isso seja visto como ameaça. O apoio acontece sem controle, a confiança é construída no dia a dia e as diferenças são tratadas com maturidade, não com manipulação ou punição.

Nenhum relacionamento é perfeito. O que o torna saudável é a disposição de ambos para ouvir, reparar erros, crescer juntos e construir uma relação baseada em respeito, confiança e responsabilidade afetiva.

Orientações da psicóloga Mariana de Melo Vilar Fortes de Siqueira (CRP 11-02873) | Mariana Fortes | Psicóloga
Agende um horário pelo telefone: 85 9.9204.104

Você alcança algo importante. Mas, antes mesmo de respirar fundo e reconhecer o caminho percorrido, a mente já está ocup...
04/08/2026

Você alcança algo importante. Mas, antes mesmo de respirar fundo e reconhecer o caminho percorrido, a mente já está ocupada com a próxima meta.

Para muitas pessoas, celebrar parece perda de tempo. Descansar desperta culpa. Sentir orgulho soa como acomodação. Como se viver fosse uma corrida em que a linha de chegada nunca pudesse ser alcançada.

Muitas vezes, esse modo de funcionar nasce de histórias marcadas por cobranças, pela necessidade constante de provar valor ou pela crença de que só somos suficientes quando estamos produzindo.

No caminho do Bem-Viver, celebrar também é um ato de cuidado. É reconhecer quem você se tornou enquanto caminhava, não apenas o lugar onde chegou.

Porque quem nunca faz uma pausa para celebrar corre o risco de viver sempre em busca da próxima conquista... sem experimentar, de fato, a alegria de ter chegado.

Orientações da psicóloga Andréa Gradvohl | Andréa Furtado Gradvohl Matos (CRP 11/02029)

📲 Contato: (85) 9 8543 4007

Relações abusivas raramente começam com agressões. Elas costumam se instalar aos poucos, por meio do controle disfarçado...
03/08/2026

Relações abusivas raramente começam com agressões. Elas costumam se instalar aos poucos, por meio do controle disfarçado de cuidado, do ciúme tratado como prova de amor, da manipulação, das críticas constantes e do isolamento. Com o tempo, a mulher pode começar a duvidar da própria percepção, acreditar que está exagerando ou até se sentir culpada pelo comportamento do outro.

Na psicoterapia, entendemos que reconhecer uma relação abusiva não depende apenas de “enxergar os sinais”. Envolve história de vida, autoestima, vínculos afetivos, medo, dependência emocional e, muitas vezes, experiências anteriores que tornam mais difícil identificar quando um limite foi ultrapassado.

Neste Agosto Lilás, é importante lembrar que informação também é proteção. Falar sobre violência psicológica, acolher sem julgamentos e oferecer espaços seguros de escuta pode ajudar muitas mulheres a compreenderem que amor não combina com medo, controle ou humilhação.

Existe um momento na vida adulta em que algo muda profundamente: você deixa de enxergar seus pais apenas como “pai” e “m...
31/07/2026

Existe um momento na vida adulta em que algo muda profundamente: você deixa de enxergar seus pais apenas como “pai” e “mãe” e começa a vê-los como pessoas.

Pessoas que também tiveram medos, inseguranças, limitações, perdas e histórias que você talvez nunca tenha conhecido por inteiro. Pessoas que, muitas vezes, educaram com as ferramentas emocionais que tinham, e não com as que gostariam de ter.

Essa compreensão não apaga dores, não justifica violências e nem significa que tudo precisa ser perdoado. Mas pode abrir espaço para uma leitura mais complexa da própria história. Na psicoterapia, amadurecer emocionalmente também passa por sustentar duas verdades ao mesmo tempo: reconhecer os impactos que nossos pais tiveram sobre nós e entender que eles também estavam tentando encontrar um jeito de viver.

Orientações do psicólogo Armando Sérgio Emerenciano de Melo - CRP 11-343 (Armando Melo).
Agende um horário com o profissional pelo WhatsApp: (85) 9.8827.0856

Às vezes, o desejo de mudar existe. O que falta não é vontade, é segurança. Começar um novo trabalho, um relacionamento,...
30/07/2026

Às vezes, o desejo de mudar existe. O que falta não é vontade, é segurança. Começar um novo trabalho, um relacionamento, um curso ou qualquer projeto importante pode despertar medo porque toda mudança traz incertezas. E o cérebro costuma preferir aquilo que já conhece, mesmo quando aquilo já não faz bem.

Na psicoterapia, buscamos compreender que esse medo nem sempre fala sobre incapacidade. Muitas vezes, ele está relacionado a experiências anteriores, medo de fracassar, de ser julgado ou até de descobrir uma versão diferente de si mesmo. Em muitos casos, esse primeiro passo começa quando entendemos que não precisamos esperar o medo desaparecer para começar a viver.

Orientações da psicóloga Cleide Silveira de Andrade | Cleide Silveira de Andrade (CRP 11-07959)
📲 85 9.9947.2883

29/07/2026

Uma cena da novela “Quem Ama Cuida” traz uma reflexão interessante. Embora seja uma fala de ficção, ela dialoga com algo que a psicologia observa em alguns relacionamentos: quando alguém começa a estabelecer limites, exercer autonomia e fazer escolhas próprias, quem estava acostumado a controlar essa pessoa pode reagir com irritação, rejeição ou até hostilidade.

Ter limites saudáveis não é ser frio. É preservar a própria saúde emocional. Pense nisso!

Aos 30 anos, muitas pessoas descobrem que a realidade não seguiu o roteiro que imaginaram na adolescência ou no início d...
29/07/2026

Aos 30 anos, muitas pessoas descobrem que a realidade não seguiu o roteiro que imaginaram na adolescência ou no início da vida adulta. O relacionamento não aconteceu, a carreira tomou outro rumo, a maternidade ou a paternidade não vieram, os planos mudaram ou simplesmente perderam o sentido.

Na psicologia, amadurecer também envolve reconhecer que nem todo sofrimento nasce de uma perda concreta. Às vezes, sofremos pela despedida de uma versão de futuro que alimentamos durante anos, e isso merece ser acolhido.

Mas elaborar esse luto não significa desistir dos sonhos, muito pelo contrário... significa abrir espaço para construir novos projetos sem ficar presa à ideia de que a vida só poderia ser feliz se tivesse acontecido exatamente como você planejou.

Orientações da Lilia Barreira Asfor | Lilia Barreira
Psicóloga / Neuropsicóloga (CRP 11/02292)
📲 Contato: (85) 98885-1601

Nem sempre a irritação é o problema. Às vezes, ela é a forma que nosso sistema emocional encontra para sinalizar que alg...
28/07/2026

Nem sempre a irritação é o problema. Às vezes, ela é a forma que nosso sistema emocional encontra para sinalizar que algo não vai bem.

Por trás de um acesso de raiva, podem existir muitas questões que merecem um olhar mais atento: cansaço acumulado, sobrecarga, esgotamento, sentimentos reprimidos, ansiedade, necessidades que não têm sido atendidas.

Assim, na psicoterapia, mais do que um comportamento a ser controlado, a irritabilidade é vista como um sinal, e o objetivo do acompanhamento não se restringe a fazer com que ela desapareça, mas a compreender o que essa emoção está tentando comunicar.

Dessa forma, em vez de focar sempre perguntar o que fazer para se irritar menos, talvez faça mais sentido se questionar o que essa irritação pode estar tentando indicar. Escutar esse sinal pode ser o primeiro passo para cuidar de si com mais consciência e encontrar maneiras mais saudáveis de lidar com as próprias emoções.

Orientações da psicóloga Maria Marleide de Oliveira (CRP 11- 06156) Maria Marleide Oliveira Psic/Neuropsi

Agendamento de consultas: 85 9.8859.2301

Endereço

Avenida Washington Soares, 3663. WSTC, Torre 1, Sala 514
Fortaleza, CE
60811341

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Terça-feira 09:00 - 20:00
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