Dra. Isadora Lippmann

Dra. Isadora Lippmann Graduada em medicina pela Universidade Federal de Santa Maria. Cirurgiã Geral pelo Hospital Nossa Senhora de Pompéia, Caxias do Sul.

Cirurgiã Oncológica pelo Hospital Santa Rita. Cirurgiã Oncológica pelo Hospital Santa Rita - Complexo Hospitalar Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre - RS. Registro como Especialista em Cirurgia Geral e em Cirurgia Oncológica pelo Conselho Regional de Medicina do Paraná. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica. Atua na cidade de Foz do Iguaçu como Cirurgiã Oncológica, realizando consultas de prevenção e investigação diagnóstica, além do tratamento cirúrgico.

31/07/2026

Nem sempre o corpo avisa de forma óbvia quando algo está mudando.

Alterações no sono, energia, disposição, libido, ciclo menstrual, composição corporal e até no humor podem estar relacionadas a diferentes fatores, inclusive às oscilações hormonais.

Mas atenção: sentir esses sinais não significa, automaticamente, que você precise fazer reposição hormonal. A investigação precisa considerar sintomas, histórico, fase da vida e exames quando indicados.

Por isso, entender o que o seu corpo está sinalizando é o primeiro passo para tomar decisões com mais segurança.

Comente EXAMES e eu te envio um guia para entender melhor os sinais do seu corpo e conhecer as possibilidades de terapia hormonal.

28/07/2026

A retirada do útero não significa, necessariamente, que a mulher vai entrar na menopausa.

Essa é uma dúvida muito comum entre as pacientes que precisam passar por uma histerectomia, e a resposta depende principalmente de os ovários serem preservados ou retirados durante a cirurgia.

Por isso, cada caso precisa ser avaliado individualmente, considerando a idade da paciente, a indicação da cirurgia e a necessidade ou não de preservar a função hormonal dos ovários.

Entender essas diferenças é importante para tomar decisões mais conscientes sobre a sua saúde e saber o que esperar antes e depois de uma cirurgia.

Se você quer entender mais sobre menopausa, hormônios e saúde da mulher, siga o meu perfil para acompanhar mais conteúdos como este.

26/07/2026

Nem todo pólipo uterino é preocupante, mas todo pólipo merece investigação.

Sangramento fora do período menstrual, aumento do fluxo, sangramento após a relação ou na pós-menopausa são sinais que não devem ser ignorados. Com a avaliação correta, é possível definir a melhor conduta para cada caso.

Clique no link da bio e agende sua consulta.

23/07/2026

Sangramento depois da menopausa nunca deve ser ignorado.

Mesmo quando parece algo simples, é importante investigar a origem desse sangramento. Alterações no endométrio, como pólipos, podem estar por trás do quadro e precisam de uma avaliação adequada.

Neste caso, a investigação permitiu identificar uma alteração dentro do útero e definir o próximo passo para o tratamento.

O diagnóstico precoce e a investigação correta fazem toda a diferença na saúde da mulher.

Se você está na pós-menopausa e apresentou qualquer sangramento, procure ajude, clique no link da bio.

21/07/2026

Tem dias em que cuidar da saúde parece fácil. Em outros, até o que você sabe que faz bem parece difícil de manter.

Mas talvez seja justamente aí que esteja a diferença entre saber o que precisa ser feito e transformar esse conhecimento em um hábito.

Prevenção não acontece em uma única consulta, em um único exame ou em uma decisão tomada de vez em quando. Ela é construída na rotina, nas escolhas que você repete e na forma como cuida do seu corpo ao longo dos anos.

Não é sobre fazer tudo perfeitamente. É sobre não abandonar completamente aquilo que você sabe que é importante para a sua saúde.

Movimentar o corpo, ter uma alimentação equilibrada, cuidar do sono e manter seus acompanhamentos em dia são atitudes que, juntas, fazem parte de uma vida mais saudável e podem contribuir para reduzir o risco de diversas doenças.

O cuidado que você adia hoje pode fazer diferença na sua saúde amanhã.

Compartilhe este conteúdo com alguém que precisa lembrar que cuidar de si também é uma escolha diária.

19/07/2026

Cuidar da saúde íntima vai muito além dos produtos que prometem proteção e equilíbrio.

O que realmente faz diferença é investir em prevenção: consultas ginecológicas regulares, rastreamento do HPV, vacinação quando indicada, hábitos de vida saudáveis e, para algumas mulheres, reposição hormonal com orientação médica.

A prevenção continua sendo o caminho mais eficaz para cuidar da sua saúde hoje e no futuro.

Siga o perfil para mais conteúdos sobre prevenção e saúde da mulher.

16/07/2026

Você sabia que alguns casos de câncer podem estar relacionados a uma condição hereditária?

A Síndrome de Lynch é uma alteração genética que aumenta o risco de alguns tipos de câncer, principalmente o colorretal e o de endométrio. O desafio é que, na maioria das vezes, ela não provoca sintomas antes do diagnóstico.

Por isso, conhecer o histórico de saúde da família faz toda a diferença. Casos de câncer em parentes jovens, tumores que se repetem em diferentes gerações ou familiares com câncer de intestino e endométrio podem indicar a necessidade de uma investigação mais aprofundada.

Quando identificada, a Síndrome de Lynch permite um acompanhamento individualizado, com estratégias de rastreamento e prevenção que podem fazer diferença não apenas para a paciente, mas também para outros membros da família.

Nem todo câncer acontece por acaso. Em alguns casos, ele é um sinal de que existe uma predisposição genética que merece atenção.

Se você tem histórico familiar de câncer de endométrio, intestino ou outros tumores relacionados, procure uma avaliação especializada.

Clique no link da bio e saiba como minha equipe pode te ajudar.

14/07/2026

Receber o diagnóstico de uma lesão no colo do útero costuma gerar medo.

Mas existe uma informação importante que muitas mulheres desconhecem: nem toda lesão significa câncer.

Quando alterações causadas, principalmente, pelo HPV são identificadas precocemente, em alguns casos a conização é indicada. Esse procedimento remove uma pequena porção do colo do útero onde está localizada a lesão, tratando a alteração e reduzindo significativamente o risco de evolução para o câncer.

A indicação depende de fatores como o resultado do teste de HPV, da colposcopia, da biópsia e do grau da lesão. Por isso, cada caso deve ser avaliado de forma individual.

O mais importante é não adiar a investigação. Quanto mais cedo uma lesão é diagnosticada, maiores são as chances de tratamento antes que ela se transforme em um câncer.

Se você recebeu um diagnóstico de lesão no colo do útero, teve alteração no teste de HPV ou deseja entender se a conização é indicada no seu caso, clique no link da bio e agende sua consulta.

09/07/2026

Quando falamos em câncer, poucas estratégias são tão eficazes quanto a prevenção. A vacinação contra o HPV já demonstra resultados expressivos, reforçando que proteger antes da exposição ao vírus pode salvar vidas.

Além de estar relacionada à prevenção do câncer de colo do útero, a vacina também contribui para reduzir o risco de outros cânceres associados ao HPV. Informação e prevenção caminham juntas.

Quer entender quem deve tomar a vacina, qual a idade indicada e por que ela é tão importante? Clique no link da bio e saiba mais.

07/07/2026

Você acabou de ouvir o relato de uma mulher que fazia o Papanicolau regularmente, mas ainda assim recebeu o diagnóstico de uma lesão de alto grau (NIC 3).

Casos como esse ajudam a entender por que o rastreamento do câncer do colo do útero está evoluindo.

O Papanicolau foi, durante muitos anos, o principal exame para prevenção e continua tendo um papel importante.

Porém, ele identifica alterações nas células do colo do útero, enquanto o teste de HPV detecta a presença do vírus de alto risco antes mesmo dessas alterações aparecerem.

Isso torna o teste de HPV mais sensível para identificar mulheres com maior risco de desenvolver lesões precursoras do câncer do colo do útero, permitindo um acompanhamento mais preciso e aumentando as chances de prevenir a doença.

É importante lembrar que nenhum exame é perfeito e que a escolha do método de rastreamento deve seguir as recomendações médicas, considerando a idade e o histórico de cada mulher.

Se você tem dúvidas sobre qual exame é o mais indicado para você, converse com seu ginecologista.

Compartilhe este conteúdo com outras mulheres.

Essa informação pode fazer toda a diferença na prevenção do câncer do colo do útero.

Laís Barcelos

Endereço

Avenida Pedro Basso, 472
Foz Do Iguaçu, PR
85863-756

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