Joice Guariz Psicóloga Clínica e Neuropsicóloga

Joice Guariz Psicóloga Clínica e Neuropsicóloga 🌱 TCC | ABA Naturalista | Escrita Terapêutica
🤍 Unindo Fé e Ciência para transformar vidas
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Por muito tempo, fizeram pessoas acreditarem que sentir era sinal de pouca fé.Mas Jesus nunca disse para ignorar suas em...
01/06/2026

Por muito tempo, fizeram pessoas acreditarem que sentir era sinal de pouca fé.

Mas Jesus nunca disse para ignorar suas emoções.
Nunca disse para carregar tudo sozinho.
Nunca disse que o cansaço era fracasso espiritual.

Ele acolhia os cansados.
Chorava.
Perguntava sobre dores.
Enxergava as pessoas por completo.

Talvez você precise lembrar disso hoje:

🌿 Cuidar da sua saúde mental não te afasta de Deus.
Pode ser justamente o caminho para se aproximar d’Ele.

No consultório, é muito comum ouvir mulheres dizendo:“Eu estou sob muita pressão.”“Eu preciso dar conta.”“Eu me sinto cu...
18/05/2026

No consultório, é muito comum ouvir mulheres dizendo:

“Eu estou sob muita pressão.”
“Eu preciso dar conta.”
“Eu me sinto culpada quando não consigo entregar tudo.”
“Parece que eu nunca faço o suficiente.”

E quase sempre elas acreditam que o problema está apenas no excesso de demandas.

Mas, muitas vezes, a dor não vem só da rotina.
Vem da forma como aprenderam a existir dentro dela.

Mulheres que se cobram o tempo inteiro.
Que transformaram desempenho em valor pessoal.
Que se sentem insuficientes quando descansam.
Que acreditam que precisam ser fortes, produtivas e emocionalmente controladas o tempo todo.

Com o passar do tempo, elas deixam de se ouvir.
Ignoram o próprio cansaço.
Se desconectam das próprias necessidades.
E começam a funcionar no automático, tentando sobreviver às expectativas que carregam.

Só que nenhuma mente permanece saudável vivendo em estado constante de cobrança.

Você não precisa se tratar como máquina para provar que é capaz.
Sua exaustão não deveria ser o preço para se sentir importante.

Aprender a respeitar limites, reconhecer emoções e pedir ajuda também faz parte da maturidade emocional. 🤍

11/05/2026

NEM TUDO É TRAUMA. ÀS VEZES… É O SEU TEMPERAMENTO.

Hoje existe uma necessidade de explicar tudo emocionalmente.
E, com isso, muitas pessoas começaram a transformar qualquer comportamento em trauma.

Mas maturidade também é reconhecer que nem toda atitude vem de uma ferida.
Algumas vêm da falta de posicionamento, responsabilidade ou desenvolvimento emocional.

Às vezes, você é mais intensa.
Mais prática.
Mais impulsiva.
Mais silenciosa.

E tudo bem.

O problema começa quando o temperamento vira justificativa para permanecer em padrões que machucam você e os outros.

“Eu sou assim.”
“Esse é o meu jeito.”
“Quem me conhece sabe.”

Mas crescer emocionalmente é entender que personalidade não elimina responsabilidade.

Seu temperamento explica tendências.
Mas não deve controlar suas escolhas.

Porque autoconhecimento não é usar quem você é como desculpa.
É usar isso com consciência.

Nem tudo precisa ser tratado como trauma.
Mas tudo precisa ser olhado com verdade.

08/05/2026

VEM PASSAR UMA MANHÃ COMIGO?

Hoje tive a oportunidade de estar em uma empresa muito especial falando sobre algo que impacta diretamente a vida, as relações e até a forma como uma pessoa se enxerga: saúde mental.

Muitas vezes, o cansaço é normalizado.
A sobrecarga é romantizada.
E o emocional vai sendo deixado para depois.

Mas pessoas emocionalmente adoecidas não conseguem sustentar resultados saudáveis por muito tempo.

Cuidar da saúde mental também é cuidado com pessoas.
É criar ambientes mais conscientes, humanos e seguros.

E foi exatamente sobre isso que conversamos hoje.

27/04/2026

NÃO EXISTE UM TEMPERAMENTO CERTO OU ERRADO.

Quando olhamos para Lucas 10, é comum colocar Marta como a “errada”… afinal, Maria escolheu a boa parte.

Mas o ponto não é esse.

Marta não estava errada por servir.
E Maria não estava certa apenas por estar parada.

O que diferencia as duas não é o temperamento.
É a escolha.

Escolha de onde estar.
Escolha de como responder.
Escolha de quais prioridades sustentar.

Muitas mulheres vivem presas nisso: “eu sou assim”, “esse é o meu jeito”, “esse é o meu temperamento…”

Mas maturidade não é justificar comportamento.
É assumir posicionamento.

Você pode ser ativa, prática, resolutiva… e ainda assim aprender a parar.

Você pode ser sensível, contemplativa… e ainda assim aprender a agir.

O problema não é quem você é.
É quando você usa isso para não escolher melhor.

Porque no fim…
não é sobre ser Marta ou Maria.

É sobre entender: de qual lugar você está vivendo hoje?

QUANTAS VEZES VOCÊ DEIXOU DE SENTAR À MESA?E eu não estou falando só de uma mesa física.Estou falando da mesa onde você ...
22/04/2026

QUANTAS VEZES VOCÊ DEIXOU DE SENTAR À MESA?

E eu não estou falando só de uma mesa física.

Estou falando da mesa onde você se posiciona.
Da mesa onde sua voz tem lugar.
Da mesa onde você entende que pode existir… sem se diminuir.

Quantas vezes você se retirou antes mesmo de ser convidada?
Ou até foi… mas não se permitiu ocupar?

Se ajustou.
Se calou.
Se moldou para caber.

E, aos poucos, começou a acreditar que não era digna de estar ali.

Mas não é sobre personalidade.
Não é sobre temperamento.

É sobre identidade.

Você não precisa ser diferente para merecer lugar.
Você não precisa se tornar outra para ser aceita.

O problema não está em quem você é…
mas no quanto você aprendeu a se afastar disso.

Porque quando você não se reconhece,
qualquer mesa parece grande demais.

Mas quando você entende quem é…
você não pede mais permissão para existir.

Você simplesmente se posiciona.

E talvez hoje não seja sobre esperar um convite.
Seja sobre parar de se retirar dos lugares que já são seus.

Se isso faz sentido para você hoje me conta nos comentários 👇🏼

20/04/2026

QUAL PARTE VOCÊ TEM ESCOLHIDO?

no Entre Xícaras e Recomeços, nós falamos sobre isso.

Sobre mulheres que aprenderam a viver como Marta…
fazendo, resolvendo, sustentando tudo.

E, no meio disso, se afastaram de si.

Mas também falamos sobre Maria.
Que escolheu parar.
Que escolheu estar.

E Jesus disse:
“Maria escolheu a boa parte.”

Não porque fazer é errado.
Mas porque viver só a partir disso… te desconecta.

A boa parte não é sobre não fazer nada.
É sobre saber de onde você está vivendo.

Para mulheres que estão cansadas de dar conta de tudo…
e começaram a perceber que existe um outro lugar.

Qual tem sido a sua escolha?

Você aprendeu cedo a se adaptar.A perceber o ambiente.A entender o que esperavam de você… e corresponder.Foi sendo a fil...
17/04/2026

Você aprendeu cedo a se adaptar.
A perceber o ambiente.
A entender o que esperavam de você… e corresponder.

Foi sendo a filha que não dá trabalho.
A mulher que sustenta tudo.
A que entende, cede, resolve.

E isso funcionou.

Mas teve um custo.

Na psicologia, quando você se molda repetidamente para atender expectativas externas, a sua referência interna vai ficando cada vez mais fraca.

Você começa a perder:

opinião
desejo
limite
direção

Até chegar em um ponto em que a pergunta não é mais “o que esperam de mim?”
É: “quem sou eu sem isso?”

E o vazio aparece.

Não porque você não tem identidade…
mas porque passou tempo demais vivendo a partir de fora.

Você não nasceu para ser versão ajustada.
Nem para caber em todos os espaços.

Se posicionar não é se tornar alguém nova.
É parar de sustentar versões que nunca foram suas.

E talvez o desconforto que você sente hoje…
seja o início de um reencontro.

Em que momento você começou a se moldar para caber?

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