Psicóloga Lhivia Lourençoni

Psicóloga Lhivia Lourençoni Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Psicóloga Lhivia Lourençoni, Serviço de saúde mental, Avenida Engenheiro Eurico Viana Quadra 1, 3, Alto da Glória e Redenção, Goiânia/, Goiânia.

30/05/2026

Existe uma diferença entre ser forte e carregar tudo sozinha.

Muitas mães, após a separação, assumem quase toda a responsabilidade pelos filhos e, aos poucos, vão se perdendo de si mesmas.

Neste vídeo, falo sobre essa sobrecarga invisível, a partir da Psicologia Analítica de Jung, e sobre a importância de reconstruir sua identidade para além da função de sustentar tudo.

💜 Mães também precisam ser cuidadas.

26/05/2026

A maternidade não é um conto de fadas altruísta.
Mas também não é uma prisão.

Existem renúncias reais: tempo, silêncio, liberdade, descanso.
E tudo bem admitir isso.

Só que toda escolha madura carrega responsabilidades e gerar, cuidar e formar uma vida é uma das maiores delas.

Sem romantização.
Sem vitimismo.
Apenas maturidade para entender que amor também exige entrega.

A maternidade pode ser difícil sem deixar de ser valiosa.

23/05/2026

Tenho percebido um conflito muito presente no consultório: mulheres que desejam uma maternidade mais leve, mais equilibrada e com espaço para continuarem existindo como mulheres, mas que se sentem culpadas toda vez que tentam viver isso na prática.

A sociedade fala sobre liberdade feminina, autonomia e empoderamento. Mas muitas mães ainda carregam a sensação de que precisam se anular para serem consideradas “boas mães”.

E talvez seja justamente essa culpa constante uma das maiores fontes de sofrimento emocional da maternidade hoje.

Cuidar do casamento não é abandono.
Ter rede de apoio não é fracasso.
Trabalhar não diminui vínculo.
E continuar existindo para além da maternidade não deveria gerar culpa.

Porque nenhuma experiência materna deveria exigir o adoecimento emocional de uma mulher para validar seu amor pelos filhos.

Esse é o tema do segundo episódio do quadro “Conversas de uma psicóloga de mães”.

16/05/2026

Hoje começa o “Conversas de uma Psicóloga de Mães”. 💜

Um espaço para falarmos sobre maternidade real, saúde mental, culpa, sobrecarga, casamento, identidade e tudo aquilo que atravessa emocionalmente tantas mulheres.

E começamos por um conflito muito presente na vida de muitas mães:o desejo legítimo de continuar existindo para além da maternidade… acompanhado da culpa constante por isso.

Porque muitas mulheres cresceram ouvindo que podem ser livres, independentes e realizar seus sonhos, mas, na prática, ainda se sentem julgadas quando tentam viver essa liberdade depois que os filhos chegam.

Quero que esse espaço seja menos sobre perfeição e mais sobre consciência, acolhimento e conversas reais.

Porque mães também precisam de cuidado.

O documentário da Rafa Kalimann abriu espaço para uma conversa necessária: a solidão emocional na gestação e o impacto d...
14/05/2026

O documentário da Rafa Kalimann abriu espaço para uma conversa necessária: a solidão emocional na gestação e o impacto da saúde mental materna na vida da mulher, do casal e da família.

A repercussão nas redes mostrou o quanto ainda temos dificuldade de acolher experiências reais da maternidade sem julgamentos ou idealizações. Mas a verdade é que a gestação transforma profundamente a mulher, os vínculos e a dinâmica familiar e ninguém deveria atravessar isso sozinho.

Falar sobre pré-natal psicológico, vínculo conjugal e rede de apoio é falar sobre prevenção, cuidado e saúde emocional para todos os envolvidos.

Quando a mãe é cuidada, o bebê ganha.
Quando o casal é cuidado, a família ganha.
Quando a saúde mental materna é prioridade, toda a sociedade ganha.

12/05/2026

O discurso moderno disse à mulher que ela poderia ter tudo.

Mas não ensinou o peso de sustentar tudo ao mesmo tempo.

Hoje muitas mulheres vivem entre a liberdade que conquistaram…
e a sobrecarga que acumularam.

Trabalham.
Cuidam.
Resolvem.
Sustentam emocionalmente.
E ainda carregam a pressão de estarem realizadas em todos os papéis.

Talvez o problema não esteja na mulher.
Mas na expectativa impossível colocada sobre ela.

E no conflito silencioso que surge quando, em nome da autonomia e da performance, a família começa a parecer um obstáculo — e não parte da base que sustenta a vida.

Nem romantizar o passado.
Nem negar os excessos do presente.

Talvez o que falte hoje seja equilíbrio.
E coragem para olhar a realidade com mais honestidade.

10/05/2026

Divido aqui um pouco da minha experiência de ser mãe, uma vivência intensa, transformadora e profundamente única.

E desejo que cada mulher possa viver a sua maternidade de forma verdadeira, sem se deixar aprisionar pelas expectativas externas que tantas vezes nos afastam da potência, da beleza e da autenticidade do maternar.

Feliz dia das Mães! 🌷

08/05/2026

Feliz Dia das Mães. 🌷

Sem romantizar.
Sem endurecer.

Com mais verdade, mais equilíbrio e mais respeito pela profundidade que é ser mãe.

Porque a maternidade não é só leveza, mas também não é só peso.

E reconhecer os dois lados talvez seja a forma mais honesta de valorizar quem vive isso todos os dias.

Se priorizar não te faz menos mãe.Mas também não te isenta de nada.Existe uma linha que muita gente não quer encarar:aut...
28/04/2026

Se priorizar não te faz menos mãe.
Mas também não te isenta de nada.

Existe uma linha que muita gente não quer encarar:
autocuidado não pode virar desculpa para ausência.

Cuidar de si não substitui presença.
Não compensa negligência.
E não elimina a responsabilidade que a maternidade exige.

Ser mãe pede renúncia.
Pede constância.
Pede estar, mesmo quando não é confortável.

E isso não é negociável.

Mas também existe outro extremo:
a mulher que se abandona completamente.

E nenhum dos dois sustenta.

Autocuidado de verdade não te afasta do seu papel.
Te dá estrutura para sustentar ele melhor.

Te dá consciência.
Te dá limite.
Te dá equilíbrio.

Porque não é sobre escolher entre você e seus filhos.

É sobre não se perder…
sem usar isso como desculpa para fugir do que precisa ser assumido.

Cuidar de si não te afasta da maternidade.
Mas fugir dela disfarçada de autocuidado… te distancia de tudo.

Se priorizar não te faz menos mãe.Mas também não te isenta de nada.Existe uma linha que muita gente não quer encarar:aut...
28/04/2026

Se priorizar não te faz menos mãe.
Mas também não te isenta de nada.

Existe uma linha que muita gente não quer encarar:
autocuidado não pode virar desculpa para ausência.

Cuidar de si não substitui presença.
Não compensa negligência.
E não elimina a responsabilidade que a maternidade exige.

Ser mãe pede renúncia.
Pede constância.
Pede estar, mesmo quando não é confortável.

E isso não é negociável.

Mas também existe outro extremo:
a mulher que se abandona completamente.

E nenhum dos dois sustenta.

Autocuidado de verdade não te afasta do seu papel.
Te dá estrutura para sustentar ele melhor.

Te dá consciência.
Te dá limite.
Te dá equilíbrio.

Porque não é sobre escolher entre você e seus filhos.

É sobre não se perder…
sem usar isso como desculpa para fugir do que precisa ser assumido.

Cuidar de si não te afasta da maternidade.
Mas fugir dela disfarçada de autocuidado… te distancia de tudo.

Endereço

Avenida Engenheiro Eurico Viana Quadra 1, 3, Alto Da Glória E Redenção, Goiânia/
Goiânia, GO
74815-725

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