Edson Manzan Corsi - Psicanálise

Edson Manzan Corsi - Psicanálise teste

Olá pessoal. É com imenso entusiasmo que acabo de receber a notícia de que me tornei coordenador do Chapter: Brazil Cent...
25/03/2024

Olá pessoal. É com imenso entusiasmo que acabo de receber a notícia de que me tornei coordenador do Chapter: Brazil Center-West, um grupo de estudos, escrita e transmissão que é uma ramificação da Associação Internacional de Neuropsicanálise (NPSA - Neuropsychoanalysis Association) no Centro-Oeste brasileiro, com sede em Goiânia, no prédio comercial onde atendo: Edifício Prospère, Alameda Ricardo Paranhos, número 799, Setor Marista. Convido vocês a virem estudar e debater a neuropsicanálise comigo no grupo, para nos informarmos, crescermos juntos e ampliarmos o debate sobre a psicanálise em suas possibilidades interdisciplinaridades. Portanto, aguardo o contato de vocês! Forte abraço a todos! (Obs.: logo farei um vídeo explicando um pouco sobre o projeto)

Olá pessoal! É com alegria que venho divulgar mais uma incursão minha na Psicologia Analítica, que me interessa muito co...
27/02/2024

Olá pessoal! É com alegria que venho divulgar mais uma incursão minha na Psicologia Analítica, que me interessa muito como campo de estudo. Trata-se de uma parceria muito interessante que tem sido desenvolvida com a professora Mara Natércia. Ementa - O Percurso denominado As Mandalas e o Self: um Caminho Clínico e Artístico trabalhará o mais amplamente possível o conceito de mandala, na teoria e na prática, a partir, especialmente, da Psicologia Analítica, de Carl Jung, e de estudos simbólicos profundos que se relacionam com a expressão do ser. Assim, através de aulas teóricas e vivências significativas, os professores Edson Manzan e Mara Natércia vão explorar as nuances mais fortes desse universo com os alunos, para uma experiência pessoal, intelectual e estética agregadora, estimulante e diferenciada, em termos de conteúdo e forma, para trazer cada aluno ao entendimento da expressão da(o) mandala, e também ao sólido aprendizado de como bem usar esse instrumento de forma pessoal, seja tendo-o em conta como técnica projetiva - no espaço terapêutico -, seja de várias formas artísticas, conforme o gosto e objetivo. | Sobre a professora Mara Natércia Nogueira (.neuroaprendizagem ): ■ Especialista em NeuroAprendizagem Quântica e em tradução Inglês-Português/Português-Inglês.

■ Pesquisadora nas áreas de Relação e Desenvolvimento Humanos – com foco em criatividade, aprendizagem quântica e aprendizagem de língua estrangeira.

■ Escritora e internacionalista. Estudante de assuntos esotéricos, místicos e filosóficos.

■ Membro-estudante da Ordem Rosacruz A.M.O.R.C. - Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis. Atuante na Loja R+C. Goiâna-Go. - Aguardamos vocês para um percurso profícuo, interessante e muito bem fundamentado. Até lá! Forte abraço a todos!

Olá pessoal. Esta é minha nova logomarca, que inaugura uma nova fase nos aprimoramentos para melhor atendê-los, em todos...
02/01/2024

Olá pessoal. Esta é minha nova logomarca, que inaugura uma nova fase nos aprimoramentos para melhor atendê-los, em todos os âmbitos de prática psicanalítica: atendimentos clínicos, supervisões e transmissão conceitual (sempre tendo em conta que a psicanálise não é, em si, uma teoria; mas se trata de uma prática teorizada). Com o tempo chegarão os aspectos e conteúdos dessa nova fase. Trabalhemos então em todos aprimoramentos relacionados ao avanço técnico. Forte abraço a todos! (Reconhecimento ao trabalho de ).

Olá pessoal!! Caso queiram me indicar, ou guardar meus dados para algum eventual contato profissional, aqui está meu car...
19/12/2022

Olá pessoal!! Caso queiram me indicar, ou guardar meus dados para algum eventual contato profissional, aqui está meu cartão virtual, com todos esses dados atualizados. Forte abraço a todos!

Olá pessoal!! É com muita alegria que venho anunciar que estão abertas as inscrições para a pós-graduação em Neuropsican...
10/02/2022

Olá pessoal!! É com muita alegria que venho anunciar que estão abertas as inscrições para a pós-graduação em Neuropsicanálise, na qual serei professor. Pelo . Quero muito debater toda essa temática, no máximo possível de detalhes, com vocês... Espero vocês lá! Abraço a todos.

Boa tarde pessoal!! Comemoração gigantesca aqui!!! Venho comunicar que, desde ontem, tornei-me, de modo oficial, profess...
21/09/2021

Boa tarde pessoal!! Comemoração gigantesca aqui!!! Venho comunicar que, desde ontem, tornei-me, de modo oficial, professor do Instituto Self (); com dois projetos iniciais: um grupo de estudos sobre psicanálise e clínica contemporânea, e possibilidades quanto ao oferecimento de uma pós-graduação em neuropsicanálise, com fortes bases históricas e amplo debate epistemológico e clínico relacionado a este campo conceitual-prático. Logo chegarão mais informações e lhes será apresentado o material institucional de divulgação dos mencionados projetos. Um ótimo domingo, forte abraço a todos.

Vamos divertir um pouco? A psicopatologia de Gotham City: O Charada (The Riddler); eu já aventei aqui sobre este persona...
02/08/2021

Vamos divertir um pouco? A psicopatologia de Gotham City: O Charada (The Riddler); eu já aventei aqui sobre este personagem, que acho muitíssimo interessante. E hoje almejo ampliar certas considerações sobre ele, para desanuviar um pouco a cabeça, mas, ao mesmo tempo, ver se instigo certas reflexões sobre fala e diagnóstico. O Charada, como vocês sabem, sempre produz enigmas. Ele me lembra alguns pacientes com que tive oportunidade de conviver um pouco, em hospitais psiquiátricos, que sempre me faziam perguntas interessantes, mas largamente fora de contexto. Por exemplo: certa vez, num diálogo casual sobre o clima, no pátio da clínica, advém a pergunta: "doutor, o senhor acha que tudo que se escreve é para seduzir alguém? Ou é mais para convencer a si mesmo da própria maneira de pensar?" Minha resposta: "excelente pergunta..." Esse tipo de "charada", neste caso, tão sofisticada quanto inesperada, soa como algo da ordem da paranoia: vou fazer uma pergunta para descobrir A Resposta. Me parece que esta pergunta pode se traduzir assim: para que serve a linguagem? Por que escrevemos (falamos)? Essa história toda desse palavrório nos leva a algum lugar mesmo? Ou seja: trata-se de pergunta bem lúcida, mas cuja resposta a "tudo" responderia, chegar-se-ia a um insight essencial e definitivo. Parece-me que O Charada pergunta sobre a vida; ou você responde, ou morre. Esta é sua mais comum chantagem. No trailer do novo filme do Batman, vejo que ele desafia em definitivo: "se você for a Justiça, por favor, não minta". Ele acredita na verdade, acredita que esta verdade pode ser a base da justiça; ou seja: talvez esteja certo. Se houver um consenso de fato sobre a verdade, onde isso nos leva, afinal? Estaria aí uma conversação de uma estrutura obsessiva com uma estrutura esquizo-paranoide que reclama seu direito à verdade, a um saber definitivo, tão fundamental e salvador que por ele valeria a pena matar? Responda! Aliás, esta pode ser a sua salvação; será que tal contexto inclui a perspectiva de A Minha, A Nossa, A Salvação? Cabe perceber que, tantas vezes, a charada vem como chiste, expressão condensada vocabularmente, tão própria de certos estados de ânimo e das psicoses.

De meu comentário sobre O livro das afasias (1891), de Freud: O Estudo marca uma ruptura radical de Freud com a ortodoxa...
27/07/2021

De meu comentário sobre O livro das afasias (1891), de Freud: O Estudo marca uma ruptura radical de Freud com a ortodoxa neurologia alemã, e deve, como defende Rossi (2013), ser considerado qual obra fundamental no desenvolvimento clínico-teórico de Freud. Em especial, pela lucidez com que constrói certa separação entre a ambiência da anatomofisiologia e da psicologia, vendo este como intimamente ligado à problemática da linguagem. Em 1891, Freud se vê voltado às questões atinentes à dinâmica associativa das representações que constroem o substrato da linguagem. Ele, percebendo a ineficiência dos esquemas médico-fisicalistas, passa a buscar respostas para elucidar os distúrbios afásicos “a partir de uma perspectiva dinâmica, sendo compelido a conce-ber seu aparelho de linguagem (Sprachapparat), que é, sem dúvida, o ‘irmão mais velho’ (...) do aparelho psíquico (psychischer Apparat)” (ROSSI, 2013, p. 155).

O chiste é uma tentativa da linguagem de restabelecer a absurdidade, intrínseca a seu funcionamento geral: entre vácuos ...
18/07/2021

O chiste é uma tentativa da linguagem de restabelecer a absurdidade, intrínseca a seu funcionamento geral: entre vácuos de sentido e, ao mesmo tempo, tão instigante e infinita plasticidade.

Dia a dia da clínica - inconsciente e gramática: hoje, ao realizar a última sessão do expediente, pude perceber, e apont...
05/07/2021

Dia a dia da clínica - inconsciente e gramática: hoje, ao realizar a última sessão do expediente, pude perceber, e apontar, uma mudança geral na forma da fala de um paciente: ele passou a usar muito mais "gerúndios", ao invés da forma infinitiva dos verbos, ou modos taxativos de expressão. "Vou poder estar conversando com o pessoal", "estou vendo", "as coisas vão acontecendo": são tipos de formações que surgiram espontaneamente, ao longo de seu processo de associação livre. Um dos aspectos mais interessantes de se observar algo assim, além de como uma mutação geral de fala desse tipo chama a atenção por si mesma, por possivelmente mesmo apontar novas plausibilidades para o funcionamento psíquico do sujeito em questão, é o fato de ele próprio não ter observado tal transmudação. Esta estando, até então, incidindo de forma inconsciente, operando como aporte advindo do processo de análise, como pudemos comentar, inclusive o próprio paciente o fez espontaneamente, em decorrência de minha primeira intervenção sobre este ponto. Outra intervenção que pude fazer foi quanto à sua maneira de predicar as coisas; lembro de usar expressões como "um pouco", ou se referir às coisas como tentativas e riscos, muito mais do que fazia no início de seu processo. A gramática do inconsciente, destilando-se em seus padrões, questionamentos e conseguintes mutações, ao longo das apresentações associativas da fala, inclui trocas de palavras (atos falhos), jogos espirituosos de linguagem (chistes), narrativas de sonhos, repetições compulsivas e esquecimentos, como sabemos - e, ainda, essas mudanças no quadro geral da forma de cada um falar, possibilitando que vejamos modificações de ser no mundo - da perspectiva e maneira de lidar com tudo ao redor... Assim, temos que, de fato, ao pesquisar o plano neurofisiológico, e, posteriormente, o âmbito psíquico de seus pacientes, Freud se viu diante de inúmeros fenômenos linguajeiros; como ressalta Jacques Lacan - toda página escrita por Freud fala, de algum modo que seja..., de linguagem. O aparelho neurofisiológico de linguagem, muitos o observam, seria o protótipo do aparelho psíquico. Mas, o aparelho psíquico é aparelho de linguagem, se o lemos.

Meu novo livro, pela Editora Fi. editorafi.org
01/07/2021

Meu novo livro, pela Editora Fi. editorafi.org

Instagram: . Das demandas colocadas nos stories: quadros fronteiriços. Pela minha experiência clínica mais direta, sem r...
12/05/2021

Instagram: . Das demandas colocadas nos stories: quadros fronteiriços. Pela minha experiência clínica mais direta, sem recorrer tanto à leitura de casos de outros analistas ou teorizações mais extensas sobre o tema, penso que o que marca esses quadros é a questão do desamparo. A grande necessidade de atenção, em forma, muitas vezes, de busca desenfreada por isso, na transferência, e a luta constante por intelectualização acerca da própria situação, na perspectiva de encontrar, mediante redes conceituais e explicações "lógicas", uma situação mais continente para se "entender" e, ainda, reconstruir a própria história de forma a refazê-la tecendo, em larga escala, correlações com esta e o próprio contexto funcional a se presentificar. A automutilação aparece amplamente como meio de sentir o próprio corpo, de dar forma ao eu e às sensações a ele referidas. Há também visões histéricas e oscilações fortes do humor, este se modificando muito, em algumas situações, ao longo de uma mesma sessão. Acho que o manejo de tais casos envolve fazer bastante silêncio, deixar com que o paciente se expresse o mais profícua e livremente, pelo maior tempo, da forma que for - no sentido de se estabelecer mesmo, e o mais sólida e rapidamente, o vínculo transferencial, e uma confiabilidade muito boa em que é bem possível expressar-se o que for para o analista, sem o menor receio de fazê-lo. Além disso, é difícil que chegue a se tornar plausível o uso do divã, pois a continência mediante o olhar se mantém essencial. Em minha experiência, em pouquíssimos casos desse tipo, tornou-se viável a entrega às associações, no âmbito mais difuso, e não tão claro quanto a seus contornos de derramamento energético, do divã. Acho que os chamados "quadros fronteiriços" (hoje se usam umas denominações esquisitas, como "borderline"; vejo esse nome qual desnecessariamente feio e americanizado) não são um fenômeno tão atual quanto muitos autores comentam. Eles sempre existiram, com os moldes de cada época, é claro, e, a meu ver, apontam para problemáticas consideráveis, no que tange ao cuidado, o processo de narcisamento razoável do eu, mediante uma relação de holding, suficiente à segurança emocional mínima da criança

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Alameda Ricardo Paranhos, Edifício Prospère, Número 799, Marista
Goiânia, GO
74180-050

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