Mariluci Seabra Terapeuta FDR Fibromialgia

Mariluci Seabra Terapeuta FDR Fibromialgia Psicóloga - CRP 09/20640
Pós graduações: Psicologia Humanista, EMDR, TCC
Especializações: Traumas, Dores Crônicas e Fibromialgia

Você já teve a sensação de que precisava fazer de tudo para não perder alguém?Que precisava se calar, aceitar menos do q...
26/06/2026

Você já teve a sensação de que precisava fazer de tudo para não perder alguém?

Que precisava se calar, aceitar menos do que merecia, esconder partes de quem você é... apenas para manter a relação?

Isso não acontece porque falta amor.
Na maioria das vezes, acontece porque existe uma necessidade profunda de ser aceito(a), escolhido(a) e não abandonado(a).

A dependência emocional é silenciosa.

Ela não chega de repente.
Ela vai se instalando aos poucos, quando você começa a acreditar que o seu valor depende da presença, da aprovação ou da permanência do outro.

Então você passa a:

• pedir desculpas por sentir;
• sentir culpa por estabelecer limites;
• aceitar migalhas para não ficar sozinho(a);
• viver em função das necessidades do outro;
• esquecer quem você era antes daquela relação.

E, sem perceber, você deixa de viver o relacionamento...
para apenas sobreviver emocionalmente dentro dele.

Mas existe um caminho de volta.

Curar a dependência emocional não significa aprender a viver sem ninguém.
Significa aprender a permanecer em você, mesmo quando ama alguém.

Relacionamentos saudáveis não exigem que você diminua sua essência para caber na vida de outra pessoa.

Quem ama não pede que você desapareça de si.

✨ Você merece relações onde possa ser inteiro(a), respeitado(a), seguro(a) e livre para ser quem é.

Agora me conta nos comentários:

💬 Qual desses sinais você acredita que mais passa despercebido nas relações de hoje?

Ou marque alguém que precisa ler essa mensagem com carinho. 🤍

Salve este post para reler quando precisar lembrar que amor e dependência não são a mesma coisa.

Essa imagem traz uma mensagem importante para o Dia dos Namorados: antes de buscar alguém que nos complete, precisamos a...
12/06/2026

Essa imagem traz uma mensagem importante para o Dia dos Namorados: antes de buscar alguém que nos complete, precisamos aprender a nos encontrar.

Neste Dia dos Namorados, quero te fazer um convite diferente.

Em vez de olhar apenas para os relacionamentos que você tem ou gostaria de ter, olhe para a relação que constrói consigo mesma todos os dias.

Muitas vezes, passamos anos buscando amor, atenção, validação e acolhimento no outro, sem perceber que a base de qualquer relacionamento saudável começa dentro de nós.

Quando não aprendemos a nos amar, corremos o risco de aceitar menos do que merecemos.
Toleramos desrespeitos.
Silenciamos necessidades.
Permanecemos em relações que nos machucam por medo da solidão.

Mas quando desenvolvemos autoestima, autoconhecimento e amor-próprio, algo muda.

Não escolhemos mais relações por carência.
Escolhemos por conexão.

Não permanecemos por medo.
Permanecemos por reciprocidade.

Não buscamos alguém para preencher vazios.
Compartilhamos a vida com quem soma à nossa caminhada.

O amor-próprio não significa viver sozinha.
Significa não se abandonar para permanecer com alguém.

Talvez o maior gesto de amor que você possa oferecer a si mesma hoje seja perguntar:

✨ Como tenho cuidado da minha própria companhia?
✨ Tenho me tratado com a mesma gentileza que ofereço aos outros?
✨ Estou construindo uma relação saudável comigo mesma?

Porque relacionamentos saudáveis não nascem da necessidade.
Eles florescem quando duas pessoas inteiras escolhem caminhar juntas.

💬 Me conte nos comentários: qual foi a maior lição que você aprendeu sobre amor-próprio ao longo da sua vida?

🔄 Compartilhe este post com alguém que precisa lembrar que o amor mais importante da sua vida começa dentro de você.

Com carinho,

Psicóloga Mariluci Seabra
CRP 09/20640
Mariluci Seabra | Psicóloga CRP 09/20640

06/05/2026

Trauma nem sempre nasce de um único grande acontecimento.
Muitas vezes, ele é tecido nas pequenas dores repetidas: nas palavras que ferem mais de uma vez, nas ausências constantes, nas frustrações que se acumulam, nos silêncios que não acolhem.

Com o tempo, essas experiências vão moldando a forma como pensamos, sentimos e nos relacionamos.
Sem perceber, passamos a reagir no automático, a evitar o que dói, a nos proteger até mesmo de quem poderia nos fazer bem.

E é aí que mora o ponto mais importante:
o trauma não resolvido não desaparece — ele se manifesta.
Nas relações, nas escolhas, nos medos, nos padrões que se repetem.

Olhar para isso não é fácil, mas é necessário.
Porque uma vida mais leve começa quando a gente se permite escutar o que foi silenciado por tanto tempo.

Se acolher também é um ato de coragem.

✨ Hoje, eu te convido a fazer uma pausa e se escutar:
o que, dentro de você, ainda pede cuidado?

E me conta, se fizer sentido pra você:
você percebe algum padrão que se repete nas suas relações ou na sua forma de reagir?

Com carinho,
e com gratidão ao Pe. Fabio de Melo pelas palavras que inspiram reflexão.

Janeiro costuma chegar com metas.Fevereiro e março passam correndo.Abril, muitas vezes, exige mais do que imaginávamos.E...
04/05/2026

Janeiro costuma chegar com metas.
Fevereiro e março passam correndo.
Abril, muitas vezes, exige mais do que imaginávamos.

E então maio chega.

Não apenas como mais um mês no calendário, mas como uma oportunidade de pausa, de presença e de escuta.

Nem sempre o cansaço é só físico.
Às vezes, o que pesa é o acúmulo:
de cobranças, silêncios, responsabilidades e emoções não nomeadas.

Por isso, talvez a pergunta mais importante deste momento seja:

como você está de verdade?

Se escutar também é cuidado.
E, muitas vezes, é justamente aí que um novo movimento pode começar.

Se você quiser, me conta nos comentários:
como você chega em maio?

Se esse post fez sentido para você, compartilhe com alguém que também precise dessa pausa.

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Goiânia, GO

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