16/09/2026
Quando um filho morre, uma parte de nós também morre com ele.
E talvez seja por isso que o luto parental não seja algo que simplesmente “passa” com o tempo. O tempo pode mudar a intensidade da dor, pode nos ensinar a respirar dentro da ausência, pode tornar alguns dias possíveis. Mas não devolve quem partiu.
Porque algumas ausências não são “superadas”. São carregadas. E carregar essa ausência não signif**a que a vida precisa parar.
É possível sentir saudade e, ainda assim, sorrir.
É possível chorar e continuar.
É possível reconhecer que uma parte de nós ficou para sempre naquele lugar e, mesmo assim, descobrir outras partes de nós que seguem vivas.
Seguir em frente não é deixar quem amamos para trás. É aprender, dia após dia, a caminhar levando esse amor conosco. 🤍