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07/09/2026

🌏 Leia na Nature & Space: NASA concluiu a construção do incrível Super Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, com campo de visão 100 vezes maior que o do Hubble.

O Roman Tem a missão de responder questões fundamentais nas áreas de energia escura, exoplanetas e astrofísica, com a medição da luz de 1 bilhão de galáxias.

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O Super Telescópio Espacial Grace Roman é um daqueles marcos astronômicos monumentais que fazem nossos olhos brilharem.

O encerramento da construção do Telescópio Espacial Nancy Grace Roman é um salto gigantesco para a astrofísica.

Saber que ele possui um campo de visão 100 vezes maior que o do Hubble e medirá a luz de 1 bilhão de galáxias dá a exata dimensão do que está por vir na descoberta de novos mundos e na compreensão da energia escura, seja confirmando a existência ou não.

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07/09/2026

🌎Leia na Nature & Space: Arqueólogos investigam o enigma de como há 14,4 mil anos uma família de 5 pessoas, e um cão, dois adultos, um adolescente e duas crianças, conseguiram percorrer as galerias escuras da caverna Bàsura, perto de Toirano, Ligúria, no noroeste da Itália, deixando 180 pegadas e marcas preservadas na argila.

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O estudo na Caverna de Bàsura (Grotta della Bàsura), na Itália, é um dos relatos mais fascinantes da paleoantropologia moderna. Ele combina o rigor da ichnologia (o estudo de pegadas fósseis) com uma narrativa humana emocionante sobre a vida no Pleistoceno Superior.

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🌎Leia na Nature & Space:  Arqueólogos investigam o enigma de como há 14,4 mil anos uma família de 5 pessoas, e um cão, d...
07/09/2026

🌎Leia na Nature & Space: Arqueólogos investigam o enigma de como há 14,4 mil anos uma família de 5 pessoas, e um cão, dois adultos, um adolescente e duas crianças, conseguiram percorrer as galerias escuras da caverna Bàsura, perto de Toirano, Ligúria, no noroeste da Itália, deixando 180 pegadas e marcas preservadas na argila.

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O estudo na Caverna de Bàsura (Grotta della Bàsura), na Itália, é um dos relatos mais fascinantes da paleoantropologia moderna. Ele combina o rigor da ichnologia (o estudo de pegadas fósseis) com uma narrativa humana emocionante sobre a vida no Pleistoceno Superior.

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07/09/2026

🌳🗓 DIA DA AMAZÔNIA: A FLORESTA NUNCA ESTEVE VAZIA ✊🏾🏹 | No Dia da Amazônia, é preciso questionar uma das ideias mais persistentes da nossa história: de que a floresta era um território “vazio”, esperando ser ocupado pelo progresso.

A arqueologia mostra justamente o contrário. Povos indígenas ocupam a Amazônia há milhares de anos e transformaram profundamente suas paisagens. Terra preta, geoglifos e a concentração de espécies domesticadas revelam formas sofisticadas de manejo da floresta. Parte da Amazônia que hoje parece “natural” é também resultado de milênios de interação entre sociedades humanas e ambiente.

O mito da floresta vazia ganhou outra função com a colonização: se não havia “ninguém”, a ocupação podia ser apresentada como civilização. Povos indígenas foram então tratados como obstáculos à exploração de terras e riquezas.

Essa lógica se aprofundou com a integração da Amazônia ao capitalismo. No século XIX, a expansão da borracha conectou a região ao mercado industrial mundial. A riqueza cresceu em Manaus e Belém, mas, nos seringais, trabalhadores eram submetidos ao sistema de aviamento: recebiam mercadorias a crédito, acumulavam dívidas e permaneciam presos a relações de exploração.

A história se repetiria com novas mercadorias. Durante a ditadura militar, a Amazônia voltou a ser apresentada como espaço a ser “ocupado”, sob o lema “Integrar para não entregar”. Com o projeto da "Transamazônica", estradas, mineração e pecuária avançaram sobre territórios indígenas e florestais.

Da borracha ao gado, da madeira ao minério, muda o produto, mas permanece uma lógica: transformar território, natureza e trabalho em fontes de acumulação de riqueza.

Ainda hoje, povos indígenas isolados vivem na Amazônia. A Funai reconhece 114 registros no Brasil, 28 confirmados. Mas sua sobrevivência é ameaçada por invasões, garimpo, madeira, desmatamento, queimadas, e de missionários cristãos que tentam contato forçado, podendo levar a destruição do seu modo de vida, doenças, mortes e o fim da própria floresta.

Por isso, defender a Amazônia não significa apenas defender árvores. Significa defender o direitos de seus povos originários que resistem desde 1500!

07/09/2026

A CATÁSTROFE NO NEPAL PODE TER RELAÇÃO COM O AQUECIMENTO GLOBAL?

Pode. Mas, até agora, não é possível afirmar que o aquecimento global tenha causado diretamente esse desastre.

O que sabemos com mais segurança é que, em 26 de agosto, uma enorme massa envolvendo rocha e gelo perdeu estabilidade na região de Langtang, no Himalaia. Esse material despencou pela montanha, incorporou água, sedimentos e mais detritos e produziu uma corrente extremamente destrutiva, seguida por uma grande inundação rio abaixo.

Análises preliminares do USGS indicam que o fluxo percorreu quase 100 km pelos vales dos rios da região [1].

Assim, o mecanismo geral do desastre parece ter sido:

colapso de gelo e rocha → avalanche e fluxo de detritos → grande inundação.

O que ainda não está claro é por que aquela encosta perdeu estabilidade naquele momento.

E é justamente aí que entra o aquecimento global como uma possibilidade.

Em regiões muito frias das altas montanhas existe gelo não apenas nas geleiras, mas também no interior do solo e das fraturas das rochas. É o chamado permafrost.

Quando esse material aquece e parte do gelo derrete, as propriedades físicas da encosta podem mudar. A água também pode penetrar nas fraturas e contribuir para sua instabilidade.

Além disso, quando uma geleira perde massa e recua, ela modifica as condições das encostas que estavam em contato com o gelo.

Esses mecanismos são conhecidos pela ciência. O IPCC conclui, com alta confiança, que o recuo das geleiras e o degelo do permafrost podem diminuir a estabilidade das encostas das altas montanhas e favorecer deslizamentos e outros eventos em cascata [2].

E sabemos que o Himalaia está mudando rapidamente.

Uma avaliação científica divulgada em 2026 pelo ICIMOD, reunindo décadas de monitoramento das geleiras do Hindu Kush-Himalaia, mostra que a perda de gelo aproximadamente dobrou depois do ano 2000. Entre 1990 e 2020, as geleiras da região perderam aproximadamente 12% de sua área e 9% de suas reservas estimadas de gelo [3].

Outros estudos independentes também documentam perda acelerada de gelo no Himalaia e expansão de lagos associados ao recuo das geleiras [4,5].

Portanto, existe um mecanismo possível e cientificamente bem fundamentado:

aquecimento → perda de gelo e degelo do permafrost → alteração da estabilidade das encostas → maior possibilidade de grandes colapsos.

Mas isso não significa que essa sequência tenha necessariamente provocado o desastre atual.

A estrutura das rochas, fraturas antigas, inclinação da encosta, presença de água e a própria dinâmica natural da geleira também podem ter contribuído.

Por isso, com as evidências disponíveis hoje, podemos dizer:

✅ O desastre começou com um grande colapso envolvendo gelo e rocha.

✅ O Himalaia está aquecendo e suas geleiras estão perdendo gelo rapidamente.

✅ A literatura científica mostra que o recuo das geleiras e o degelo do permafrost podem tornar encostas de altas montanhas mais instáveis.

⚠️ Portanto, o aquecimento global é uma possibilidade real entre os fatores que podem ter contribuído para esse desastre.

⚠️ Mas ainda não há evidências suficientes para afirmar que ele tenha sido a causa deste colapso específico.

Referências

[1] U.S. Geological Survey — 2026 Nepal Debris Avalanche and Flash Flood. Landslide Hazards Program, 2026.

[2] Hock, R. et al. High Mountain Areas. In: IPCC Special Report on the Ocean and Cryosphere in a Changing Climate. IPCC, 2019.

[3] ICIMOD. HKH Glacier Outlook 2026: Insights from 50 Years of Himalayan Glacier Monitoring; e Changing Dynamics of Glaciers in the Hindu Kush Himalaya Region from 1990 to 2020. ICIMOD, 2026.

[4] Zhang, G. et al. Underestimated mass loss from lake-terminating glaciers in the greater Himalaya. Nature Geoscience, 2023.

[5] Shokory, J. A. N.; Lane, S. N. Ice cover loss and debris cover evolution in the Afghanistan Hindu Kush Himalaya between 2000 and 2020. Arctic, Antarctic, and Alpine Research, 2024.

07/09/2026

Sinapsis química: transmisión entre neuronas.

La sinapsis química permite que una neurona transmita información a otra mediante neurotransmisores liberados desde la terminal presináptica. Este proceso conecta la señal eléctrica que recorre el axón con una respuesta molecular en la membrana postsináptica.

Cuando un potencial de acción alcanza la terminal, la entrada de Ca²⁺ desencadena la fusión de vesículas sinápticas con la membrana presináptica y la liberación de neurotransmisores. Estas moléculas atraviesan la hendidura sináptica y se unen a receptores postsinápticos, modificando la actividad de la célula receptora; mientras tanto, las mitocondrias contribuyen al suministro energético y a la regulación del Ca²⁺, y los microtúbulos participan en el transporte axonal de componentes celulares.

📌 La precisión temporal de la liberación vesicular permite transformar rápidamente una señal eléctrica presináptica en una respuesta química altamente regulada.

👉 ¿Qué etapa de la transmisión sináptica les gustaría que expliquemos con más detalle? Cuéntanos en los comentarios.

🧾 Referencias:

Südhof, T. C. (2013). Neurotransmitter release: The last millisecond in the life of a synaptic vesicle. Neuron, 80(3), 675–690.
DOI: 10.1016/j.neuron.2013.10.022.

Jahn, R., & Fasshauer, D. (2012). Molecular machines governing exocytosis of synaptic vesicles. Nature, 490(7419), 201–207.
DOI: 10.1038/nature11320.

07/09/2026

ENTENDA O SIGNIFICADO DA MUDANÇA DO MAPA MUNDI PELA ONU

Dia 4 de setembro, a ONU teve uma votação histórica e simbólica, mas ainda com muitos desdobramentos: uma resolução liderada pelo Togo e apoiada pelos membros da União Africana (UA) foi aprovada com a adesão de 164 nações defende que os mapas-múndi parem de usar o atual modelo, chamado Projeção de Mercator, e adotem o modelo Equal Earth. Os EUA foram a única nação a votar contra, e houve seis abstenções.

O modelo atual foi criado em 1569 pelo cartógrafo Gerardus Mercator para ajudar os exploradores europeus a navegar pelo mundo. Entretanto, ele apresenta uma distorção gritante: países do norte são proporcionalmente muito maiores do que são na realidade, enquanto os próximos do Equador são representados menores do que são. Um exemplo clássico é que, no mapa, a Groenlândia parece maior que toda a África, quando, na realidade, a África é 14 vezes maior.

Isso acontece porque, como nosso planeta é redondo/geóide, todo mapa 2D terá distorções. No caso do Mercator, a distorção ocorre ao superestimar os países mais próximos dos polos. Porém, como os continentes são mais concentrados próximos ao Polo Norte, a distorção beneficia mais a Europa e a América do Norte.

Obviamente, essa distorção foi aceita por tanto tempo porque ela é conveniente: acaba reproduzindo simbolicamente o domínio recente do "Ocidente" . Porém, naturalmente, isso sempre gerou revolta, o que fez com que, em 2018, um grupo de cartógrafos criasse essa versão, a Equal Earth, que é muito menos distorciva.

A resolução não é obrigatória, porém os governos e outras instituições devem aderir ao novo modelo. E, mesmo que seja algo simbólico, a votação em si representa muitas questões reais: o fortalecimento do Sul Global e o isolamento diplomático dos EUA, que foram os únicos a votar contra a resolução (até Israel foi favorável).

E o novo mapa pode nos mostrar duas coisas: o quanto a África é gigantesca; e, como a Europa é pequena, sendo quase uma península da Ásia (tanto que, geologicamente falando, existe apenas o continente Eurásia), entre outros.

Então, muito além de apenas mudar o mapa, a mudança reforça os novos tempos que estamos vivendo: o levante do Sul Global!
E você, o que achou da mudança?

🌎Leia na Nature & Space:  Um Enigma: Como Há 14,4 Mil Anos Uma Família de 5 Pessoas e Um Cão Percorreram As Galerias Esc...
06/09/2026

🌎Leia na Nature & Space: Um Enigma: Como Há 14,4 Mil Anos Uma Família de 5 Pessoas e Um Cão Percorreram As Galerias Escuras de Uma Caverna?

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O estudo na Caverna de Bàsura (Grotta della Bàsura), na Itália, é um dos relatos mais fascinantes da paleoantropologia moderna. Ele combina o rigor da ichnologia (o estudo de pegadas fósseis) com uma narrativa humana emocionante sobre a vida no Pleistoceno Superior.

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Arqueólogos investigam o enigma de como há 14,4 mil anos uma família de 5 pessoas, e um cão, conseguiram percorrer na escuridão a caverna Bàsura, na Itália.

06/09/2026
06/09/2026

Arquitectura funcional de una neurona motora.

La imagen representa una neurona motora multipolar, especializada en recibir señales mediante sus dendritas y transmitir una respuesta hacia el músculo. El pericarion contiene el núcleo y los cuerpos de Nissl, formados principalmente por retículo endoplásmico rugoso y ribosomas implicados en la síntesis de proteínas neuronales.

La transición hacia el axón incluye el cono axónico y el segmento inicial, región especializada donde habitualmente se inicia el potencial de acción. A lo largo del axón, la mielina favorece una conducción rápida y saltatoria entre los nodos de Ranvier: los oligodendrocitos forman mielina en el sistema nervioso central y las células de Schwann en el periférico. Finalmente, las terminaciones axónicas establecen placas motoras que permiten transmitir la señal a las fibras musculares.

📌 La organización por compartimentos permite que recepción, integración, conducción y transmisión de información ocurran de manera coordinada dentro de una misma neurona.

👉 ¿Qué estructura neuronal consideran más determinante para la velocidad de transmisión del impulso? Cuéntanos en los comentarios.

🧾 Referencias:

Leterrier, C. (2018). The axon initial segment: An updated viewpoint. The Journal of Neuroscience, 38(9), 2135–2145.
DOI: 10.1523/JNEUROSCI.1922-17.2018.

Nave, K.-A., & Werner, H. B. (2014). Myelination of the nervous system: Mechanisms and functions. Annual Review of Cell and Developmental Biology, 30, 503–533.
DOI: 10.1146/annurev-cellbio-100913-013101.

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Goiânia, GO

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