Psicóloga Lidiane Chaves

Psicóloga Lidiane Chaves �Psicóloga CRP 06/120991
�Mentora de Mulheres
�Ajudo mulheres que se sentiram feridas emocionalmente, a resgatar seu autoamor e viver a vida mais leve.

Um belo domingo a todas a Mães 🌻Com carinho, Lidiane Chaves | Psicóloga Clínica Psicanálise e Social
10/05/2026

Um belo domingo a todas a Mães 🌻

Com carinho,
Lidiane Chaves | Psicóloga Clínica Psicanálise e Social

Quando uma mulher precisa lutar pelo básico como o direito de receber pelo seu trabalho e ainda assim é silenciada pela ...
12/04/2026

Quando uma mulher precisa lutar pelo básico como o direito de receber pelo seu trabalho e ainda assim é silenciada pela violência, não estamos diante de um caso isolado. Estamos diante de uma estrutura.

Na clínica, escuto diariamente mulheres atravessadas por dores que não começaram nelas. São histórias marcadas por desigualdades, violências simbólicas e, muitas vezes, institucionais.

O que esse fato revela vai além de um acontecimento específico. Ele expõe o quanto, para algumas mulheres, existir já é um ato de resistência.

Sob o olhar psicanalítico, sabemos que o sofrimento psíquico não se constrói apenas no individual, mas também nas relações sociais, nas vivências de exclusão e nas experiências de desamparo.

Quando a violência acontece diante dos olhos e até mesmo diante dos filhos ela deixa marcas que atravessam gerações.

Falar sobre isso não é apenas necessário.
É urgente.

Porque cuidar da saúde emocional da mulher também é reconhecer e dar lugar às dores que a sociedade insiste em negar.

Quando a dignidade é negada, o sofrimento não é só individual é coletivo.

O que você sentiu ao ver essa cena? Vamos falar sobre isso🤍🧠

Com Carinho,
Lidiane Chaves | Psicóloga Psicanalista Clínica e Social

Quando uma mulher precisa lutar pelo básico como o direito de receber pelo seu trabalho e ainda assim é silenciada pela ...
12/04/2026

Quando uma mulher precisa lutar pelo básico como o direito de receber pelo seu trabalho e ainda assim é silenciada pela violência, não estamos diante de um caso isolado. Estamos diante de uma estrutura.

Na clínica, escuto diariamente mulheres atravessadas por dores que não começaram nelas. São histórias marcadas por desigualdades, violências simbólicas e, muitas vezes, institucionais.

O que esse fato revela vai além de um acontecimento específico. Ele expõe o quanto, para algumas mulheres, existir já é um ato de resistência.

Sob o olhar psicanalítico, sabemos que o sofrimento psíquico não se constrói apenas no individual, mas também nas relações sociais, nas vivências de exclusão e nas experiências de desamparo.

Quando a violência acontece diante dos olhos e até mesmo diante dos filhos ela deixa marcas que atravessam gerações.

Falar sobre isso não é apenas necessário.
É urgente.

Porque cuidar da saúde emocional da mulher também é reconhecer e dar lugar às dores que a sociedade insiste em negar.

Quando a dignidade é negada, o sofrimento não é só individual é coletivo.

O que você sentiu ao ler sobre esse fato? Vamos falar sobre isso🤍🧠

Nem toda cobrança vem de você.Às vezes, ela nasce de histórias que você viveu.Mas hoje, adulta, você pode começar a cons...
06/04/2026

Nem toda cobrança vem de você.
Às vezes, ela nasce de histórias que você viveu.

Mas hoje, adulta, você pode começar a construir
uma nova forma de se olhar.

Com mais gentileza.
Com mais verdade.

Com carinho,
Lidiane Chaves | Psicóloga Psicanalista Clínica e Social

A Páscoa não fala só de renascimento…fala de transformação interna.E isso, muitas vezes, não é bonito nem fácil.É silenc...
05/04/2026

A Páscoa não fala só de renascimento…
fala de transformação interna.

E isso, muitas vezes, não é bonito nem fácil.
É silencioso, profundo e, às vezes, doloroso.

Mas é nesse processo que a mulher se reencontra com quem ela realmente é.

Se hoje você sente que precisa recomeçar,
talvez não seja sobre fazer mais…
mas sobre olhar para dentro com mais verdade.

🌿 Você não precisa estar pronta.
Só precisa estar disposta.

Com carinho,
Lidiane Chaves | Psicóloga Psicanalista Clínica e Social

Algumas falas parecem pequenas… mas carregam marcas profundas.Recentemente, uma expressão usada em um contexto esportivo...
05/04/2026

Algumas falas parecem pequenas… mas carregam marcas profundas.

Recentemente, uma expressão usada em um contexto esportivo reacendeu um debate importante não apenas sobre quem falou, mas sobre o que ainda se repete culturalmente sem reflexão. 

Quando o feminino é usado como forma de desqualificar alguém como sinônimo de instabilidade, fraqueza ou descontrole — não estamos diante de algo inofensivo.
Estamos diante de um discurso histórico que atravessa gerações.

Na psicanálise, compreendemos que a linguagem não é neutra.
Ela revela, sustenta e perpetua formas de pensar e sentir.

E muitas mulheres cresceram escutando, direta ou indiretamente, que seu corpo, suas emoções e seus ciclos eram “exagerados” ou “difíceis”.

O resultado?
Mulheres que silenciam o que sentem…
que duvidam de si…e que tentam se encaixar em padrões que negam sua própria natureza.

Mas existe um outro caminho.
O de se escutar, se reconhecer e se reposicionar.

Porque o feminino não precisa ser corrigido
precisa ser compreendido.
Quando o feminino vira ofensa, o problema nunca foi a mulher.

Você já percebeu como certas expressões ainda carregam esse peso? Me conta aqui 👇🏻

Estar em reunião com a coordenação do CRP é reafirmar que o nosso fazer vai muito além do consultório.Falamos de polític...
01/04/2026

Estar em reunião com a coordenação do CRP é reafirmar que o nosso fazer vai muito além do consultório.

Falamos de políticas públicas, de cuidado coletivo…
mas, principalmente, falamos de vidas reais.

Mulheres que chegam atravessadas pela dor, pela violência, pelo silêncio.
E que precisam, antes de tudo, de escuta, acolhimento e direção.

Como psicóloga, tenho vivenciado na prática o efeito desse trabalho como na conquista da 1ª medida protetiva aceita pelo judiciário, onde a escuta psicológica também foi parte desse processo de proteção.

Isso não é só técnica.
É compromisso.
É responsabilidade social.

E é sobre isso que sigo:
• ampliando diálogos
• fortalecendo redes
• lutando para que a saúde emocional chegue onde mais precisa.

Me conta…
Você sente que existe apoio emocional suficiente para as mulheres hoje?

🤍Ou envie esse post para uma mulher que precisa saber que não está sozinha.

BaixadaSantista

Endereço

Guarujá, SP

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