Dra Rosimeire Lopes

Dra Rosimeire Lopes Saúde Mental é algo sério e o que nos motiva é cuidar de você antes da crise, pois o melhor remédio é a prevenção.

Mesmo que já esteja no pior momento afirmo que podemos auxiliar, ajudar você, fale conosco não se cale busque ajuda!

01/06/2026

Existe uma solidão muito silenciosa no início da prática clínica.

O profissional:

* atende sozinho,
* decide sozinho,
* sustenta dúvidas sozinho,
* revisa sessões sozinho,
* tenta amadurecer sozinho.

E aos poucos começa a carregar emocionalmente a clínica inteira.

Muitos psicólogos acreditam que isso faz parte do processo de amadurecimento profissional.

Mas, em alguns casos, isso começa a gerar:

* exaustão,
* insegurança crescente,
* hipervigilância,
* e sensação constante de inadequação.

Ao longo dos anos, acompanhei muitos profissionais extremamente responsáveis… mas emocionalmente sobrecarregados pela ausência de direção e troca clínica.

Porque amadurecimento profissional não deveria significar isolamento emocional.

Esse é um sofrimento muito mais comum do que parece no início da prática clínica.O profissional:* atende,* estuda,* se d...
30/05/2026

Esse é um sofrimento muito mais comum do que parece no início da prática clínica.

O profissional:
* atende,
* estuda,
* se dedica,
* faz pós-graduação,
* busca melhorar constantemente;

Mas internamente ainda não consegue se perceber ocupando o lugar de terapeuta, então começa a viver uma divisão silenciosa;
Por fora:
→ postura profissional.

Por dentro:
→ sensação constante de inadequação.

E isso costuma gerar:

* excesso de autocobrança,
* medo de exposição,
* comparação constante,
* dificuldade em sustentar autoridade clínica.

Ao longo dos anos, observei muitos profissionais extremamente responsáveis vivendo exatamente esse conflito. Porque formação acadêmica não produz, sozinha, identidade clínica. Isso vai sendo construído na prática, na supervisão e na sustentação emocional da própria função terapêutica.

E muitos profissionais acabam atravessando isso completamente sozinhos. Clique no link da Bio e entre no grupo VIP, vamos mudar isso junto.

O Instagram fez muitos psicólogos acreditarem que já deveriam estar prontos.Uma das coisas que mais observo hoje em prof...
28/05/2026

O Instagram fez muitos psicólogos acreditarem que já deveriam estar prontos.

Uma das coisas que mais observo hoje em profissionais no início da clínica é o impacto silencioso da comparação constante.

O psicólogo abre o feed e se depara com o "teatro da perfeição":
- Colegas exalando certezas inabaláveis,
- Agendas aparentemente lotadas,
- Discursos clínicos cirurgicamente organizados,
- Posicionamentos milimetricamente ensaiados.

E, sem perceber, ele começa a internalizar uma cobrança invisível, mas violenta, “Eu já deveria estar mais preparado.” “Eu já deveria dar respostas definitivas.” “Eu já deveria me sentir seguro.”

O grande erro da nossa geração é esquecer que maturidade clínica não acontece no ritmo acelerado da exposição digital.

A internet exige prontidão cênica e cortes rápidos de 15 segundos. A clínica exige silêncio, tempo, estudo profundo, sustentação da dúvida e supervisão séria.

Quando você tenta esconder suas inseguranças por trás de um personagem forte, você não as supera. Você apenas as empurra para debaixo do tapete. E insegurança escondida na sombra não vira maturidade clínica, vira sintoma, ansiedade e paralisia.

O desenvolvimento real começa justamente quando você se permite tirar a armadura e olhar para as próprias lacunas com acolhimento técnico. Você não precisa construir esse caminho sozinho.

Para dar o primeiro passo na construção de um estofo ético, técnico e emocional de verdade, comente "MENTORIA" aqui embaixo e receba os detalhes para entrar na lista VIP.

27/05/2026

A sessão clínica não acontece apenas nas palavras, ela também acontece na presença emocional do terapeuta.

Com o tempo, alguns profissionais começam a desenvolver mecanismos sutis de proteção emocional:

* reduzem intensidade,
* evitam aprofundamentos,
* organizam excessivamente,
* ou controlam demais a condução.

E isso modifica a experiência terapêutica, o paciente nem sempre consegue explicar racionalmente o que percebe, mas percebe, a clínica exige muito mais do que conhecimento técnico, ela exige capacidade de sustentar emocionalmente aquilo que emerge na relação terapêutica.

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Mais uma formação!belloli
24/05/2026

Mais uma formação!
belloli

Existe uma diferença importante entre atenção clínica e excesso de autocontrole.Quando o profissional ainda não desenvol...
23/05/2026

Existe uma diferença importante entre atenção clínica e excesso de autocontrole.

Quando o profissional ainda não desenvolveu segurança suficiente na condução da sessão, ele pode começar a operar em estado constante de vigilância:

* monitorando cada fala,
* antecipando erros,
* controlando excessivamente o manejo,
* tentando prever o impacto de tudo.

Com o tempo, isso gera exaustão emocional, e muitas vezes, reduz a espontaneidade clínica necessária para o processo terapêutico. A clínica exige técnica, mas também exige presença.

E presença não se sustenta sob controle excessivo o tempo inteiro, clique no link da Bio

O silêncio costuma gerar muito desconforto no início da prática clínica.E isso acontece porque, muitas vezes, o terapeut...
22/05/2026

O silêncio costuma gerar muito desconforto no início da prática clínica.

E isso acontece porque, muitas vezes, o terapeuta ainda não desenvolveu segurança suficiente para sustentar determinados estados emocionais dentro da sessão, então ele tenta organizar rapidamente:

* faz perguntas cedo demais,
* racionaliza,
* muda a direção,
* ou reduz a intensidade emocional do encontro.

O problema é que algumas experiências psíquicas precisam de tempo para emergir, e quando o terapeuta não consegue sustentar esse espaço, a sessão tende a permanecer em níveis mais superficiais.

Esse é um ponto extremamente comum na prática clínica inicial, e raramente é discutido com profundidade durante a formação.

Quer ter o seu caminho encurtado com alguém que tem mais de 40 anos de experiência?
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21/05/2026

Ao longo da prática clínica, alguns profissionais desenvolvem manejos excessivamente protetivos dentro da sessão.

Isso costuma acontecer quando ainda não existe segurança suficiente para sustentar determinadas intensidades emocionais do processo terapêutico. Então, sem perceber, o psicólogo:

* reduz a profundidade,
* suaviza emoções rapidamente,
* evita certos caminhos clínicos,
* ou mantém a sessão constantemente “organizada”.

O problema é que, muitas vezes, essa organização excessiva impede que aspectos importantes apareçam no processo, e isso não costuma surgir por falta de interesse ou dedicação. Na maioria das vezes, surge por insegurança clínica silenciosa.

Esse é um padrão que observo há muitos anos acompanhando profissionais em supervisão.

Ao longo dos anos, eu observei um padrão que se repete em muitos profissionais no início da clínica.O psicólogo começa a...
21/05/2026

Ao longo dos anos, eu observei um padrão que se repete em muitos profissionais no início da clínica.

O psicólogo começa a desenvolver formas sutis de se proteger emocionalmente dentro da sessão.

Isso pode aparecer:

* no excesso de cautela,
* na necessidade de controlar tudo,
* na dificuldade de sustentar determinados silêncios,
* ou até em um manejo excessivamente cuidadoso.

Não porque falta interesse, nem porque falta inteligência clínica.
Muitas vezes, isso acontece porque o profissional ainda não desenvolveu segurança suficiente para sustentar certas complexidades emocionais do processo terapêutico.

E é exatamente nesse ponto que muitos começam a confundir proteção com condução clínica.

A questão é que, com o tempo, esse funcionamento gera desgaste, insegurança e uma sensação constante de estar “operando no limite”.

Esse é um dos pontos que mais observo em supervisão clínica. E talvez mais profissionais precisassem falar sobre isso com honestidade.

Deixe sua opinião nos comentários eu quero muito saber 👇🏻

19/05/2026

Tem psicólogo entrando na sessão já tenso.

Não pelo paciente, mas pelo medo de não saber conduzir o que pode aparecer ali, então controla tudo.

Pensa antes de cada fala, recua quando a sessão aprofunda, tenta manter tudo seguro, e sai da sessão esgotado.

Porque atender tentando não errar o tempo inteiro…
vai consumindo você por dentro.

Até o ponto em que a clínica começa a parecer sobrevivência.

E o paciente sente quando você começa a recuar.

Se você cansou de atender assim, comente, MENTORIA

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