Psicóloga Alani Queiroz da silva

Psicóloga Alani Queiroz da silva CRP: 06/170807
Psicóloga Clínica Página foi criada a fim de compartilhar informações e trocar ideias sobre psicologia e saúde mental.

Você já refletiu sobre o motivo de sempre cometer os mesmos erros ou de se encontrar nas mesmas circunstâncias, mesmo qu...
31/01/2026

Você já refletiu sobre o motivo de sempre cometer os mesmos erros ou de se encontrar nas mesmas circunstâncias, mesmo que dolorosas? Isso pode indicar uma tendência à repetição compulsiva. A repetição compulsiva é um mecanismo inconsciente que nos faz reviver experiências anteriores, geralmente dolorosas ou frustrantes, na tentativa de dominá-las ou compreendê-las de forma mais eficaz. Esse padrão pode se transformar em um grande empecilho para a conclusão de ciclos, mantendo-nos aprisionados em um ciclo de comportamentos e circunstâncias indesejadas. Qual é a razão disso ocorrer? Frequentemente, essa repetição é uma maneira de nossa mente buscar solucionar conflitos internos não resolvidos. É como se estivéssemos, sem perceber, procurando uma chance de converter uma antiga ferida em umaoportunidade de converter uma antiga ferida em uma nova possibilidade de cura. De que maneira psicoterapia pode ajudar? ? O processo terapêutico permite trazer esses padrões à consciência, investigando as origens emocionais e os significados subjacentes a essas repetições. Ao compreender e trabalhar essas questões em um ambiente seguro e acolhedor, podemos iniciar a ruptura desses ciclos e permitir a formação de novos começos mais saudáveis e conscientes.
Fechar ciclos e recomeçar: permitir-se encerrar um ciclo é um gesto de autocompaixão e desenvolvimento. Ao parar com a repetição compulsiva, você se permite viver novas experiências e criar uma vida que esteja mais em sintonia com seus desejos e valores autênticos. Se você se sente preso em padrões repetitivos e tem dificuldade em fechar ciclos, o processo terapêutico pode ser um aliado transformador. Vamos investigar juntos o que causa essas repetições e trabalhar para construir novas trajetórias de vida.

29/01/2026

Muitos de nós trazemos cicatrizes da infância: a ausência de afeto, de cuidado ou até mesmo sofrimentos que nunca foram expressos verbalmente.
Essas vivências afetam nossa autoconfiança, nossa perspectiva de vida e até mesmo as relações que decidimos estabelecer.
Quando alguém responde a partir de sua própria dor, não vê o outro como realmente é e sim através das marcas do seu trauma. O receio de voltar a se ferir leva a reações defensivas, comportamentos impulsivos ou a um afastamento emocional. Sem perceber, a pessoa projeta sobre o outro uma culpa que não lhe pertence, convertendo relacionamentos saudáveis em ciclos de sofrimento repetido. Romper com esse padrão demanda coragem para introspecção, reconhecer a própria dor e assumir a responsabilidade por ela. Isso não significa negar o que causou a dor, mas sim processar, simbolizar e redirecionar psiquicamente essa experiência. Quando a dor é plenamente compreendida, ela deixa de dominar as decisões.
A Teoria do Apego afirma que a conexão com quem nos cuida na infância é fundamental para a nossa estabilidade emocional. Quando essa conexão falha, crescemos sem as habilidades necessárias para lidar com a dor, e isso pode se tornar um fardo significativo na adolescência e na vida adulta.

Porém, sempre há a possibilidade de mudar essa situação. Com consciência, terapia e autoconhecimento, é possível converter feridas em força, romper padrões prejudiciais e estabelecer relações mais saudáveis.

Pode ser que você não esteja exausto do trabalho ou da rotina. O que realmente pode estar te desgastando são os ciclos q...
28/01/2026

Pode ser que você não esteja exausto do trabalho ou da rotina. O que realmente pode estar te desgastando são os ciclos que você insiste em deixar abertos. As conversas que você evita, as decisões que adia, os pedidos de desculpas que o orgulho impede de fazer. Os “depois eu vejo” que nunca se concretizam. Tudo isso gira em silêncio na sua mente, sugando sua energia, como se cada pendência emocional fosse um aplicativo rodando dentro de você. Encerrar ciclos não é sinal de fraqueza. É um ato de cuidado consigo mesmo. É afirmar: “não preciso carregar o que já se foi.” Assim, aos poucos, sua alma começa a encontrar alívio novamente. O que realmente cansa não é a carga das tarefas, mas sim o peso do que permanece inacabado dentro de nós. Encerrar ciclos é também um cuidado com a alma. Agora me diga: qual ciclo dentro de você ainda precisa ser finalizado? Compartilhe nos comentários, pois muitas vezes, o primeiro passo para concluir algo é reconhecer o que ainda causa dor.

As emoções podem influenciar a autoestima de várias formas:Sentimentos negativos persistentes, como baixa autoestima ou ...
31/07/2024

As emoções podem influenciar a autoestima de várias formas:
Sentimentos negativos persistentes, como baixa autoestima ou autocrítica constante, podem minar a confiança e afetar a autoimagem. Isto pode levar a um ciclo de emoções negativas que
afetam a saúde mental e o comportamento.
Os estados emocionais negativos aumentam a produção de adrenalina, levando o organismo a agir de forma mais acelerada e defensiva. Isto pode levar a ações impulsivas que provocam danos ao próprio indivíduo e em pessoas próximas.
O desenvolvimento da inteligência emocional pode ajudar a controlar os pensamentos, melhorar o conceito sobre si e identificar problemas nas pessoas que estão ao redor para se distanciar sempre que necessário.
A autoestima é influenciada pelo autoconceito, auto respeito e auto aceitação. O autoconceito é como você se percebe e o que pensa de si mesmo com base em suas referências. O auto respeito é conhecer e respeitar suas emoções, sentimentos e limites, sem se forçar a situações desagradáveis ou que te fazem sofrer. A auto aceitação é aceitar suas características físicas e psicológicas, aceitar seus defeitos e limitações, suas lutas e sua própria experiência.
Ainda podemos entender que autoestima corresponde à valoração intrínseca que o indivíduo faz de si mesmo em diferentes situações e eventos da vida a partir de um determinado conjunto de valores eleitos por ele como positivos ou negativos. Conforme as circunstâncias ou os momentos por qual ele está passando, e variando muito conforme o seu estado emocional.

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