Psicóloga Deise Barreto

Psicóloga Deise Barreto Ψ🧠🦋 Meu obj. é te auxiliar a reencontrar o seu equilíbrio emocional e ressignificar a sua história. Sou especialista em Psicologia Clínica.

Por mais de uma década atuei pelas abordagens Winnicottiana e Psicossomática atendendo adolescentes e adultos. Em paralelo pela Psicologia Perinatal trabalhando com tentantes, gestantes e puérperas. Nos últimos anos o meu foco é praticar a Psicologia Baseada em Evidências com a abordagem - Terapia Cognitivo Comportamental (TCC). Para quem não é da área e busca uma psicoterapia, por vezes, se depar

a com várias abordagens sem entender muito bem como elas funcionam. Então quero esclarecer de alguma maneira minha linha de trabalho. Começar explicando o que é a Psicologia Baseada em Evidências. O que significa isso?
É que o trabalho do psicólogo é baseado em estudos, ensaios randomizados e casos clínicos em que as técnicas utilizadas foram comprovadas cientificamente que funcionam e dão resultado para aquele transtorno psicológico. Portanto, a Psicologia Baseada em Evidências (PBE) é aquela que oferece uma melhor probabilidade de prognóstico para o transtorno mental do paciente, com as melhores evidências e resultados. Entre as abordagens com maiores evidências científicas hoje, destaco a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que apresenta os melhores resultados para boa parte dos transtornos mentais, tais como: depressão, ansiedade, transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno bipolar, transtornos alimentares, disfunções se***is, transtorno do pânico, transtornos de personalidade, TDAH, entre outros transtornos de maior demanda no dia a dia do consultório. Também destaco a Terapia Comportamental Dialética (DBT), que tem os seus melhores resultados para casos de transtorno de personalidade borderline e casos de intensa desregulação emocional, ou seja, casos complexos. Sobre a Terapia Cognitivo-Comportamental.
É uma terapia estruturada, focada no presente e que não estabelece uma relação de causalidade entre situações do passado e eventos atuais. A TCC defende que os eventos do passado podem influenciar na atualidade e que os fatores se comunicam de maneira correlacionada, mas não de maneira determinante causal. Ela é orientada por metas e objetivos de tratamento e suas intervenções acontecem através da descoberta guiada, na qual o psicólogo guia o paciente no processo de descoberta e autoconhecimento. A TCC utiliza técnicas comportamentais e cognitivas.
É importante entender que essas técnicas precisam ser aplicadas dentro de um contexto de formulação de caso específico e individual para cada paciente. Em minha prática clínica os resultados da TCC são mais efetivos e satisfatórios. Psicóloga Deise Barreto.

Às vezes, o corpo grita o que as emoções estão tentando dizer.Aparece a dor de cabeça, tensão nos ombros, cansaço que nã...
08/06/2026

Às vezes, o corpo grita o que as emoções estão tentando dizer.
Aparece a dor de cabeça, tensão nos ombros, cansaço que não passa, sono ruim, problemas gastrointestinais, sintomas combinados ou isolados.

Muitas pessoas ainda acreditam que corpo e emoções funcionam separadamente. Mas, não é assim. Quando estamos sob estresse, preocupação ou sobrecarga emocional, nosso organismo entra em estado de alerta.

Os músculos podem ficar mais tensos, a respiração muda, o sono pode piorar… O corpo gasta energia tentando lidar com aquilo que parece uma ameaça.
E existe outro detalhe importante, o caminho também acontece ao contrário.

Dormir mal, sentir dor constante ou viver exausto aumenta nossa vulnerabilidade emocional. Ficamos mais irritáveis, mais sensíveis, mais ansiosos.
Com menos recursos para enfrentar os desafios do dia a dia. É por isso que, muitas vezes, corpo e emoções entram em um ciclo que se retroalimenta.

A boa notícia é que esse ciclo também pode ser interrompido. Quando aprendemos a regular emoções, cuidar do sono, respeitar limites, reduzir vulnerabilidades físicas e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com o estresse, corpo e mente começam a trabalhar a favor da recuperação.

Nos próximos dias, experimente observar.

Quando seu corpo dá sinais de alerta, o que estava acontecendo na sua vida emocional naquele momento?

03/06/2026

Nem toda mudança positiva é imediatamente bem recebida por quem está ao redor. Quando uma pessoa começa a fazer terapia, ela pode aprender a dizer “não”, estabelecer limites, pedir respeito, expressar necessidades e deixar de assumir responsabilidades que não são suas.

Essas mudanças costumam ser saudáveis e necessárias, mas nem sempre agradam quem se beneficiava da ausência desses limites.

Por isso, em alguns momentos, o processo terapêutico pode gerar estranhamento, incômodo e até conflitos nos relacionamentos. Não porque a pessoa esteja piorando, mas porque a dinâmica está mudando.

É importante lembrar, desagradar algumas pessoas não é, por si só, um sinal de que você está fazendo algo errado. Às vezes, é apenas um sinal de que você está construindo uma vida mais coerente com seus valores, necessidades e limites.

Você já confundiu o desconforto causado por uma mudança saudável com a sensação de estar fazendo algo errado?

27/05/2026

🥹Um dia eu fui esse rapaz, olhando a Psicologia de longe e pensando… que trabalho bonito…!
Hoje, vivendo disso todos os dias, entendo a profundidade que existe aqui. E, de alguma forma, tudo isso faz ainda mais sentido para mim♥️

Aprender a ficar na defensiva, muitas vezes, foi uma forma inteligente de sobrevivência emocional. Seu corpo, sua mente ...
26/05/2026

Aprender a ficar na defensiva, muitas vezes, foi uma forma inteligente de sobrevivência emocional. Seu corpo, sua mente e suas emoções entenderam que era preciso se proteger para suportar determinados ambientes, relações ou experiências.

E isso faz sentido.

Mas, existe uma diferença importante entre se proteger e viver permanentemente em estado de alerta.

Quando a defensiva entra em modo automático, críticas podem ser percebidas como ataque, silêncios podem soar como rejeição, qualquer mudança parece perigo.

A regulação emocional não significa baixar a guarda de qualquer maneira e sim desenvolver flexibilidade para perceber… Esse ambiente ainda exige proteção máxima ou agora posso responder de outra forma?

Regular emoções é conseguir reconhecer sinais de ameaça sem entrar imediatamente em luta, diferenciar passado e presente, adaptar respostas ao contexto atual, sair do piloto automático da sobrevivência… Porque pessoas emocionalmente reguladas não são pessoas que nunca se defendem, são pessoas que conseguem escolher quando se proteger, quando se posicionar e quando se permitir relaxar.

Sobreviver pode ter exigido rigidez.
Viver talvez peça adaptação😉

Quinta-feira e minhas reflexões… O  #ᴛʙᴛ de hoje é do meu consultório presencial de antigamente.Foi nesse consultório qu...
21/05/2026

Quinta-feira e minhas reflexões… O #ᴛʙᴛ de hoje é do meu consultório presencial de antigamente.

Foi nesse consultório que me emancipei profissionalmente. Após quatro anos sublocando períodos em uma clínica, decidi alugar minha própria sala, mobiliá-la e me dedicar 100% à clínica, deixando a empresa onde atuava no RH paralelamente aos atendimentos.

E foi também nesse lugar que vivi uma das maiores transições da minha trajetória clínica.

Porque, em determinado momento, percebi algo importante, algumas demandas que chegavam até mim exigiam mais do que o conhecimento que eu tinha naquele momento, e eu já tinha pós-graduação, estudava e atuava na área há anos.

Perceber isso mudou minha prática.

Foi ali que comecei um movimento mais profundo de atualização, supervisão, aprofundamento técnico e mudança de abordagem. E não porque eu não estudasse antes, mas porque alguns sofrimentos são complexos demais para serem sustentados apenas com conhecimento básico, experiência clínica ou boa intenção.

Esses dias ouvi algo muito válido em uma aula, nem todo profissional está preparado para toda demanda.

E reconhecer isso também é cuidado.

Na saúde mental, estudar não deveria ser diferencial.
Deveria ser compromisso ético.

Porque, muitas vezes, para quem busca ajuda, já foi extremamente difícil dar esse passo.

E quem recebe essa pessoa tem a responsabilidade de ajudá-la da melhor forma possível. Se possui preparo para isso, sustente com responsabilidade. Se não possui, encaminhe.

Alguns casos exigem técnica, supervisão, aprofundamento e atualização constante. E, quando necessário, encaminhamento.

Nem toda demanda é ideal para todos os profissionais e tudo bem. O problema é quando isso não é reconhecido.

Olho para essa foto com carinho, por isso quis dividir com vocês.

Algumas transições profissionais começam exatamente quando percebemos que ainda precisamos aprender mais, e que sempre haverá algo novo a aprender.

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