Nutricionista Luana Nunes

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Olá, bem-vindos à página oficial da Nutricionista Luana Nunes! 🍏

Sou graduada em Nutrição,, tenho especialização em Nutrição Comportamental, o que me permite oferecer um atendimento nutricional mais completo e focado nas necessidades individuais.

11/06/2026

Quando dizem que pessoas autistas têm hiperfocos, muita gente imagina apenas um hobby. Mas, na prática, é quase como instalar um aplicativo novo no cérebro e ele ocupar 98% do armazenamento disponível. 😂🐶

No meu caso? Cachorros. Muitos cachorros. Fotos de cachorros, vídeos de cachorros, curiosidades sobre cachorros, produtos para cachorros... e, às vezes, até esquecer que eu preciso comer porque estou ocupada demais admirando um cachorro fofo na internet. 🫠

E aqui entra um ponto importante: o hiperfoco pode impactar diretamente a alimentação de pessoas autistas. Quando estamos muito envolvidos em um interesse específico, podemos perder a percepção da passagem do tempo, ignorar sinais de fome ou adiar refeições sem perceber.

Não é falta de responsabilidade, preguiça ou desorganização. É uma característica neurológica que pode influenciar a rotina, inclusive a relação com a comida.

Por isso, criar estratégias para lembrar das refeições e respeitar os sinais do corpo é tão importante.

Agora me conta: qual é ou já foi o seu hiperfoco? 👇

Há mais de 10 anos, recebi o diagnóstico de anorexia nervosa. Na época, eu ainda estava na faculdade de Nutrição e, junt...
14/05/2026

Há mais de 10 anos, recebi o diagnóstico de anorexia nervosa. Na época, eu ainda estava na faculdade de Nutrição e, junto com o diagnóstico de ansiedade, tudo parecia ainda mais confuso. Foi nesse cenário que decidi transformar dor em conhecimento. Mergulhei nos estudos sobre comportamento alimentar, desenvolvi meu TCC sobre o tema, participei de pesquisas científicas e apresentei trabalhos em congresso de Nutrição sobre comportamento alimentar em universitários.

Ao longo da minha trajetória profissional, também me encontrei na Pedagogia e me apaixonei pela educação. Vivi intensamente essa área por um período, mas a Nutrição me chamou de volta. Retomei os estudos, reativei meus atendimentos, voltei a ensinar e reencontrei meu propósito profissional.

Durante a gestação, enfrentei momentos difíceis, incluindo situações de desvalorização profissional por estar grávida. Mas, ao mesmo tempo, vivi a realização de um grande sonho: dar aula em uma faculdade. E essa foto representa exatamente isso. Hoje tive a honra de ministrar aulas sobre neurociência do comportamento alimentar — justamente a área que escolhi estudar para compreender e enfrentar uma dificuldade que eu mesma vivi.

Transformar minha experiência em acolhimento, ciência e educação é uma das maiores realizações da minha vida. E viver tudo isso com minha filha crescendo dentro de mim, acompanhando cada aula com chutes e cambalhotas, torna esse momento ainda mais especial e cheio de significado.

Hoje entendo que muitos desafios que enfrentei se tornaram combustível para continuar de pé, ajudando outras pessoas no tratamento do comportamento alimentar e formando novos profissionais com mais empatia e conhecimento.

Sigo com o coração grato, motivada a continuar minha caminhada acadêmica rumo ao tão sonhado mestrado, e desejando que minha filha cresça sabendo que a educação, o conhecimento e os estudos sempre serão um dos caminhos mais transformadores que existem. ✨🤍

Mulheres neurodivergentes, especialmente aquelas com TDAH e TEA, podem apresentar maior dificuldade no controle alimenta...
13/05/2026

Mulheres neurodivergentes, especialmente aquelas com TDAH e TEA, podem apresentar maior dificuldade no controle alimentar devido à impulsividade, busca por dopamina, hiperfoco em alimentos, seletividade alimentar e episódios de compulsão.

Nos últimos anos, medicamentos agonistas de GLP-1 — como semaglutida e tirzepatida — começaram a ser estudados também pelos efeitos no cérebro e no comportamento alimentar, indo além da simples perda de peso.

Pesquisas recentes mostram que esses medicamentos podem reduzir:
✔️ compulsão alimentar
✔️ “food noise” (pensamentos constantes sobre comida)
✔️ impulsividade alimentar
✔️ alimentação emocional
✔️ resposta exagerada aos estímulos alimentares

Alguns estudos sugerem que os agonistas de GLP-1 atuam em áreas cerebrais ligadas à recompensa e ao prazer, o que pode explicar porque muitas pacientes relatam menor ansiedade alimentar e menos hiperfoco em comida.

Mas atenção: mulheres neurodivergentes precisam de acompanhamento individualizado.
Em muitos casos, a relação com a comida também envolve:
• regulação emocional
• sensorialidade
• rotina rígida
• dopamina
• sobrecarga mental

Ou seja: a caneta NÃO trata a causa emocional, neurológica ou comportamental sozinha.

Além disso, pacientes neurodivergentes podem ter maior risco de:
⚠️ esquecer refeições
⚠️ baixa ingestão proteica
⚠️ piora da seletividade alimentar
⚠️ deficiência nutricional
⚠️ hiperfoco excessivo no emagrecimento

Por isso, o acompanhamento com nutricionista e equipe multiprofissional faz toda diferença para um emagrecimento saudável, seguro e sustentável. 💛

Você já ouviu falar sobre “food noise”?
Comenta aqui se isso faz sentido pra você 👇





Mulher, trabalho, casa, rotina, família, autocuidado… muitas vezes tudo acontece ao mesmo tempo. E no meio da correria, ...
12/05/2026

Mulher, trabalho, casa, rotina, família, autocuidado… muitas vezes tudo acontece ao mesmo tempo. E no meio da correria, pensar em uma alimentação saudável e prática pode virar mais uma tarefa cansativa da lista.

Tem dias em que abrimos a geladeira várias vezes e simplesmente não conseguimos decidir o que comer. E para mulheres neurodivergentes, especialmente mulheres autistas, isso pode ser ainda mais desafiador.

A repetição alimentar, a dificuldade com novas texturas, sabores e cheiros, a fadiga mental e a sobrecarga sensorial fazem com que cozinhar exija muito mais energia do que as pessoas imaginam.

E quando chega o cansaço?
Junto dele, muitas vezes aparece a culpa por não conseguir preparar a “refeição ideal”.

Mas alimentação saudável não precisa ser perfeita para funcionar 💛

Pensando nisso, esse post foi criado para ajudar você a montar refeições rápidas, nutritivas e mais acessíveis nos dias de baixa energia.

Uma boa estratégia é deixar algumas bases alimentares já organizadas:

✔️ carboidratos práticos, como pão integral ou tapioca
✔️ folhas higienizadas na geladeira
✔️ proteínas fáceis, como ovo mexido, iogurte ou queijo
✔️ frutas ricas em vitamina C para complementar a refeição
✔️ opções previsíveis e seguras sensorialmente

Pequenas adaptações ajudam a reduzir a sobrecarga mental, facilitam a rotina alimentar e contribuem para mais constância no cuidado com a saúde.

E lembre-se:
nem sempre será possível comer “100% saudável”. A consistência vem muito mais da adaptação do que da perfeição.

Menos culpa.
Mais praticidade.
Mais acolhimento com você mesma ✨

Na minha consulta nutricional, eu te ajudo a entender sua relação com a alimentação, suas dificuldades sensoriais, sua rotina e suas necessidades individuais, para construirmos juntas uma alimentação mais leve, possível e sem terrorismo nutricional.

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Últimas vagas para maio: (11) 91325-9009

29/04/2026

Você já sentiu que seu corpo nunca relaxa de verdade? 👀

Muitas pessoas autistas vivem em estado constante de alerta — lidando diariamente com sobrecarga sensorial, esforço social, ansiedade, dificuldades no sono e anos de masking (mascaramento dos traços autistas). E isso não impacta apenas a saúde mental: o corpo também sente.

Estudos vêm mostrando que pessoas autistas podem apresentar maior risco para alterações cardiovasculares, incluindo pressão alta (hipertensão). Isso pode acontecer porque o sistema nervoso permanece ativado por longos períodos, aumentando a liberação de hormônios relacionados ao estresse, como cortisol e adrenalina.

Na prática, um organismo que passa anos funcionando em “modo sobrevivência” pode desenvolver:
• maior tensão muscular
• alterações no sono
• fadiga crônica
• inflamação aumentada
• desregulação emocional
• dificuldade de perceber sinais do próprio corpo
• maior risco cardiovascular ao longo do tempo

E tem outro ponto importante: muitas pessoas autistas adultas passaram anos sem diagnóstico, invalidando dores, ignorando sinais físicos e tentando apenas “aguentar”. Isso também influencia diretamente o cuidado com a saúde.

Por isso, falar sobre alimentação, rotina, descanso e regulação emocional no autismo NÃO é exagero. É cuidado integral. 🤍

Seu corpo não foi feito para viver em alerta o tempo todo.

A chamada “caneta emagrecedora” (como a semaglutida) é um medicamento desenvolvido para auxiliar no tratamento da obesid...
24/04/2026

A chamada “caneta emagrecedora” (como a semaglutida) é um medicamento desenvolvido para auxiliar no tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2.

Ela atua principalmente:
✔️ reduzindo o apetite
✔️ aumentando a saciedade
✔️ desacelerando o esvaziamento gástrico

Mas existe um ponto importante que quase ninguém te explica:
👉 ela age no fisiológico, não no comportamental.
E isso faz toda a diferença — principalmente para mulheres com TDAH.

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade está diretamente relacionado a: – impulsividade
– busca por recompensa imediata (dopamina)
– dificuldade de planejamento e constância
– maior risco de comer por estímulo e não por fome

Agora pensa comigo: Se você reduz a fome, mas não trabalha:
❌ impulsividade
❌ desorganização alimentar
❌ relação emocional com a comida

O que acontece?
➡️ A alimentação continua desregulada
➡️ A frustração aumenta
➡️ O comportamento compensatório aparece
E mais:
Em alguns casos, a restrição de ingestão somada à desorganização do TDAH pode:
⚠️ intensificar episódios de compulsão
⚠️ aumentar a sensação de perda de controle
⚠️ favorecer o reganho de peso após redução ou suspensão do medicamento

A caneta pode ser uma ferramenta.
Mas, sozinha, não é estratégia.
O emagrecimento sustentável — especialmente em mulheres com TDAH — precisa incluir:
🧠 comportamento alimentar
🧠 rotina adaptada
🧠 previsibilidade
🧠 autonomia nas escolhas
Porque não é só sobre comer menos.
É sobre conseguir sustentar.

Você já abriu a geladeira… sem estar exatamente com fome?Ou sentiu vontade de comer algo específico do nada — tipo um do...
15/04/2026

Você já abriu a geladeira… sem estar exatamente com fome?

Ou sentiu vontade de comer algo específico do nada — tipo um doce ou café — mesmo tendo comido há pouco tempo?

Isso acontece porque nem toda fome é física.
Muitas vezes, é cansaço, ansiedade, tédio ou até sobrecarga do dia.

E aqui vai um ponto importante:
👉 isso não é falta de controle

É só o seu corpo tentando lidar com o que você está sentindo — do jeito que ele aprendeu.

O problema é que, quando você não percebe isso, entra em um ciclo:
come → não se sente satisfeita → vem a culpa → tenta “compensar”

Mas dá pra mudar isso com mais consciência e estratégia no dia a dia.

Começa assim:
Antes de comer, faz uma pausa rápida e se pergunta:
“Eu estou com fome… ou só preciso de outra coisa agora?”

Pode parecer simples, mas essa pergunta muda muita coisa.

💬 Se você sente que vive nesse ciclo e quer aprender a organizar sua alimentação de um jeito leve e possível pra sua rotina, eu posso te ajudar.

📩 Me chama no whatsapp (11)913259009

🔖 Salva esse post pra lembrar disso nos momentos difíceis





Sobrou chocolate dos ovos de Páscoa e agora você sente que não consegue parar de comer?Se você abriu a geladeira hoje e ...
07/04/2026

Sobrou chocolate dos ovos de Páscoa e agora você sente que não consegue parar de comer?

Se você abriu a geladeira hoje e viu aquele “saldo” de chocolate te encarando… e junto veio o desespero de pensar:
“Eu preciso acabar com isso logo” ou “não posso comer mais nada doce”

respira.

O problema não é o chocolate.
E nem a sua falta de controle.

O que você está vivendo é um efeito clássico do pós-Páscoa:

🍫 excesso disponível +
🚫 restrição mental (“agora não posso”) +
🧠 aumento da vontade (efeito rebote)

Resultado?
Você come com culpa, tenta compensar… e acaba repetindo o ciclo.

Mas aqui vai uma estratégia simples e eficaz pra começar a sair disso:

✔️ Pare de tratar o chocolate como “última chance”
✔️ Inclua pequenas porções de forma consciente no seu dia
✔️ Tire o rótulo de “proibido” (isso reduz a obsessão)
✔️ Coma com atenção — não no automático ou escondido

Isso não é falta de disciplina.
É comportamento alimentar.

E quando você ajusta a estratégia, o controle volta — sem culpa.

Você não precisa “se livrar” do chocolate.
Você precisa aprender a conviver com ele.

💬 Me conta: aí na sua casa ainda tem chocolate da Páscoa?





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