Helena - Terapias Manuais

Helena - Terapias Manuais Sou apaixonada por terapias e ajudar pessoas a viver sem dor é minha missão de vida, aqui e agora.

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20/06/2026
31/05/2026

Dor não é apenas um sintoma. É uma mensagem do corpo pedindo atenção. A Terapia Manual ajuda a identificar sobrecargas, liberar tensões e restaurar o equilíbrio corporal. Cuide da causa, não apenas do desconforto.✨

30/05/2026

Tratar apenas o sintoma pode trazer alívio temporário, mas muitas vezes não é suficiente para reduzir a chance de recorrência.
Buscar os fatores que contribuem para a dor costuma ser uma parte importante do cuidado.

25/05/2026

A liberação do diafragma vai muito além da respiração. Na terapia manual, ele é uma peça central porque influencia postura, pressão interna, mobilidade e até padrões de dor à distância.

Por que o diafragma é tão importante?

1. Centro de tensões do corpo
O diafragma se conecta com:
costelas
esterno
coluna lombar
psoas (relação fascial funcional importante)
fáscia toracolombar
pericárdio
estruturas abdominais
Quando rígido, ele pode “puxar” compensações por todo o corpo.

2. Impacto na lombar e quadril

Um diafragma tensionado:
aumenta compressão lombar
dificulta mobilidade costal
mantém psoas em estado de tensão
altera estabilidade lombo-pélvica
Resultado: ✔ lombalgia
✔ sensação de travamento lombar
✔ desconforto sacroilíaco
✔ sobrecarga em glúteos profundos

3. Respiração ruim = corpo em alerta
Respiração curta/apical:
ativa mais musculatura acessória (trapézio, escalenos, peitoral)
mantém sistema nervoso em alerta
favorece dor tensionaldou
Ao liberar o diafragma, muitas vezes o corpo “desarma”.
4. Relação com abdômen e vísceras
O diafragma funciona como um pistão.
se ele perde mobilidade:
piora mobilidade visceral
altera pressão intra-abdominal
pode contribuir para sensação de estufamento
dificulta expansão abdominal fisiológica
Na leitura fascial, isso frequentemente mantém compensações anteriores.
5. Influência na cervical e ombros
Se o diafragma não faz seu papel: quem tenta respirar?
trapézio
peitoral menor
escalenos
esternocleidomastoideo
Consequência: dor cervical, peso nos ombros, cefaleia tensional.
6. Melhora da circulação e drenagem
O movimento diafragmático auxilia:
retorno venoso
circulação linfática
mobilidade toracoabdominal
Um diafragma rígido reduz esse bombeamento fisiológico.
Na prática clínica
Muitas vezes tratar apenas onde dói não resolve.
Exemplo: dor cervical → origem funcional pode estar no padrão respiratório
lombalgia → manutenção pelo eixo diafragma + psoas
abdômen projetado → perda de contenção e pressão mal distribuída
Frase para paciente:
“Seu diafragma não serve apenas para respirar. Ele ajuda a sustentar, equilibrar e distribui

25/05/2026

25/05/2026

1. Trombose Venosa Profunda (TVP)
Como costuma ser a dor:
Dor profunda, geralmente na panturrilha
Sensação de peso, pressão ou “perna endurecida”
Inchaço de uma perna só (mais comum)
Pele quente, às vezes avermelhada ou arroxeada
Dor piora ao tocar ou caminhar
Atenção: é urgência médica, porque há risco de embolia pulmonar.

2. Ciática (dor do nervo ciático)
Como costuma ser a dor:
Dor que começa na lombar ou glúteo e desce pela perna
Sensação de choque, fisgada, queimação ou corrente elétrica
Pode ir até pé ou dedos
Piora ao sentar muito, tossir, abaixar
Comum em: hérnia discal, compressão neural, tensão muscular profunda (como piriforme).

3. Meralgia Parestésica
Como costuma ser a dor:
Queimação ou dormência na lateral da coxa
Sensação de formigamento ou pele “anestesiada”
Sensação de roupa apertando ou ardência superficial
Normalmente NÃO passa abaixo do joelho
Causa comum: compressão do nervo cutâneo femoral lateral

4. Síndrome da Banda Iliotibial
Como costuma ser a dor:
Dor na lateral do joelho
Sensação de atrito, pontada ou “raspando”
Piora ao caminhar, correr, subir/descer escadas
Muito comum em corredores
Frequentemente associada a: TFL/glúteo lateral sobrecarregado.

5. Fascite Plantar
Como costuma ser a dor:
Dor na sola do pé, especialmente no calcanhar
Sensação de pisar num prego
Primeiros passos da manhã costumam doer mais
Melhora após “aquecer”, depois pode voltar

6. Claudicação Intermitente
Como costuma ser a dor:
Dor ou aperto na panturrilha ao caminhar
Sensação de fadiga intensa ou peso
Obriga a parar
Melhora com repouso e volta ao andar novamente
Relacionada a: circulação arterial reduzida.

7. Cãibras Noturnas
Como costuma ser a dor:
Contração muscular súbita e muito dolorosa
Mais comum na panturrilha
Acorda a pessoa à noite
Sensação de músculo “travado” ou endurecido
Pode se relacionar com: desidratação, eletrólitos, esforço, medicamentos.

8. Neuropatia Periférica
Como costuma ser a dor:
Queimação nos pés
Formigamento
Dormência
Sensação de choque.
Comum em: diabetes, deficiência vitamínica, compressões nervosas.
9. Canelite (síndrome do estres

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