Dr Natan Wild

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Sou Dr. Natan Wild, Médico formado pela Universidade Católica de Pelotas - RS, Ortopedista e Cirurgião de Coluna formado pelo IOT de Passo Fundo - RS, Treinamento em Cirurgia Endoscópica (Vídeo) pela USP de Ribeirão Preto - SP.

07/08/2026

A dor começa na lombar ou no glúteo e desce pela perna. Logo surge a conclusão: “É o ciático.”

Mas o trajeto da dor, sozinho, não fecha um diagnóstico. Sintomas semelhantes podem ter diferentes origens — e identificá-las exige avaliar onde o incômodo começa, como se manifesta, o que o intensif**a e se há dormência, formigamento, perda de força ou limitação dos movimentos.

A consulta permite relacionar a história do paciente ao exame físico e, quando necessário, aos exames de imagem. É essa análise conjunta que orienta o diagnóstico e a conduta adequada para cada caso.

Nem toda dor que desce pela perna é ciática — e nem todo sintoma chamado de “ciático” tem a mesma causa.

Antes de concluir, é preciso investigar.


Dr. Natan Wild
Cirurgião de Coluna
CRM/RS 41.172 | RQE 36.740

As quartas são de bloco por aqui. Mas, nesta semana, a agenda está especialmente cirúrgica: os procedimentos começaram n...
05/08/2026

As quartas são de bloco por aqui. Mas, nesta semana, a agenda está especialmente cirúrgica: os procedimentos começaram na segunda-feira, seguiram nesta quarta e continuam na sexta.

São dias intensos, conduzidos com aquilo que a cirurgia da coluna exige: planejamento, precisão e responsabilidade em cada decisão.

Nem toda condição da coluna precisa de cirurgia. Mas, quando o procedimento é indicado, cada detalhe importa. O cuidado começa na avaliação, passa pela análise criteriosa dos exames e pela escolha da técnica mais adequada para cada caso — e continua no acompanhamento após a cirurgia.

Quarta é dia de bloco.
Mas, por aqui, toda a semana está sendo dedicada a


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28/07/2026

Nem toda dor é “coisa da idade”. E perder força nunca deve ser normalizado.

Aos 78 anos, uma paciente apresentava perda progressiva de força e comprometimento da marcha. Após uma investigação cuidadosa, foi identif**ada uma estenose do canal lombar com indicação cirúrgica.

No dia seguinte ao procedimento, ela recebeu alta e hoje já está realizando caminhadas.

Esse é um caso individual — cada paciente possui condições clínicas, indicação e tempo de recuperação próprios. Mas ele reforça uma mensagem importante: envelhecer não signif**a aceitar a dor, a fraqueza ou a perda de mobilidade sem investigar.

Quando esses sinais surgem, é preciso compreender sua origem. Há condições importantes de saúde que podem estar por trás do que, muitas vezes, é tratado apenas como consequência da idade.

A idade faz parte da história. Não deve encerrar a investigação.

Coluna bem cuidada mantém você em movimento. 😉😀


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🔎 Conteúdo informativo, não substitui consulta individual especializada.

23/07/2026
Às vezes, a pessoa não chega dizendo que sente muita dor. Ela chega dizendo: "Doutor, eu não caminho mais como antes."E ...
20/07/2026

Às vezes, a pessoa não chega dizendo que sente muita dor.

Ela chega dizendo: "Doutor, eu não caminho mais como antes."

E essa frase importa.

Porque algumas alterações da coluna não aparecem primeiro como uma dor insuportável. Elas aparecem como perda de autonomia.

A caminhada f**a menor. A pessoa precisa parar. Procura onde sentar. Sente as pernas pesarem. Evita trajetos longos. Começa a escolher lugares pensando na distância.

E, aos poucos, adapta a vida ao limite.

Na estenose de canal lombar, o espaço por onde passam estruturas nervosas pode f**ar reduzido.

Quando isso tem relação com os sintomas, pode haver dor lombar, dor nas pernas, dormência, formigamento, peso, fraqueza ou dificuldade para caminhar por mais tempo.

Mas o diagnóstico não depende apenas da imagem.
Depende da história.

Em muitos casos, o tratamento começa de forma conservadora. Em outros, quando há limitação importante, piora progressiva, alterações neurológicas ou falha do tratamento inicial, a cirurgia pode entrar na conversa.

O mais importante é não chamar de "cansaço normal" aquilo que está diminuindo sua liberdade de movimento.

Coluna bem cuidada mantém você em movimento. 😉😀


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12/07/2026

Entre a palavra “hérnia” no laudo e uma decisão cirúrgica existe uma etapa que não pode ser pulada: entender o paciente.

Onde está a dor? Ela irradia? Existe alteração de sensibilidade? Houve perda de força? Os sintomas correspondem à região mostrada no exame? Como o quadro evoluiu? O tratamento conservador foi realizado adequadamente?

Essas perguntas importam porque uma hérnia de disco não deve ser analisada apenas pelo impacto visual da ressonância ou por uma medida em milímetros.

Na maioria dos casos, cirurgia não é uma consequência automática do diagnóstico. O tratamento pode começar de forma conservadora, conforme os sintomas, o exame físico e a evolução.

Em outros cenários, a persistência de sintomas incapacitantes, a progressão de alterações neurológicas ou condições específ**as de compressão podem mudar a estratégia.

E quando existe indicação cirúrgica, a escolha da técnica também precisa ser individualizada.

Cirurgia convencional, microcirurgia e abordagens minimamente invasivas, incluindo técnicas endoscópicas em casos selecionados, fazem parte de um universo de possibilidades que deve ser analisado com critério.

Coluna bem cuidada mantém você em movimento. 😉😀


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10/07/2026
05/07/2026

Cerca de 80% da população adulta mundial terá um episódio de lombalgia em algum momento da vida, segundo a Organização Mundial da Saúde;

É um número expressivo. E talvez justamente por ser tão frequente, exista um risco: normalizar demais a dor.

“É postura.”
“É esforço.”
“É idade.”
“Logo passa.”

Muitas vezes, a causa pode realmente estar relacionada à própria coluna ou a fatores musculoesqueléticos. Mas, em outros casos, a dor nas costas pode ser a primeira pista de algo que precisa ser investigado além da coluna.

No vídeo, trago exemplos reais da prática médica em que a investigação de uma dor nas costas ajudou a identif**ar situações muito diferentes entre si.

E aqui está o ponto mais importante: não se trata de transformar toda dor em motivo de medo.
Trata-se de investigar com critério, cautela e responsabilidade.

Uma boa avaliação não começa presumindo a resposta. Ela considera a história do paciente, o padrão da dor, sua evolução, os sintomas associados, o exame físico e, quando indicado, exames complementares.

Foi esse olhar criterioso que permitiu, nesses casos, perceber que havia algo além de uma lombalgia comum e realizar o encaminhamento adequado para cada paciente.

A dor pode ser apenas uma dor passageira. Mas também pode ser um sinal. E a diferença está em saber quando investigar.

Se a dor persiste, se repete, muda de padrão ou vem acompanhada de outros sintomas, procure avaliação médica.

Porque, às vezes, o corpo começa a contar uma história pela lombar. E ouvir essa história com responsabilidade faz parte do cuidado.

Coluna bem cuidada mantém você em movimento. 😉😀


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