26/03/2026
Março Amarelo é um mês dedicado à conscientização sobre a Endometriose — uma condição inflamatória crônica que afeta milhões de mulheres e pode impactar signif**ativamente a qualidade de vida.
Um dos principais sinais da doença é a dor pélvica crônica, que pode se manifestar durante o período menstrual, nas relações se***is, ao evacuar ou urinar, e até mesmo de forma contínua. Muitas mulheres também relatam fadiga, distensão abdominal, alterações intestinais e dificuldade para engravidar.
Além da dor, a endometriose pode gerar impacto funcional importante. A tensão constante na região pélvica e abdominal pode levar a alterações posturais, limitação de movimentos, diminuição da tolerância ao exercício e restrição nas atividades do dia a dia. Muitas vezes, o corpo passa a adotar padrões de proteção contra a dor, resultando em sobrecarga muscular e desequilíbrios.
Nesse contexto, a fisioterapia pélvica é uma importante aliada no tratamento. A abordagem fisioterapêutica pode contribuir para:
• reduzir a dor pélvica
• melhorar a mobilidade da pelve e da coluna
• reequilibrar a musculatura do assoalho pélvico
• melhorar a postura e a função corporal
• favorecer a qualidade de vida e o bem-estar
O tratamento é individualizado e baseado na escuta da paciente, integrando técnicas de liberação miofascial, exercícios terapêuticos, educação em dor e reeducação do assoalho pélvico.
Falar sobre endometriose é fundamental.
Informação, diagnóstico precoce e cuidado multidisciplinar fazem toda a diferença no caminho para uma vida com menos dor e mais autonomia.