18/08/2026
Retornar não é voltar pelo mesmo caminho. É ter coragem de percorrer, dentro de si, caminhos que nunca foram visitados.
Na terapia, compreender a própria história é importante. Mas compreender não é o mesmo que transformar.
Você pode reconhecer a origem de um padrão e continuar repetindo-o.
Pode identificar por que busca aprovação e ainda organizar suas escolhas para não desagradar.
Pode compreender suas relações familiares e continuar ocupando o mesmo lugar dentro delas.
O insight amplia a consciência.
A mudança acontece quando essa consciência começa a produzir novas respostas, novas escolhas e novas experiências emocionais.
É justamente aqui que a psicoterapia encontra uma imagem muito profunda de Elul.
Elul nos conduz à Teshuvá, ao retorno.
Mas retornar não significa recuperar quem você era antes das feridas, das perdas ou das escolhas que fez.
Não existe uma versão intacta de nós esperando para ser encontrada no passado.
Existe quem você pode se tornar quando olha para a própria história com consciência e decide não responder mais a ela da mesma maneira.
Talvez Teshuvá também possa ser compreendida, terapeuticamente, assim:
voltar ao mesmo ponto sem voltar a ocupar o mesmo lugar.
O passado permanece passado.
A história não pode ser desfeita.
Mas a posição que você ocupa diante dela pode mudar.
E é por isso que retornar à alma não é refazer uma antiga rota.
É construir, dentro de si, um caminho que antes você ainda não conseguia percorrer.
Esse é o convite de Elul.
Não apenas olhar para trás. Retornar para mudar a direção.
Se você compreendeu que retornar não é voltar ao passado, mas mudar o lugar de onde você vive a sua história, eu quero te convidar para a Jornada do Retorno à Alma.
Um caminho terapêutico e espiritual durante Elul, com conteúdos diários, metáforas, símbolos, reflexões e movimentos de Teshuvá, além de um encontro ao vivo pelo Google Meet.
Investimento: R$ 67
Se chegou o tempo de não apenas reconhecer seus caminhos, mas mudar a direção, me chama no direct com a palavra:
EU RETORNO.