Dra Ana Paula Pediatra

Dra Ana Paula Pediatra Pediatra que atende pacientes em Itapema e Região. Adoro acompanhar a evolução e crescimento dos pequenos.

Maternidade é um universo cheio de conselhos. Alguns passam de geração em geração. Outros surgem nas redes sociais. E mu...
10/06/2026

Maternidade é um universo cheio de conselhos. Alguns passam de geração em geração. Outros surgem nas redes sociais. E muitos deles são ditos com a melhor das intenções.

Mas a pediatria evolui. E, junto com ela, evolui também a forma como entendemos o desenvolvimento infantil. Por isso, talvez a pergunta mais importante não seja: "como sempre foi feito?", mas sim: "o que a ciência sabe hoje sobre isso?"

Troque os rótulos pela observação cuidadosa. Cada criança tem seu próprio ritmo de desenvolvimento e comparar quase nunca ajuda.

Troque os dispositivos de contenção por mais tempo livre no chão. É ali que o bebê fortalece músculos, descobre o próprio corpo e constrói habilidades que levará para toda a vida.

Troque a busca por noites perfeitas pela compreensão do sono infantil. Bebês acordam. Bebês precisam de colo. Bebês amadurecem no seu próprio tempo.

Troque as telas à mesa por conversas, descobertas e conexão. As refeições não servem apenas para alimentar o corpo. Elas também alimentam vínculos.

Na pediatria, pequenas escolhas feitas todos os dias costumam ter um impacto muito maior do que imaginamos.

Menos pressão, menos comparação, menos expectativas irreais.
Mais presença, mais conhecimento, mais infância.

Porque desenvolvimento saudável não acontece por acaso. Ele é construído, um dia de cada vez. 💜 Eu sei o quanto maternidade pode ser desafiadora, eu também sou mãe... e é por isso que venho aqui para te dizer: NÃO TEM FÓRMULA MÁGICA! Pra nada nessa vida, muito menos para a maternidade.

ESTAMOS INDO BEM! Viva a maternidade! Conte comigo - como mãe e médica.

Dra Ana Paula Franchetti
Pediatra | Itapema

A empolgação da viagem costuma fazer a gente lembrar das roupas, dos passeios e dos documentos. Mas, quando se tem crian...
03/06/2026

A empolgação da viagem costuma fazer a gente lembrar das roupas, dos passeios e dos documentos. Mas, quando se tem crianças, alguns itens podem fazer toda a diferença entre um pequeno contratempo e um grande problema.

Antes de fechar a mala, vale conferir:

✔️ Medicamentos de uso habitual da criança.

✔️ Antitérmico e orientações de dose atualizadas para peso e idade.

✔️ Termômetro.

✔️ Soro fisiológico para higiene nasal. ( DICA DE OURO 🥇)

✔️ Protetor solar e repelente ( sim, mesmo em estações + frias, é essencial)

✔️ Curativos adesivos para pequenos machucados.

✔️ Cartão de vacinação e documento de identif**ação.

✔️ Garrafinha de água para manter a hidratação durante o trajeto.

✔️ Uma troca extra de roupas na bagagem de mão.

✔️ Contato da Pedi 💜 e conhecimento sobre onde buscar atendimento médico no destino.

Um detalhe importante: viajar não é o momento ideal para testar medicamentos novos ou alimentos muito diferentes, principalmente em crianças menores.

A melhor viagem não é aquela em que nada acontece. É aquela em que você está preparado para lidar com os imprevistos de forma tranquila.

Um pouco de planejamento na mala pode trazer muito mais tranquilidade durante todo o feriado. 🧳🚗

BOA VIAGEM!
Dra Ana Paula Franchetti
Pedi 💙 Itapema

NOTÍCIA BOA ! A partir do segundo semestre de 2026, o SUS começará a disponibilizar a vacina Pneumo 20 para crianças no ...
27/05/2026

NOTÍCIA BOA ! A partir do segundo semestre de 2026, o SUS começará a disponibilizar a vacina Pneumo 20 para crianças no calendário vacinal brasileiro — uma mudança muito importante na prevenção de doenças graves causadas pelo pneumococo.

E talvez muita gente não conheça esse nome, mas o pneumococo é uma bactéria capaz de causar infecções sérias, especialmente na infância.

Estamos falando de doenças como:
• pneumonia bacteriana
• meningite
• otite
• sinusite
• infecções generalizadas (sepse)

As crianças pequenas fazem parte do grupo mais vulnerável porque ainda estão desenvolvendo suas defesas imunológicas. E é justamente por isso que a vacinação pneumocócica sempre teve um papel tão importante na pediatria.

Até então, o SUS utilizava principalmente a Pneumo 10, que protege contra 10 sorotipos da bactéria pneumocócica. Já a Pneumo 20 amplia essa cobertura para 20 sorotipos.

Na prática, isso signif**a uma proteção mais abrangente contra cepas que circulam atualmente e que continuam relacionadas a casos importantes de pneumonia, internações e infecções invasivas.

E existe um detalhe importante: conforme a vacinação evolui, algumas cepas deixam de circular com tanta frequência, mas outras passam a ocupar esse espaço epidemiológico. Por isso, ampliar a cobertura vacinal faz diferença real na saúde pública.

E vale lembrar: pneumonia em criança nem sempre começa de forma dramática. Às vezes inicia como uma gripe que piora, uma febre persistente, um cansaço fora do habitual, dificuldade para respirar ou uma tosse que não evolui bem. É justamente aí que a prevenção ganha ainda mais valor.

Outro ponto importante é que crianças vac. inadas também ajudam a reduzir a circulação da bactéria dentro da comunidade, protegendo bebês menores, idosos e pessoas imunossuprimidas.

IMUNUZAR não é apenas uma proteção individual. Ela é uma ferramenta coletiva de prevenção, redução de internações e preservação da infância saudável. E quando falamos de doenças respiratórias graves na pediatria, prevenção continua sendo um dos tratamentos mais poderosos que existem.

4 letras dão arrepio em qualquer mãe  >> ASMA ! Se seu filho é asmático, você se identificou com certeza 😅 Mas esse cont...
25/05/2026

4 letras dão arrepio em qualquer mãe >> ASMA ! Se seu filho é asmático, você se identificou com certeza 😅 Mas esse conteúdo é justamente o A,B,C pra vocÊ CONFERIR se está fazendo tudo certinho, minimizando assim as crises de asma.

Alguns erros muito frequentes:
• não agitar a bombinha antes
• disparar várias doses juntas
• usar sem espaçador
• não vedar corretamente a máscara
• respirar rápido demais
• interromper o tratamento sozinho
• usar medicação de resgate em excesso sem reavaliação médica

Muita gente chama tudo de “bombinha”, mas existem diferentes tipos de medicações inalatórias para asma. Uma das maiores causas de crises, idas ao pronto atendimento e internações não é apenas a asma em si. É o uso incorreto da medicação.

E isso acontece MUITO.

Tem criança usando a bombinha preventiva só quando passa mal.
Tem criança usando a bombinha de crise todos os dias sem acompanhamento.
Tem famílias que suspendem o tratamento porque “ela melhorou”.
E tem casos em que a técnica está errada há meses — e o medicamento simplesmente não chega direito aos pulmões.

De forma simplif**ada, as bombinhas costumam se dividir em dois grandes grupos:

• Bombinhas de alívio/resgate
São usadas durante crises, chiado, falta de ar e piora respiratória. Elas agem rápido, relaxando os brônquios e facilitando a passagem do ar.

• Bombinhas de controle/prevenção
São usadas continuamente em algumas crianças asmáticas para reduzir a inflamação dos brônquios e prevenir crises futuras. Ou seja: muitas vezes a criança está bem justamente porque está tratando corretamente.

Outro detalhe fundamental é a técnica de aplicação: a medicação inalatória funciona porque leva o remédio diretamente para os pulmões. Mas, quando usada de forma errada, grande parte do medicamento f**a na boca, garganta ou simplesmente se perde no ambiente.

É aí que entra o espaçador, ajudando o medicamento a chegar melhor aos pulmões, reduzindo efeitos colaterais e melhorando muito a eficácia do tratamento.

Asma controlada não é uma criança “quietinha sem correr”.
É uma criança que consegue viver a infância normalmente — porque está tratando a doença da forma certa.

Dra Ana Paula Franchetti
Pediatra - Itapema

Só quem sofre com asma — ou tem um filho asmático — sabe que, quando o frio começa a chegar, junto vem aquela sensação d...
19/05/2026

Só quem sofre com asma — ou tem um filho asmático — sabe que, quando o frio começa a chegar, junto vem aquela sensação de alerta constante. A atenção muda. A tosse da madrugada passa a preocupar mais. O chiado parece surgir “do nada”. E qualquer resfriado simples já acende um sinal de preocupação dentro de casa.

E isso não é exagero! O frio realmente tem uma relação muito importante com o aumento das crises asmáticas, especialmente nas crianças. O ar costuma f**ar mais seco, as pessoas passam + tempo em ambientes fechados e existe maior circulação de vírus respiratórios.

Existe também um mecanismo fisiológico importante: o ar frio pode provocar irritação direta dos brônquios. Quando a criança respira um ar muito gelado, ocorre uma resposta das vias respiratórias que pode levar ao broncoespasmo — o estreitamento dos brônquios. É justamente isso que provoca sintomas como tosse persistente, chiado no peito, sensação de aperto e dificuldade respiratória.

Por isso, muitas crianças começam a tossir mais no inverno, acordam pior de madrugada ou parecem “nunca melhorar totalmente” depois de uma gripe.

E aqui entra um dos pontos + importantes da pediatria respiratória: muitas crises asmáticas começam depois de infecções virais aparentemente simples. Na prática, acontece aquela sequência clássica:
a criança pega uma virose → as vias respiratórias inflamam → os brônquios f**am hiperreativos → surgem tosse persistente, chiado, cansaço e dificuldade respiratória.

E muitas vezes os pais acreditam que a criança está “sempre gripada”, quando, na verdade, ela pode estar apresentando sinais de asma mal controlada.

Tosse recorrente NÃO deve ser normalizada na infância!

Outro erro muito comum é interromper o tratamento preventivo porque a criança “estava bem”.
A asma é uma doença inflamatória crônica. Muitas vezes, a ausência de sintomas acontece justamente porque a inflamação está controlada pelo tratamento.

Asma não é apenas “uma tosse do inverno”. É uma doença inflamatória que precisa de acompanhamento contínuo, prevenção e controle adequado.

Dra Ana Paula Franchetti
Pediatra | Itapema

A Influenza está bombando, ainda mais com essas mudanças bruscas de temperatura, quando a gente acaba f**ando mais tempo...
13/05/2026

A Influenza está bombando, ainda mais com essas mudanças bruscas de temperatura, quando a gente acaba f**ando mais tempo em ambientes fechados, né?
E existe um detalhe importante que muita gente não sabe: às vezes a gripe até parece estar melhorando… mas é justamente aí que algumas complicações começam a aparecer.

Isso acontece porque existe uma espécie de “janela de vulnerabilidade imunológica”. Os vírus da influenza inflamam e danif**am as mucosas respiratórias — principalmente nariz, garganta e vias aéreas — que funcionam como uma barreira natural de proteção do organismo.
Com essa defesa temporariamente fragilizada, o corpo f**a mais suscetível a outras infecções respiratórias, como sinusites, otites, bronquiolites e até pneumonias.

Por isso, aquele quadro que parecia “só uma gripe” merece atenção se a criança volta a piorar, apresenta febre persistente, cansaço excessivo, dificuldade respiratória, prostração ou tosse que se intensif**a após alguns dias.

Nem toda pneumonia começa de repente. Muitas vezes ela aparece justamente depois da fase inicial da influenza. Se algo parece estranho na evolução da gripe, volte à pediatra para REAVALIAR seu filho.

Dra Ana Paula Franchetti
CRM: 23302 / SC. RQE: 14020
Pediatra em Itapema

Existem muitas versões de uma mãe ao longo da infância de um filho. ..Existe a mãe do recém-nascido, que vive cansada, a...
10/05/2026

Existem muitas versões de uma mãe ao longo da infância de um filho. ..Existe a mãe do recém-nascido, que vive cansada, aprende tudo no improviso e olha para o bebê dormindo só para ter certeza de que está respirando. Existe a mãe que descobre a introdução alimentar e passa dias comemorando uma colher de comida que realmente foi aceita. A mãe das primeiras febres, dos sustos, das noites acordada ouvindo tosse pelo corredor.

Existe também a mãe que se culpa porque trabalha demais, e a que se culpa porque acha que não está aproveitando o suficiente. A mãe que pesquisa sintomas às duas da manhã, a que esconde o choro no banho, a que aprende a ser forte sem perceber quando isso aconteceu.

E então chegam outras fases. As perguntas difíceis. A escola. As amizades. As birras. As negociações sobre banho, tela, comida e horário de dormir. A sensação estranha de ver aquele bebê f**ando independente aos poucos.

Ser mãe é viver muitos lutos silenciosos e muitas versões de si mesma dentro de uma única vida.

E talvez uma das coisas mais importantes seja lembrar que nenhuma fase dura para sempre — nem as mais difíceis, nem as mais leves. A maternidade muda o tempo todo. E nós mudamos junto com ela.

Por trás de cada criança que chega ao consultório, existe quase sempre uma mãe tentando fazer o melhor que consegue, mesmo cansada, insegura ou sobrecarregada.

E isso merece ser reconhecido também 💜 Parabéns para as mães que convivo, para as mães dos meus pacientinhos e para a minha mãe, É CLARO !
Feliz dia das mães pra gente! Antecipado, que é pra "dar tempo" de fazer tudo que a gente quer nesse domingo... 😁😘

Dra. Ana Paula Franchetti
Pediatra | Itapema

Falar sobre autismo não é apenas falar sobre diagnóstico; é falar sobre tempo de desenvolvimento, sobre a importância de...
30/04/2026

Falar sobre autismo não é apenas falar sobre diagnóstico; é falar sobre tempo de desenvolvimento, sobre a importância de reconhecer sinais precoces e sobre oferecer à criança as ferramentas certas no momento em que o cérebro está mais receptivo a aprender, se adaptar e construir novas habilidades.

💙Quando o diagnóstico acontece de forma adequada e no tempo certo, é possível iniciar intervenções que impactam diretamente na comunicação, interação social, autonomia e na qualidade de vida dessa criança ao longo dos anos.

Para a família, esse processo também tem um peso importante, porque reduz a incerteza, organiza caminhos e transforma a dúvida constante em plano de ação — o que, na prática, traz mais segurança, mais clareza e menos angústia no dia a dia.

É muito comum que pais passem meses se perguntando se determinados comportamentos são “fase” ou não, e ter um diagnóstico bem conduzido ajuda justamente a sair desse lugar de espera e entrar em um espaço de cuidado ativo e direcionado.

Um ponto essencial que sempre reforço: cada criança dentro do espectro é única, com suas próprias potencialidades, desafios e formas de se relacionar com o mundo — e o diagnóstico não limita, ele orienta.

Encerrar abril é, na verdade, um convite para manter esse olhar ao longo do ano inteiro, entendendo que observar, acolher e agir no tempo certo pode transformar de forma signif**ativa a trajetória de desenvolvimento de uma criança.

Se houver dúvidas sobre linguagem, interação, contato visual ou comportamento, não espere para investigar — porque, em desenvolvimento infantil, tempo é oportunidade.

Dra Ana Paula Franchetti - Acompanho a evolução do seu pequeno 💜
Pediatra há 14 anos
CRM: 23302SC | RQE 14020

O aumento dos casos de Influenza A no litoral norte de Santa Catarina merece atenção — especialmente nas crianças.Já obs...
23/04/2026

O aumento dos casos de Influenza A no litoral norte de Santa Catarina merece atenção — especialmente nas crianças.

Já observamos um crescimento consistente dos casos de vírus respiratórios na região do Vale do Itajaí e litoral norte catarinense — com destaque para a Influenza A (principalmente H1N1 e H3N2).

Dados recentes do Ministério da Saúde e das vigilâncias epidemiológicas estaduais mostram aumento de atendimentos por síndrome gripal e internações por SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave), especialmente em crianças menores de 5 anos.

E aqui entra um ponto importante: Crianças são um dos principais grupos de risco para complicações da Influenza e isso acontece porque 1 - sistema imunológico ainda está em desenvolvimento 2 - a via aérea é menor (o que facilita desconforto respiratório) 3 - há maior risco de evolução rápida em alguns casos.

Mas como diferenciar um resfriado comum de um quadro de Influenza? A Influenza costuma ter início mais abrupto e sintomas mais intensos:

febre alta (geralmente acima de 38,5°C)
prostração importante (criança mais “caidinha”)
dores no corpo
tosse seca persistente
dor de cabeça
redução do apetite

E o que podemos fazer na prática? A prevenção continua sendo a melhor estratégia:

✔️ IMUNIZAÇÃO anual contra Influenza ( não dá pra pular esse item)
✔️ higiene frequente das mãos
✔️ evitar exposição de crianças a ambientes fechados e aglomerados
✔️ álcool gel é rotina. Saiu e segurou na maçaneta, corrimão, elevador? ÁLCOOL GEL NAS MÃOS!
✔️ não levar crianças doentes para escola, com a imunidade baixa f**a mais fácil os vírus se instalarem

Um ponto importante que sempre reforço no consultório, Nem toda gripe é “só uma gripe” na infância !
A grande maioria dos casos evolui bem, sim — mas o acompanhamento adequado faz toda a diferença para identif**ar precocemente os casos que precisam de intervenção.

Se seu filho apresentar sintomas, observe de perto.. na dúvida, é sempre melhor avaliar cedo do que esperar piorar. Porque quando se trata de criança, o tempo de resposta faz diferença.

Dra. Ana Paula Franchetti
Pediatria | Itapema – SC

O outono chega, os feriados aparecem, a rotina muda…mas o corpo continua respondendo ao ambiente — e essa é uma das époc...
20/04/2026

O outono chega, os feriados aparecem, a rotina muda…mas o corpo continua respondendo ao ambiente — e essa é uma das épocas em que as alergias respiratórias mais aparecem. Com a queda de temperatura, começamos a fechar mais as janelas, usar cobertores guardados há meses e passar mais tempo em ambientes fechados. Resultado: maior exposição a ácaros, poeira e outros alérgenos.

E nas crianças isso costuma aparecer de forma bem característica:
nariz escorrendo, espirros em sequência, coceira no nariz, tosse seca — principalmente à noite — e aquela sensação de “resfriado que não vai embora”.

Mas nem sempre é vírus. Muitas vezes estamos diante de quadros como Rinite Alérgica e até crises de Asma, que tendem a piorar nessa época do ano. O ponto aqui não é alarmar, é ajustar o olhar...Nem toda tosse é gripe. Nem todo nariz escorrendo é infecção.

Pequenas medidas fazem diferença: manter ambientes ventilados, higienizar roupas de cama com frequência, evitar acúmulo de poeira e observar padrões dos sintomas. E, principalmente: não “pausar” o cuidado só porque é feriado.

Se os sintomas persistem, incomodam ou impactam o sono e o bem-estar da criança, vale investigar e tratar corretamente.

Outono é uma estação linda — mas pede atenção.
Cuidar cedo evita crises maiores depois 💜

Endereço

Rua 234, N 425
Itapema, SC
88220000

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