Dr Jayme Tadeu dos Santos/Psiquiatra

Dr Jayme Tadeu dos Santos/Psiquiatra 🧠 Psiquiatria baseada em evidências, sem mitos e com ciência. Dr. Jayme Tadeu dos Santos CRM-SP 43.395 • RQE 30.740 Consultas presenciais e on-line.

F:(15)3272-4794,(15)99184-1089
Quase cinco décadas de experiência em psiquiatria
Caps/Consultório informações e esclarecimentos sobre psiquiatria e saúde mental

L🧠 Você sabe quais são os motivos que mais levam alguém ao psiquiatra?Muitas pessoas imaginam que procurar um psiquiatra...
07/08/2026

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🧠 Você sabe quais são os motivos que mais levam alguém ao psiquiatra?

Muitas pessoas imaginam que procurar um psiquiatra significa estar diante de uma doença mental grave.

Na prática, grande parte das consultas começa com queixas muito comuns:

🔹 Ansiedade excessiva
🔹 Depressão e perda de interesse pela vida
🔹 Insônia e sono não reparador
🔹 TOC, pensamentos repetitivos e compulsões
🔹 TDAH e dificuldades de atenção e organização
🔹 Alterações importantes do humor
🔹 Burnout e esgotamento profissional
🔹 Compulsão alimentar
🔹 Dependência de álcool, tabaco e outras substâncias
🔹 Problemas emocionais relacionados à família, trabalho e relacionamentos

Às vezes, o paciente chega dizendo apenas:

“Não estou conseguindo dormir.”
“Minha cabeça não para.”
“Perdi a vontade de fazer as coisas.”
“Não consigo me concentrar.”
“Estou irritado demais.”
“Não estou dando conta.”

Por trás dessas frases pode existir um quadro que merece investigação.

A Psiquiatria moderna busca compreender não apenas os sintomas, mas também sono, hábitos, medicamentos, doenças clínicas, relações pessoais, trabalho, história de vida e qualidade de vida.

📌 Procurar ajuda não precisa ser o último recurso.

Quanto mais cedo um sofrimento psíquico é identificado e adequadamente tratado, maior a possibilidade de recuperar funcionalidade e qualidade de vida.

👨‍⚕️ Dr. Jayme Tadeu dos Santos
Médico Psiquiatra
CRM-SP 43.395 | RQE 30.740
Especialista em Psiquiatria – ABP/AMB

📍 Clínica ACLIN
Rua Coronel Pedro Dias Batista, 1494
Centro – Itapetininga/SP

📞 (15) 3272-4794
📱 WhatsApp: (15) 99184-1089
🌐 www.drjaymetadeu.ia.br

https://terapeutaconecta.com.br/terapeuta/jayme-tadeu-dos-santos

💻 Atendimentos presenciais e on-line.

Disfunções se***is e psicotrópicos: quem deve avaliar?Redução da libido, dificuldade de ereção, menor lubrificação, atra...
06/08/2026

Disfunções se***is e psicotrópicos: quem deve avaliar?

Redução da libido, dificuldade de ereção, menor lubrificação, atraso ejaculatório e dificuldade para atingir o orgasmo podem surgir durante o uso de psicotrópicos.

Antidepressivos serotoninérgicos, alguns antipsicóticos, benzodiazepínicos e anticonvulsivantes estão entre os medicamentos que podem interferir na função sexual. Por outro lado, a própria depressão, a ansiedade, doenças hormonais, vasculares e neurológicas também podem causar os mesmos sintomas.

A conduta não deve ser simplesmente suspender a medicação.

O psiquiatra pode avaliar:

• relação entre o início do sintoma e o medicamento;
• possibilidade de ajuste de dose;
• troca por uma opção com menor impacto sexual;
• tratamento da depressão, ansiedade ou sedação associada.

O urologista deve participar principalmente quando há:

• dificuldade persistente de ereção;
• ausência de ereções matinais;
• dor, curvatura pe***na ou alterações testiculares;
• diabetes, hipertensão ou doença vascular;
• resposta insuficiente aos medicamentos para ereção.

Em mulheres, a avaliação ginecológica pode ser necessária diante de secura vaginal, dor, redução da sensibilidade ou dificuldade de excitação.

Na maioria dos casos, a melhor abordagem é integrada: psiquiatria, urologia ou ginecologia, avaliação clínica e, quando necessário, terapia sexual.

Saúde sexual também faz parte da saúde mental.

05/08/2026
🧠 Cuidar da saúde mental é mais do que controlar sintomas. É recuperar autonomia, qualidade de vida e novas possibilidad...
05/08/2026

🧠 Cuidar da saúde mental é mais do que controlar sintomas. É recuperar autonomia, qualidade de vida e novas possibilidades.

Sou Dr. Jayme Tadeu dos Santos, médico psiquiatra, com mais de 40 anos de experiência profissional.

CRM-SP 43.395 | RQE 30.740
Especialista em Psiquiatria pela ABP/AMB.

📅 Atendimentos presenciais e on-line a partir de 18 de setembro de 2026.

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A psiquiatria não deve apenas perguntar “qual é o diagnóstico?”, mas também: “como ajudar esta pessoa a viver melhor?”

Dr. Jayme Tadeu dos Santos
Médico Psiquiatra
CRM-SP 43.395 | RQE 30.740

05/08/2026

CANNABIS MEDICINAL ALÉM DO CBD E DO THC: CONHECENDO OS CANABINOIDES MENORES

A Cannabis sativa produz mais de uma centena de fitocanabinoides. Alguns aparecem em concentrações muito pequenas e, por isso, são chamados de canabinoides menores ou raros.

Embora tenham mecanismos farmacológicos interessantes, é importante destacar: a maioria ainda não possui indicação psiquiátrica formalmente estabelecida. As evidências são predominantemente pré-clínicas ou provenientes de estudos humanos pequenos.

🔹 CBG — Canabigerol

É o precursor químico de vários outros canabinoides, sendo conhecido como a “molécula-mãe” da planta.

Possíveis aplicações em estudo:

• ansiedade e estresse;
• sintomas depressivos;
• dor neuropática;
• processos neuroinflamatórios;
• doenças intestinais inflamatórias.

Um pequeno estudo clínico encontrou redução aguda de ansiedade e estresse com CBG, mas os resultados ainda precisam ser replicados. Pode ser estimulante em algumas pessoas e não deve ser apresentado simplesmente como “CBD mais forte”.

🔹 CBN — Canabinol

É formado principalmente pela oxidação e pelo envelhecimento do THC. Possui atividade psicoativa muito inferior à do THC.

É comercializado sobretudo para:

• insônia;
• manutenção do sono;
• dor;
• relaxamento muscular.

Entretanto, a fama de “canabinoide do sono” é maior do que a evidência científica disponível. Estudos recentes sugerem possível benefício quando associado ao THC, mas ainda não permitem considerar o CBN um hipnótico comprovado.

🔹 CBC — Canabicromeno

Não é intoxicante e apresenta ações sobre canais relacionados à percepção da dor e à inflamação.

Potenciais campos de pesquisa:

• dor crônica e neuropática;
• neuroinflamação;
• alterações do humor;
• doenças dermatológicas e intestinais.

Os possíveis efeitos antidepressivos foram observados principalmente em modelos animais. Ainda faltam ensaios clínicos psiquiátricos adequados.

🔹 THCV — Tetraidrocanabivarina

Apresenta comportamento farmacológico dependente da dose. Em doses menores pode antagonizar receptores CB1; em doses maiores, pode produzir efeitos diferentes e até alguma psicoatividade.

Está sendo investigada para:

• obesidade e síndrome metabólica;
• controle glicêmico;
• redução do apetite;
• impulsividade e recompensa alimentar;
• possíveis efeitos pró-cognitivos.

Apesar de ser divulgada como “canabinoide emagrecedor”, os estudos humanos ainda são limitados e não sustentam seu uso rotineiro para perda de peso ou compulsão alimentar.

🔹 CBDV — Canabidivarina

É estruturalmente semelhante ao CBD e não apresenta intoxicação típica do THC.

Áreas de interesse:

• epilepsias;
• transtorno do espectro autista;
• náuseas;
• alterações sensoriais e comportamentais.

Os resultados clínicos em autismo e outras condições neuropsiquiátricas ainda são preliminares e inconsistentes.

🔹 THCA — Ácido tetraidrocanabinólico

É a forma ácida do THC presente na planta não aquecida. Quando submetido ao calor, transforma-se em THC.

Potenciais propriedades:

• anti-inflamatória;
• antiemética;
• neuroprotetora;
• moduladora de dor e espasticidade.

Há pouca evidência clínica e o produto pode conter ou formar THC, com risco de intoxicação, prejuízo cognitivo e positividade em te**es toxicológicos.

🔹 CBDA — Ácido canabidiólico

É o precursor natural do CBD.

Está sendo pesquisado principalmente para:

• náuseas e vômitos;
• ansiedade;
• processos inflamatórios.

A maior parte das evidências permanece experimental. Sua estabilidade e biodisponibilidade também são desafios farmacêuticos.

🔹 TERPENOS: componentes que também merecem atenção

Mirceno, limoneno, linalol, beta-cariofileno e pineno não são canabinoides, mas podem modificar aroma, tolerabilidade e eventualmente alguns efeitos clínicos.

A hipótese do chamado “efeito entourage” é biologicamente plausível, porém ainda não está suficientemente demonstrada para permitir a prescrição de combinações específicas de terpenos para cada transtorno psiquiátrico.

⚠️ O ponto central para a prática psiquiátrica

Canabinoides menores são moléculas promissoras, mas promessa farmacológica não equivale a indicação clínica.

Antes da prescrição, devem ser avaliados:

• concentração real e certificado de análise do produto;
• presença não declarada de THC;
• interações medicamentosas;
• risco de sedação, ansiedade, alterações cognitivas ou psicose;
• idade, função hepática e renal;
• histórico de transtorno bipolar, psicótico ou por uso de substâncias.

Neste momento, o uso desses compostos deve ser individualizado, cuidadosamente monitorado e apresentado ao paciente como experimental quando a evidência ainda for insuficiente.

A Cannabis medicinal é uma área promissora, mas precisa avançar com a mesma exigência metodológica aplicada a qualquer outro tratamento psicofarmacológico.

05/08/2026

🧠 TOC RESISTENTE: O QUE HÁ DE NOVO?

O TOC pode ser considerado resistente quando não há melhora suficiente, mesmo após tratamento adequado com medicamentos e psicoterapia especializada.

Antes disso, é importante verificar:

✔️ se o diagnóstico está correto
✔️ se o medicamento foi usado na dose e pelo tempo adequados
✔️ se houve boa adesão
✔️ se foi realizada TCC com Exposição e Prevenção de Resposta — EPR

Entre as principais opções atuais estão:

🔹 EPR especializada
Continua sendo uma das estratégias mais importantes, inclusive nos casos resistentes.

🔹 Otimização dos ISRS
O TOC pode exigir doses maiores e mais tempo de tratamento do que a depressão.

🔹 Potencialização medicamentosa
Alguns pacientes podem se beneficiar da associação de outros medicamentos, como aripiprazol, risperidona, lamotrigina ou memantina.

🔹 Estimulação Magnética Transcraniana — EMT
Pode ajudar pacientes que não responderam adequadamente aos tratamentos convencionais.

🔹 Estimulação Cerebral Profunda — DBS
Reservada para casos muito graves, incapacitantes e realmente refratários.

🔬 Psilocibina e cetamina

São tratamentos ainda experimentais para o TOC. Os primeiros resultados são promissores, mas ainda são necessários estudos maiores para confirmar eficácia e segurança.

📌 Não existe tratamento milagroso.

O melhor resultado costuma surgir da combinação entre:

✅ psicoterapia especializada
✅ medicamentos bem escolhidos
✅ avaliação contínua dos sintomas
✅ neuromodulação, quando indicada

⚠️ Conteúdo educativo. O tratamento deve ser individualizado e acompanhado por profissional habilitado.

04/08/2026

O QUE HÁ DE REALMENTE INOVADOR NA PSIQUIATRIA?

Nas últimas décadas, a psiquiatria avançou muito na compreensão dos transtornos mentais, mas nem sempre na mesma velocidade em relação a tratamentos com mecanismos verdadeiramente novos. Alguns caminhos, entretanto, começam a modificar esse cenário:

🔹 Estimulação Magnética Transcraniana — EMT

Técnica não invasiva de neuromodulação, com aplicação consolidada principalmente na depressão resistente. Protocolos mais recentes, como estimulação acelerada, theta burst e abordagens individualizadas por neuroimagem, procuram ampliar a eficácia e reduzir o tempo de tratamento.

A EMT também vem sendo estudada em TOC, dependências, sintomas negativos da esquizofrenia, dor crônica e outros transtornos neuropsiquiátricos.

🔹 Escetamina

A escetamina representa uma mudança de paradigma: em vez de atuar prioritariamente sobre monoaminas, modula o sistema glutamatérgico por meio dos receptores NMDA.

Seu efeito antidepressivo pode ocorrer rapidamente, inclusive em quadros resistentes e com ideação suicida. Entretanto, exige seleção adequada do paciente, monitorização clínica e integração com um plano terapêutico mais amplo.

🔹 Cannabis medicinal e sistema endocanabinoide

Canabinoides como CBD, THC, CBG e CBN despertam interesse por sua atuação sobre sono, ansiedade, dor, inflamação, apetite e circuitos de recompensa.

Na psiquiatria, porém, ainda é necessário separar entusiasmo de evidência. Formulação, proporção entre canabinoides, dose, interações medicamentosas e vulnerabilidade a sintomas psicóticos ou cognitivos precisam ser cuidadosamente avaliadas.

A cannabis medicinal não deve ser tratada como solução universal, mas também não pode ser descartada apenas por preconceito histórico.

🔹 Psicotrópicos promissores e novos mecanismos

Além dos antidepressivos e antipsicóticos tradicionais, ganham espaço pesquisas envolvendo:

• psicodélicos, como psilocibina, em contextos terapêuticos controlados;
• moduladores glutamatérgicos;
• neuroesteroides;
• agonistas muscarínicos para esquizofrenia;
• fármacos dirigidos aos sistemas de orexina, inflamação, plasticidade neural e ritmo circadiano;
• tratamentos mais personalizados, baseados em biomarcadores e fenótipos clínicos.

A grande inovação talvez não esteja apenas em descobrir uma nova molécula, mas em abandonar o modelo de tentativa e erro indiscriminado.

O futuro da psiquiatria provavelmente será construído pela integração entre psicofarmacologia, neuromodulação, psicoterapia, medicina do sono, genética, neurociência e tratamentos individualizados.

Estamos realmente diante de uma nova psiquiatria ou apenas incorporando novas ferramentas ao mesmo modelo de tratamento?

🧠🌿 PSIQUIATRIA E BEM VIVERCuidar da saúde mental não significa apenas tratar sintomas.Bem viver também envolve:• reconhe...
02/08/2026

🧠🌿 PSIQUIATRIA E BEM VIVER

Cuidar da saúde mental não significa apenas tratar sintomas.

Bem viver também envolve:

• reconhecer e compreender as emoções;
• respeitar os próprios limites;
• dormir melhor;
• manter vínculos afetivos saudáveis;
• cuidar da alimentação e da saúde física;
• encontrar equilíbrio entre responsabilidades, descanso e prazer.

A Psiquiatria pode ajudar no diagnóstico, no tratamento e na construção de uma vida com mais estabilidade, autonomia e qualidade.

Cada pessoa tem sua história. Por isso, o cuidado deve ser individualizado, acolhedor e baseado em evidências científicas.

Saúde mental também é aprender a viver melhor.

👨‍⚕️ Dr. Jayme Tadeu dos Santos
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02/08/2026

Um novo estudo publicado na Nature Genetics, o maior já realizado sobre o transtorno de personalidade borderline (TPB), identificou pela primeira vez evidências de que fatores genéticos também desempenham um papel importante no desenvolvimento da condição.
Os pesquisadores encontraram 11 regiões do genoma associadas ao transtorno, reforçando que o TPB não depende apenas de fatores ambientais. O estudo também revelou uma sobreposição genética com outros transtornos psiquiátricos, como depressão, TDAH e comportamento antissocial.
O transtorno de personalidade borderline é marcado por intensa instabilidade emocional, impulsividade, medo de abandono e dificuldades nos relacionamentos, afetando cerca de 2% da população dos países ocidentais.

Fonte: g1

Com Clínica Gressus – Acabei de receber o status de superfã! 🎉
02/08/2026

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