21/02/2026
Recebi com muita gratidão o convite do Douglas para integrar um projeto que acredita no pensamento crítico construído na coletividade.
É potente fazer parte de um espaço que valoriza a escuta, o diálogo, troca e a arte como ferramentas de transformação, especialmente quando essas reflexões atravessam gerações.
O hip hop é base e linguagem desse projeto: nasce da coletividade, da crítica social e da voz de quem historicamente foi silenciado.
É através dele que o pensamento crítico ganha ritmo, identidade e força transformadora.
Na roda de conversa com mulheres — mães e avós — criamos um espaço de fala, reflexão e ressignificação de histórias. Cada encontro fortalece o olhar crítico, rompe silêncios antigos e valoriza narrativas que por muito tempo foram invisibilizadas.