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Caderneta de vacinação não é coisa só da infância — e isso vale muito para mulheres adultas também.Muita gente para de p...
24/08/2026

Caderneta de vacinação não é coisa só da infância — e isso vale muito para mulheres adultas também.

Muita gente para de pensar em vacina depois que "cresce", mas existem imunizantes essenciais em diferentes fases da vida da mulher, incluindo antes, durante e depois da gestação.

Vacinas que merecem atenção na vida adulta:

✔️ HPV — recomendada até os 45 anos em alguns protocolos, mesmo fora da adolescência, principalmente se ainda não foi tomada
✔️ Tríplice viral (sarampo, caxumba, rubéola) — reforço importante, principalmente antes de engravidar
✔️ Hepatite B — esquema completo, se ainda não foi feito
✔️ dTpa (difteria, tétano e coqueluche) — essencial em cada gestação, entre 20 e 36 semanas, para proteger o bebê nos primeiros meses de vida
✔️ Influenza (gripe) — reforço anual, com atenção redobrada na gestação
✔️ Covid-19 — conforme protocolo vigente

Uma crença que precisa ser quebrada:
"Já tomei minhas vacinas quando era criança, não preciso mais."
A proteção de muitas vacinas diminui com o tempo, e novos imunizantes surgem conforme o conhecimento avança. Manter a carteira atualizada é cuidado contínuo, não coisa do passado.

Outra crença comum:
"Grávida não pode tomar vacina."
Pelo contrário — algumas vacinas são altamente recomendadas justamente durante a gestação, porque protegem tanto a mãe quanto o bebê nos primeiros meses de vida.

Manter a vacinação em dia é parte da sua saúde integral — não só prevenção de doença, mas proteção para você e para quem depende de você. 💛

Vamos revisar sua carteira de vacinação na consulta?

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Dr. João Ricardo De Castro
CRM 18226 PR – RQE 13485

Cistite de novo. Candidíase de novo. Vaginose de novo.Se parece que a infecção "nunca vai embora de vez", você não está ...
17/08/2026

Cistite de novo. Candidíase de novo. Vaginose de novo.

Se parece que a infecção "nunca vai embora de vez", você não está sozinha — e também não precisa aceitar isso como algo que "é assim mesmo".

Infecções recorrentes têm causa, e identif**ar essa causa é o que muda o jogo.

O que pode estar por trás da recorrência:
✔️ Flora va**nal desequilibrada (uso de duchas, sabonetes inadequados, antibióticos frequentes)
✔️ Alterações hormonais (perimenopausa, uso de anticoncepcional, pós-parto)
✔️ Hábitos do dia a dia (roupas justas, tecido sintético, higiene após relação sexual, uso prolongado de absorvente interno)
✔️ Diabetes não controlada (favorece candidíase de repetição)
✔️ Parceiro não tratado, em alguns casos

Uma crença que precisa ser quebrada:
"Toda vez que dá, eu já sei o que é e me trato sozinha."
Sintomas parecidos podem ter causas diferentes. Tratar errado (ou o remédio errado repetidamente) pode piorar o desequilíbrio e alimentar o ciclo de recorrência.

Outra crença comum:
"Infecção recorrente é só falta de higiene."
Na maioria das vezes, é o oposto: excesso de higiene (duchas, sabonetes agressivos) desequilibra ainda mais a flora va**nal e favorece novas infecções.

Quebrar o ciclo de repetição passa por identif**ar a causa real — não só tratar o sintoma da vez.

Se você já perdeu as contas de quantas vezes teve infecção esse ano, é hora de investigar. 💛

Vamos conversar sobre isso na consulta?

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ulher

Dr. João Ricardo De Castro
CRM 18226 PR – RQE 13485

Vamos direto ao ponto.(sugestão visual: layout tipo checklist, com ícones de ✔️ verdade e ❌ mito, cores em rosa/branco o...
13/08/2026

Vamos direto ao ponto.

(sugestão visual: layout tipo checklist, com ícones de ✔️ verdade e ❌ mito, cores em rosa/branco ou verde-água, tipografia clean)

Direto ao ponto: separei os principais mitos sobre higiene íntima que ainda circulam por aí. 👇

❌ MITO: Ducha va**nal ajuda a "limpar por dentro"
✔️ VERDADE: A va**na se limpa sozinha. Duchas internas destroem a flora protetora e aumentam o risco de infecções.

❌ MITO: Sabonete perfumado é melhor para a região íntima
✔️ VERDADE: Perfume e químicos agressivos irritam a mucosa. O ideal é sabonete específico, neutro e sem fragrância forte.

❌ MITO: Toda secreção é sinal de infecção
✔️ VERDADE: Fluxo va**nal é normal e varia com o ciclo. O que exige atenção é mudança de cor, cheiro forte ou coceira.

❌ MITO: Absorvente interno "tampa" a va**na e faz mal usar sempre
✔️ VERDADE: É seguro quando trocado com a frequência recomendada (a cada 4-8h). O problema é o uso prolongado sem troca.

❌ MITO: Depilação total da região íntima é mais higiênica
✔️ VERDADE: Os pelos têm função protetora. A escolha é estética, não uma questão de higiene.

❌ MITO: Calcinha de renda ou fio dental não faz mal nenhum
✔️ VERDADE: Tecidos sintéticos e modelos muito justos, usados o tempo todo, podem aumentar o risco de irritação e infecções. Algodão no dia a dia é sempre mais indicado.

❌ MITO: Se está tudo limpinho, não precisa ir ao ginecologista
✔️ VERDADE: Higiene não substitui acompanhamento médico. Muita coisa só é identif**ada em consulta.

Guarda esse post 📌 e me conta: algum desses mitos você também já acreditou?

Dúvidas sobre sua saúde íntima? Vamos conversar na consulta. 💛

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Dr. João Ricardo De Castro
CRM 18226 PR – RQE 13485

"Ainda não é hora de se preocupar" — quantas mulheres já ouviram isso enquanto tentavam engravidar, mesmo sentindo que a...
11/08/2026

"Ainda não é hora de se preocupar" — quantas mulheres já ouviram isso enquanto tentavam engravidar, mesmo sentindo que algo merecia atenção?

Existe, sim, um tempo considerado esperado para a gravidez acontecer naturalmente. Mas esse tempo não é igual para todas as idades — e entender isso é o primeiro passo para não perder tempo desnecessário.

Quando procurar avaliação:
✔️ Mulheres até 35 anos: após 12 meses de tentativas regulares sem sucesso
✔️ Mulheres acima de 35 anos: após 6 meses de tentativas
✔️ Em qualquer idade, se houver ciclos muito irregulares, ausência de menstruação, endometriose conhecida, cirurgias pélvicas prévias ou histórico de infecções — a investigação pode (e deve) começar antes, mesmo sem completar esse tempo

Sinais que merecem atenção mais cedo:
✔️ Ciclos menstruais irregulares ou ausentes
✔️ Dor pélvica intensa (possível endometriose)
✔️ Histórico de abortos de repetição
✔️ Alterações hormonais já conhecidas
✔️ Idade acima de 35-38 anos

Uma crença que precisa ser quebrada: "se está tentando há pouco tempo, ainda não vale a pena investigar."
Depende muito do contexto. Em alguns casos, esperar o "tempo padrão" pode signif**ar perder um tempo valioso — especialmente quando a idade ou outros fatores já pedem atenção mais cedo.

Outra crença comum: "infertilidade é sempre um problema da mulher."
Não. A investigação envolve avaliação de ambos os parceiros, e em boa parte dos casos o fator masculino também está envolvido. É um cuidado a dois, desde o início.

Buscar avaliação não signif**a que algo está necessariamente errado — signif**a ter informação para tomar decisões com mais segurança e tranquilidade. 💛

Vamos conversar sobre isso na consulta?

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Dr. João Ricardo De Castro
CRM 18226 PR – RQE 13485

Muita gente ainda acredita que a vacina do HPV é "só para adolescentes". Mas a realidade é mais ampla — e vale a pena en...
07/08/2026

Muita gente ainda acredita que a vacina do HPV é "só para adolescentes". Mas a realidade é mais ampla — e vale a pena entender antes de descartar essa proteção.

O que diz a indicação atual:
📌 O Ministério da Saúde recomenda a vacina rotineiramente para meninas e meninos de 9 a 14 anos
📌 Para além dessa faixa, a vacina pode ser indicada em situações específ**as — como mulheres até 45 anos, imunossuprimidas, ou em contextos particulares — sempre com avaliação individual
📌 Mesmo mulheres já sexualmente ativas podem se beneficiar, já que dificilmente uma pessoa já teve contato com todos os subtipos do vírus cobertos pela vacina

Por que considerar mesmo depois dos 20-30-40 anos:
✅ A vacina protege contra os subtipos de HPV mais associados ao câncer de colo de útero e a verrugas genitais
✅ Já ter tido HPV no passado não signif**a estar protegida contra os outros subtipos cobertos
✅ A proteção contribui na prevenção, mesmo que a pessoa já tenha vida sexual ativa

Quebrando um mito: "vacina do HPV só serve antes de iniciar a vida sexual" não é uma verdade absoluta — a avaliação deve ser individualizada, considerando idade, histórico de exposição e contexto de saúde de cada mulher.

O que não substitui a vacina:
🔎 O exame preventivo (Papanicolau) continua sendo essencial, mesmo para quem é vacinada
🔎 A vacina previne, mas não trata infecções já existentes

Cada caso merece uma avaliação individual para saber se a vacinação ainda é indicada e traz benefício real.

Tem dúvidas se a vacina do HPV faz sentido para você? Agende sua consulta.

Dr. João Ricardo De Castro
CRM 18226 PR – RQE 13485

Ciclos irregulares são um dos motivos mais comuns de consulta no meu dia a dia — e a investigação vai muito além de "est...
05/08/2026

Ciclos irregulares são um dos motivos mais comuns de consulta no meu dia a dia — e a investigação vai muito além de "está tudo bem" ou "toma hormônio".

O que avalio na consulta:

📋 Histórico menstrual completo
Duração dos ciclos, intensidade do fluxo, presença de cólicas, e há quanto tempo a irregularidade começou

📋 Idade e fase da vida
Ciclos irregulares na adolescência (primeiros anos após a menarca) e na perimenopausa têm explicações diferentes de irregularidade em mulheres na fase reprodutiva plena

📋 Sinais associados
Ganho ou perda de peso recente, queda de cabelo, acne, excesso de pelos, alterações de humor, estresse, mudanças de rotina ou sono

📋 Uso de medicações
Anticoncepcionais, mudanças recentes de método, outros medicamentos que possam interferir no ciclo

📋 Exames complementares, quando indicados
Dosagens hormonais, ultrassonografia pélvica/transva**nal e, em alguns casos, avaliação da tireoide

Causas mais comuns de irregularidade:
🔎 Síndrome dos ovários policísticos (SOP)
🔎 Alterações da tireoide
🔎 Estresse físico ou emocional intenso
🔎 Variações naturais de peso
🔎 Perimenopausa

O ponto mais importante: ciclo irregular não é sempre motivo de alarme, mas também não deve ser normalizado sem investigação — principalmente quando vem acompanhado de outros sintomas ou quando causa desconforto signif**ativo na rotina.

Cada caso pede uma investigação individualizada. Se seu ciclo mudou ou sempre foi irregular sem explicação clara, vale a pena avaliar.

Agende sua consulta e vamos entender o que está por trás do seu ciclo.

Dr. João Ricardo De Castro
CRM 18226 PR – RQE 13485

Uma das perguntas mais frequentes no consultório: "esse anticoncepcional vai me fazer engordar?"A resposta científ**a é:...
03/08/2026

Uma das perguntas mais frequentes no consultório: "esse anticoncepcional vai me fazer engordar?"

A resposta científ**a é: depende. Não existe uma relação direta e universal entre uso de anticoncepcional e ganho de peso — mas alguns fatores explicam por que essa crença é tão comum.

O que a ciência mostra:
📌 Estudos não confirmam ganho de peso signif**ativo com a maioria dos anticoncepcionais orais combinados atuais
📌 Alguns métodos (como injetáveis trimestrais) têm associação mais consistente com ganho de peso em parte das usuárias
📌 A retenção de líquido nos primeiros meses de uso pode gerar a sensação de "inchaço", que muitas vezes é confundida com ganho de peso real
📌 Fatores individuais — genética, alimentação, atividade física, metabolismo — têm impacto muito maior no peso do que o método contraceptivo em si

Por que a crença persiste:
A maioria dos estudos que avaliam essa relação encontra pouca ou nenhuma diferença de peso entre quem usa e quem não usa anticoncepcional hormonal. A percepção individual, porém, é real e válida — e merece ser investigada caso a caso.

O mais importante:
Cada corpo responde de um jeito ao método escolhido. Se você notou mudanças signif**ativas de peso após iniciar um anticoncepcional, isso não deve ser ignorado — merece avaliação para entender se há relação real ou outros fatores envolvidos.

A escolha do método ideal vai muito além do peso: leva em conta histórico de saúde, estilo de vida e objetivos de cada paciente.

Tem dúvidas sobre qual método é mais adequado para você? Agende sua consulta.

Dr. João Ricardo De Castro
CRM 18226 PR – RQE 13485

Vamos falar sobre um assunto sério, porque informação salva vidas.A partir do momento em que você já sente os movimentos...
29/07/2026

Vamos falar sobre um assunto sério, porque informação salva vidas.

A partir do momento em que você já sente os movimentos do bebê de forma regular (geralmente entre 24 e 28 semanas), a redução ou parada da movimentação fetal é um sinal de alerta — e não algo para "esperar para ver se volta ao normal".

O que fazer:
✔️ Se notar que o bebê está mexendo menos que o habitual, ou parou de mexer, procure atendimento médico imediatamente — não espere até o dia seguinte ou até a próxima consulta agendada
✔️ Vá direto à maternidade ou pronto atendimento obstétrico
✔️ Leve seu cartão de pré-natal
✔️ Não tente "provocar" o bebê com comida ou açúcar como forma de esperar em casa — o ideal é buscar avaliação

Uma crença que precisa ser quebrada:
"Vou esperar um pouco, se continuar assim eu procuro ajuda."
Não espere. A avaliação (com monitorização e/ou ultrassom) é rápida e pode ser feita a qualquer momento — de dia, de noite, fim de semana. Na dúvida, sempre procure atendimento.

Outra crença comum:
"Perto do fim da gestação o bebê mexe menos mesmo, é normal."
O padrão de movimento pode mudar de característica perto do parto (menos "chutes fortes", mais movimentos suaves), mas não deve parar ou diminuir drasticamente. Se você notar essa diferença, vale a avaliação.

Conhecer o padrão de movimentação do seu bebê — e confiar no que você sente — é uma das ferramentas mais importantes de cuidado na reta final da gestação.

Na dúvida, não espere. Procure atendimento. 💛

Dr. João Ricardo De Castro
CRM 18226 PR – RQE 13485

Sabia que o intestino da mulher funciona de forma diferente ao longo do ciclo?Se você sente que o intestino "trava" em c...
27/07/2026

Sabia que o intestino da mulher funciona de forma diferente ao longo do ciclo?

Se você sente que o intestino "trava" em certas épocas do mês, com inchaço, desconforto e aquela sensação de peso — isso não é só questão de alimentação. Os hormônios têm um papel enorme nisso.

A progesterona, que aumenta na segunda fase do ciclo (e também na gestação), tem um efeito relaxante sobre a musculatura intestinal. Resultado: o trânsito f**a mais lento, o intestino "preguiceia", e vem o inchaço, a sensação de peso e até a constipação.

Sinais que costumam aparecer nessa fase:
✔️ Intestino mais preso na TPM ou na gestação
✔️ Inchaço abdominal recorrente
✔️ Sensação de peso e desconforto
✔️ Alternância entre prisão de ventre e alívio após a menstruação
✔️ Piora em fases de maior instabilidade hormonal (perimenopausa também)

Uma crença que precisa ser quebrada: "intestino preso é só questão de dieta."
A alimentação e a hidratação importam muito, sim — mas quando o problema é cíclico e recorrente, o fator hormonal também precisa ser investigado. Às vezes, ajustar só a dieta não resolve porque a causa não está só ali.

Outra crença comum: "é assim para toda mulher, não tem muito o que fazer."
Tem, sim. Entender o próprio ciclo, identif**ar o padrão e — quando necessário — investigar questões hormonais associadas pode trazer muito mais conforto no dia a dia.

Seu corpo tem um ritmo. Entender esse ritmo é o primeiro passo para se sentir melhor. 💛

Vamos conversar sobre isso na consulta?

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Dr. João Ricardo De Castro
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